A garrafa ainda girava devagar no cimento quando a Viviane falou, deitada de lado daquele jeito que não deixava ninguém respirar direito.
— Continua...
A voz dela saiu baixa, arrastada, quase um ronronar. Ela estava completamente nua agora, só com a pele dourada brilhando úmida da chuva. Os seios pesados descansavam um em cima do outro, mamilos rosados duros como pedra. A perna de cima dobrada deixava a boceta depiladinha entreaberta, os lábios carnudos brilhando à luz da vela. Ela não se cobria. Não precisava. Ela queria que vissem tudo.
Antoni girou. A garrafa parou no Kayk.
— Verdade ou desafio?
— Desafio — Kayk respondeu, voz rouca.
Antoni sorriu de canto.
— Tira a última peça.
Kayk hesitou só meio segundo. Segurou a cueca e puxou pra baixo devagar, revelando tudo. O pau dele pulou pra fora — uns 20 cm veias marcadas, a cabeça rosada e brilhando. Ele chutou a cueca pro lado e sentou de novo, mãos nos joelhos, completamente nu. O peito subia e descia rápido.
Viviane não desviou o olhar nem por um segundo. Apoiou o queixo na mão e ficou encarando o pau do Kayk, avaliando, mordendo o lábio inferior como quem pensa “será que aguento tudo isso?”.
— Sua vez... — murmurou ela, quase gemendo.
Kayk girou. Parou na Luana.
— Verdade — ela sussurrou, encolhida.
Kayk pensou um segundo.
— Você já ficou com vontade de tirar a roupa na frente de alguém?
Luana ficou vermelha até o pescoço. Olhou pra mim, depois pro chão.
— Hoje... sim — respondeu, quase sem voz.
O silêncio que veio foi tão pesado que até a chuva pareceu mais baixa.
Luana pegou a garrafa com a mãozinha tremendo. Girou. Parou em mim.
— Desafio, João — disse ela, mais firme dessa vez, os olhos cor de mel queimando.
— Manda.
— Tira a sua também... Fica igual a eles.
Levantei devagar. Todo mundo acompanhou o movimento. Puxei a cueca preta pra baixo e meu pau pulou livre — 18 cm, grosso pra caralho, igual uma lata de coca, a cabeça inchada e latejando. Sentei de novo ao lado dela, nu. Minha coxa quente encostou na dela. Luana não se afastou. Pelo contrário, deixou a pele encostar na minha. Os olhinhos dela desceram pro meu pau, ficaram ali alguns segundos admirando, depois subiram de novo, respirando mais rápido.
Viviane bateu palmas lentas, satisfeita.
— Agora sim estamos todos no mesmo nível...
Enzo girou. Parou no Antoni.
— Desafio — Antoni falou logo.
— Tira a sua também.
Antoni levantou sem drama. Tirou a cueca e sentou de novo. O pau dele era grande também, uns 20 cm, mas mais médio de grossura. com Enzo tambem nu agora os três irmãos estavam nus, ombro a ombro, paus duros apontando pro teto.
A garrafa girou de novo. Parou na Viviane.
— Desafio — ela escolheu antes mesmo da pergunta.
Enzo olhou direto pra calcinha branca dela.
— Tira.
Viviane ficou de pé no meio dos colchões, devagar, sem pressa. Enfiou os polegares nas laterais da calcinha e desceu centímetro por centímetro, rebolando de leve. Quando chegou nos pés, chutou pro lado. Ficou completamente nua. Virou devagar, uma volta completa, mostrando a bunda gigante, a boceta inchada e lisinha, os seios balançando pesados. Depois sentou de novo entre Antoni e Kayk, abrindo as pernas só o suficiente pra todo mundo ver.
Só faltava a Luana.
Todos os olhares caíram em cima dela.
Ela segurava a barra da camiseta com tanta força que os nós dos dedos estavam brancos. O peito subia e descia rápido, os bicos duros marcando o tecido.
— Luana... — chamou Viviane, voz doce e perigosa. — Verdade ou desafio?
Luana olhou pra mim. Eu assenti devagar.
— Desafio — disse ela.
Viviane sorriu largo.
— Sua vez de ficar igual a gente.
Luana levantou devagar, como se estivesse em câmera lenta. Puxou a camiseta larga pela cabeça num movimento só. Os peitões empinados pularam livres — grandes, redondos, desproporcionais pro corpo miúdo, bicos escuros e duros. A barriga lisinha, a cintura fina. Ela tentou cobrir com as mãos, mas não dava. A bucetinha apareceu: depilada, mas com um desenho de asa delta de pelinhos pretos bem finos acima do clitóris. Pernas magras, tremendo.
Ela sentou rápido entre mim e Enzo, puxando os joelhos contra o peito, mas a posição só fazia os seios espremerem e a bocetinha aparecer um pouco entre as coxas.
Agora éramos seis pessoas nuas, suadas, excitadas, em dois colchões velhos, com a chuva caindo forte lá fora.
A garrafa girou sozinha.
Viviane assumiu o controle.
— Agora as perguntas mudam — disse ela, voz rouca. — Agora Ninguém foge.
Ela apontou pro Kayk.
— Kayk. Você já imaginou a Luana sem roupa antes de hoje?
Kayk engoliu em seco.
— Sim...
Viviane virou pro Antoni.
— Antoni. Você deixaria sua prima ficar com um homem mais velho se ela quisesse de verdade?
Antoni olhou pra Luana, depois pra mim.
— Se ela quisesse... sim.
Viviane olhou pra mim, olhos brilhando de tesão.
— João. Você está gostando de ver sua mulher nua na frente de três caras mais novos?
Segurei o olhar dela.
— Tô gostando pra caralho — respondi sincero.
Por último, Viviane se virou pra Luana, que tremia inteira.
— Luana... Verdade. Você quer que o João te masturbe agora... na frente de todo mundo?
O ar parou.
Luana ficou em silêncio por uns longos segundos. Depois olhou direto pra mim, olhos cor de mel molhados de vergonha e desejo. A voz saiu quase um sussurro, mas todo mundo ouviu:
— Quero...pode vir...
O ar dentro da casa abandonada ficou ainda mais pesado, quase difícil de respirar. A chuva martelava o telhado de amianto com força, mas aqui dentro o som parecia distante. O que dominava mesmo era o silêncio carregado, as respirações curtas, os olhares famintos.
Todos os olhos estavam nela.
Luana. A santinha. A virgem. Completamente nua, joelhos ainda meio apertados por instinto, mas o corpo já se rendendo. Os peitões empinados subiam e desciam rápido, bicos escuros duros, a pele morena arrepiada. E aqueles olhos cor de mel... cravados em mim, molhados de vergonha e desejo puro.
Eu me aproximei devagar, de joelhos no colchão velho. Minha mão direita subiu pela coxa magra dela, sentindo a pele fina, arrepiada, ainda fresca da chuva por fora, mas queimando por baixo. Luana soltou um suspiro trêmulo quando meus dedos chegaram perto da bucetinha. O desenho de asa delta de pelinhos pretos fininhos tava todo molhadinho, brilhando. Passei o dedo médio bem devagar entre os lábios grossos e macios. Caralho... ela tava encharcada. Quente pra porra, melada, escorregadia.
— Assim, Lu? — murmurei baixinho no ouvido dela, o dedo circulando o clitóris pequeno e inchado.
Ela não conseguiu falar. Só fez que sim com a cabeça, mordendo o lábio inferior com tanta força que a pele ficou branca. Quando enfiei o dedo médio devagar quase dentro dela, Luana soltou um gemidinho agudo, quase um choramingo. Era apertadíssima. As paredes quentes e molhadas sugavam meu dedo como se não quisessem soltar. Comecei a mexer devagar, entrando e saindo, enquanto o polegar continuava brincando com o clitóris inchado.
Luana abriu as pernas um pouco mais, involuntariamente. Os peitões balançavam com a respiração acelerada, bicos duros apontando pro teto. Ela agarrou meu braço com as duas mãozinhas, unhas cravando na minha pele, o corpo miúdo inteiro tremendo.
— João... ahh... — gemeu mais alto, a voz falhando.
Eu curvei o dedo dentro dela, procurando aquele ponto macio e inchado. Quando achei, Luana deu um pulinho, a bucetinha apertando forte em volta do meu dedo, soltando mais mel quente que escorreu pela minha mão. O cheiro dela subia doce, misturado com suor e tesão. Eu aumentei o ritmo devagar, masturbando ela com vontade, sentindo cada contração, cada tremor nas coxas magras.
Os três irmãos assistiam hipnotizados, paus latejando no ar. Viviane observava com um sorrisinho, mas os olhos dela tinham aquele brilho perigoso — tesão misturado com ciúme e poder.
Luana tava perto. O corpo dela inteiro tremia, a bucetinha pulsando forte em volta do meu dedo, molhando tudo. A respiração dela virou gemidos curtos e desesperados. Mas antes que ela gozasse, Viviane pigarreou alto.
O momento quebrou... mas o tesão ficou suspenso no ar, ainda mais forte.
A garrafa estava parada no meio do círculo, esquecida. Viviane se ergueu devagar, os seios pesados balançando, e tomou o controle de vez.
— Chega de verdade — disse ela, voz rouca, baixa, dominando o quarto. — Verdade a gente mente pra si mesmo. Desafio obriga a gente a escolher. A partir de agora eu aponto... e ninguém recusa.
Ela virou pro Kayk com um sorriso safado.
— Kayk... ajoelha aqui na minha frente. Sessenta segundos. Mãos atrás das costas. Olhando só pra minha buceta. Sem tocar. Sem falar.
Kayk obedeceu tremendo. Ajoelhou bem perto, pau latejando duro, cabeça roxa soltando líquido. Viviane abriu as pernas bem devagar, exibindo a boceta inchada, lábios carnudos brilhando, clitóris aparecendo. Kayk ficou hipnotizado, respirando pela boca, pau dando pulos no ar. Quando o tempo acabou, ele tava suando, quase babando, pensei ate que estava passando mal.
Luana, ainda ofegante do meu toque, observava tudo com os olhos arregalados. Aprendendo.
Kayk, ofegante, apontou pro irmão:
— Antoni... pra quem você bateu a última punheta?
— Pra Viviane... hoje de tarde, quando ela abaixou de short. Saí pra mijar e bati uma pensando nessa bunda dela — confessou Antoni, vermelho.
Viviane riu gostoso, os seios tremendo.
Antoni desafiou Enzo:
— Se masturba olhando pra ela. Trinta segundos. Sem gozar.
Enzo bateu o pau grosso na frente da Viviane, olhos grudados na boceta aberta. O som molhado da punheta enchia o quarto. Viviane abria mais as pernas, passando os dedos nos próprios lábios, provocando. Enzo parou aos 25 segundos, pau roxo, quase explodindo.
Enzo olhou pra mim:
— João... escolhe uma das duas e chupa os seios dela por um minuto.
Escolhi Luana na hora.
Segurei aqueles peitões empinados com as duas mãos, sentindo o peso macio e juvenil. Chupei um mamilo com fome, sugando forte, lambendo, mordiscando. Depois o outro. Luana gemia baixinho, mão na minha nuca, corpo arqueando, a bucetinha pingando no colchão. Quando terminei, ela tava com os olhos marejados, olhando pra mim como se eu fosse o centro do mundo.
Voltei pro lugar e desafiei ela:
— Luana... toca em qualquer homem aqui por um minuto. Onde quiser.
Ela veio até mim. Mãozinha quente no meu peito, descendo até segurar meu pau grosso com as duas mãos. Mal conseguia fechar os dedinhos em volta. Começou a mexer devagar, explorando cada veia, cada pulsação, olhos fixos no meu pau latejando.
— Assim, João? — sussurrou ela com a voz tremendo.
— Isso, gostosa... assim mesmo...
Por último, Luana olhou pra Viviane com fogo novo nos olhos:
— Viviane... toca em dois homens ao mesmo tempo. João escolhe. Não pode ser ele.
Escolhi Antoni e Kayk.
Viviane se posicionou no meio, pegou um pau em cada mão e começou a masturbar devagar. Subia suave, descia apertando. Os dois gemiam baixo, paus latejando, soltando líquido transparente. Seios dela balançando, boceta exposta, obedecendo pela primeira vez.
A garrafa continuava parada no meio.
Ninguém ousou girar.
A chuva caía lá fora... mas ali dentro a gente já tava completamente molhado, latejando e pronto pra muito mais.