O extraordinário poder de sedução de uma mulher, que de esposa fiel, passou a foder com muitos homens.
Conto n.º 219 de Marcela Araujo Alencar
Tema: Tentação, desejo, Infidelidade, sadismo, estupro,
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Ricardo Moreira, contrariando seus pais, decidiu precipitada e corajosamente que mudaria completamente o destino de sua vida. Ele, um jovem de 20 anos, inteligente e brilhante aluno universitário, cursando o segundo semestre de engenharia de software, decidiu tomar como esposa a belíssima Anna Lima, uma jovem de somente 18 anos, igualmente tão inteligente como ele. Tão bela, que por onde passa os homens e até mulheres se viram para a olhar, não só pela sua formosura, mas principalmente pelo seu extraordinário poder de sedução, que mesmo de longe a todos encantam.
Quando Ricardo apresentou a seu pai sua futura esposa, esta característica inata de Anna, incidiu tão forte sobre ele que se sentiu quase que imediatamente seduzido pela jovem.
Delfino, seu pai é um viúvo mal-humorado e Mateus, o tio mais velho, igualmente mal-humorado, mas ambos ficaram encantados com Anna, de tal sorte, que mudaram de posição e passaram a apoiar o casamento do filho com Anna; verdade seja dita, Delfino e Mateus passaram a desejar a ter como nora, pois assim teriam mais tempo de a ver mais de perto.
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Quatro meses depois, o feliz casal retorna da lua de mel para o luxuoso apartamento, totalmente mobiliado por uma conceituada empresa de decoração de interiores, no 21º andar de um prédio no centro da cidade, o mesmo prédio onde residem no 19º o pai de Ricardo, presente do seu genitor, o ilustre senhor Delfino Moreira, milionário que atua principalmente no ramo imobiliário.
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Quatro anos depois
Ricardo, formado em engenharia de software, é proprietário de uma empresa do ramo de sua especialização. Como um dos herdeiros e sócio do Grupo empresarial Delfino & Filhos, não teve nenhuma dificuldade financeira em erguer sua própria empresa.
Anna, mais formosa que antes, concluiu o curso de secretariado com louvor e mesmo não sendo necessário, está empregada como secretária particular do CEO de uma promissora firma de tecnologia da informática. Ela é secretária do marido, de Marcelo, com carteira assinada e com salário compatível com o cargo que exerce. Ele está impressionado com a eficiência de sua secretária, de Anna, sua esposa.
Quando teve de viajar para fechar um importante contrato com um grupo suíço, Anna solicitou para o acompanhar, mas Marcelo preferiu que ela ficasse e que agisse como gerente da empresa em sua ausência. Mesmo contrariada, Anna ficou orgulhosa da confiança que o marido depositava nela.
Com a ausência de Marcelo, Anna não necessita ficar muito tempo na sala da administração, prefere circular pelas demais dependências da empresa, que ocupa três andares de um edifício comercial.
Curiosa, gosta de apreciar os técnicos trabalhando em suas salas, mergulhados em seus computadores e planilhas, na maioria em grupos de três ou quatro profissionais em desenvolvimento de software. Ao todo são trinta e cinco técnico, doze mulheres e vinte e três homens, além de oito auxiliares de serviços diversos. Todos eles têm em comum, o gosto de trabalhar na empresa, pois Marcelo os trata como sendo colaboradores e não como empregados, com participação nos eventuais lucros no desenvolvimento de novos produtos entregues ao mercado.
Desde que Anna se tornou secretária particular de Marcelo, com sua simpatia, educação e despretensão com o trato com seus colegas, passou a ser mais um motivo do apego deles para com a empresa, principalmente dos homens, fascinados com sua beleza e de seu formoso corpo. Anna, como mulher bonita, há muito aprendeu a decifrar os olhares que seu corpo desperta e se sente feliz em saber que é desejava, porquanto, sua libido é bastante atuante, mas nunca deu motivo para que lhe faltassem com o devido respeito.
Entretanto, há algum tempo observa que três homens demonstram terem desejos impuros para com ela, sejam por seus olhares, lhe dirigindo palavras capciosas, em suas insinuações e são eles, justamente de quem menos esperava tais atitudes. Seu sogro senhor Delfino, seu cunhado Mateus e do seu vizinho de porta no 21º andar, o senhor Augusto, um idoso de 80 anos, viúvo, que vive sozinho no enorme apartamento, desde que sua esposa faleceu há seis anos. Ela não pode negar que se diverte com seus assédios, porcamente disfarçados. Por mais incrível que possa parecer, é o velhote que mais a assedia. Vejam só, um homem dessa idade, que anda encurvado, apoiado em bengala.
Anna decide que qualquer dia desses vai se divertir com a cara desse pé-na-cova, de modo que ele nunca mais venha com gracejos e abusos para cima dela.
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Esta oportunidade surgiu justamente hoje, quando chegando no meu prédio, depois do expediente na empresa, entrei no elevador, ao lado de quatro pessoas já conhecidas e tivemos de esperar, pois lá do meio do hall, o senhor Augusto gritou para segurassem a porta do elevador. Ele chegou com sua bengala e se colocou atrás de mim. Senti a mão do velhote, podem acreditar, apalpar minha bunda. Ia me virar e lhe dá um tapa, mas pensei melhor e decidi que hoje iria me divertir a sua custa. Permiti que me apalpasse e quando chegamos ao nosso andar, eu saí na frente dele e na porta de nosso apartamento, quase lado a lado, me virei e falei:
— Velhote safado, por acaso você quer me comer?
Ele me olhou parecendo surpreso e depois respondeu:
— Sim, eu sempre pensei nessa possibilidade, você é uma mulher muito gostosa, Anna.
— Então hoje você vai me foder, velho. Abra logo a porta do teu apartamento, que vou entrar com você.
Ele trêmulo, demorou a encontrar a chave, abriu a porta e quando o fez, fui logo entrando na sua frente e me encaminhei para o corredor e procurei pelo quarto dele e na cama de casal com as cobertas desarrumadas, tirei rapidamente minhas roupas e me estendi nua no meio do leito e o esperei chegar com sua bengala e ficou pasmo me olhando pelada na sua cama, com os olhos fixos na minha boceta depilada.
— Como é, vai ficar somente me olhando? Tire a roupa e venha me foder, velho safado!
Ele demorou um ano para se despir e quando vi a ferramenta dele, não resisti e comecei a gargalhar, acho que era menor que um dedo meu e murcho, pendurado no meio dos poucos pentelhos brancos. Não consegui para de rir, vendo ele se deitar no meio de minhas pernas e movimentar seu magro e enrugado corpo para cima de mim.
Entretanto, me surpreendi quando percebi ele se posicionar no meio de minhas coxas e enterrar a boca na minha boceta. Juros por todos os santos que por essa eu não esperava. Começou a me chupar como se fosse um aspirador e nos intervalos a ponta de sua língua dava badaladas em meu clitóris. Em questão de segundos minha boceta que até então estava quietinha, acordou e começou a babar e o prazer que senti me fez parar de rir e começar a gemer de prazer, prazer que um velhote de 80 anos me obrigava a sentir. Podem acreditar nisso?
Ele não parava nunca de me chupar e com isso, me obrigou a um tsunami de orgasmos sem fim. Em toda minha vida, nunca senti prazer tão intenso. O mais incrível foi que o boquete, de um homem de 80 anos, teve a duração de quase um ano e só parava de mês em mês para buscar fôlego. Quando percebi sua boca se afastar um pouco mais demorado de minha carne, eu estava totalmente fora de mim, desejando que continuasse. Na minha ânsia de o sentir ainda mais me lambendo, o escutei falar: -
Espere, querida… que já, já vou te dar mais prazer.
Ainda navegando num mundo de prazer sem fim, sem voltar ao meu corpo, fiquei esperando o seu retorno ao meu corpo. Mas quem, subitamente, despertou de vez fui eu, quando senti uma forte dor na minha coxa direita próximo de minha genitália. Com o auxílio dos braços ergui o tronco e vi o velhote com uma seringa injetando um líquido muito doloroso em mim.
— O que é isso, velho? Está maluco? O que injetou em mim?
— Calminha, querida, é somente um sedativo.
— Velho tarado, o que pretende com isso?
Tentei sair da cama, porém me senti atordoada e fiquei com muito receio, pois percebi que o sedativo que injetou em mim era muito forte e que poderia ocasionar implicações danosas em meu corpo.
— Augusto, você pode estar me envenenando?
— Nada disso. Sei o que estou fazendo, pois fui enfermeiro por muitos anos.
Os efeitos do sedativo logo se fizeram presente e senti que estava sem forças e foi então que percebi que fui buscar lã e que quem saiu tosquiada fui eu. Foi com pavor que percebi o velhote colocar sobre minha boca e nariz um pano embebido em líquido, que a princípio pensei ser éter e então apaguei.
***
Não sei quanto tempo depois acordei, com os olhos, nariz e lábios ardendo bastante e me sentia bastante enjoada, sem conseguir mover braços e pernas. Lentamente o enjoo foi passando e então vi o vulto de Augusto inclinado me olhando atentamente. Só então entendi qual razão não consegui mover braços e pernas. O filho da puta do velhote tinha me prendido nas extremidades da cama com algemas de couro. Meu primeiro impulso foi botar a boca no mundo. Mas nem consegui pronunciar a palavra socorro e senti algo ser colocado em minha boca. Nem consegui morder, pois era uma bola grande de borracha ou silicone, que ele prendeu com tiras transpassadas pela minha nuca.
Percebi ele fazendo algo ao lado da cama, por alguns minutos, mas não pude ver o que fazia, quando subiu, se posicionando no meio de minhas pernas é que vi que ele estava portando um membro vibrador de silicone de tamanho médio e com uma ponta saliente, que logo percebi ser um estimulador de clitóris e que tinha um pequeno dispositivo retangular de onde saia uma fiação. Por todos os demônios! Aquele velhote sádico, estava com ideias loucas a meu respeito!
Com efeito, com a maior cara pau sem ao menos levantar a voz, Augusto sentenciou.
— Anna, tu veio zombar de mim, não foi? Agora vou fazer uma coisa que sempre sonhei. Saber o quanto uma mulher pode suportar sentir orgasmos antes de apagar.
Eu queria protestar, que não era nada disso, que eu estava realmente com vontade de ficar com ele, mesmo que fosse mentira, mas na hora do desespero mentir era válido, mas com a mordaça, só conseguis soltar sons roucos. Ele enterrou o vibrador em minha fenda e posicionou o estimulador de tal modo que ficasse tocando o clitóris e a fiação passasse por cima de minhas coxas e era provavelmente ligado a uma tomada. Tudo pronto, o velhote voltou a falar.
— Anna este equipamento tem um chip que vai controlar a vibração, serão cinco minutos vibrando com pausa de dois. Vou apertar o botão “on” e depois, fazer o que sempre faço, dar um passeio pelo calçadão, pois isso é recomendação do meu médico.
Então o velhote fez uma coisa muito estranha que só mais tarde compreendi o que o motivou. Ele passou fios de nylon em volta do meu pescoço, que apesar de finos são muito resistentes, foram duas laçadas, prendeu as pontas a cabeceira da cama. Depois tirou a mordaça e soltou meus tornozelos e pulsos das cordas, prendeu o dedões dos pés com o mesmo tipo de fios de nylon.
Ele saiu fechando a porta do quarto, deixando as vidraças da janela baixada, de onde filtrava a luz do dia. Não demorou muito e percebi o vibrador começar a funcionar dentro de minha boceta e o estimulador a tremer por cima do meu clitóris. Só então percebi que mesmo sem as cordas me prendendo, eu não tinha como tirar ambos os vibradores. Pois os fios presos nos meus dedos não permitam que ergue as pernas ao alcance de minhas mãos.
Tentei fazer de tudo para evitar ser estimulada por este equipamento de merda, mas não foi possível. Com meu ponto máximo de prazer sendo estimulado, em questão de um minuto no máximo, o ápice tomou conto de todo meu ser, e logo o primeiríssimo orgasmo me dominou e, eles vinham em ondas sucessivas, ou talvez fosse um só, prolongado por quase quatro minutos, até que veio o time de 2 minutos. O alívio durou pouco, pois ainda estava me recuperando, quando tudo começou novamente.
Só então percebi que ele posicionara quatro mini filmadoras e elas estavam me filmando em ângulos diferentes. Então compreendi o seu truque foi para quem visse as cenas, iria parecer que eu não estava presa, mas me esvaindo de tanto gozar com os membros artificiais nos acessos.
Velho filho da puta, o que ele pretende fazer com aquelas filmagens? Me chantagear, com certeza.
Quando retornou horas depois eu estava praticamente inconsciente de tantos foram os múltiplos orgasmos que senti, que o velhote ordinário me obrigou a ter.
senti que aplicou na minha nádegas outra dolorida injeção e não demorou apaguei por completo.
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acordei deitada na minha cama, vestida com a minha camisola e com a calcinha fazendo par, olhei o relógio no criado-mudo e já passava das 02:00 da madrugada. Meu Deus, o que aconteceu comigo durante o transcorrer destas tantas horas?
Uma coisa tinha certeza, o velhote foi o responsável. Ele me libertou e como estava com a minha bolsa, pode utilizar a chave do meu apartamento e me vestir e me deitar. Qual o seu objetivo? De uma coisa tinha certeza, eu estava nas mãos dele, com as filmagens que fez comigo.
Tentei me levantar, mas não consegui, tudo me doía principalmente nas regiões da boceta e anal, foi então que senti, o canalha do pé na cova havia introduzido um enorme membro de silicone e outro, anal de dimensões avantajadas. O anal pude retirar, mas não o membro da vagina, pois quando tentava, as paredes internas doíam horrivelmente, como se agulhas estivessem rasgando minhas carnes. Apavorada, sem saber o que fazer, na mesma hora fiz uma ligação para o celular do velho, por ser ele o responsável por aquilo.
Ele disse saber como me livrar do consolo, sem sentir dor.
Ele falou que era para eu não trabalhar e sim às nove horas ir ao seu apartamento, que removia o consolo, sem dor. Era tudo que eu queria.
Fiz o que solicitou e na hora marcada estava deitada na sua cama, nua esperando que retirasse aquela coisa de mim. Eu não tinha opção a não ser me sujeitar a sua vontade.
Entretanto, fiquei revoltada quando senti uma picada na coxa. O filho da puta estava novamente me drogando. Não demorou e senti os efeitos e mergulhei em sono profundo.
**
Não sei quanto se passou, quando voltei a mim. Porém, para meu horror estava totalmente imobilizada, presa a cama com braços e pernas esticados nos quatro cantos do leito, pior ainda, estava amordaçada com uma bola de silicone e vendada, percebi estar nua e tampão de ouvido, me tonava praticamente surda.
Assim mesmo, para meu horror, pude identificar conversas e mesmo não podendo saber de quem eram as vozes, deu para saber serem de três homens.
Depois as vozes cessaram e pude sentir que um dos homens se posicionou entre minhas coxas e sua boca começou a me chupar e outro beijava, lambia e mordia os meus mamilos. Foi apavorada que pude identificar quem eles eram, tudo porque o lambia os mamilos, trocou algumas palavras com o outro.
— Defino, esta tua nora é gostosa. Não sei como ela se deixou cair nas malhas de Augusto, um velho com 80 anos.
Depois que Defino e Matheus se cansaram de tanto a foderem eles foram embora e Anna continuou imobilizada na cama e não demorou muito ela percebeu que outros homens chegaram e eram em três que não conseguiu saber quem eram e passaram muitas horas a fodendo e Augusto se negou a identificá-los.
Deste dia em diante, Augusto, passou a exigir que Anna fosse ao seu apartamento, sempre que a chamasse, caso contrário ele distribuiria os vídeos dela para o pessoal de sua empresa e para Ricardo, seu marido.
O velhote queria aumentar sua aposentadoria vendendo o corpo de Anna para um grupo selecionado de seus amigos, que chegavam no momento a doze.
Anna sabia que não podia evitar que seu corpo fosse usado pelos homens que dizia serem seus amigos, a maioria aposentados como ele.
Mas tudo mudou quando, no quarto mês de sua escravidão sexual, Augusto lhe disse que a partir da próxima semana ela atenderia no máximo dois clientes por semana.
Velho filho da puta, que negócio é de clientes, por acaso você pensa o que de mim? Eu só faço isso porque sou obrigada.
— Deixe de palhaçada Anna, eu sei muito bem que com a maioria dos que te fodem você goza como uma cadela.
— Isso é mentira… eu só sinto é muita raiva.
Mas o pior é que ele tinha razão, nos últimos dois meses algo estava mudando em mim e mesmo me odiando, passei a ter prazer com os caras me comendo, principalmente quando era lambida, na vagina ou no ânus.
Então, lentamente, Anna, mesmo sem perceber foi aceitando seu novo status, esse negócio de fazer sexo com homens desconhecidos, sem se expor, se tornou vício.
Dezoito meses mais tarde, ela tinha certeza de ter feito sexo, com 210 homens desconhecidos. Só ignorava que todos os seus colegas do escritório eram seus “clientes” assíduos.
Está estranha parceria com Augusto perdurou até que o velhote morreu, fazendo com que Anna ficasse muito abalada. No escritório, seus colegas notaram como ela ficou abatida, com a morte do seu vizinho de porta. Para a consolar, um grupo deles foi até sua sala.
Falando em nome do grupo, Evaristo, disse algumas palavras que deixou Anna totalmente atordoada:
— Não se preocupe Anna, o doutor Delfino, teu sogro, comprou o apartamento que era de Augusto, e nos disse que ele mesmo vai “gerenciar” tal como o velhote fazia. Sabes o que queremos dizer com isso, não é? Todo mundo continua a se divertir, você, o senhor Delfino e nós.
Anna ficou estática, olhando para os oito homens a sua volta, sem conseguir falar, seu rosto ficou vermelho como tomate maduro, mas logo branco como cera.
Pegou sua bolsa e sem se despedir deles, saiu do escritório e do prédio como se fugindo do diabo. Na garagem entrou no seu carro e minutos depois estava na rodovia a mais de 100 km/h, sempre lhe vindo à mente:
“Eles sabiam… todos sabiam… acho que até Ricardo, meu marido, sabia o que eu fazia”
Na cidade ninguém conhece o destino de Anna Lima Moreira, uma senhora mui digna de nossa sociedade, que continua desaparecida até hoje.
FIM
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