O SEGREDO NA CASA DE PRAIA.
Sou o Rafael, tenho 37 anos e sou casado com a Lúcia, que tem 38 anos. Estávamos curtindo umas férias merecidas numa casa de praia grande, de dois andares, um lugar perfeito pra descansar e curtir o verão. A minha esposa tinha ficado por lá aproveitando o sol e o mar, mas eu precisei pegar a estrada e voltar até Porto Alegre pra resolver uns assuntos importantes do trabalho. A ideia era ficar fora alguns dias, mas tudo deu certo mais rápido do que imaginei. Então resolvi não avisar ninguém, peguei o carro e voltei pra praia, com vontade de dar uma surpresa e matar a saudade logo.
Quando cheguei na casa, abri o portão bem devagar e entrei sem fazer barulho. Mal pus os pés na sala e já comecei a ouvir uns sons que não deixavam dúvida nenhuma. Gemidos fortes, barulho de pele batendo e uma intensidade que eu conhecia bem, mas que nunca tinha visto daquela forma tão selvagem e descontrolada. Fui andando na ponta dos pés até chegar perto da cozinha, e a cena que eu vi na hora me deixou paralisado, com o corpo todo tremendo e o pau duro igual pedra dentro da calça.
Lá estava ela, toda nua, apoiada em cima da mesa de jantar. Estava de quatro, com as minhas pernas bem abertas, e na sua frente tinha um homem forte, um verdadeiro touro. O safadão deveria ter uns 40 anos, corpo todo trabalhado, musculoso, e o que mais chamou atenção foi a sua bunda peluda, durinha e deliciosa que ele tinha, bem redonda, uma bunda de macho daquelas que dá água na boca, se mexendo e contraindo a cada metida forte que dava nela.
O pior de tudo, ou melhor, o que mais mexeu com a minha cabeça e apertou o meu coração, foi ver que ele estava metendo aquele pauzão todo no seu cuzinho. Um lugar que ela sempre disse que odiava, que era sujo, que era proibido até pra mim, que nunca deixava chegar perto, e ali estava ela se abrindo toda, se entregando sem vergonha nenhuma. O seu pau era muito grande, muito grosso e cabeçudo, media exatos 19 centímetros e meio. Comparado com os meus 15 centímetros, a diferença era absurda, era como comparar uma tora de madeira com um palito. Na hora eu entendi tudo, senti um ciúme danado mas também um tesão sem fim, entendi por que ela gemia daquele jeito, por que ela se entregava tanto.
Fiquei ali escondido, vendo tudo, sem conseguir tirar os olhos daquela cena de filme pornô. Sentia um tesão tão grande que parecia que o meu pau ia explodir. Comecei a bater punheta bem devagar, escondido no escuro, gozando só de ver a mulher que eu amo sendo comida por outro, sendo esticada por um pau de verdade. Quando vi que eles iam acabar, saí de fininho, arrumei as minhas roupas no jardim e fingi que tinha chegado agora mesmo.
Ela apareceu minutos depois, já vestida, com o cabelo molhado e o rosto todo corado de quem tinha gozado muito. Inventou história de que tinha vindo um técnico de ar-condicionado, disse que era o filho da vizinha. Eu só fingi que acreditei, entrei no jogo dela, pois na verdade estava amando toda aquela situação, sentindo uma emoção que não sabia explicar. Mais tarde, fingi tomar remédio pra dormir, mas joguei fora e fiquei espiando pela fresta da porta. Não demorou nada, o grandalhão voltou. Ele encostou ela na parede, baixou a calça e enfiou tudo de novo. Eu fiquei lá vendo, batendo o meu pau até gozar muito, só de observar a minha putinha sendo dominada.
No dia seguinte, ela me chamou pra apresentar o cara. Disse que era o Marcos, seu irmão adotivo, que tinha vindo do Paraná pra ficar uns dias com a gente na casa de praia. Eu olhei nos seus olhos, apertei sua mão forte e percebi logo que ele também sabia que eu tinha visto tudo. Fiquei à vontade, deixei ele ficar, pois já estava decidido a curtir aquele segredo e realizar todos os meus desejos mais ocultos.
A partir daquele dia, a convivência foi só tesão. Nós três ficávamos na área da piscina, fazíamos churrasco, e era impossível não reparar no corpo daquele homem. De sunga, dava pra ver o volume danado que ele carregava, e a sua bundinha, quando andava ou se abaixava, era uma tentação, dura, empinada, bunda de homem que dá vontade de tocar e de olhar muito.
Comecei a sair de propósito, dizer que ia dar uma volta na cidade, deixando eles dois sozinhos. Ficava longe ou escondido, e ouvia os gritos de prazer dela vindo de dentro, imaginando aquele pauzão de 19 centímetros e meio entrando e saindo, enchendo a sua buceta e o seu cuzinho todinho, coisa que os meus 15 centímetros jamais conseguiriam fazer do mesmo jeito. Era o nosso segredo, um clima quente, molhado, que nos unia cada vez mais.
Teve uma vez que combinei com um amigo num acordo secreto. Fizemos tudo escondido, ele trazia o parceiro pra foder ela, e eu ficava lá espiando, sem ela desconfiar de nada. O combinado foi perfeito, o amigo apareceu, entrou na dela com força, e eu fiquei atrás da porta, vendo a minha mulher sendo comida de novo, batendo punheta sozinho, gozando muito só de ver ela abrindo as pernas e recebendo outro pau grande. A sensação de corno manso era a melhor coisa do mundo, não tinha sentimento igual.
A GRANDE FODA
Chegou o dia da grande transa, o dia da dupla penetração que tanto queríamos. Os três fomos para o quarto grande no andar de cima, a cama era enorme e comportou todo aquele desejo acumulado. Não teve mais vergonha, não teve mais mentira, só vontade de se comer muito.
O clima esquentou aos poucos, com beijos e toques compartilhados. Eu me deitei na cama e a Lúcia veio por cima de mim, me cavalgando gostoso, encaixando o meu pau na sua bucetinha que estava quente e molhada de tanto tesão. Ao mesmo tempo, o Marcos se posicionou atrás dela, passou bastante lubrificante e foi encaixando devagar no seu cuzinho. Ela abriu bem, sentiu a grossura entrando, e nós dois ficamos dentro dela ao mesmo tempo. A sensação foi indescritível, dava pra sentir o pau dele batendo no meu através da carne, a diferença de tamanho era absurda, um de 15, outro de quase 20 centímetros, enchendo ela por completo. Sentia ciúmes mas sentia mais é vontade de ver ela feliz daquele jeito.
Começamos a meter forte no mesmo ritmo, socando gostoso. De baixo, eu podia ver perfeitamente o corpo forte do Marcos, os braços grandes segurando a sua cintura, e principalmente a sua bundinha deliciosa se mexendo no compasso das estocadas, dura, redonda, uma obra-prima de macho que me deixava ainda mais doido de tesão. Ficava olhando aquela bundinha balançando, imaginando como devia ser gostoso, sentindo o calor da situação, vendo a minha mulher sendo comida pelos dois paus ao mesmo tempo.
Metemos muito tempo, mudamos de posição várias vezes. Ela chupou nós dois, deu boca no meu pau e naquele pauzão grosso dele. Eu também chupei aquele membro grande, senti o gosto de homem, senti a grossura na minha garganta, comparando com o meu tamanho. A foda foi sem parar, muito soco, muito gemido, muito prazer, realizando todos os fetiches que sempre estiveram na nossa cabeça. Ela gemia muito, apertando os dois paus, se entregando por completo pra nós dois.
No final, nós dois sentimos o gozo chegando junto. Estocamos forte, fundo, e enchemos ela de leitinho quente, muita porra dentro da sua buceta e do seu cuzinho, deixando ela toda babada e feliz, transbordando prazer dos dois lados.
Hoje a vida é assim. A história do irmão adotivo do Paraná virou a nossa realidade. Aquela casa de praia é o nosso paraíso particular. O Marcos faz parte da nossa vida, da nossa família. Descobri que amar vai muito além do convencional, que é bom dividir, que é gostoso ver ela sendo feliz e sendo comida por um pau de verdade. E descubro também cada dia mais o quanto gosto daquele homem forte, da sua bunda de macho que tanto me atrai. É o nosso segredo, é a nossa verdade, e é assim que somos felizes.
