Castelo de areia - temporada 1 Capítulo 1.5. parte 3

Um conto erótico de Manfi
Categoria: Heterossexual
Contém 2358 palavras
Data: 01/05/2026 16:01:45
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 1.5. parte 3

Nota do autor: como prometido segue a última parte.

Essa é melhor por que é a conclusão do capítulo.

Espero que gostem.

(Carlos)

A dinâmica da semana não se alterou.

E, talvez, esse tenha sido o pior sinal de todos.

Nada mudava, nada melhorava, nada piorava de forma explícita — tudo apenas se repetia.

De manhã, todos íamos para a praia. As meninas — Laura e Tati — saíam para caminhar e voltavam horas depois, sempre com alguma história, alguma risada, algum segredo que nunca era compartilhado por completo.

Eu parei de tentar entender.

Tauane tentava ser simpática. Dava para ver o esforço — pequenos gestos, perguntas simples, tentativas de aproximação — mas nunca durava muito. Porque o Hugo não deixava.

Ele se comportava como uma criança insegura presa dentro do corpo de um adulto confiante. Não a deixava sozinha comigo por um minuto sequer.

Sempre surgia, sempre interrompia, sempre marcava presença.

E, quando podia, me atacava.

Comentários disfarçados de brincadeira. Risadas no momento exato. Pequenas humilhações públicas — leves o suficiente para não parecerem agressivas, mas precisas o bastante para incomodar.

E funcionava.

No começo, eu reagia por dentro. Depois… parei.

Eu ficava a maior parte do tempo sozinho e, com o passar dos dias, algo foi mudando dentro de mim.

Eu já não me importava mais com o que acontecia com as garotas na minha ausência.

A verdade é que eu estava cansado demais para continuar reagindo. Cansado de tentar entender, de observar, de sentir.

Eu já tinha decidido.

Quando voltasse, terminaria o namoro.

Sem discussão, sem cena, sem tentar salvar nada.

Só… terminar.

Não queria discutir aquilo em público, nem dar espetáculo. Só queria sair.

No penúltimo dia, isso ficou ainda mais claro.

Eu já estava de saco cheio. De verdade.

Não era mais incômodo. Era esgotamento físico causado por uma sobrecarga emocional diária.

A única que ainda parecia se importar, de alguma forma, era a Tauane — mas nem isso se sustentava.

Bastava o Hugo puxar — um olhar, um toque, uma palavra — e pronto. Ela ia. E a preocupação comigo desaparecia como se nunca tivesse existido.

Naquele dia, as meninas chegaram rindo.

Como sempre.

Mas, dessa vez, o som daquilo me irritou mais do que o normal.

Estávamos sentados sob o guarda-sol que o dono do quiosque nos emprestou. O mesmo lugar de sempre. A mesma disposição. O mesmo cenário.

Tudo igual.

— Pessoal… descobrimos que hoje tem um luau num condomínio. O pessoal que conhecemos nos chamou.

Falou a Luana, empolgada.

A energia dela contrastava com tudo o que eu sentia.

Eu não me empolguei. Nem tentei. E, apesar das insistências, recusei.

Não estava no clima.

Na verdade… já não estava mais em clima nenhum.

A noite passou sem importância. Jantei, voltei e deitei no sofá, como vinha fazendo. Nem vi eles saírem — nem quis ver.

Em algum momento, apaguei.

De madrugada — ou talvez já quase de manhã — acordei.

Não foi um despertar completo. Foi aquele tipo de consciência puxada por um som que ainda não faz sentido imediato.

Ouvi vozes baixas, abafadas… o mínimo esforço para se ocultarem na escuridão.

Alguns minutos depois, as vozes cessaram — mas, em seu lugar, começaram os gemidos.

Fechei os olhos por um instante, tentando entender.

A primeira reação foi automática: Hugo e Tauane.

De novo.

Virei o corpo no sofá, tentando ignorar. Mas, dessa vez, havia algo diferente. Uma preocupação maior em não serem notados.

Infelizmente, eu já reconhecia o padrão do que acontecia no quarto do casal. Tanto nas vezes em que tentavam ser discretos quanto nas em que o Hugo fazia questão de não deixar ninguém dormir antes de terminar.

É até engraçado — e patético — admitir isso. Mas eu passei a reconhecer o ritmo, a intensidade, o som da cama…

E aquilo… não batia.

Com certeza havia algo diferente. Não podia ser eles.

Abri os olhos.

Fiquei em silêncio, escutando, tentando captar qualquer detalhe fora do padrão.

E foi aí que percebi.

O som não vinha do quarto deles.

Vinha do outro quarto.

Voltei minha atenção para a porta. Havia uma iluminação fraca escapando por baixo — uma luz acesa, provavelmente o abajur.

Só então me dei conta de que estava completamente desperto.

Levantei devagar, descalço. Cada passo controlado — não por medo, mas por necessidade. Como se alguma parte de mim já soubesse que aquilo importava.

Caminhei até a porta. Os sons ficaram mais claros.

Mais definidos.

Corpos se chocando. Ritmo. Respiração.

E então… as vozes.

— Isso, meu amor… estava com saudades de você dentro de mim. Obrigada por vir me visitar.

A voz da Luana.

Nítida. Inconfundível.

Mas diferente — quebrada, ofegante.

Por um segundo… eu parei de respirar.

— Você se comportou? Deixou o nerdzinho apenas na vontade como mandei?

Silêncio interno.

— Simm!! Nossa, como é gostoso. Amo esse pau, caralho! Eu sou sua… apenas sua… suaaa…

Cada palavra encaixando.

Cada som confirmando.

Cada segundo tirando qualquer espaço que ainda restava para dúvida.

E então… outra voz.

Conhecida.

Muito conhecida.

— Pessoal… mais baixo… não estamos sozinhos…

Falou com uma risada tímida.

Tati.

Claro.

— Relaxa, loirinha. Já já te como também. Sei que “cuidou” bem da minha namorada enquanto não chegava, certo?

O “cuidou” não deixou margem.

Nada.

Naquele momento, tudo ficou claro — não de forma organizada, nem lógica, mas claro. Cru, direto, sem filtro, sem defesa.

Senti algo subir, rápido, quente… mas não explodiu.

E isso foi o mais estranho.

Porque eu não gritei.

Não bati na porta.

Não confrontei.

Nada.

Simplesmente parei por um segundo — talvez dois — o suficiente para entender, o suficiente para aceitar, ou pelo menos parar de negar.

Voltei…Calmo.

Mais do que deveria.

Peguei minhas coisas. Apenas o básico e sai…

Sem pressa, sem hesitação, sem olhar para trás.

Caminhei até a porta da sala e, antes de sair, bati forte. O mais forte que consegui.

Não como reação.

Mas como ponto final.

O ar da madrugada bateu diferente — frio, limpo, real.

Comecei a andar rápido. Depois correr.

Sem direção.

Só indo.

Até chegar ao ponto de táxi próximo aos quiosques.

Por sorte, havia um carro.

Entrei.

Falei o destino: Catanduva.

O motorista olhou pelo retrovisor, como se confirmasse.

Eu apenas assenti.

Não perguntei valor. Não negociei.

Nada.

Só queria ir.

O carro começou a andar.

E, pela primeira vez desde que tudo aconteceu…

eu fiquei sozinho.

De verdade.

Encostei a cabeça no banco e fechei os olhos — não para dormir, mas para tentar organizar, ou pelo menos sobreviver ao que estava passando pela minha cabeça.

Porque agora não era mais dúvida, nem sensação, nem impressão.

Era fato.

E, com isso, veio outra coisa.

Mais pesada.

Mais difícil.

Mais definitiva.

Não era só sobre o que aconteceu na praia.

Era sobre tudo.

Desde antes.

Muito antes.

E, pela primeira vez…

eu não tinha mais como fugir disso.

…..

(Tauane)

Acordei no susto com a porta de casa batendo.

O som não foi só alto — foi errado.

Seco demais.

Forte demais.

Definitivo demais.

Atravessou meu corpo antes mesmo de eu conseguir entender de onde vinha. Sentei na cama com o coração disparado, a respiração curta, uma sensação estranha subindo pelo peito, como se alguma coisa tivesse saído do lugar — e não era só na casa.

Era dentro de mim.

Meu pensamento foi direto nele.

Carlos.

Não precisei raciocinar. Não precisei organizar nada.

Foi automático. Instintivo.

Como se alguma parte de mim já estivesse esperando por isso.

Lógico que era burrice deixar o namorado da Luana vir pra casa com a gente.

Lógico.

Mas a bebida…

A maldita bebida.

Aquela sensação de que nada é tão sério assim. De que dá pra controlar. De que dá pra administrar. De que dá pra ir um pouco além e depois voltar.

Sempre dá.

Até não dar mais.

Levantei rápido demais, o corpo ainda pesado, mas a cabeça já acelerada. Saí do quarto com o peito apertado, andando rápido, quase tropeçando nos próprios passos, como se chegar na sala pudesse mudar alguma coisa.

Como se ainda desse tempo.

Mas, no fundo…eu já sabia.

Cheguei na sala.

E o vazio me respondeu antes de qualquer outra coisa.

Silêncio.

Espaço.

Ausência.

Olhei ao redor, tentando encontrar qualquer detalhe que negasse aquilo.

Não tinha.

Carlos não estava presente.

As coisas dele também não.

Nem a mochila.

Nem o tênis.

Nada.

E foi aí que a ficha caiu de verdade.

Não era só que ele tinha saído.

Ele tinha ido embora.

Meu estômago virou.

Senti um frio estranho subir pelas costas, uma sensação que eu não sentia há muito tempo. Não era medo comum.

Era outro tipo.

Mais profundo.

Mais difícil de ignorar.

Olhei para o quarto das meninas.

E, por um segundo, tudo ficou suspenso.

Como se o tempo tivesse segurado a respiração junto comigo.

A porta abriu…

A primeira a sair foi a Tati.

Ela estava se cobrindo com uma toalha. O cabelo bagunçado, a pele marcada, o corpo ainda carregando o que tinha acabado de acontecer ali dentro.

Ela me olhou.

Direto.

E, no segundo seguinte…

desviou.

E aquilo disse tudo.

Mais do que qualquer explicação.

Mais do que qualquer palavra.

— A porta… foi o Carlos?

Sua voz saiu baixa, mas pesada.

Eu assenti. A encarando…

— Foi sim… vocês não poderiam ter feito isso com ele. Esse seu plano…

Plano.

A palavra ficou.

Ecoando.

Martelando.

Plano.

Não foi acidente.

Não foi impulso.

Não foi erro.

Foi escolha.

E isso me atingiu de um jeito diferente.

— Calma! — gritou o namorado da Luana, surgindo logo atrás, com aquela calma irritante, quase arrogante. — Vamos atrás dele… vamos achar ele.

Meu corpo reagiu antes da minha cabeça.

O ódio veio rápido.

Direto.

Se o Hugo não tivesse me segurado…

eu teria ido.

E não era pra resolver.

Era pra descontar.

— Me solta.

Minha voz saiu baixa, mas carregada de uma tensão que ele sentiu.

Ele hesitou mas me soltou.

Peguei o celular com a mão tremendo mais do que eu queria admitir.

Liguei.

Uma vez.

DuasO som chamando começou a me irritar.

Tocava.

Tocava.

Tocava.

E ele não atendia.

Cada chamada não atendida não era só silêncio.

Era resposta.

Era distância.

Era escolha.

Era ele…

indo embora de verdade.

— Tau… provavelmente ele foi pra casa… a gente…

A Tati chegou perto.

Colocou a mão no meu ombro.

E, naquele momento, aquilo me irritou mais do que qualquer outra coisa.

— Vocês não entendem!

Eu gritei.

E o silêncio que veio depois não foi só falta de som.

Foi peso.

Foi desconforto.

Foi realidade entrando na sala sem pedir permissão.

Sentei no braço do sofá porque minhas pernas não estavam mais confiáveis. Passei a mão no rosto, tentando organizar alguma coisa dentro de mim.

Mas não tinha mais o que organizar.

Já tinha passado do ponto.

— Você não entendeu nada, Tati…

Minha voz saiu mais baixa agora.

Mais controlada.

Mas muito mais perigosa.

— O trauma dele…

Só de falar aquilo, algo travou dentro de mim.

Porque não era teoria.

Eu tinha visto.

Eu tinha sentido.

— Você não viu. Você não sentiu a decepção nos olhos dele quando ele viu o que aconteceu na festa…

Aquela imagem voltou.

Clara.

Dolorosa.

O jeito que ele ficou parado.

O olhar.

Não era raiva.

Não era ciúme.

Era outra coisa.

Muito pior.

Era quebra.

— O que você acha que ele vai pensar agora? — continuei — Como ele vai voltar a confiar em alguém?

Ela tentou falar.

Eu não deixei.

Porque agora eu precisava que ela entendesse.

De verdade.

— Você lembra do que a mamãe explicou?

Silêncio.

— Sobre a reação dele… aquela apatia depois do que aconteceu com os pais dele…

Minha garganta apertou.

Mas eu continuei.

— Aquilo não era frieza, Tati. Era defesa. Era um estado de choque pós-traumático. Ele não sente as coisas como a gente. Ele não reage na hora. Ele absorve… guarda… acumula…

Minhas mãos tremiam.

E agora eu já não escondia.

— E quando vem…

Respirei fundo.

Mas não adiantou.

— Vem tudo de uma vez.

E foi aí que o pensamento veio.

Completo.

Sem filtro.

E se ele não aguentasse?

E se aquilo fosse o limite?

E se tudo que ele segurou por anos simplesmente tivesse vindo agora?

Sozinho.

Naquela madrugada.

Sem ninguém.

Sem apoio.

Sem saída.

Levei a mão à boca.

A respiração falhou.

E, pela primeira vez…

o medo deixou de ser abstrato.

Virou real.

Virou possível.

Virou culpa.

Porque eu sabia.

Sabia que poderia ter evitado.

Sabia que poderia ter falado antes.

Sabia que poderia ter impedido aquilo.

Mas não fiz.

Eu vi.

Eu entendi.

Eu percebi.

E deixei.

Porque era mais fácil.

Porque não era comigo.

Porque eu achei que dava tempo.

Sempre parece que dá tempo.

Até não dar mais.

Fechei os olhos.

E vi ele.

Não agora.

Antes.

Quieto.

Tentando entender.

Tentando confiar.

Tentando ficar.

E eu…

eu deixei ele ali.

Sozinho.

Abri os olhos com a respiração descompassada.

O peito apertado.

Uma sensação sufocante de que alguma coisa tinha sido quebrada de um jeito que não tinha volta.

— Eu quero a Luana e esse filho da puta fora dessa casa agora!

Minha voz saiu forte.

Sem espaço.

Sem negociação.

— Se não, a mamãe vai saber de tudo. Do seu plano… desse seu relacionamento…

Meu olhar estava fixo na Tati.

Mas não era só pra ela.

Era pra todo mundo ali.

— Eu não me importo mais… só quero que ele fique bem…

Fechei os olhos e respirei fundo…foi quando ouvi…

— Mas não me importo mais… só quero que ele fique bem…

A voz da Luana veio antes mesmo de eu perceber que ela estava ali.

E, no segundo seguinte…

ela me abraçou.

Forte.

Sem espaço.

Sem defesa.

E começou a chorar.

E aquilo…

quebrou o que ainda restava em mim.

Eu cedi.

Sem controle.

Sem tentativa.

O choro veio pesado, profundo, quase violento, como se estivesse sendo puxado de um lugar que eu vinha evitando há muito tempo.

Fazia tempo que eu não chorava assim.

Fazia tempo que eu não me sentia tão exposta.

Tão fraca.

Tão culpada.

A última vez tinha sido quando perdi meu pai.

E a sensação…

era a mesma.

Não era só tristeza.

Era perda.

Era culpa.

Era a sensação insuportável de que alguma coisa tinha sido quebrada…

e que, dessa vez…

não dava mais pra fingir que não era culpa minha.

Continua….

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 24 estrelas.
Incentive Manfi82 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Eu me embaralhei todinho. Eu admito. Que surpresa, choque, sei lá o quê. Tudo era uma farsa e uma farsa que dava direto o menino de 30 anos comer as três mulheres e o Carlos ficar na merda, só na punhetinha? PQP.

Ou então entendi errado?

Que revolta estou com o que fizeram com meu mano Carlos. Até mesmo para alguém como ele, há um limite e ele fez o que tinha que fazer. Não foi a confrontação que eu queria, ele não é disso - ainda, - mas fez algo. Tomou atitude. Foi embora. Nisso ele foi muito bem.,

E que decepção pela minha querida Tau. (E acho isso excelente, pois prevê o que já tinha percebido lá no primeiro episódio. Ela é controversa e paradoxal, do jeito que gosto. Com acertos e erros. Uma fonte inesgotável de debate).

Manfi, meus parabéns mais uma vez. O conto continua numa crescente, aumentando a expectativa e a ansiedade. Eu li esse capítulo com coração na mão. Confia no processo e segue sua história, amigo. Pode confiar que ela é excelente e intrigante. Não vamos sossegar até entender o que foi que a Tau fez e o quê que o Carlos precisa perdoar.

Nota 10 e três estrelas.

1 0
Foto de perfil de Ramses

Manfi,

Vou ser sincero, eu leio, preciso parar um pouco, volto e preciso de um tempinho para voltar. Entrei na estória, fico tenso e tô sofrendo!!

Simplesmente FANTÁSTICO!

Vc me pegou, fantástico!!!

1 0
Foto de perfil de Hugostoso

Excelente meu irmão!

👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻

0 0
Foto de perfil de Giz

Eu tinha imaginado que talvez o filho da puta do Hugo fosse namorado da Luana, quando a Tau fala que era namorado de uma amiga, já que a única amiga que ela citou foi a Luana.... Mas...

Eu realmente torci para não, não, pela Tau, não pelo Carlos, mas para não pensar em um FILHO DA PUTA DE TRITNA ANOS NAMORANDO UMA MENINA DE 15... Mas ok... Ok...

Não importa mais...

Não acho que isso têm conserto, não acho que a Tau, consiga cicatrizar iso, como não cicatrizou, estamos lendo as lembranças dela e dá para sentir cada sentimento doloroso.

0 0
Foto de perfil de Hugostoso

O mais difícil que eu vejo, é a Tuane saber das fragilidades do Carlos, e não o proteger, soltar ele aos leões e deixar que o devorem, meu xará, Tati, Luana e inclusive Tuane, que foi cúmplice!

Eu sairia daquela casa e "família", vida que segue, e cada um que durma com sua consciência, e lembrando que o que se planta, se colhe, para o bem e para o mau!

0 0
Foto de perfil de Ramses

Acredito que a relação " familiar" já foi para o espaço.

0 0
Foto de perfil de Hugostoso

Mas tinha relação familiar? Por parte das meninas, parece que não.

0 0
Foto de perfil de Ramses

Delas não, mas a mãe me parece que tava vendida na estória. Quando ela souber da extensão da sacanagem o bico vai pegar. Era isso que eu quis dizer no meu comentário.

0 0
Foto de perfil de Ramses

Ou podemos vir a ter uma grande surpresa. Afinal, o dinheiro move o mundo.

0 0
Foto de perfil genérica

Eu vou ficar surpreso se o Carlos ainda vai morar com essa família. E não duvida dele contar tudo pra Verônica. O desespero dos 4 que ficaram foi "bonito" de se ver.

Mas é aquela coisa, só estão assim porque foram pêgos. Não é arrependimento.

1 0
Foto de perfil de Ramses

Já vimos q a única que sentiu foi a Tau. Luana acho que é fim de linha no conto e Tati...tá pintando como uma figura central nos problemas futuros.

0 0
Foto de perfil genérica

Pelo que entendi quando li, acho que Luana e até mesmo o Hugo sentiram. Não exatamente pelo Carlos, mas por medo de serem pegos.

Quem me pareceu alheia a tudo foi a Tati. Achei até que ela ficaria mais desesperada com medo da mãe saber.

0 0
Foto de perfil de Hugostoso

Não é perfil do seu xará fazer isso, se abrir e contar, mas vai ter uma mudança bruta em seu comportamento, e isso a Verônica vai perceber, a Tati vai se esconder, a Tuane pode me surpreender e contar para a mãe o que aconteceu, mas também acredito que não, mas a Verônica vai perceber a mudança, o Carlos chegando sozinho, a Luana sumindo, e a Verônica não é boba, aí o pau vai tirar para as meninas.

0 0
Foto de perfil de Ramses

Na parte 2 a Tau ja da uma dica da personalidade da Tati e a meu ver, deixa implicito que ela será bem presente no futuro, não de uma forma positiva.

1 0
Foto de perfil de Giz

No caso da Tau é outra coisa, nem exatamente arrependimento, nem exatamente desespero por ter sido pega…

Mas não vou conseguir falar mais.

Ter debatido o conto anterior e meus piores medos se confirmado nesse, me drenou emocional, mental e fisicamente.

1 0
Foto de perfil genérica

Não entendi porra nenhuma…

O tau Hugo comia as três..

Tauane ficou em choque , mas foi a primeira a trepar p todos verem…

Sem pé, nem cabeça, nem porra nenhuma…

Perdi meu tempo…Arraaaaaa.

0 0
Foto de perfil genérica

Mermão, lê novamente que tu deixou passar coisa aí kkkkkk

1 0
Foto de perfil genérica

Também achei kkkkk

Manfi deixou tudo nas entrelinhas, o que dava para se pensar num monte de teoria.

0 0
Foto de perfil genérica

Essa situação do Carlos é como se diz aqui no interior: além da queda, coice.

Perdeu os pais e foi adotado por um ninho de viboras.

0 0
Foto de perfil genérica

Será que ele vai ter alguém em quem confiar nessa vida? Complicado demais para ele. Sempre será um desconfiado de tudo e de todos. As situações só minam ele pra pior.

0 0
Foto de perfil de Ramses

Acho q ele só vai passar a confiar na Tau em algum ponto.

0 0
Foto de perfil genérica

Cara que angústia ler esse capítulo.

Mas para não perder o hábito, não quer soltar mais um não?

1 0
Foto de perfil genérica

Porra seria bom desdobramento, ficou muito no ápice da Sofrência

0 0