Como fiz minha esposa evangélica virar puta parte 6

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 2760 palavras
Data: 06/05/2026 06:16:17

O dia seguinte amanheceu com aquele clima pesado de segredo. A Naty acordou com um sorriso no rosto, mesmo reclamando baixinho quando sentava, por causa da surra que o Marcos deu nela no dia anterior. Ela se arrumou com uma calma que me dava até medo. Passou aquele perfume doce, colocou o vestido azul que deixava ela parecendo uma escultura e caprichou na maquiagem pra esconder o cansaço nos olhos.

No caminho pra igreja, o celular dela não parava. O Marcos estava ensandecido.

— Ele mandou mais dez mensagens, Paulo

ela disse, rindo e olhando a tela.

— Tá perguntando se eu morri, se você me pegou no flagra ou se o sexo foi tão ruim que eu desisti dele. Tá com o ego ferido o bicho.

— Deixa ele sangrar

eu respondi, estacionando o carro na frente da congregação.

— Agora o foco é o "homem de Deus".

Entramos na igreja e o clima já estava carregado. A Naty entrou balançando aquele bumbum que o vestido azul abraçava com força. Dava pra ver o pescoço dos irmãos virando conforme ela passava. Eu vinha logo atrás, com meu terno cinza, mantendo a pose de marido orgulhoso e advogado respeitado.

Sentamos bem na frente, como tínhamos planejado. O Pastor Gilberto já estava no altar, ajustando o microfone. Quando ele bateu o olho na Naty, ele deu uma travada. Ele começou a ler um versículo, mas a voz dele falhou por um segundo. Ele limpou a garganta, ajeitou a gravata e tentou desviar o olhar, mas não conseguia. A Naty estava lá, com as pernas cruzadas, fazendo o tecido do vestido subir só um pouquinho, revelando o início da coxa branca dela.

No meio do culto, começou a oração. Todo mundo de olho fechado, menos eu. Eu vi quando o Pastor desceu do altar pra dar a benção em quem estava na frente. Ele veio caminhando, suando um pouco, mesmo com o ar-condicionado no máximo.

Quando ele chegou na frente da Naty, ela se levantou devagar, fazendo aquela carinha de santa sofrida. Ela inclinou a cabeça e, quando ele colocou a mão na testa dela pra orar, ela deu um passo pra frente, "sem querer", encostando o peito no braço dele.

Dava pra ver de longe o choque que o Pastor levou. Ele fechou os olhos com força, a mão dele começou a tremer em cima da cabeça dela. A oração dele, que sempre era firme, virou um sussurro enrolado. A Naty, maliciosa, deu um suspiro fundo, daqueles que fazem o decote subir e descer, e eu vi o exato momento em que o Pastor olhou pra baixo e perdeu o rumo.

— Amém... amém

ele finalizou rápido, quase fugindo de perto dela.

Na saída, o sol já estava alto. O Pastor estava na porta cumprimentando os fiéis. Quando chegamos na vez dele, a Naty segurou a mão dele com as duas mãos dela, apertando firme.

— Pastor... eu precisava muito falar com o senhor em particular

ela disse, com a voz bem mansa.

— Coisas do coração, sabe? Meu casamento... eu ando sentindo umas coisas estranhas, umas tentações que eu não consigo controlar sozinha.

O Gilberto engoliu seco. Ele olhou pra mim, depois olhou pro corpo da Naty, e a testa dele estava cheia de gotinhas de suor.

— Claro, irmã Natielly... claro. Amanhã à tarde, depois do expediente na faculdade? Pode passar no meu gabinete na igreja. Estarei... estarei em jejum e oração por você.

— Obrigada, Pastor. O senhor é um santo

ela respondeu, dando aquele sorriso que só eu sabia que era o convite pro inferno.

Entramos no carro e eu não aguentei.

— Você viu a cara dele, Nati? O homem quase teve um troço lá dentro.

— Ele tá no papo, Paulo

ela disse, já pegando o celular pra ver as mensagens de ódio do Marcos.

— O Marcos tá achando que é o dono do meu corpo, mas o Pastor... o Pastor vai descobrir amanhã que a fé dele não vale nada perto do que eu tenho pra oferecer.

Ela se encostou no banco, fechou os olhos e deu um tapa leve na própria coxa.

— Amanhã, Paulo... amanhã eu vou pro gabinete dele sem calcinha. Quero ver se ele vai conseguir expulsar o demônio ou se vai querer pecar junto comigo.

A tarde de segunda-feira chegou pesada. O calor lá fora não era nada perto do clima dentro daquele carro. A Naty estava inquieta no banco do passageiro, cruzando e descruzando as pernas, o vestido azul de ontem substituído por uma saia preta, daquelas que sobem até o meio da coxa quando ela senta.

— Você tem certeza que não está usando nada por baixo?

perguntei, sentindo minha garganta seca enquanto parava o carro a uma quadra da igreja.

Ela nem falou nada. Só abriu um pouco as pernas e puxou a barra da saia, me mostrando que ali só tinha a pele branca e o cheiro do perfume doce que ela tinha passado "naquelas partes". Meu pau pulsou na hora.

— Vou entrar sozinha, Paulo. Você fica aqui, ou vai lá pro fundo da igreja fingir que está lendo algum informativo. Se ele desconfiar que você está vigiando, o bicho amarela.

Ela saiu do carro com aquela postura de "irmã dedicada", segurando a Bíblia contra o peito. Eu esperei cinco minutos e entrei pelos fundos. A igreja estava vazia, aquele silêncio de mármore e madeira velha. Ao longe, ouvi o barulho da porta do gabinete do Pastor Gilberto se fechando.

Me escondi no corredor lateral, perto de uma fresta da porta de madeira que não fechava direito.

Lá dentro, o Gilberto estava sentado atrás de uma mesa pesada. Ele parecia ter envelhecido dez anos desde ontem. Estava sem o paletó, com a camisa social branca meio aberta no pescoço.

— Sente-se, irmã Natielly. O que aflige tanto a sua alma?

a voz dele estava rouca, forçada.

A Naty sentou bem na frente dele. Ela não sentou de qualquer jeito. ela se acomodou, inclinou o corpo para frente, apoiando os cotovelos na mesa, o que fez o decote da blusa de seda abrir um vácuo perigoso.

— Pastor... é o Paulo. Ele é um homem bom, mas... ele não me entende. Ele é frio. E eu comecei a sentir umas coisas... uns desejos que eu sei que são pecado. Ontem, quando o senhor colocou a mão na minha testa... eu senti um fogo que não vinha de Deus.

O Gilberto tentou desviar o olhar para a Bíblia aberta na mesa dele, mas os olhos dele teimavam em descer para a boca da Naty.

— Isso é provação, irmã. O inimigo ataca onde somos fracos...

— Então eu sou muito fraca, Pastor

ela interrompeu, levantando-se e contornando a mesa devagar.

— Porque desde ontem eu não consigo parar de imaginar como seriam as suas mãos... orando pelo meu corpo todo. Sem essas roupas pesadas.

O Pastor tentou levantar, mas a Naty colocou a mão no ombro dele, pressionando-o de volta na cadeira. Ela se inclinou, sussurrando no ouvido dele enquanto eu via, pela fresta, a mão dele agarrar o braço da poltrona com tanta força que os nós dos dedos ficaram brancos.

— O senhor me acha bonita, Gilberto? Ou só me vê como uma ovelha perdida?

— ela passou a ponta da língua na orelha dele.

— Natielly... isso é... nós estamos na casa do Senhor...

ele gaguejou, mas não afastou ela.

— O Senhor sabe o que tem no nosso coração. E o meu coração agora está pedindo pra ser punido por um homem santo.

Nesse momento, ela pegou a mão dele

a mão que ele usava para batizar os fiéis e levou direto para debaixo da saia dela. Eu vi o choque no rosto do Pastor. Os olhos dele quase pularam para fora, mas no segundo seguinte, a expressão dele mudou. O desejo sujo venceu a doutrina. Ele sentiu que não tinha nada ali, só a pele úmida e quente da Naty.

— Meu Deus... você está...

ele não conseguiu terminar a frase.

— Estou pronta para o meu conselho, Pastor. Me diz... o que o senhor vai fazer com esse pecado aqui na sua frente?

Eu, do lado de fora, sentia o suor escorrendo pelas minhas costas. O Marcos podia ser o bruto que arrombava, mas ver o "homem de Deus" sendo desmoralizado pela minha mulher, bem al, era o ápice da minha perversão. O gelo no Marcos tinha valido a pena. O próximo vídeo ia ser histórico.

O Pastor Gilberto soltou um gemido abafado que parecia um bicho acuado. A mão dele, que antes tremia de medo, agora se enfiava com vontade por debaixo da saia da Naty. Ele apertava a carne da coxa dela com uma força que eu não imaginava que aquele homem certinho tivesse.

— Você não podia ter vindo assim, Natielly... isso é o inferno chamando meu nome

ele sussurrou, a voz toda quebrada, enquanto puxava ela para mais perto, enterrando o rosto no pescoço dela.

A Naty, por cima do ombro dele, deu uma olhadinha rápida na direção da fresta da porta. Ela sabia que eu estava ali. Ela deu um sorriso de lado, aquele brilho de deboche que ela usou com o Marcos, e começou a desabotoar a camisa social do Pastor com uma agilidade de quem queria ver o estrago logo.

— Então peca comigo, pastor Gilberto... me mostra como é que um homem santo perde a alma

ela provocou, empurrando a cadeira dele para trás e ficando de joelhos entre as pernas do homem, bem ali no tapete do gabinete.

O Pastor não resistiu mais. Ele jogou a cabeça para trás, fechando os olhos com força, enquanto a Naty abria o cinto dele. O barulho da fivela abrindo no silêncio da igreja pareceu um tiro. Ela tirou o pau dele para fora

— um pau que estava latejando, esticado de tanto tempo de repressão

— e começou a trabalhar com a mão e a boca, sem dó.

Eu via tudo, o meu coração batendo na garganta. O contraste era absurdo: as estantes cheias de livros de teologia, a luz filtrada pelos vitrais lá fora, e ali no chão, a minha mulher, a "irmã Naty", fazendo o Pastor da igreja babar de prazer.

— Oh, Glória...

ele soltou um "amém" totalmente torto, sem nem perceber o que estava falando, enquanto agarrava os cabelos ruivos dela com as duas mãos, empurrando a cabeça dela contra o próprio colo.

Enquanto isso, o celular da Naty, que estava em cima da mesa do Pastor, começou a vibrar. Era o Marcos. A tela brilhava com o nome dele e a foto de um pau duro que ele tinha acabado de mandar. O Pastor abriu os olhos por um segundo e viu a tela. Ele viu que a mulher que estava ali, dando o prazer da vida dele, tinha acabado de receber uma baixaria de outro homem.

Em vez de parar, aquilo pareceu dar um estalo na cabeça do Gilberto. O ciúme religioso se misturou com a luxúria.

— Aquele moleque da faculdade te manda isso?

o Pastor rosnou, a voz agora grossa, cheia de autoridade possessiva.

— Ele acha que te conhece? Ele não sabe de nada. Eu sou o seu pastor, Natielly. Eu que cuido da sua alma... e hoje eu vou cuidar desse seu corpo sujo.

Ele levantou ela do chão com um puxão bruto e a jogou por cima da mesa, derrubando a Bíblia e os papéis de dízimo no chão. Ele levantou a saia dela até a cintura, revelando o estrago que o Marcos tinha feito no dia anterior as marcas roxas ainda vivas na raba dela.

— Quem fez isso em você?

ele perguntou, passando a mão por cima dos roxos, a respiração tão pesada que dava pra ouvir do corredor.

— Foi o pecado, Pastor...

a Naty respondeu, arqueando as costas e olhando para ele por cima do ombro, com o rosto colado na madeira da mesa.

— Me limpa... me usa agora pra tirar a marca dele de mim.

O Gilberto não esperou mais. Ele se posicionou, segurou no quadril dela com as duas mãos e entrou com tudo, sem aviso. A Naty soltou um grito abafado, cravando as unhas no tampo da mesa. O Pastor começou a socar nela com um ritmo desesperado, como se estivesse tentando expulsar um demônio, mas na verdade ele estava era entregando a chave da igreja para ela.

Eu encostei a cabeça na parede do corredor, sentindo o tesão transbordar. O Marcos era o bruto, o Pastor era o possessivo, e eu... eu era o mestre de obras daquela sujeira toda.

O gelo no Marcos ia durar mais um pouco, porque agora, a Naty tinha o clero nas mãos. E eu tinha a visão mais profana da minha vida gravada na alma.

O Gilberto parecia um bicho. Aquele jeito todo manso do altar sumiu e deu lugar a um homem desesperado, que metia nela com um ódio que parecia que ele tava tentando punir a Naty e se punir ao mesmo tempo. A mesa de madeira rangia alto, num "nheco-nheco" que ecoava pela igreja vazia, e cada vez que o quadril dele batia na raba dela, estalava um som seco, de carne com carne.

— Você é uma tentação, Natielly... uma enviada do encosto pra me derrubar

ele rosnava, suando bicas, a camisa branca toda amassada e aberta.

A Naty não ficava atrás. Ela tava adorando ver o "santo" se perdendo. Ela jogava a cabeça pra trás, o cabelo ruivo todo bagunçado no meio dos papéis da igreja, e gemia num tom que era pra ele ouvir mesmo, pra deixar ele ainda mais louco.

— Isso, Pastor... me usa... me marca por cima do que o Marcos fez

ela provocava, dando aquela rebolada que fazia ele perder o fôlego.

— O senhor não é melhor que ele? Não é o homem de Deus? Então mostra que o seu pau manda mais que o dele.

O Gilberto pirou. Ele segurou no pescoço dela com uma mão e com a outra começou a dar uns tapas onde o Marcos já tinha deixado roxo. Ele tava possuído. Ele virou ela de frente na mesa, derrubando o computador e tudo, e abriu as pernas dela o máximo que podia.

— Eu vou tirar esse cheiro de mundo de você

ele disse, com os olhos vermelhos, e voltou a socar com tudo, agora olhando no olho dela, vendo a cara de puta que ela fazia enquanto ele se acabava.

Eu, lá na fresta, não aguentava mais. O meu pau tava latejando dentro da calça social. Ver o Pastor Gilberto, o homem que pregava moralidade todo domingo, enterrado na minha mulher em cima da mesa de aconselhamento, era o ápice.

De repente, o celular da Naty vibrou de novo. O Marcos tava ligando por vídeo. O aparelho ficou ali, em cima da mesa, do lado da cabeça da Naty, vibrando e mostrando a cara do Marcos, que devia estar na maior secura pra ver ela.

A Naty, mesmo com o Pastor metendo nela sem dó, esticou o dedo e aceitou a chamada. Mas ela não mostrou o rosto. Ela virou a câmera do celular bem pro meio daquela bagunça: pro pau do Pastor entrando e saindo dela, pro suor do Gilberto pingando na barriga dela, e pros papéis da igreja voando.

Do outro lado, eu só ouvi o grito do Marcos no viva-voz:

— QUE PORRA É ESSA, NATY? QUEM É ESSE FILHO DA PUTA?

O Pastor Gilberto, quando ouviu a voz do outro, em vez de parar com medo, pareceu ganhar um gás novo. Ele olhou pra câmera do celular, viu o Marcos do outro lado, e deu um sorriso de lado, um sorriso sujo, de quem tava ganhando a disputa.

— Ela agora tá sendo abençoada, rapaz

o Pastor soltou, com uma voz de deboche que eu nunca imaginei ouvir dele.

— Volta pro teu lugar e deixa que do corpo dela cuido eu.

E aí ele deu a última estocada, aquela bem funda, que fez a Naty gritar o nome dele alto, e gozou tudo, sujando a mesa, o vestido azul que tava amontoado e a própria mão. Ele desabou em cima dela, ofegante, com o Marcos ainda berrando no celular, sem entender como tinha perdido o posto de "macho da vez" pro Pastor da igreja.

A Naty pegou o celular, olhou pro Marcos na tela, que tava branco de raiva, e deu uma piscadinha.

— O gelo acabou, Marcos. Mas agora a fila andou. O Pastor Gilberto ora muito melhor que você.

Ela desligou na cara dele e me olhou na fresta da porta, rindo com o olho brilhando de malícia. O jogo tinha ficado muito mais pesado do que eu planejava, e eu tava amando cada segundo dessa sujeira.

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Foto de perfil de Casal hotCasal hotContos: 22Seguidores: 72Seguindo: 34Mensagem Somo um casal bem safado

Comentários

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Essa série está absurdamente maravilhosa. Agora a Naty e o Paulo estão mudando o game. Nao pare de publicar

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