Aviso: Este é o nono capítulo da saga Putty de Karola...
Antes de prosseguir, leia o Capítulo 8: Os Limites de Putty!
Já fazia alguns dias que Putty tinha caído na Terra, e nesse tempo ela fodeu sem parar: Mary, Joan e Pôia viraram suas putinhas, o cachorro Bulk ganhou vários banhos de língua, os cavalos da fazenda se acostumaram a gozar litros dentro dela, e as galinhas viraram brinquedos que ela enfiava no cu e na buceta.
Todos os dias eram uma maratona de merda, mijo, vômito e gozo — o cheiro da casa agora era permanente, uma mistura podre e doce que ninguém ali queria mudar.
Os poderes de Putty também estavam se manifestando mais. Seu corpo agora era quase indestrutível, a força aumentava a cada dia e sua elasticidade era absurda — conseguia engolir coisas que nenhum ser humano aguentaria.
O mais louco de tudo? Parecia que ela podia expelir fluidos infinitos pelos orifícios, como se tivesse um reservatório sem fundo dentro do corpo.
Recentemente ela percebeu que sua agilidade e fôlego estavam explodindo. Corria mais rápido que qualquer carro da fazenda, pulava cercas como se fossem degraus, e não cansava nunca. Então decidiu: não precisava mais da caminhonete pra ir até Gozópolis... podia ir correndo mesmo.
Joan e Mary, preocupadas com a Polícia depois do último passeio, onde quase prenderam Putty por atentado ao pudor, compraram roupas novas pra ela. Menos buracos, mais cobertura, e tudo de látex... Putty adorou o látex.
O vestido novo era vermelho sangue, colado como uma segunda pele, cobrindo tetas, buceta e cu... mas tão apertado que os mamilos marcavam como duas protuberâncias pulsantes e agressivas, as dobras da xota apareciam em relevo, e o cu ficava delineado como se tivesse sido desenhado por cima da roupa.
Já era de tardinha, o céu estava nublado e pesado. Putty passeava pelas ruas de Gozópolis, olhando vitrines, jogando cantadas nas mulheres que passavam... Por onde ela ia, se tornava o centro das atenções. Homens paravam, mulheres coravam, todos cochichavam. O vestido de látex brilhava sob as luzes, grudado no corpo suado, marcando cada curva.
— Ei, gostosa... quer provar uma buceta alienígena? — gritava Putty pra uma morena de salto alto que passava. A mulher quase tropeçou, riu nervosa e acelerou o passo.
De repente, um alvoroço mais à frente. Gritos, gente correndo, alguns estouros secos.
Curiosa, ela seguiu a confusão e chegou a um Banco. Clientes e funcionários estavam deitados no chão de barriga pra baixo, com as mãos na nuca. No meio do salão, uma mulher de cabelos negros curtos, com uma mecha caindo sobre o rosto, cobrindo um dos olhos. Roupas pretas, botas de salto alto fino, luvas, um pano amarrado no rosto, cobrindo a boca e o nariz.
Com uma escopeta na mão, ela ameaçava a caixa do Banco, uma jovem de cabelos castanhos em coque, uniforme justo, e uma expressão de pânico controlado enquanto colocava o dinheiro num saco grande com um cifrão desenhado.
A bandida gritava:
— Mais rápido, vadia! Ou eu estouro a tua cabeça!
Era um assalto, em pleno dia, no meio da cidade, e nenhum sinal da Polícia nem de longe.
Putty sorriu:
— Que lindo! Se fosse pra me dizer que eu não posso mostrar o cu por aí, eles teriam vindo rapidinho!
Ela deu um chutão na vidraça da frente, explodindo o vidro em mil pedaços com um enorme barulho. Todos olharam. A bandida virou a escopeta na direção dela na hora.
— Quem caralhos é você? O que você pensa que tá fazendo? Deita no chão agora ou eu te mato! — gritou a assaltante.
Putty entrou calmamente, lambendo os lábios, com os olhos fixos no corpo da bandida:
— O que eu penso que tô fazendo? Até agora eu não tinha nada em mente... mas agora que vi o quanto você parece gostosa, acho que tenho algumas ideias...
A bandida apontou a escopeta pro rosto de Putty:
— Para aí! Último aviso! Deita ou eu atiro!
Putty continuou andando, devagar, com uma mão já dentro do vestido de látex, massageando a buceta:
— Atira então... quero ver se dói gostoso...
A bandida hesitou e deu uns passos pra trás. Putty avançava, sua outra mão apertando o próprio seio, já com o mamilo duro:
— Olha como eu tô molhada só de te ver... quer provar?
A bandida, nervosa, atirou!
O estampido ecoou. O tiro de escopeta acertou Putty em cheio no meio do rosto. Ela voou pra trás, e caiu esparramada no chão. Os reféns gritaram em pânico.
A bandida tremia, repetindo:
— Eu avisei! Eu disse pra parar! Eu avisei!
Silêncio... Depois, o barulho de alguém se mexendo.
Putty sentou no chão, coçando a cara no lugar que a bala acertou:
— Caramba... essa até que doeu um pouco, que porrada!
A bandida congelou. Putty se levantou devagar, sorrindo. A assaltante atirou de novo. E de novo. Os tiros acertavam o peito, a barriga, o rosto... As balas caíam no chão como se tivessem batido na parede. A alienígena nem piscava.
— Tá tentando me matar ou me fazer gozar? — disse Putty, agora avançando rápido.
Em menos de um segundo ela estava na frente da bandida. Agarrou a escopeta, arrancou da mão dela como se fosse brinquedo e jogou longe. Com a outra mão pegou o pescoço da assaltante, e a levantou do chão. Puxou o pano preto que cobria seu rosto.
A bandida era jovem, de pele morena, lábios carnudos, olhos castanhos arregalados de medo e confusão. Putty sorriu e tacou um beijão de língua nela, ainda a segurando pelo pescoço.
A mulher se debateu, dando socos fracos no peito de Putty:
— Me solta, sua louca! Me solta!
Mas logo cedeu, e o corpo amoleceu. Putty sugava a língua dela com força, mordia os lábios, lambia os dentes. A saliva escorria da boca das duas.
— Que boca gostosa... vou secar ela toda... — murmurava Putty entre beijos.
— Para... por favor... — gemia a bandida, já com a voz fraca.
— Cala a boca e beija... engole minha língua... — respondia Putty, com a língua invadindo mais fundo, chupando a saliva da bandida como se fosse doce.
Quando soltou o pescoço da bandida, ela caiu de joelhos, atordoada, babando. Putty rasgou o vestido de látex com uma mão, expondo a buceta molhada e inchada, e a esfregou na cara da assaltante ajoelhada. A língua da bandida saiu instintivamente, lambendo o clitóris carnudo.
— Isso... lambe minha buceta... prova o gosto de uma alienígena... lambe mais fundo... — ordenava Putty.
Putty puxou a cabeça dela com força, enfiando a boca inteira na xota quente e melada. E começou a mijar. O jato quente e forte encheu a boca da bandida. Ela engasgou, e tentou recuar.
— Não... para... tô engasgando... glub... glub...
Putty a segurava firme pelos cabelos:
— Bebe tudo... não desperdiça nem uma gota... engole meu mijo quente, sua puta! Sente ele descendo pela tua garganta... isso... engole mais!
O mijo escorria pelos cantos da boca, a garganta trabalhando em goles longos e desesperados pra não se afogar. A bandida engolia ruidosamente, seus olhos lacrimejando, o nariz escorrendo.
— Tá gostoso? Meu mijo quente enchendo tua barriga... continua bebendo... boa garota... — gemia Putty, rebolando o quadril na cara dela.
Os reféns, que até então estavam deitados de medo, agora assistiam boquiabertos. Alguns homens já abriam as calças:
— Caralho... olha isso... tô gozando só de ver... — gemia um, batendo punheta.
— Que delícia... eu quero ser a próxima... — sussurrava uma mulher, com a mão dentro da saia.
Mulheres levantavam as saias, com as mãos dentro das calcinhas, casais se pegavam no chão:
— Fode mais forte... a maluca tá mandando ver! — gemia um casal.
O Banco começou a encher de gemidos baixos, de mãos se movendo rápido, o cheiro de sexo se misturava com o fedor de mijo.
Putty olhou pra caixa do Banco, que estava petrificada, com os olhos arregalados.
— Você aí... vem cá.
A caixa hesitou:
— Eu... não...
— Vem ou eu faço você vir... — disse Putty, com a voz doce, mas ameaçadora.
A caixa se aproximou, com as pernas tremendo:
— O que... o que você quer?
Putty forçou a cabeça da bandida no chão, deixando ela de quatro, com a bunda pro alto. E então olhou pra caixa:
— Qual teu nome?
— G... Gia... — respondeu ela, com a voz trêmula.
— Gia... abaixa a calça dessa vadia.
Gia olhou assustada:
— Não... por favor... eu não posso...
Putty se irritou:
— Abaixa ou eu te faço engolir minha merda até você vomitar!
Gia, com medo, abaixou a calça da bandida. A bunda morena apareceu, redonda e firme.
Putty tirou uma das botas, e enfiou o pé úmido na boca da bandida:
— Já que você gosta tanto de usar essa boca pra ficar falando merda, agora usa ela pra chupar meu pé suado e fedido!
O pé entrou até a garganta. A bandida arregalou os olhos, já com o vômito subindo:
— Mmmph... não... tira... glub... — tentava falar, com a saliva escorrendo da boca pelo pé de Putty.
Putty mexia os dedos lá dentro, provocando mais o vômito, enquanto xingava:
— Chupa direito, sua puta! Lambe entre os meus dedos... engole o suor todo! Isso... chupa mais forte! Suga com força... isso... boa vadia!
Então, ela olhou pra Gia:
— Agora enfia a mão no cu dela.
Gia balançou a cabeça:
— Não... eu não consigo...
Putty tirou o pé todo babado da boca da bandida, foi até Gia engatinhando, agarrou o braço dela e forçou contra o cu da morena:
— Enfia nela ou eu enfio o meu braço inteiro na tua buceta!
Gia fechou os olhos, respirou fundo e enfiou a mão. O cu cedeu, quente e apertado.
— Isso... agora mete o braço todo, não só a mão! Enfia até o cotovelo! — gritou Putty.
Gia empurrou. O braço entrou até o cotovelo. A bandida gritou e então o vômito explodiu de sua boca. Ao mesmo tempo, jatos de diarreia jorraram do cu, envolvendo o braço de Gia, acertando-a no rosto e corpo.
Enojada, ela virou o rosto e tentou tirar o braço do cu da bandida, mas parece que ficou preso.
— Tá preso... não sai... por favor...
Ela puxou de novo, mas o braço ainda não saia do rabo da bandida. Puxou com mais força, mas o cu parecia estar travando o punho dela ali dentro.
Putty percebeu, e então decidiu dar uma ajudinha. Ela pegou o braço da caixa, e puxou pra fora, conseguindo tirar de dentro do cu, que ficou ali, todo arreganhado, vazando bosta.
Putty riu da situação:
— Lindo, não é? E também é delicioso... que tal experimentar?
Gia olhou assustada:
— Não... por favor... eu não...
Antes que pudesse responder, Putty agarrou a cabeça da caixa com as duas mãos e enterrou a cara dela no cu cagado da bandida.
— Chupa! Bebe tudo que tá saindo! Enfia a língua fundo!
Gia engasgou, mas a língua começou a lamber instintivamente. A merda pastosa enchia sua boca, escorrendo pelos cantos. Sons molhados, borbulhantes, gorgolejos...
Putty segurava firme:
— Isso... engole... lambe o cu dela... bebe a merda toda... que delícia, né? Continua... enfia a língua mais fundo... chupa com gosto... boa garota!
Gia gemia abafado:
— Mmmph... tá quente... tô bebendo... não consigo parar... tá descendo...
Os clientes e funcionários do Banco, antes reféns, agora estavam de pé ou sentados no chão, se masturbando abertamente.
Putty olhou pra multidão e gritou:
— Isso! Se masturbem! Fodam uns aos outros! A putaria é livre aqui! Quem quiser, vem chupar o cu dessa vadia comigo! Venham lamber! Venham beber merda! Venham gozar em cima dela!
Vários se aproximaram. Uma mulher se ajoelhou ao lado de Gia e começou a lamber o cu da bandida junto:
— Deixa eu provar também... que cheiro forte... que delícia...
Um homem se masturbava olhando:
— Posso gozar na cara dela?
A merda que estava saindo do cu da bandida acabou. Ela parou de vomitar também, estirada no chão, toda melada.
Putty soltou a cabeça de Gia. Para surpresa de todos, Gia não tirou a boca do cu da bandida. Agarrou as nádegas dela e enfiou a língua mais fundo, gemendo alto:
— Mmmh... que delícia... não consigo parar... o cu dela tá tão quente e aberto... quero lamber tudo...
Putty riu alto:
— Isso, Gia! Faz putaria mesmo! A putaria é o que importa! Chupa esse cu até secar! Mostra pra todo mundo como se faz! Continua... mete essa língua aí... lambe o intestino dela!
Sirenes começaram a soar ao longe. A Polícia estava chegando.
Putty olhou pra porta:
— Merda... hora de dar o fora. Gia, continua aí, tá linda! Fica chupando esse cu até a Polícia chegar!
Gia nem respondeu, só gemeu mais alto, com a língua fundo no cu da bandida, e o rosto todo melado de merda e baba.
Putty saiu pela vidraça quebrada, correndo rápido pelas ruas.
A Polícia chegou logo depois, entrou com armas em punho e encontrou a bandida estirada no chão, toda cagada, vomitada e mijada, a caixa do Banco com a cara enterrada no cu dela, lambendo sem parar junto com outra mulher, e um monte de clientes e funcionários se masturbando e fodendo ao redor.
Enquanto isso, em um prédio não muito longe dali, uma mulher careca e misteriosa observava tudo pelas câmeras de segurança do Banco, com os olhos fixos na tela:
— Interessante... muito interessante...
Continua...