O Demônio e a Megera – Episódio 6 (Ayanna e Gabriel)

Um conto erótico de Theodor e Aline
Categoria: Heterossexual
Contém 3977 palavras
Data: 05/05/2026 13:24:25
Última revisão: 05/05/2026 14:20:55

Queridos e queridas, cada episódio da série tem vida própria e se basta, mas, para quem não vem acompanhando, ler todos os episódios ajuda a fazer conexões interessantes, que permitem uma melhor compreensão da dinâmica entre esse casal safadinho e o porquê de certas falas e comportamentos.

Só uma dica, e uma leitura bem gostosa para todos!

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Posso afirmar que foi o mais espetacular de todos os despertares da minha vida. Não sei como a coberta foi parar em cima da gente, mas o fato é que ela estava lá, cobrindo nossos corpos nus. Eu estava deitado de lado. Ana Clara estava ao meu lado, ainda dormindo, deitada de bruços, o rosto virado na minha direção. Que coisa mais linda era aquela mulher dormindo.

Acariciei e beijei seu rosto com delicadeza, o coração leve, o corpo relaxado. Deslizei a mão por suas costas nuas debaixo da coberta.

- Eu tô sonhando? – reagiu a Megera abrindo os olhos, retribuindo o carinho no meu rosto.

- Estamos – respondi, recebendo um beijo nos lábios antes da deusa se virar de frente para mim e colar seu corpo no meu, nossas pernas se entrelaçando, seus seios espetando o meu peito, como se pudéssemos ocupar o mesmo lugar no espaço.

- Não quero acordar nunca mais. Eu te amo demais, Demônio – sussurrou contra o meu pescoço, fazendo com que um arrepio percorresse todo o meu corpo.

- Também te amo, Megera. Nunca pensei que fosse possível sentir algo assim por alguém – respondi, sentindo sua mão se apropriando do meu pau, que já estava muito duro com tesão matinal.

- Eu quero – choramingou.

- O que você quer?

- Seu pau. Minha buceta apaixonou. Posso fazer um boquete? Eu estava doida para fazer ontem, mas não aguentei o sono e dormi com tesão de boquete.

- Kkkkkkkkkkkk. Eu não tomei banho, amor. Nós apagamos direto.

- Eu limpo seu pau. Dá tesão de chupar ele sujinho assim mesmo, cheirando à minha buceta e à porra sagrada do meu dono e senhor – ponderou, já subindo em mim, suas pernas ladeando as minhas.

Começou beijando meu peito, lambendo meus mamilos, enquanto sua mão fazia carícias deliciosas em meu pau, me arrancando um suspiro.

- Que namorada safada e porquinha que eu arrumei – brinquei.

Ana deu uma risadinha, desceu pela minha barriga dando beijos e lambidas, que me deram a sensação de estar levando um choque no abdômen.

- Amor, se eu fizer errado, corrige sua namoradinha inexperiente.

Não respondi nada, só arqueei o corpo e soltei um grunhido quando seus lábios tocaram a cabeça do meu pau, aquele toque macio e úmido. A coberta já tinha ido parar longe e a visão era de tirar o fôlego.

- Amor, é tão grande e grosso. Será que vai caber quando você for tirar a virgindade do meu cuzinho?

Só de ela falar daquele jeito, com uma voz melosa e sensual, lambendo a cabeça do meu pau, eu quase fui às nuvens. Ela o explorou todo, como se o estivesse adorando, com beijinhos apaixonados e lambidas que faziam meu corpo todo se arrepiar, as mãos acariciando minhas bolas com suavidade ou apertando ligeiramente. Parecia que eu estava no céu.

- Está gostoso amor? – provocou.

- Parece uma putinha experiente – devolvi a provocação, tirando a voz não sei de onde.

- Que bom que eu tô fazendo direitinho, né? Quero ser uma putinha bem safada para o meu dono. Sua putinha para sempre – respondeu, antes de envolver a cabeça com os lábios e começar a lentamente engolir, até que mais da metade do meu pau estivesse em sua boca.

Depois, começou um vai e vem suave, molhado e torturante com aquela boca mais linda que já se viu, me fazendo até agarrar a fronha do travesseiro, totalmente entregue aquele prazer. Ainda usava a língua, torturando meu pau, que latejava e dava solavancos dentro de sua boca.

A tortura foi demorada e deliciosa. Dava para sentir sua vontade de me dar prazer, o amor com que se dedicava à tarefa.

- Amor, agora que ele já está bem limpinho, eu posso sentar para sujar de novo? Minha buceta já está toda melada – provocou, mordendo os lábios.

Não precisei responder nada, porque logo a Megera já estava na posição de amazonas sobre a minha cintura, segurando meu pau e o dirigindo à sua entradinha sagrada.

- Ai, amor, isso é tão gostoooosoooo. Acho que eu vou gozar antes de colocar dentro.

Reagi levando minhas duas mãos às suas coxas, acariciando e apertando levemente, enquanto Ana Clara esfregava o pau na entrada de sua bucetinha enxarcada, fazendo uma carinha de prazer que merecia um quadro. Aquele tronco perfeito, a barriguinha chapada de atleta, os lindos seios médios, com os mamilos durinhos para mim. Levei as mãos à sua cintura e pressionei seu corpo para baixo, não com força, mas com necessidade de penetrar aquela delícia quentinha, molhada e apertadinha. Seu corpo obedeceu e sua buceta foi engolindo pacientemente cada centímetro do meu pau, provocando gemidinhos deliciosos da deusa.

- Amor, tá tudo dentro. Tô toda preenchida. Acho que tá vindo, amor, eu vou gozar, meu deus, que delícia.

Usei as mãos em suas ancas para fazer com que se movimentasse em meu pau, fazendo seus seios balançarem. A resposta foram gemidos altos, até que dos gemidos minha namorada chegou aos gritos, o corpo todo tremendo, sua buceta, que já era apertada, ordenhando meu pau.

- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiieeeeeeeeeeeeeee, amooooooooooorrrrrrrrrrrrrrr, que iiiiiiissssssoooooooooo.

Que coisa linda aquela mulher gozando daquele jeito, até desabar sobre o meu corpo com meu pau enterrado em sua buceta, o rosto colado no meu, a respiração pesada, arfando sem parar.

Enlouquecido de tesão, sem tirar meu pau de dentro dela, virei seu corpo e a coloquei de costas na cama, indo por cima e iniciando um vai e vem lento, fazendo com que jogasse o rosto para um lado e para o outro, os olhos semicerrados, os lábios entreabertos. Quando comecei a estocá-la com mais força e mais rápido, Ana me puxou para si e suas unhas cravaram nas minhas costas, enquanto sua boca procurava a minha com ansiedade. Logo suas pernas envolveram minha cintura com força e seus gemidos ganharam volume novamente, acompanhados dos meus. Uma sinfonia de prazer, meu orgasmo vindo lá de dentro de não sei onde, arrepiando meu corpo todo, nossos suores se misturando. Gozamos juntos, os corpos quase entrando um por dentro do outro, fazendo uma barulheira danada. Que foda gostosa do caralho!

- Amor, você está com a mesma fome que eu? – perguntei, enquanto nos recuperávamos da deliciosa trepada.

- De você ou de comida? – brincou.

- Dos dois.

- Café da manhã e praia?

- Ótima pedida.

- Toma banho comigo? Nosso primeiro banho juntos.

- Seja feita a sua vontade, minha rainha.

Tomamos banho trocando carícias e não prestou, porque eu logo já estava com o pau duro novamente. Previsível, vendo o corpo molhado da Megera. Ainda mais com aquela bunda linda roçando no meu pau. Fiz com que apoiasse as mãos na parede e mandei que empinasse o rabinho para mim. Ana já começou a gemer antes mesmo de eu atolar tudo dentro dela. Dessa vez, já comecei a estocá-la mais forte, mais animal, mais selvagem.

- Ai, amor, me fode assim. Eu quero. Eu quero ser fodida pelo meu dono. Que delícia. Vai, arregaça a bucetinha da sua namorada, que é só sua, fode sua mulher apaixonada. Uuunnnhhh, fode, eu sou sua, aaaaaaiiiiinnnnnn. Me fode, Demônio, me come. Ai meu deus, eu vou gozar de novo. Eu vou, eu tô, eu quero, puta que o pariu, caaaaaaaaaaaraaaaaaalhoooooo. Aaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhh!

Seu corpo todo estremeceu, percebi que suas pernas estavam bambas, mas sustentei seu corpo envolvendo sua cintura e continuei metendo no mesmo ritmo. Ana fazia um escândalo e aquilo me deixava mais e mais excitado. Não resisti, enterrei fundo em sua buceta e descarreguei o leite dentro dela, ficando, agora, os dois com as pernas bambas, tentando recuperar o fôlego, a respiração acelerada.

- Caralho, amor, é uma foda mais gostosa do que a outra. Por que eu esperei tanto tempo? Promete que vai ser sempre assim? Tô toda mole.

- Se depender de mim, será todos os dias.

- No cuzinho também?

- Está doida para levar no cuzinho, não é safada? – devolvi a provocação, massageando seu ânus, enquanto a abraçava.

- Aiinn. Você nem imagina o quanto. Eu quero dar tudo para você.

- Se continuar assim, vou ficar de pau duro de novo e nós vamos foder até morrer de fome nesse quarto.

- Kkkkkkkkkkkkkk. Eu morreria feliz, mas eu prefiro ficar viva para me aproveitar muito do meu amor.

Minutos depois, estávamos no restaurante devorando um café da manhã guloso. O dia estava ensolarado, mas a temperatura era agradável. Já estávamos terminando quando o celular da Megera apitou.

- Amor, é a Ayanna chamando a gente para jogar vôlei. Vamos?

Havíamos conhecido Ayanna e Gabriel, um casal do Rio de Janeiro, no dia anterior, na quadra de vôlei de praia. Não chegamos a jogar contra eles, porque havia outras duplas, mas Ana Clara fez amizade com a carioca. O casal era da mesma faixa etária que a nossa.

Gabriel trabalhava com o pai, que tinha um comércio de moda e estilo, enquanto fazia faculdade de administração. Ayanna estudava jornalismo e tinha seu próprio blog de moda e estilo. Foi, aliás, essa proximidade profissional que uniu o casal. Estavam juntos havia um ano e pareciam muito apaixonados.

Faziam um lindo casal. Ele, mais ou menos da nossa altura, ela mais baixinha, talvez 1,65 m. Gabriel era loiro, olhos claros e um corpo bem definido, com jeito de surfista. Ayanna era uma pintura. Tinha um corpo de formas harmoniosas, com uma bunda linda, seios pequenos, coxas malhadas de academia, barriguinha chapada, uma pele morena, queimada de praia, olhos verdes, num rosto entre angelical e atrevido. Tinha o cabelo até o meio do dorso, mas, ao contrário de Mariana, que tinha o cabelo liso, o seu era mais selvagem, formando cachos que compunham uma moldura perfeita para aquele conjunto admirável.

No primeiro dia, fizeram amizade e conversaram muito, parecendo que se conheciam desde crianças. Eu acabei me aproximando de Gabriel, que tinha um bom humor e uma conversa bem agradável. Trocamos telefone e ficamos de nos ver mais tarde, mas acabamos não nos falando. “Por motivos de força maior”, brincou Ayanna com uma carinha de safada divertida e cativante.

Combinamos na quadra para dali a uma hora, até porque tínhamos acabado de devorar um café da manhã opulento. Também, pudera!

Curiosamente, nesse dia a quadra estava liberada e, depois de abraços e beijos, fomos disputar uma partida. O casal tinha uma desenvoltura na areia de quem já tinha o costume de jogar naquele tipo de terreno. A Megera superava isso com a técnica de quem jogava vôlei regularmente. E eu? Eu me esforçava para não fazer muito feio. E quando eu falo que me esforçava, estou falando de quem não gosta de perder, do tipo que é capaz de deixar o couro no campo de batalha. Com essa superação, jogamos uma melhor de dois sets e ganhamos no tie break. Na segunda partida, por conta da pouca familiaridade com o terreno, já extenuados, levamos uma surra impiedosa. Dois a zero para eles e me arrastei pela areia, as pernas pesando uma tonelada cada, para dar um mergulho revigorante acompanhado de Gabriel.

Enquanto as meninas foram se refrescar no mar, pegamos quatro cadeiras de praia e duas latas de cerveja. Ayanna e Ana Clara estavam tão apaixonadas uma pela outra, que ficaram uns vinte minutos dentro d´água, enquanto eu e Gabriel bebíamos e conversávamos, ele me contando coisas sobre o Rio de Janeiro, me deixando com água na boca.

- Porra, cara, vocês podiam ir lá nos fazer uma visita. Ficam lá em casa. A gente vai zoar o plantão juntos, tá ligado? Quando tu tira férias do trabalho?

- Janeiro – respondi, sem dar muita importância ao convite. Afinal havíamos acabado de nos conhecer. Não levei muito a sério.

- Perfeito véio! Melhor época do ano, com vários bloquinhos na rua. Vocês vão pirar.

- Cuidado, que a gente acaba aceitando o convite. Depois não tem como correr da raia – brinquei.

- Correr nada. Porra, a Ay ficou de quatro com tua mina. Falou que ela é muito gente boa, inteligente pra caralho, divertida e linda de morrer. Paixonô, brother! Se combinar de vocês caírem lá em casa, a mina vai surtar de felicidade. E olha que a Ay não é muito de amizade. Ela é assim, toda simpática, mas é reservada, super na dela, tá ligado? Ela curte mesmo é a gente ficar juntos, fazer as coisas juntos, como essa viagem.

- Que coincidência, brother! A Ana também é assim e falou que gostou muito da Ayanna. Aliás, dá para perceber. Até se esqueceram de nós – brinquei.

- Kkkkkkkkkkkkkkk! Deixa as minas, tão de boa! Deixa elas namorando lá. Aliás, por falar em namorando... – emendou com olhar de admiração na direção do mar.

Entendi perfeitamente a reação de Gabriel e comentei.

- Duas sereias saindo do mar.

- Porra, véio, tirou as palavras da minha boca.

- E acho que elas estão vindo na nossa direção – brinquei.

- Será, brother? Fiquei até arrepiado aqui.

Na verdade, não fomos só nós que notamos o espetáculo. Ayanna e Ana vinham de mãos dadas, tagarelando, em seus biquínis pequeninos, embora não vulgares. Dava para sentir o peso do silêncio e o ruído da atenção coletiva da areia depositada naqueles dois corpos esculturais.

- Acho que elas estão vindo falar com a gente – brincou Gabriel, simulando expectativa.

- Será, parceiro? Será que estamos com essa bola toda?

- Aí, maluco, elas estão rindo para nós. Acho que eu vou surtar aqui.

- Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

- De que vocês estão rindo? Estamos vestidas de palhaças? – protestou Ayanna, com cara de quem não estava entendendo nada.

- Já está me sacaneando, Demônio? – perguntou Ana, já sentando em meu colo, me abraçando e me dando um beijo no rosto.

- Sacaneando nada, é que nós vimos duas sereias saindo do mar e estávamos comentando aqui. Deu até taquicardia – respondeu Gabriel, rindo aos montes.

Ayanna fez uma carinha linda de derretida.

- Viemos buscar dois homens lindos para levá-los para o fundo do mar e fazer bastante safadeza com vocês, não foi Megera?

- Eles nem imaginam o quanto – respondeu Ana Clara.

- Megera? Que porra é essa? – perguntou Gabriel.

- É o apelido carinhoso dela. E o do André é Demônio.

- Porra, baita carinhoso mesmo, hein? Kkkkkkkkkkkkk - reagiu Gabriel.

- Imagine na hora da trepada. “Vai, Demônio, me arregaça, que eu tô quase lá. Isso, rebola gostoso para mim, Megera, goza gostosinho no meu mastro” – simulou Ayanna, com uma carinha impagável de safada, que nos levou todos às gargalhadas.

- Amor, que porra é essa? Como é que tu fala assim da intimidade dos outros? A gente mal se conheceu – repreendeu Gabriel, fazendo cara de incrédulo, balançando a cabeça e rindo ao mesmo tempo.

- Não liga, não, Gabriel. Nós já somos amigas íntimas – brincou Ana.

- É, a gente até já combinou de uma lamber a bucetinha da outra mais tarde, não foi megerinha linda?

- Meu Deus, Ay! Alguém sabe onde tem um filtro para vender? – protestou Gabriel.

- E fazendo um 69, pra ficar mais gostoso – emendou Ana.

- Dois – disparou Gabriel – levando todos às gargalhadas.

- Já que é para explanar a intimidade, sabe o que deixa a Ay louca na cama? – reagiu Ana, se dirigindo a mim.

- Lá vem merda – protestou Gabriel.

- Ela disse que fica possessa quando ele xinga ela de tudo quanto é nome feio na cama, que goza igual uma cadela no cio.

- Jesus, e elas nem beberam ainda – comentei, me divertindo muito com aquela conversa picante.

- Nossa! Eu vou na lua e volto. Tenho até medo de um dia não conseguir voltar – emendou Ayanne, com carinha de sonsa.

- É uma putinha safada – protestou Gabriel, olhando para a namorada com cara de sacana.

- Putinha safada, não, seu arrombado. Sua putinha safada. Só sua. O que nossos amigos vão pensar de mim? – reagiu Ayanne.

- Também te amo – respondeu Gabriel, retribuindo o beijo da namorada.

- Amor, você também vai me comer me xingando de tudo quanto é nome feio? Eu também quero ir lá na lua, igual à Ay – provocou a Megera.

Mais risadas.

- Gabriel, vamos pegar mais bebida, que essas mulheres vão acabar me deixando de pau duro com essas conversas safadas.

- Porra, brother, somos dois. Vamos lá. A gente aproveita para encontrar um cantinho escondido e fazer um 69 para aliviar a tensão.

- Ai, que lindo! Leva o celular e filma pra eu e a Megera vermos – brincou Ayanne.

- Tocando siririca – emendou Ana Clara.

- Socorro! – protestou Gabriel.

- Meu Deus! – emendei, enquanto nos afastávamos.

- Porra, brother, tu não fica bolado com essas brincadeiras não, né? – perguntou Gabriel.

- Porra nenhuma! Eu tô é me divertindo pra caralho com essas duas malucas. Dá para entender por que as duas se entenderam tão bem. A Ana adora falar essas sacanagens. Só estou surpreso de ela se sentir tão à vontade de brincar assim com vocês.

- Eu também tô surpreso com a Ay. Ela não é de dar intimidade para ninguém assim. Só tem uma explicação: ela foi muito com a cara de vocês.

- A Megera idem.

- Megera, kkkkkkkkkkkkkkk. Vou inventar um apelido assim para a Ay.

Voltamos com dois copos de caipirinha e duas latas de cerveja. Da sacanagem, a conversa mudou e nossa afinidade com o casal só aumentou. Apesar de jovens, como nós, eram cultos, bem informados e inteligentes. Almoçamos juntos no restaurante e voltamos às cervejas. Já eram 16 horas quando nos despedimos, marcando encontro para a noite, planejando curtir a zoeira juntos.

Chegando na suíte, Ana Clara logo foi tomar um banho. Não sem antes me dar um beijo tão gostoso, que quase a arrasto para a cama sem banho mesmo. Ao invés disso, tive a ideia de ligar a banheira de hidro. Pelo tempo que mulher demora no banheiro, daria tempo para encher uma piscina.

Peguei uma cerveja no frigobar e fiquei passando o tempo, saboreando a felicidade e dando risadas lembrando das conversas picantes comandadas pelas duas safadinhas na praia. A cerveja já estava no fim quando saiu do banheiro enrolada na toalha.

- Amor, liguei a hidro. Bora?

- Uau, excelente ideia. E bem relaxante.

- Vou tomar meu banho e a gente vai.

Quando saí do banho, minha namorada já estava imersa. Peguei mais uma lata de cerveja, coloquei no isopor e fui me juntar a ela, ficando frente a frente.

- Delícia, não é amor?

- Relaxante.

- Temos que nos recuperar para mais tarde para curtir com nossos novos amigos. Eles são muito legais, né?

- Muito mesmo. O Gabriel falou sobre nós irmos para o Rio nas minhas férias.

- Nossa, muito massa, amor. Já estou empolgada. A Ay é linda, não é?

- Eles formam um belo casal – respondi, tentando não me comprometer.

- Ela falou que nós somos um casal lindo também. Que se nós morássemos no Rio, não íamos desgrudar mais, que lá eles não têm um casal assim, com tanta afinidade, para fazer as coisas juntos.

- Porra, ia ter que aturar vocês duas falando sacanagem o dia inteiro – brinquei.

- Até parece que vocês não gostaram.

- Tu sabe que eu gosto. Agora mesmo, enquanto você estava no banho, eu estava lembrando e dando risadas sozinho.

- Mas eu prefiro mesmo é fazer sacanagem com você.

- E com a Ay, né? Já estavam até combinando para uma lamber a bucetinha da outra.

- E você e o Gabriel de fazer um meia nove.

- Já me basta aquele dia que você queria que eu vestisse sua calcinha.

- Kkkkkkkkkkkkkkkk! Ah, amor, ia ficar tão sexy.

- Assim é melhor você arrumar um namorado travesti.

- Kkkkkkkkkkkkkkkkkk

Ana Clara se levantou e veio se sentar ao meu lado, uma perna sobre a minha, e ficamos trocando beijos e carícias.

- Amor, você vai comer meu cuzinho hoje com essa tora? A Ay falou que sempre dá para o Gabriel. Disse que é muito gostoso, que eu vou amar.

Bastou a Megera tocar no assunto e meu pau já reagiu.

- Falou que perdeu a virgindade do cu para ele, mas que no começo foi difícil, que doía muito, que tem que estar com muito tesão, mas mesmo assim a gente vai ter que ter paciência. Mas depois que acostumou, ela ficou viciada em dar o rabinho para ele. Será que essa sua tora vai caber dentro de mim? Será que vai doer muito? Você já comeu o cu de alguma das suas quengas?

- Porra, Megera, não vou ficar falando de passado com quenga nenhuma com minha mulher. Fala sério! Se você quer tanto, e eu também quero, a gente tenta.

- Você fica com tesão só de pensar no seu pauzão todo enterrado na minha bundinha? Eu fico. Só de falar, já estou toda molhada.

- Não é a água da hidro?

- Bota a mão para você ver.

Obedeci, coloquei o dedinho e a safada estava já toda meladinha mesmo. E ainda deu um pulo e um gemido.

- Já quer pica, não é sua putinha? – provoquei.

- Adorei você me chamar de putinha - sussurrou, com excitação na voz. Eu quero.

Sem aviso, puxei-a para o meu colo, encaixei o pau e sua bucetinha foi engolindo aos pouquinhos, até estar tudo lá dentro.

- Ai, amor, que delícia. Tô sentindo sua tora lá no fundo.

- Que bucetinha deliciosa com fome de pau que você tem, minha putinha safada, gulosa, que gosta de lamber a buceta da amiga.

- Ai, amor, fala mais, chupador de pau do Gabriel, que ficou morrendo de vontade de vestir minha calcinha e não assume.

- Megera safada, libertina, deu essa buceta gulosa pela primeira vez ontem e hoje já quer dar esse rabo gostoso e lamber a buceta da amiga.

- Aiiiiiiinnnnnnn. Puta merda, que delícia amor! E você, seu putinho, que fica se imaginando vestido com minha calcinha de rendinha chupando o pau do Gabriel?

Enquanto trocávamos aquelas provocações, a Megera rebolava gostoso no meu pau.

- Acho que é você que está morrendo de vontade de mamar na rola do Gabriel, sua cadelinha no cio – elevei a provocação.

Sua buceta apertou meu pau.

- Será que ele tem um pau assim gostoso igual ao seu? – dobrou a aposta.

- Por que você não experimenta pra saber? - tripliquei.

- Aaaaainnnn, amor, tá foda assim, meu Deus. Eu não quero chupar o pau de ninguém. Você que fica falando na buceta da Ay. Deve estar morrendo de vontade de deixar ela peladinha e enfiar essa língua gostosa naquela xereca carioca, fazendo ela rebolar e gozar na sua boca, que nem fez comigo ontem.

- Até que me parece uma boa ideia - respondi irônico.

Minha namorada safada intensificou os movimento, se movimentando freneticamente com o meu pau enterrado em sua buceta.

- Filho da puta, safado! Mal a gente começa a namorar, já quer me fazer de corna. Ai, meu Deus, não aguento mais. Que tesão da porra. Você me deixa louca, Demônio. Vou go...go...zar. Aaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh, uuuunnnnhhhh, meu Deeeeeeeeeeeus. Eu tô, eu te amo, te amo, te amo, Demônio.

- Também te amo, Megera, mesmo sendo uma putinha safada.

Ana gozou agarrada a mim, respirando pesado na minha orelha e eu também não resisti. Foi uma gozada brutal, que arrancou uma sequência de urros da minha garganta.

Ficamos abraçados daquele jeito, meu pau ainda dentro dela, sem muita vontade de amolecer ou sair.

Aquelas trocas de provocações se incorporariam às nossas trepadas monumentais. Não como rotina, mas como um hábito que nos proporcionava orgasmos brutais. A história com Gabriel e Ayanna estava, todavia, apenas começando.

***

Esse é um conto autoral, inédito e produzido com exclusividade para a Casa dos Contos.

Para ler mais contos inéditos, leia nosso livro “Contos eróticos de Theodor e Aline – Volume 1 : Uma viagem ao centro dos prazeres permitidos e proibidos”, disponível na Amazon.com.

São 561 páginas de pura safadeza, com temas bem picantes, ou não seriam contos eróticos.

A leitura é grátis para quem é assinante Kindle, mas vale a pena o investimento no e-book para quem não é. Uma mixaria muito bem gasta.

Adoramos receber comentários e ficamos super excitados quando as pessoas nos seguem, porque também gostamos de seguir autores bem safadinhos, assim como nós.

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Comentários

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Até medo do que está por vir!!!

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Episódio 7 publicado depois de amanhã, quinta-feira. Vc nem imagina o que os dois vão aprontar. rs Abç!

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Mais um capítulo delicioso!! Isso tudo apenas com um dia de relações entre eles!!! Imagina pra frente!!!

Parabéns Theodor e Aline!! Sou fã demais!!

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Muitíssimo gratos! Quinta tem mais. A Megera vai subir pelas paredes. Abç!

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