Largados e Pelados: A Viagem Escolar que Terminou em Uma Ilha Deserta! (Capítulo 38)

Um conto erótico de Exhib
Categoria: Homossexual
Contém 3626 palavras
Data: 04/05/2026 15:13:34

Quente… Sentia com o corpo todo. Meus músculos estavam relaxados, minha mente finalmente vazia e o silêncio e calma tomavam conta do ambiente coberto de vapor. Esfreguei meus braços após tirar toda aquela poeira do meu cabelo. O aroma do sabonete tornava ainda mais gostoso aquele banho, impregnando todo o ar à minha volta. Eu nunca antes tinha entrado em uma banheira quente, mas aquela fonte termal parecia ser o mais próximo possível daquilo. Era tão bom que me arrependi de não ter ido tomar banho assim que chegamos naquele lugar.

Eu estava completamente sozinho em meio a aquelas pedras. A água quente me cobria até os ombros e, embora isolado, não parei para pensar em todas aquelas coisas. Era estranho, mas minha cabeça parecia mais tranquila que nunca. A temperatura abaixava minha pressão, deixando-me um pouco tonto e causando um leve formigamento gostoso em meu corpo inteiro.

Quando sentia sede, apanhava um daqueles copos de bambú jogados sobre a pedra. Ainda tínhamos bastante água. Depois do susto lá na caverna, tomar a bebida morna era bem refrescante.

Mexi um pouco os braços submersos. Como era bom sentir as correntes de água quente na pele. Era interessante. Quando entrei naquele corpo hídrico, sentia que não conseguiria suportar a temperatura tão elevada. Agora que com quase o corpo todo debaixo d’água, nem mais parecia tão escaldante assim. Me sentia quase embriagado e praticamente não mais me importava com a situação estranha em que estava.

Um paredão de rocha enorme separava a piscina quente de outra para onde foram as garotas. Lá do outro lado, Carolina e Andressa deviam estar conversando sobre o ocorrido da caverna. A morena devia estar tratando tudo de forma provocante e pervertida, enquanto a loira de forma comedida e tímida. Era quente imaginar a cena ainda assim. Carol se lavando da poeira junta da amiga safada, não só a sujeira da terra, é claro, mas também o suor e demais fluídos corporais que meu amigo lançou sobre seu corpo delicado.

Aquela situação era loucura. Foi um acidente… Repeti em minha cabeça. Eu, mais do que ninguém, não tinha o direito de julgar Carol e Guilherme. Tudo aconteceu exatamente como tinha se dado entre mim e Andressa. A surpresa, tesão crescente e, ao fim, rendição ao desejo. Se eu não fui forte o suficiente para resistir a aquilo, mesmo tendo em mente as consequências de minhas ações, como poderia cobrar de meu amigo que tivesse se contido?

E então, ele chegou. Guilherme veio andando, saindo da escuridão em direção a fonte termal. Em sua cintura, a saia de folhas secas e quebradiças cobriam suas vergonhas, mas não seu rosto preocupado. Ele me olhou brevemente e desviou a face logo em seguida. Depois, ali em cima e de frente para mim, se espreguiçou.

Evitei olhar muito enquanto o rapaz alto e forte se despia e, em segundos, surgiu o membro grande e grosso que balançava no meio de suas pernas. Mole já era uma vista impressionante e difícil de se ignorar. Ainda era difícil de acreditar que Carol tinha mesmo sido penetrada por tudo aquilo minutos atrás.

Meu amigo desceu pelas pedras como se elas fossem degraus, apenas com uma barra de sabonete em mãos. Quando sentiu a temperatura da água com os pés, resmungou baixinho:

— Que quente…

Foi exatamente a mesma reação que tive ao entrar naquela piscina quente natural. Semelhantemente também, meu amigo se acostumou com a temperatura da água assim como ocorreu comigo bastante rapidamente. Por alguns minutos, não fizemos muito contato direto um com o outro e o silêncio pairou sobre nós. Às vezes eu observava, relaxado e sentado sobre uma pedra submersa, Guilherme mergulhar, esfregar o sabonete no corpo e nadar pelo local parecendo tranquilo, mas, também, um pouco receoso.

Quando limpo, se aproximou de mim com braçadas suaves, surgindo em meio a água e vapor de forma cautelosa. Ele iniciou o assunto:

— Tudo bem contigo?

— Sim. To de boa. — Respondi procurando afastar o nervosismo. Eu sabia onde ele queria chegar e, impressionantemente, estava com a cabeça suficientemente leve para não deixar aquilo me desestabilizar.

— Vacilei, né? Cara, foi mal. — Se desculpou de imediato. Ambos sabíamos bem pelo que. Quando olhei para meu amigo, percebi o quão preocupado ele estava. Sua linguagem corporal demonstrava: Antecipara uma resposta explosiva de mim.

— Já disse. To de boa. — O surpreendi. — Foi um acidente. — Tentei encerrar o assunto. Não queria ter aquela discussão e, sinceramente, minha pressão estava tão baixa que não queria me dar ao trabalho de me importar. Guilherme me encarou com desconfiança.

— Cara, não ta puto? Digo… Eu e Carol… — Lembrou chocado, não exatamente para me provocar, notei, mas porque sua consciência ainda pesava e buscava algum tipo de martírio.

— Tô sim, mas o que posso fazer a respeito, afinal? — Respondi dando de ombros. A tranquilidade com a qual estava tratando aquilo assustava até a mim. — Enfim. Não foi sua culpa. Eu sei como é desde aquele acidente com a Andressa. O que passou já foi e prefiro não ficar pensando a respeito. — Comentei para tranquilizá-lo. Era doloroso aceitar tudo aquilo, mas tinha de ser feito. Aquele maldito lugar já estava me dessensibilizando contra frustrações tão fortes pelo visto.

Ele encolheu os ombros e, vendo que não tive a reação forte que esperava, se levantou da água.

— Não vai acontecer de novo, te garanto. — Disse-me e se sentou sobre a rocha úmida.

— Assim espero. — Falei olhando-o com o rabo de olho. Ali para fora da fonte termal, o rapaz forte e de pele negra era uma imagem deslumbrante. O vapor se condensava em seu corpo forte repleto de gotículas de água, corpo esse que Carolina acabara de experimentar. Porra, como diabos eu conseguiria competir contra isso?

— Cara, você ainda tem chances com a Carol. Sabe disso, né? — O cara que mais parecia uma estátua grega, exceto na coisa ali embaixo, falou ali de cima. — Tipo, a gente nem conversou depois daquilo ou tem nada um com o outro. Como você disse, foi só um acidente e eu devo ter sido só mais um para ela… — Prosseguiu enquanto tentava tirar a água de dentro dos ouvidos. Aquela conversa certamente não estava me ajudando se o objetivo era me animar.

— Não. Ela era virgem. — O interrompi sem saber bem o porquê. Embora também quisesse que Carol e eu dessemos certo, ouvir meu amigo, de certa forma, desdenhando da experiência que teve com a loira, me incomodou um pouco.

— Porra nenhuma. — Guilherme duvidou.

— Ela me contou. — Revelei e olhei para ele. Guilherme encolheu os ombros imediatamente. — Você não lembra pois estava chapado com a Andressa, mas ontem, quando a Carol comeu os cogumelos… Na verdade ela não só me contou, como também me mostrou… — Expliquei pensativo. Era uma memória certamente difícil de esquecer a qual sempre vinha a minha cabeça quando olhava para Carolina.

— Uau! — Meu amigo exclamou e se estapeou na testa. Não queria que meu amigo se culpasse por aquilo, mas ele o fazia mesmo assim. — Cara, eu nunca ia imaginar isso… Ainda mais depois dela aguentar tanto… — Resmungou mas se interrompeu. Meu rosto corou. Sabia que ele estava falando de seu membro. Daquela coisa enorme e grossa que, lembrava bem, entrou em Carolina até a base. — Nossa Daniel, desculpa cara. — Concluiu arrependido.

— Já falei que tô de boa. — Repeti o que, a cada minuto, parecia mais com uma mentira.

Mais alguns segundos daquele silêncio constrangedor se fizeram presentes entre nós, isso até que Guilherme praticamente me puxasse pelo braço.

— Sobe aqui. — Falou me tirando da água.

— O Eric vai vir pra cá também. — O lembrei indo para a pedra perto dele. Não sabia quais as intenções de meu amigo com aquilo, mas o alertei vendo como possibilidade ele querer repetir o que já fizemos quando juntos na água.

— Cara, relaxa. Só vou te ajudar com as costas. — Ele se justificou com uma barra de sabonete em mãos. Assenti com a cabeça e me sentei ali à sua frente.

Senti as mãos quentes esfregarem minha pele com suavidade. O sabonete fazia espuma, permitindo que suas palmas deslizassem. Era gostoso e também não deixava de achar fofo como ele com aquilo tentava me agradar como forma de se reconciliar.

— Eu até que sou bom com massagem se quer saber. — Guilherme comentou e acariciou meus ombros com ambas as mãos.

— Uau… — Resmunguei sentindo ele desfazer a tensão ali atrás. Era bom. Sentia meus músculos cada vez mais relaxados, recebendo a massagem nas costas que prosseguiu me atordoando aos poucos.

— Cara, acho que você tem razão… Melhor relaxar e não pensar nessas coisas agora que temos tantas prioridades. — Guilherme comentou. Fiz que sim com a cabeça. Na mesma hora, ele me massageou onde sentia, havia um hematoma causado pelo impacto de alguma pedra. Foi gostoso… Com aquilo, o incômodo que sentia naquele ponto de minhas costas passou para não voltar mais.

Eu certamente concordava com Guilherme naquilo. O clima e o ambiente eram calmos, mas não estávamos em uma situação tão boa assim. Adrien estava ainda dentro daquela caverna e não sabia se ele seria mesmo encontrado com vida no dia seguinte. Eric estava certo sobre pelo menos algo: Era impossível procurá-lo a noite. Apenas as tochas em volta das pedras iluminavam aquele espaço e nada mais além dele no breu total da montanha.

— O Eric é tão estranho… — Pensei alto. Ainda me lembrava de como ele tratou toda aquela situação. Era tão frio que quase embrulhava meu estômago. Meu amigo pareceu dar de ombros ali atrás, como se dissesse “Sim, eu te avisei”.

— É, eu pensava que nosso mini-psicopata se importaria pelo menos com o amigo. — Guilherme comentou. Era exatamente o que se passava em minha cabeça. Quando Adrien ficou preso naquela caverna, Eric não aparentou temer por sua segurança, passando a falar daquelas rochas como se a vida de seu colega não importasse mais que a de um inseto.

Bem, eu também sempre desconfiei de seu jeito. De como nos manipulava e, agora estava certo, para ele, devíamos ser todos descartáveis. Cheguei a me questionar se Eric tinha estima por qualquer outra pessoa que não fosse ele mesmo. Se me lembro bem, o garoto também não parecia nem um pouco preocupado com Taywan, por exemplo. Ele a via como, no mínimo, uma amiga? A dúvida surgiu. Aliás, Eric possuía sequer algum amigo?

Céus, mesmo ausente, ele era inevitável. Me incomodava que ficasse tanto tempo gastando energia pensando naquele garoto. No fundo, também não queria acreditar que ele fosse mesmo tão ruim quanto aparentava com aquelas atitudes.

— Aliás, você acha que ele vem mesmo? — Guilherme questionou enquanto prosseguia lavando minhas costas. Dei de ombros. Se me lembrava bem, quando saímos daquela caverna, Eric e meu amigo foram armar a fogueira. Por me ver visivelmente chocado, Guilherme me direcionou para ir na frente para a fonte termal. Se ele veio em seguida sozinho, era porque Eric ainda estava brincando com suas maluquices de geologia. O que aconteceu lá perto do abrigo provisório depois que me ausentei eu não tinha como saber.

— O que? Curioso ainda? — Perguntei com um sorriso calmo. Eu sabia que sim. Guilherme já me falou anteriormente sobre como queria saciar sua curiosidade vendo Eric sem roupas. Eu já tinha visto, mas meu amigo não sabia. Talvez ele se decepcionasse, afinal, pelado, Eric não era muito diferente de qualquer garoto normal, ao menos quando seu membro estava flácido. Talvez meu amigo ficasse impressionado com sua bunda. Eu fiquei. Era bem bonita para um cara.

— É… Se ele vir, acho que conseguiremos descobrir mais sobre esse cara. — Meu amigo disfarçou ao mesmo tempo em que parecia tramar algo. Fiquei curioso sobre suas intenções, mas, presumi, dificilmente ele descobriria algo de útil. Pelo que analisava a tempos, Eric era um bom mentiroso. Os pensamentos se esvaíram quando senti Guilherme pressionar minhas costas com os punhos, realizando movimentos circulares. Ele era realmente habilidoso com massagem.

Segundos se passaram. Talvez minutos. Guilherme prosseguiu ali, sentado atrás de mim tateando cada centímetro de minhas costas. Ele esfregava os músculos deltóides e romboides, pressionava meu trapézio com os dedos juntos e deslizava as palmas por toda extensão das vértebras, passando os braços em minhas costelas e, eventualmente, me apalpava na cintura. Me sentia tonto de tão relaxado, como se o vapor de água me embriagasse, espalhando minha consciência consigo, deixando meu corpo leve e volátil tal qual o ar fumegante.

Inicialmente, senti sono, para, depois, retornar com calma para aquelas recordações. Trauma não mais existia, mas contemplação que parecia perene. Lembrei da caverna. Era quentinha como o clima ali na fonte termal e a memória do terremoto não mais soava tão caótica. Eu quase conseguia sentir o cheiro novamente daquele acontecimento, de sexo, bem como o ruído dos gemidos. Carolina pelada dava para meu amigo, aquele que agora massageava minhas costas… Era um homem bruto e safado, mas também tão impressionantemente carinhoso. Ainda conseguia me recordar do barulho que seu pau fazia ao penetrar a loira. Era erótico, tanto que, no momento, fiquei tão excitado.

Arrepiei ali de costas para Guilherme e meu pau reagiu à lembrança. Suas mãos quentes também não ajudavam a abrandar a reação que logo se tornou em uma ereção tão completa quanto involuntária. Por cima dos meus ombros, reparei, ele espiou. Suspirei com sua indiscrição, mas, era loucura, não tentei me cobrir ou disfarçar. Bem, ele já me viu de pau duro tantas vezes que acho que até eu estava dessensibilizado da vergonha.

— Cara, depois de tudo o que aconteceu, será que você tá calmo assim por causa do banho? — Guilherme comentou. Sua voz era baixa, grave e gostosa nos ouvidos. Percebi também, sua fala estava mansa e lenta, como se estivesse um pouco bêbado, tal qual eu me sentia naquele local. Sua respiração tocou minha nuca. Gemi em resposta o que era para ter soado como palavras propriamente ditas.

Porra, que tesão… Senti sua aproximação. As coxas dele encostaram nas laterais das minhas nádegas. Meu corpo amoleceu ainda mais, mas não meu pau que já latejava de tão duro. As mãos dele desceram por minha cintura. Uma delas roçou em toda lateral do meu torso.

Eu definitivamente não estava em meus sentidos normais. Aquela calma e indiferença diante da situação, ausência de raiva e impulsividade frente as investidas do meu amigo gostoso deviam se dever a algo, mas não sabia o que.

— Acho que não, na verdade… Eu olhei pra você lá na caverna, lembra? — Ele relembrou. Arrepiei todo. Céus, ele tava falando daquilo comigo! Pensei chocado e muito excitado. Ainda conseguia ouvir os gemidos de Guilherme. Ele estava me deixando doido.

— Uhum… — Respondi e senti o toque suave de seus lábios na minha orelha.

— É… Você tava duro assim quando aconteceu. — Provocou mais ainda. Corei, mas senti meu corpo esquentar mais ainda com o rumo daquilo. No fundo, eu sabia o que ele percebeu… Eu não queria admitir… Eu temia verbalizar, mas também torcia para que ele o fizesse. Alguns segundos de silêncio se passaram. — Tenho quase certeza… No fundo, acho que você até gostou de me ver fodendo sua garota, né? Tá se tremendo todo de tesão só de lembrar… — Sussurrou no meu ouvido. Meu coração disparou e minha consciência parecia mais longe do que nunca. Eu tinha de negar, estava com vergonha e sabia, ele tinha ido longe demais, mas nada dentro de mim parecia tentar me parar. O que está acontecendo? Só sentia mais tesão. Tinha algo estranho ali definitivamente…

Não consegui me conter. Uma mão foi para trás, onde Guilherme estava. Segurei sua rola dura enorme e comecei a acariciar. Achei que ele faria o mesmo comigo, mas, no lugar, me apalpou na bunda e me puxou para mais perto. Senti suas coxas se fecharem contra as laterais das minhas, uma mão me agarrar na cintura e sua pica encostar nas minhas costas, bem lá embaixo, quase na minha bunda.

Meu coração acelerou ainda mais. Era impossível não lembrar dele e Carol fodendo, como era quente, como ele metia forte, daquele jeito bruto e sexy. A crise de consciência vinha a todo momento e a toda velocidade. Me segurei, mas, de tão excitado, parecia impossível me conter. Empinei a bunda pra ele, com vergonha mas suspirando de tesão.

— Tá querendo ser o próximo? — Sussurrou com aquela voz grossa gostosa. Arrepiei todo. Guilherme bateu a pica na minha nádega. Me esfreguei nele. — Isso, vai me provocando mais. To louco pra comer um cuzinho hoje também. — Ele comentou. Céus, eu tinha de parar com aquilo, mas estava definitivamente mais solto que o normal.

Abri a boca para responder algo, mas a sombra em meio a névoa chamou minha atenção. Um vento frio me atingiu o peito e, vendo o rapaz magro usando aquela saia de folhas surgir, apenas uma palavra saiu de minha boca aos sussurros:

— Eric…

Guilherme olhou para ele e então para mim nos olhos, um pouco surpreso e confuso. Ele não nos viu de imediato, o que deu tempo para que nos afastássemos.

— Isso tá estranho… — Meu amigo resmungou o mesmo que eu sentia. Minha cabeça parecia excessivamente leve, como se tivesse tomado uma dose de bebida alcóolica. Talvez Guilherme sentisse exatamente o mesmo.

Não importava. O rapaz em pé ali nas rochas roubou totalmente nossa atenção. De pau duro, voltei para a água procurando me preservar e Guilherme veio logo atrás de mim. Ele não tirava os olhos vidrados de Eric e chegou a suspirar quando o garoto, após apanhar uma pedra de sabão, começou a desamarrar os fios que prendiam sua saia de folhas na cintura.

— Porra, ele vai tirar mesmo… — Guilherme sussurrou surpreso e curioso.

— Para de encarar, cara. — O repreendi bem baixinho. Estava com um pouco de vergonha por Guilherme, mas também achava engraçado vê-lo tão interessado. Meu amigo não sabia, mas, ao contrário dele, eu já tinha visto Eric pelado uma vez, por isso, também não estava tão curioso.

Entretanto, era impressionante mesmo assim. Meu coração acelerou ao ver suas vestes caírem no chão. Eric parecia ficar mais bonito a cada dia que passava. Alguns músculos já se destacavam no peito e braços, dando-lhe um ar másculo, ao mesmo tempo que as curvas bem desenhadas lhe conferiam até certa feminilidade. Céus, como ele tinha a bunda bonita. Reparei de novo e, dessa vez, até a parte da frente me chamou a atenção. Flácido, não impressionava tanto, mas compunha bem a harmonia de seu corpo.

Ele se espreguiçou, aproximando-se da água. Corei. Por Eric passar tanto tempo vestindo aquela coisa e ser um cara mais reservado, pensava que ele, como eu, era mais tímido. Pelo contrário, ele caminhou calmamente, totalmente pelado até a borda da água. Em nenhum momento demonstrou sentir vergonha. Era definitivamente bem quente ver seu membro balançando para o lado e para o outro a cada passo que dava.

Impossível não lembrar daquele dia… da casa na árvore, do seu beijo quente, sua pegada e sua rola dura e quente. Admirei quando ele se sentou na borda da piscina quente com as panturrilhas para dentro da água. Indiferente a temperatura, com as mãos, lavava o corpo. Ele não ia entrar todo na água? Me questionei. Bem, Eric não parecia fazer nada por diversão, mas apenas por necessidade. Deve ter calculado que não tinha necessidade. Era bom. Para fora da fonte termal daquele jeito, ele ficava bem mais exposto que Guilherme e eu. Fiquei hipnotizado vendo-o, calmo e nu esfregando os braços e tirando a poeira dos cabelos, tanto que me assustei ao ouvir:

— O que foi? — Eric perguntou olhando para Guilherme e eu. O garoto subitamente parou o que fazia, com legítima curiosidade estampada naquele rosto calmo.

— N-nada! — Respondemos em uníssono. Eu olhei para um lado e meu amigo para outro. Porra, como não reparei que estava encarando demais?

Eric deu de ombros e prosseguiu ensaboando as pernas. Olhei com o rabo de olho sua coxa subir revelando parte de sua nádega naquela posição. Agora, encarava qualquer lugar que não fosse ele, ou, ao menos, fingia ser isso o que fazia. O silêncio reinou por alguns segundos, até que Eric começou a lavar o cabelo e o som da água caindo de sua cabeça sobre a pedra fosse o único emitido naquele lugar. Quando fechou os olhos para não permitir a entrada de sabão, espiei em um reflexo. Guilherme fez o mesmo. Notei. Meu amigo me olhou em seguida, sorriu e sussurrou:

— Uau, até que é maior do que eu pensei.

Deixei escapar um meio sorriso. Guilherme ainda assim parecia intrigado. Em sua cara, dava pra ver que pensou em algo. Ele então nadou para um pouco mais perto de Eric.

— O que você vai fazer? — Questionei preocupado, mas também curioso.

— Acabarei com os outros mistérios. — Ele respondeu baixinho com um sorriso. Não entendi e apenas observei comedidamente. — Ei Eric. — Guilherme levantou a voz ao chamar o garoto.

Ele olhou para Guilherme enquanto terminava de enxaguar o cabelo. Suas sobrancelhas se levantaram levemente, como se dissessem “o que?”.

*****

Olá leitores(as).

Prossigo escrevendo sem desistir, apesar dos apesares. Mais uma vez meu livro foi apagado do Wattpad e minha escrita permanece mais lenta do que pensei. Esse capítulo deveria ser bem maior, mas também o dividi em dois para não deixar vocês sem nada por tanto tempo enquanto termino de escrever essa etapa da história que, espero, lhes agrade tanto quanto espero.

Agradeço pelas avaliações e comentários, embora, no momento, estou evitando ler muito. Acho melhor para a liberdade criativa enquanto escrevo desfechos que mais facilmente desagradam. Como já disse anteriormente, todo enredo já está pronto em minha cabeça do início ao fim. É legal ver algumas reações suas e expectativas, mas realmente não recomendo que esperem previsibilidade e segurança. Nada e ninguém nessa história está garantido.

Um abraço e até o próximo capítulo! Não devo tardar para publicá-lo.

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