Depois de milhões de pedido rsrs, eu vou continuar essa série
silêncio do quarto foi quebrado apenas pelo som do meu cinto batendo no chão. Natielly me olhava com uma mistura de exaustão e um brilho de deboche, o rosto ainda corado pela brutalidade do Marcos. Ela sabia que cada palavra de humilhação que ele cuspiu, chamando-me de "frouxo" e "corno", era exatamente o que alimentava o fogo entre nós.
Eu me aproximei da cama, sentindo o cheiro dele impregnado no lençol. Ajoelhei-me entre as pernas dela, observando o estrago: o cuzinho rosa, agora dilatado e marcado, o rastro do gozo dele secando na pele dela. A prova física de que outro homem tinha tomado o que eu, por anos, apenas desejei.
— Ele realmente achou que estava te roubando de mim
sussurrei, passando o polegar pela marca da mordida que ele deixou na raba dela.
— Mal sabe ele que agora eu tenho cada segundo gravado. Ele não é o dono, Naty. Ele é o nosso brinquedo.
Natielly soltou um suspiro pesado, tombando a cabeça para trás.
— Ele foi muito bruto, Paulo... ele me chamou de puta o tempo todo. Disse que você não era homem para mim. Eu quase acreditei, de tanto que ele me socava.
— E foi por isso que você deu o melhor de si para ele, não foi?
provoquei, vendo-a morder o lábio.
— Amanhã, no escritório, vou rever esse vídeo em tela cheia. Vou ver o momento exato em que ele te arrombou enquanto me chamava de otário.
Ela Pegou celular e me mostrou o print da última mensagem que ele mandou enquanto saía da garagem:
Marcos: "Ainda estou sentindo seu cuzinho apertado naty. Aquele advogadozinho deve estar chegando em casa agora. Se ele soubesse que estou com seu cheiro nas minhas mãos, ele morreria. Até a próxima, vadia."
Natielly riu, uma risada curta e carregada de malícia.
— Ele quer mais, amor. Disse que na semana que vem me quer comer minha bucetinha.
— E você vai dá
afirmei, selando o pacto com um beijo que carregava o gosto de toda a perversão que tínhamos acabado de viver.
— Mas da próxima vez, a câmera vai estar em outro lugar. Quero pegar o rosto dele quando ele gozar dentro de você achando que está me vencendo.
A "irmã Natielly" tinha ficado para trás, perdida em algum lugar entre os gemidos e o tapa de Marcos. O que sobrou foi a professora que agora tinha um segredo capaz de destruir carreiras, mas que preferia usá-lo para manter o marido em um estado de tesão permanente.
O jogo não tinha vencedores ou perdedores. Tinha apenas nós dois, mergulhados em uma sujeira que nenhum de nossos conhecidos, alunos ou fiéis da igreja jamais poderia imaginar.
— Agora vai tomar banho
ordenei, dando um tapa seco exatamente onde a mão de Marcos ainda estava marcada.
— Deixe a água escorrer, mas não tire o cheiro dele totalmente. Quero que você durma sentindo que ainda pertence a ele... enquanto eu assisto ao vídeo de novo.
O quarto ainda cheirava àquela mistura explosiva de suor e do perfume barato de testosterona do Marcos. Quando a Natielly saiu do banheiro, envolta apenas em uma toalha branca, ela parecia outra mulher. A pele estava limpa, mas o corpo carregava as marcas de guerra: o bumbum ainda bem vermelho e aquele andar meio travado, de quem tinha acabado de ter o cuzinho devidamente inaugurado.
Ela sentou na beira da cama, secando os cabelos ruivos, com um olhar pensativo. Foi aí que eu cheguei perto, ainda com o celular na mão, revisando um trecho do vídeo onde o Marcos falava que eu era um "otário".
— Nati
comecei, sentando atrás dela e passando a mão pelos ombros dela
— O Marcos tá se achando o dono do mundo. Ele acha que te ganhou, que agora você é a cadelinha dele que vai da a buceta sempre que ele estalar os dedos.
Ela me olhou pelo reflexo do espelho, curiosa.
— O que você tá pensando, Paulo?
— Vamos dar um gelo nele. Ele tá com o ego lá no teto agora, achando que o "fessora" tá na mão dele. Se você continuar dando mole logo de cara, ele perde a graça. O segredo desse jogo é o controle. E quem tem o controle agora somos nós, não ele.
Ela deu um sorriso de lado, entendendo onde eu queria chegar.
— Um gelo? Mas ele disse que semana que vem quer comer minha bucetinha.
— Exatamente por isso. Deixa ele esperar. Deixa ele mandar mensagem e você não responde na hora. Na faculdade, volta a ser a professora séria, a "santinha". Quando ele vier falar com você no corredor, dá uma resposta curta, fria. Deixa ele louco, achando que você se arrependeu ou que o sexo dele não foi tão bom assim.
Natielly mordeu o lábio, os olhos azuis brilhando com a ideia.
— Ele vai ficar possesso, Paulo. Do jeito que ele é orgulhoso, vai surtar.
— É isso que eu quero. Quero ver ele rastejando, implorando pela sua atenção. E enquanto isso... a gente foca em outra pessoa. O Marcos não pode achar que é o único comedor da área.
— Outra pessoa? Quem?
ela perguntou, a voz falhando de excitação.
— O que você acha do Pastor?
soltei a bomba.
O silêncio no quarto foi absoluto por cinco segundos. A Naty arregalou os olhos. O Pastor Gilberto era um homem de uns 40 anos, influente na nossa igreja, sempre com aquele papo de moral e bons costumes, mas que eu sempre notei que olhava para as pernas da Natielly de um jeito que não tinha nada de santo.
— O Pastor, Paulo? Isso é... é perigoso demais! Ele é da nossa congregação!
ela disse, mas já estava tremendo.
— É perfeito, Nati. Imagina o contraste: o Marcos é o bruto da faculdade, o Pastor é o "homem de Deus" que vai estar cobiçando a mulher do próximo. Quero ver você nas reuniões da igreja com aquela saia bem justa, sentando na primeira fila. Vamos ver se a fé dele aguenta ver esse seu bumbum que o Marcos acabou de torar.
A ideia de corromper o ambiente mais sagrado dela foi o golpe final. Natielly se deitou na cama, puxando o lençol, com a respiração curta.
— Você quer me ver nos braços do Pastor também?
— Quero ver você sendo o pecado de todo homem que se acha superior a mim. O Marcos vai ficar no vácuo, assistindo de longe você dar atenção para outro, sem entender nada.
Peguei o celular dela na mesa de cabeceira. Tinha uma notificação do Marcos de 5 minutos atrás:
"Já tá com saudade do meu pau, né? Aposto que o frouxo não desconfiou de nada."
Eu mostrei para ela e apaguei a notificação sem responder.
— Viu? Começou o gelo. Amanhã, na igreja, você vai usar aquele seu vestido azul que marca a cintura. E quando o Pastor vier te cumprimentar, você vai segurar a mão dele um segundo a mais do que o necessário.
A Naty se aproximou devagar, ainda com aquele jeito de quem sabe que o corpo tá todo marcado pelo Marcos. Ela se ajoelhou entre as minhas pernas, mas não foi direto ao ponto. Ela ficou me olhando de baixo, com aquele olhinho azul de santa, mas com uma malícia que só eu conhecia.
Ela começou a abrir o meu zíper bem devagar, e enquanto tirava meu pau pra fora, começou a falar com aquela voz rouca:
— Amor... você viu o que aquele bruto do Marcos fez com meu cuzinho hoje, né? Ele acabou comigo. Mas agora eu tava aqui pensando... o Pastor Gilberto não para de me olhar na igreja. Ele tenta disfarçar, mas eu sinto o olho dele queimando na minha bunda quando eu subo no altar pra cantar.
Ela deu a primeira lambida, bem lenta, subindo até a ponta, e depois me olhou de novo, segurando com a mãozinha delicada.
— Se eu der um gelo no Marcos, o Pastor vai vir em cima. Ele é todo sério, todo certinho... você quer mesmo me ver sendo possuída por ele? Quer ver o Pastor pecando com a sua mulher?
Eu perdi o fôlego na hora. Ela nem esperou eu responder e já abocanhou tudo, fazendo aquele barulho molhado que me deixa louco. Ela fazia o boquete olhando fixo pra mim, parando de vez em quando só pra provocar mais:
— Eu vou amanhã na reunião bem sutil, Paulo... Vou colocar aquela saia que, quando eu sento, ela sobe só um pouquinho, o suficiente pra ele ver que eu tô só de calcinha fio dental. Vou sentar bem na frente dele e cruzar as pernas devagar. Vou deixar ele ver que a "irmã Natielly" tá exalando desejo.
Ela voltou a chupar com força, usando a língua, fazendo um vácuo que me fazia grudar a mão no cabelo ruivo dela. Entre um movimento e outro, ela soltava:
— Vou chegar perto dele pra pedir uma oração e vou deixar meu peito encostar no braço dele "sem querer". Vou sentir o pau dele acordar debaixo daquela calça social enquanto ele tenta falar. Você quer que eu leve ele pro quartinho dos fundos da igreja, amor? Quer que eu deixe o Pastor tirar minha calcinha naquele silêncio?
Eu só conseguia gemer, vendo a minha mulher, a professora evangélica, planejando como ia levar o homem mais respeitado da igreja pro mau caminho enquanto me deixava seco de tanto tesão.
— Eu vou ser a perdição dele, Paulo... E você vai ver tudo de perto, fingindo que é o marido exemplar, enquanto eu viro a putinha do Pastor.
Ela intensificou o ritmo, a cabeça subindo e descendo rápido, focada em me fazer gozar só de imaginar a cena do altar sendo profanado.
O jato foi forte e pegou direto no rosto dela, sujando aquele batom que ela tinha acabado de retocar. A Natielly nem piscou, ficou ali parada, ajoelhada, deixando o leite escorrer pela bochecha e pelo canto da boca, com aquele olhar de quem sabe exatamente o poder que tem sobre mim.
Ela limpou um pouco do rastro com o dedo, levou à boca devagar e deu aquele sorriso de lado, me encarando com uma malícia que não tinha nada de "irmã da igreja".
— Nossa, amor... você tava carregado, né?
ela disse, a voz bem baixinha e provocante.
— Só de imaginar o Pastor Gilberto perdendo a linha comigo amanhã você descarregou assim?
Ela se aproximou mais, sentando nos calcanhares, e passou a mão suja de leite no meu peito, me fazendo arrepiar todo mesmo depois de ter gozado.
— Fala a verdade pra mim, Paulo...
ela sussurrou no meu ouvido, enquanto a mão dela descia de leve.
— Você tá com aquele tesão de corno, não tá? Aquele fogo de saber que sua mulher tá sendo marcada pelo Marcos e agora tá planejando como vai dar pro Pastor?
Ela deu uma risadinha safada e continuou:
— Você gosta de me ver assim, né? Suja, marcada, sendo a putinha dos outros enquanto você assiste de camarote. Amanhã, quando o Pastor estiver orando por mim e a mão dele começar a tremer porque ele tá vendo meu decote, você vai estar lá atrás, vendo tudo, morrendo de tesão de saber que eu sou sua, mas que qualquer um desses homens morreria pra estar no seu lugar.
Ela passou a língua nos lábios, limpando o resto do gozo.
— Esse é o seu vício, né, meu amor? Ser o dono da mulher que todo mundo quer foder. E eu adoro ser essa mulher pra você.
Eu fiquei ali, jogado na poltrona, recuperando o fôlego enquanto olhava para ela. A Natielly parecia um anjo caído, com o meu leite secando no rosto e aquele olhar de quem tinha acabado de descobrir o segredo mais sujo do mundo.
— Tenho, Naty. Tenho muito
confessei, a voz ainda meio falha.
— Ver você desse jeito, com o corpo marcado por um e planejando o próximo, me deixa louco.
Ela se levantou devagar, sem pressa de se limpar. Caminhou até o espelho e ficou se admirando, passando a mão pelo quadril onde a marca da mão do Marcos ainda estava bem visível, um roxo que contrastava com a pele branca dela.
— Então o plano tá de pé
ela disse, sem tirar os olhos do próprio reflexo.
— O Marcos vai mandar mensagem daqui a pouco, querendo saber se eu já parei de mancar. Eu não vou responder. Vou deixar ele no vácuo a noite inteira. Ele vai surtar achando que eu contei pra você ou que eu não aguentei o tranco.
Ela se virou para mim, com um sorrisinho travesso.
— E amanhã, na igreja, o show é do Pastor. Eu vou usar aquele perfume que você gosta, aquele bem doce que gruda na roupa de quem chega perto. Quando ele vier me dar a paz do Senhor, eu vou abraçar ele um pouco mais forte, apertando meus seios no peito dele, só pra ele sentir o calor.
Naty chegou perto de mim de novo e sentou no meu colo, nua, sentindo o resto do meu gozo entre nós dois.
— Eu vou dizer pra ele que tô precisando de um aconselhamento espiritual em particular. Que o meu casamento tá passando por uma fase "intensa" e que eu me sinto... confusa. Quero ver a cara dele tentando manter a pose de santo enquanto olha pra minha boca.
Ela pegou o celular e jogou na minha mão.
— Toma. Se o Marcos ligar, você não atende. Só visualiza pra ele ver que o celular tá na mão, mas que eu não quero falar com ele. O gelo começou agora, Paulo. O Marcos vai ser o nosso brinquedo de luxo, mas o Pastor... o Pastor vai ser o nosso troféu de amanhã.
Eu puxei ela pela nuca e dei um beijo daqueles, sentindo o gosto de tudo o que a gente tinha acabado de aprontar. O tesão de corno não era só um sentimento, era o que mantinha a gente vivo agora.
— Amanhã você vai ser a perdição daquela igreja, Naty. E eu vou estar na última fila, só filmando na mente cada vez que o Pastor engolir seco olhando pra você.
A Natielly deu uma risadinha e se levantou do meu colo, indo em direção à cômoda. Ela pegou o vestido azul, aquele que a gente tinha separado. O tecido era fino, um pouco brilhante, e quando ela colocou na frente do corpo, dava pra ver que ia marcar cada centímetro daquela raba que o Marcos deixou dolorida.
— Paulo, me ajuda aqui
ela disse, de costas pra mim.
Eu levantei e fui fechar o zíper. A pele dela estava quente. Quando o zíper subiu, o vestido grudou no bumbum dela de um jeito que a marca roxa da mão do Marcos sumiu, mas o volume ficou ali, gritando pra quem quisesse ver.
— Olha como tá justo, amor...
ela sussurrou, se olhando no espelho e dando uma empinadinha.
— O Pastor Gilberto vai ficar doido. Ele sempre fala que o corpo é o templo do Espírito Santo, mas quando ele vir esse "templo" balançando na frente dele, o sermão dele vai sumir da cabeça na hora.
Ela se virou, passando as mãos pelo vestido, descendo até as coxas.
— O gelo no Marcos já tá funcionando. O celular tá vibrando sem parar ali na mesa. Ele tá mandando áudio atrás de áudio, querendo saber por que eu não respondo, perguntando se eu tô com raiva do tapa que ele me deu. Mal sabe ele que o tapa agora é o que mais me dá tesão pra focar no próximo.
Naty pegou a bolsa da igreja e começou a conferir as coisas, mas com aquele jeitinho de quem tá planejando um crime.
— Amanhã eu vou sentar bem no corredor, Paulo. Onde o Pastor passa pra subir no púlpito. Vou deixar minha Bíblia cair bem na hora que ele estiver vindo, só pra eu ter que me abaixar devagar na frente dele. Quero que ele veja o contorno de tudo por baixo desse vestido azul.
Ela chegou perto de mim e me deu um selinho, deixando o gosto do batom dela.
— Você vai estar lá, né? Bem quietinho, com aquele seu terno de advogado sério, só observando sua mulher santinha corromper o homem de Deus. Quero que você veja quando ele começar a suar no altar.
Eu olhei pra ela e senti o pau acordar de novo. A ideia da Naty sendo sutil e perigosa na igreja era mil vezes mais excitante que a brutalidade do Marcos.
— Vou estar lá sim, Nati. Não perco por nada o momento que o Pastor Gilberto descobrir que a ovelha mais bonita do rebanho dele é, na verdade, a maior perdição.
Ela sorriu, apagou a luz do quarto e disse:
— Então vamos dormir, amor. Preciso estar descansada pra pecar com classe amanhã. E deixa o celular do Marcos vibrar até a bateria acabar. O dono da bola sempre será você... e amanhã, o Pastor vai ser o nosso convidado especial.
