Inesperado com a vizinha

Um conto erótico de Lucas
Categoria: Heterossexual
Contém 2352 palavras
Data: 31/05/2026 11:32:31

O sábado amanheceu preguiçoso em Resende, Rio de Janeiro. Lucas, 25 anos, acordou sem grandes expectativas. Não era o tipo considerado bonitão — rosto comum, corpo mediano — mas tinha algo que sempre o salvou: um bom papo. E, nas suas medidas íntimas, carregava um pau de cerca de 19 cm, nada descomunal, mas suficiente para causar impacto quando necessário.

A rotina estava monótona. Faculdade de Direito em pausa, a quarentena tornando os dias iguais. Ele mal sabia que aquele sábado seria marcado a fogo em sua memória.

Tudo girava em torno de Camila. Sua vizinha, sua melhor amiga. Trinta e um anos bem vividos e melhor distribuídos. Baixinha — não passava de 1,60m —, branquinha como porcelana, com cabelos castanhos longos que chegavam à cintura. Mas era o corpo que parava o trânsito. Peitos fartos e naturais, que mesmo sob uma blusa simples desenhavam curvas generosas. Uma cintura fina que se abria em quadris largos e uma bunda redonda, empinada, que desafiava qualquer calça jeans. Um verdadeiro tesão de mulher.

Lucas a reencontrara num baile funk meses antes, depois de seis anos sem contato. Ela dançava com uma sensualidade inata, seus quadris girando ao som da batida, e naquele momento, um interruptor se acendeu na mente dele. O tesão brotou instantâneo, voraz. Mas a vida, irônica, transformou a atração em amizade sólida. Cresceram juntos no mesmo bairro, tinham histórias em comum. Virou a irmã que ele nunca teve, mas com um detalhe: ele a desejava com uma intensidade que às vezes o assustava.

Muitas tardes de calor, ele a convidava para a piscina. Ela sempre aceitava, aparecendo com biquínis minúsculos que eram quase crimes públicos. Peças tão reduzidas que mais pareciam tiras de tecido. Ele lembrava de um específico, vermelho, que deixava a maior parte dos seios de fora e as nádegas completamente expostas. Ela pedia, com inocência (ou não), que ele ajudasse a ver se a marquinha do sol estava igual. Ele ficava atrás dela, os olhos fixos naquela bunda perfeita, na linha do biquíni que desaparecia entre as nádegas, e fingia analisar a marca do sol enquanto seu pau endurecia dolorosamente dentro do shorts.

Assim que ela ia embora, ele corria para o banheiro, tirava o celular e abria a foto que secretamente tirara dela de costas — a imagem daquela bunda redonda, úmida da piscina, com a marca clara do biquíni — e se masturbava freneticamente, imaginando como seria tocar aquela pele, morder aquelas curvas.

Ela, por sua vez, tinha uma confiança nele que beirava a tortura. Contava tudo sobre sua vida sexual, sem citar nomes, mas com detalhes explícitos que o deixavam maluco.

“Lucas, você não imagina o que fiz ontem…”, começava ela, tomando um vinho na varanda dele. E então descrevia encontros, posições, gemidos, o tamanho dos caras, o que fazia, o que pediam. Lucas ouvia, sorrindo, mantendo a compostura, enquanto por dentro sua imaginação fervia. Olhava para seus lábios carnudos imaginando-os envoltos em seu pau, para seus seios imaginando-os em suas mãos.

Mas ele tinha respeito. Ela era sua amiga. Até que chegou aquele sábado.

Combinaram de sair, só os dois. Um bar tranquilo, música ao vivo, cerveja gelada. Camila chegou com um vestido preto justíssimo, decotado, que deixava a maior parte dos seus seios à mostra. Os saltos altos alongavam suas pernas já perfeitas. Lucas quase engasgou no primeiro gole.

A noite fluía com conversas e risadas. A amizade, sólida. Até que Júnior chegou.

Júnior, 34 anos, amigo de Camila. E ele era, de fato, o oposto de Lucas. Bonitão no estilo clássico: alto, forte, com um físico que denunciava horas de academia. Cabelos bem cortados, rosto com traços definidos, uma confiança que emanava. O tipo que chamava atenção.

E a presença dele mudou Camila instantaneamente. Sua postura se alterou. Ficou mais solta, mais ousada. Suas risadas ficaram mais altas, seus toques mais frequentes. Ela parecia acesa. E Júnior, com seu jeito descontraído, parecia alimentar esse fogo, deixando-o acesso, provocando.

Lucas observava, bebendo sua cerveja, sentindo um nó de ciúmes e tesão se formar no estômago. Até que, em um momento, Júnior puxou Camila para dançar. Não era uma dança qualquer. Ela encostou seu corpo nele, seus quadris grudadinhos nos dele, seus braços envolvendo seu pescoço. E então, sem qualquer cerimônia, Júnior a beijou.

Foi um beijo profundo, intenso, cheio de língua. Camila respondeu com igual fervor, suas mãos agarrando o rosto dele. Lucas ficou paralisado, a cerveja esquecida na mão. Seu pau endureceu instantaneamente, pressionando a bermuda. Era uma cena ao mesmo tempo dolorosa e excitante. Ver a mulher que ele desejava há tanto tempo sendo beijada daquela forma, com tanta paixão, por outro homem.

Júnior não ficou muito tempo. Deu um beijo final em Camila, um tapa amigável nas costas de Lucas, e foi embora. A energia, porém, permaneceu.

Eles ficaram sozinhos novamente. O clima havia mudado. O ar estava carregado de uma tensão sexual palpável. As conversas, antes leves, começaram a esquentar.

“Ele é intenso, né?” Camila comentou, os lábios ainda inchados do beijo.

“Parece”, respondeu Lucas, tentando soar neutro.

“Às vezes uma pessoa chega e… acende algo, sabe?”

Lucas sabia. Ele estava aceso há meses.

Decidiu jogar sujo. Aproveitou o embalo.

“Falando nisso… tem alguma bebida que te deixa com mais tesão?” perguntou, tentando soar casual.

Camila olhou para ele, seus olhos castanhos brilhando sob a luz fraca do bar.

“Vodka”, ela respondeu, sem hesitar. “Vodka me solta completamente.”

Esperou um momento, então propôs:

“Então vamos tomar caipirinha de vodka. Duas cada. O que acha?”

Ela sorriu, um sorriso que não era mais apenas de amiga.

“Vamos.”

As duas caipirinhas de vodka desceram suaves, mas potentes. A bebida acendeu ainda mais o fogo entre eles. Na volta para casa, no carro de Lucas, o tesão era quase físico. Ele dirigia com uma mão, a outra no volante, mas sua mente estava em outro lugar. Camila no banco do passageiro, seu vestido subindo cada vez mais nas coxas, seus seios quase escapando do decote.

Ela falava sobre experiências sexuais passadas, detalhes cada vez mais íntimos. Lucas, com o pau latejando dentro da bermuda, mal conseguia prestar atenção.

Chegaram à rua tranquila onde ambos moravam, casas simples de bairro residencial. Era quase duas da manhã. A rua estava deserta, silenciosa, apenas iluminada por postes de luz amarela.

Pararam em frente à casa dela. O momento do adeus.

Ela desceu do carro, um pouco instável devido à vodka. Lucas desceu também, foi até a porta com ela.

“Foi divertido hoje”, ela disse, seu rosto próximo ao dele.

“Muito”, ele concordou, sua voz um pouco rouca.

Deram um abraço. Um abraço que deveria ser amigável. Mas Lucas estava com o pau tão duro que era impossível disfarçar. Ele pressionou contra ela sem querer, durante o abraço.

Camila sentiu. Ele percebeu pelo leve arregalar de seus olhos, pela súbita tensão em seu corpo. Ela não se afastou. Pelo contrário, ficou parada, seu corpo macio ainda pressionado contra o dele.

Lucas não se conteve. Inclinou a cabeça e capturou seus lábios.

O beijo começou hesitante. Ela resistiu por um segundo, os lábios tensos. Mas então algo cedeu. Sua boca se abriu, sua língua encontrou a dele. O beijo se aprofundou, tornou-se voraz, desesperado. Mãos se agarrando, corpos se pressionando.

Ela quebrou o beijo, ofegante.

“Lucas, não… somos amigos…”

“Eu sei”, ele sussurrou, seus lábios ainda próximos dos dela.

“E se eu gostar? Vou querer o tempo todo”, ela disse, sua voz um misto de medo e desejo.

“Então vamos fazer você gostar”, ele respondeu, ousado.

Ele a puxou para mais perto, suas mãos desceram para sua bunda, apertando aquelas nádegas perfeitas através do vestido. Ela gemeu baixinho.

“Vem pra minha casa”, ele implorou.

Ela hesitou, olhando para a casa escura dela.

“Pra que ir na sua casa…”

Ela então se aproximou mais, seus lábios quase tocando seu ouvido. Seu hálito quente, doce de vodka e frutas, invadiu seus sentidos.

“Pra que ir na sua casa…”, ela sussurrou, sua voz grossa de tesão, “…se podemos fazer aqui mesmo?”

Antes que ele pudesse processar, ela se ajoelhou.

Ali. No meio da calçada. Às duas da manhã. Com a rua deserta, mas não totalmente vazia.

Lucas olhou em volta, paralisado. Mas o tesão foi mais forte. Camila, de joelhos no concreto, olhou para cima, seus olhos escuros brilhando com uma malícia safada. Suas mãos foram para o zíper de sua bermuda.

“Deixa eu ver esse pau que você tanto esconde”, ela sussurrou.

Ela puxou o zíper, abriu a bermuda, e puxou sua cueca para baixo. Seu pau saltou para fora, já completamente ereto, veias saltadas, a cabeça inchada e roxa.

“Ah, Lucas…”, ela murmurou, admirando. “É maior do que eu imaginava.”

E então, sem mais cerimônia, ela abriu a boca e o envolveu.

O calor foi instantâneo. A boca dela era quente, úmida, perfeita. Ela não hesitou — levou-o até a garganta em um movimento rápido, fazendo Lucas gemer alto. Suas mãos agarravam suas nádegas, puxando-o para mais perto, enquanto sua cabeça começou a se mover para frente e para trás.

Lucas olhou para baixo, vendo aquela visão surreal: Camila, sua vizinha, sua melhor amiga, de joelhos no meio da rua, com seu pau enorme na boca. Seus cabelos castanhos balançavam com o movimento, seus lábios envoltos em seu membro. O som úmido de sua boca subindo e descendo era obsceno.

Ela era habilidosa. Usava a língua de maneira experiente, massageando a parte inferior do pau a cada descida. Suas mãos brincavam com suas bolas, apertando suavemente.

“Caralho, Camila…”, ele gemeu, suas mãos enterrando-se em seus cabelos.

Ela aumentou o ritmo, engolindo-o cada vez mais fundo, até que ele sentiu a cabeça bater no fundo de sua garganta. Ela não engasgou — apenas olhou para cima, seus olhos lacrimejando um pouco, e continuou.

Mas então ela parou, tirando seu pau da boca com um ‘pop’ audível.

“Aqui não é lugar”, ela disse, ofegante. “Vem.”

Ela se levantou, pegou sua mão e o puxou para dentro do pequeno jardim da frente, depois para a varanda fechada da casa dela. Era uma varanda pequena, com alguns vasos de plantas e um banco de madeira.

“Senta”, ela ordenou.

Lucas sentou no banco, seu pau ainda exposto e latejando. Camila olhou ao redor, e então seus olhos pararam na casa ao lado. Lucas seguiu seu olhar — e viu. Na janela do vizinho, uma silhueta. Alguém estava olhando. O voyeurismo, a sensação de ser observado, fez seu tesão aumentar ainda mais.

Camila sorriu, um sorriso safado e perverso.

“Deixa ele ver”, ela sussurrou.

Ela então, ali na varanda semiaberta, com o vizinho possivelmente observando, abaixou o short que Lucas ainda tinha parcialmente abaixado. Ela não estava usando calcinha sob o vestido. Sua buceta estava exposta — limpa, com apenas uma fina listra de pelos castanhos escuros. Os lábios eram carnudos, rosados, já úmidos.

Ela então sentou nele.

Lucas gemeu alto quando ela o envelopou. Ela estava apertada, quente, incrivelmente úmida. Ela desceu completamente, tomando todo seu pau em uma só descida, até que suas nádegas encostaram em suas coxas.

“Ah, meu Deus…”, ela suspirou, seus olhos se fechando por um segundo.

Ela começou a se mover, seus quadris girando lentamente. Lucas agarrou sua cintura, sentindo os músculos de seu abdômen se contraírem. Seus olhos estavam fixos no rosto dela — seus lábios entreabertos, seus olhos meio fechados em êxtase.

“Olha pra mim”, ela ordenou, abrindo os olhos.

Ele obedeceu. Ela então começou a cavalgá-lo com mais força, para cima e para baixo, seu corpo subindo e descendo em seu pau. O som úmido de sua buceta sendo preenchida ecoou na varanda silenciosa.

Lucas olhou para baixo, vendo seu pau entrando e saindo dela. A visão era surreal — seus lábios carnudos se abrindo para recebê-lo a cada descida, os pelos castanhos úmidos de excitação.

“Mais forte”, ela gemeu.

Ele agarrou suas nádegas com força, ajudando-a no movimento, empurrando para cima a cada descida dela. Os corpos deles batiam um contra o outro com um som de pele contra pele.

Camila então inclinou-se para frente, seus seios enormes pressionando contra seu peito. Seus lábios encontraram os dele em um beijo molhado, desesperado. Ele podia sentir o sabor de vodka e sexo em sua boca.

“Eu quero sentir você gozar”, ela sussurrou contra seus lábios.

“Onde?”, ele gemeu.

“Dentro. Quero sentir você jorrar dentro de mim.”

Isso foi o suficiente. Lucas sentiu a tensão se acumulando na base da sua espinha. Seus músculos se contraíram.

“Vou gozar…”, ele anunciou, seus dedos cavando na carne das nádegas dela.

Mas então, no último segundo, Camila levantou-se rapidamente, tirando seu pau de dentro dela com um som úmido. Antes que ele pudesse entender, ela se ajoelhou novamente e envolveu seu pau com a boca.

A sensação da boca quente substituindo a buceta apertada foi quase demais. Ela chupou com uma fúria, uma mão no pau, outra massageando suas bolas.

“Goza na minha boca”, ela ordenou, seus olhos olhando para os dele.

Lucas não resistiu. Com um gemido abafado, sua porra jorrou em jatos grossos e quentes direto na garganta dela. Ela engoliu tudo, sem perder uma gota, seus olhos fechados em concentração. Quando ele terminou, ela limpou os lábios com as costas da mão, um sorriso satisfeito em seu rosto.

“Nenhuma gota pra trás”, ela sussurrou, levantando-se.

Lucas ficou sentado no banco, ofegante, seu corpo tremendo levemente. Camila arrumou seu vestido, passou as mãos pelos cabelos.

“Você é um amigo muito especial”, ela disse, sorrindo.

Ele se arrumou rapidamente, ainda atordoado. Deu um beijo nela, um beijo profundo que sabia a sexo e vodka.

“Até amanhã”, ela disse.

Lucas saiu da varanda, ainda cambaleando. Quando chegou à calçada, viu a porta da casa ao lado se abrir. O tio de Camila, um senhor de meia-idade, saiu para pegar o jornal da manhã. Ele olhou para Lucas, levantou as sobrancelhas, mas não disse nada.

Lucas apenas acenou, um sorriso bobo no rosto, e atravessou a rua para sua casa.

Uma loucura. Uma loucura completa. Mas uma loucura que ele repetiria quantas vezes ela quisesse.

Deitado na cama, o cheiro dela ainda em sua pele, Lucas sorriu no escuro. A amizade colorida começara. E ele mal podia esperar pelo próximo capítulo.

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