As confissões de Ângela

Um conto erótico de Analisador de casadas
Categoria: Heterossexual
Contém 1414 palavras
Data: 31/05/2026 10:19:26
Última revisão: 31/05/2026 10:22:03
Assuntos: Heterossexual

Angela acordava cedo todos os dias na casa grande nos fundos do armazém do marido. Aos quarenta anos, seu corpo era uma tentação ambulante: seios fartos e firmes graças ao silicone, cintura marcada e, principalmente, um bumbum gigante, redondo e empinado que balançava a cada passo, chamando olhares por onde passava. João, seu marido, vinte e cinco anos mais velho, era um homem trabalhador e dedicado, mas o fogo entre eles havia se apagado há tempos. Ele cuidava dos negócios, dormia cedo e mal tocava nela. Angela, porém, tinha fome.

Pela manhã, preparava o café para João, vestindo um robe curto que mal cobria suas coxas grossas. Depois, arrumava-se com capricho: vestidos justos que marcavam cada curva, maquiagem impecável e um sorriso doce que escondia o que realmente se passava em sua mente. Na cidade pequena, todos comentavam. “Angela é infiel”, sussurravam nas filas do mercado e nas portas das casas. Ela sabia, mas fingia não ouvir. Ia à missa três vezes por semana, sempre pontual, com a Bíblia na mão e o olhar baixo, imagem perfeita da esposa devota.

Sua rotina era meticulosa. De manhã, ajudava no armazém, atendendo clientes com gentileza enquanto sentia os olhares dos homens mais novos sobre seu corpo. À tarde, encontrava tempo para seus “pecados”. Naquela semana, tinha sido com o entregador novo, um rapaz forte de vinte e oito anos. Aconteceu rápido, no depósito dos fundos: ele a prensou contra as caixas, levantou seu vestido e meteu com força, segurando aquele rabo gigante com as duas mãos enquanto ela mordia o próprio braço para não gemer alto demais. Gozou duas vezes antes de ele terminar dentro dela, quente e grosso.

No fim da tarde de sexta, Angela se arrumou para a confissão. Vestiu um vestido preto simples, mas justo o suficiente para realçar seus atributos, colocou um crucifixo no pescoço e caminhou até a igreja. O ar estava quente, e ela sentia o corpo ainda sensível da transa recente. Sentou-se no banco de madeira, esperando sua vez.

Quando o padre a chamou, entrou no confessionário escuro e ajoelhou-se. O cheiro de incenso misturava-se ao seu perfume doce.

— Perdoe-me, padre, porque eu pequei — murmurou, com a voz baixa e levemente rouca. — Faz três dias desde minha última confissão.

O padre suspirou do outro lado da grade, já conhecendo o padrão.

— Conte-me, minha filha.

Angela umedeceu os lábios, sentindo um calor subir entre as pernas só de relembrar.

— Eu traí meu marido novamente, padre. Ontem, no armazém... Eu deixei que um homem mais jovem me pegasse por trás. Ele era forte, com mãos grandes. Eu estava curvada sobre umas caixas quando ele puxou minha calcinha pro lado e enfiou tudo de uma vez. Meu Deus, padre... eu gemi baixinho pedindo pra ele meter mais fundo. Ele segurava meu rabo com força, apertando, abrindo, enquanto me comia com vontade. Eu gozei duas vezes, tremendo inteira, e quando ele gozou dentro de mim, senti aquele jorro quente enchendo minha buceta. Eu ainda estava latejando quando voltei pro balcão atender os clientes, com o esperma escorrendo pela minha coxa.

Ela fez uma pausa, respirando mais pesado. Seus mamilos estavam duros por baixo do vestido, roçando no tecido.

— Não foi a primeira vez, padre. Na semana passada foi com o rapaz da padaria. Ele entregou o pão la em casa e acabou me fodendo na cozinha, em cima da mesa. E antes disso... o mecânico do posto. Eu fui buscar o carro do João e acabei chupando ele no banheiro, engolindo tudo. Eu sei que é pecado, padre. Mas eu não consigo parar. Meu corpo pede. Meu marido quase não me toca mais, e quando toca é rápido, sem vontade. Eu preciso disso... preciso sentir um homem me desejando de verdade, me usando, me enchendo.

Angela apertou as coxas uma contra a outra dentro do confessionário, sentindo a calcinha úmida. Sua voz ficou ainda mais baixa, quase um sussurro:

— Me diga, padre... quanto tempo de penitência eu vou precisar dessa vez?

Do outro lado da grade, o silêncio foi longo. A respiração do padre estava pesada, entrecortada. Ele havia ouvido aquelas confissões tantas vezes que seu corpo já não resistia mais. O pau dele, um monstro grosso e venoso, inchou dolorosamente dentro da batina. Com as mãos trêmulas de tesão acumulado, o padre abriu o hábito, segurou aquela rola gigantesca e a empurrou através da grade de madeira, deixando a cabeça grossa e roxa aparecer do lado de Angela.

Ela arregalou os olhos, abismada e assustada ao mesmo tempo. Aquele pau era enorme, bem maior do que qualquer coisa que já tinha visto ou sentido. Mesmo segurando com as duas mãos, ainda sobrava quase um palmo inteiro de rola grossa, latejando, com veias saltadas.

— Nossa, padre... que pauzão — murmurou ela, chocada, a voz rouca de desejo. — Meu Deus do céu... é tão grosso... tão grande... Eu não esperava isso do senhor...

Angela lambeu os lábios, o medo inicial se transformando rapidamente em pura luxúria. Suas mãos começaram a punhetar devagar, sentindo o calor e a rigidez daquele monstro.

— Olha o tamanho disso... mal cabe nas minhas mãos... Tá pulsando tanto... O senhor também é um pecador, hein, padre? Guardando essa arma escondida o tempo todo enquanto me ouve confessar...

Ela acelerou um pouco o movimento, girando as mãos ao redor da grossa cabeçona, espalhando o pré-gozo que já escorria.

— Eu quero chupar, padre... Por favor... Deixa eu colocar essa glande enorme na boca? Eu quero passar a língua bem devagar nela, sentir o gosto...

Angela se aproximou mais da grade, ainda de joelhos, e esticou a língua rosada, lambendo lentamente a cabeça inchada em círculos largos, saboreando o líquido salgado que vazava da fenda. Seus olhos subiram, cheios de tesão, enquanto continuava punhetando a base com as duas mãos.

De repente, o padre soltou um gemido rouco e abafado. Seu corpo inteiro estremeceu violentamente. Sem qualquer aviso, o pau gigantesco pulsou com força entre as mãos dela e explodiu.

O primeiro jato foi absurdamente potente — um jorro grosso, quente e abundante que invadiu a boca de Angela de uma só vez, enchendo-a completamente até transbordar pelos cantos dos lábios. O sabor forte e salgado tomou sua língua enquanto ela tentava engolir desesperadamente. Antes que pudesse recuperar o fôlego, vieram mais jatos, longos e poderosos, pintando seu rosto inteiro: bochechas, nariz, testa e queixo ficaram cobertos por uma camada espessa e cremosa de esperma. Parte do sêmen escorreu pelos seus cabelos loiros, grudando os fios e pingando em seu decote. O volume era impressionante, como se o padre estivesse descarregando semanas, talvez meses, de desejo reprimido.

Angela gemia baixinho, excitada e surpresa, sentindo o calor viscoso escorrendo por sua pele enquanto continuava segurando aquele monstro latejante.

Quando finalmente parou, o padre respirava com dificuldade do outro lado da grade. Após alguns segundos de silêncio, sua voz saiu grave e autoritária:

— Como penitência, minha filha... você vai rezar cinquenta Ave-Marias e cinquenta Pai-Nossos todos os dias durante uma semana. E vai voltar aqui na próxima sexta para nova confissão. Agora vá e não peque mais... por enquanto.

Angela, com o rosto e cabelo melados de porra, limpou o que pôde com as mãos, engolindo o resto que ainda estava na boca. Saiu do confessionário discretamente, com o coração disparado, e foi direto para o banheiro da igreja. Olhou-se no espelho: seu rosto estava marcado por fios grossos de esperma, o rímel levemente borrado, fios loiros grudados. Lavou-se o melhor que pôde com água e sabonete, secando com papel toalha, mas ainda sentia o cheiro forte e o gosto persistente dele na língua.

Já em casa, enquanto caminhava de volta ao armazém, Angela não conseguia parar de pensar no que havia acontecido. “Meu Deus... o padre tem um pau daqueles... tão grosso, tão pesado, tão quente. A quantidade de porra que ele gozou foi absurda... senti jatos fortes batendo no fundo da minha garganta, enchendo minha boca, escorrendo pelo meu rosto todo. Ainda sinto o gosto dele, salgado e forte.”

Um sorriso safado surgiu em seus lábios enquanto balançava o quadril generoso pela rua. “Eu deveria me sentir culpada... mas só consigo pensar em voltar na sexta. Queria ter colocado mais daquela rola na boca... ou quem sabe sentir ele me fodendo por trás, segurando meu rabo gigante com aquelas mãos enquanto mete fundo. João nunca vai descobrir. E se descobrir... talvez até goste de me ver assim, toda melada e usada.”

Ela apertou as coxas, sentindo a calcinha molhada novamente, já ansiosa pela próxima confissão.

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