A Ninfeta Gostosa! — Criado por Will Safado.

Um conto erótico de Will Safado
Categoria: Heterossexual
Contém 1820 palavras
Data: 30/05/2026 20:50:34

E aí, meus caros leitores(as), tudo bem com vocês? Este conto erótico tem apenas uma única parte.

A Ninfeta gostosa!

Fechei a loja, herança do meu pai, que administro muito bem. Atravessei a rua e entrei em casa. Estava ansioso e curioso. Desejava saber quem era a garota linda, cabelos compridos e presos, que vi chegar e entrar em minha casa, meia hora atrás. A loja fica em frente à minha residência.

A primeira coisa que reparei foi sua bunda redonda, apertada na calça jeans. O corpo com curvas perfeitas, as coxas bem torneadas, bem gostosinha. Mas não a vi sair.

— Quem é esse tesão? — pensei.

Mal entrei, e minha mãe me apresentou àquele pitel. Era Júlia, sua afilhada. Veio do interior visitar a madrinha e passar as férias na capital. Tímida, 19 anos de idade, mal falava. Tinha um tom de voz sensual. Fiquei encabulado com a novidade. Seria bom almoçar e jantar com uma presença feminina à mesa, além da minha mãe, é claro.

Logo na segunda noite, aconteceu algo que serviu para criar uma cumplicidade erótica entre a gente. Cheguei em casa antes do horário normal. Minha mãe estava preparando o jantar. Cumprimentei-a e fui ao banheiro.

Percebi logo que alguém acabara de tomar banho. Suspirei, imaginando Júlia, aquele pitel, nua, com a água escorrendo pelo corpo. Fui até o meu quarto devagar. Eu o tinha cedido para Júlia enquanto ela estivesse na minha casa.

Se fosse outra pessoa, eu teria ficado contrariado. Foi minha mãe quem sugeriu isso — ou melhor, ordenou, kkk. Mas, como era para essa gostosa da Júlia, concordei em ficar no sofá. Isso nem era um problema; eu frequentemente já dormia nele mesmo, kkk.

Assim que abri a porta, parei, paralisado pela visão maravilhosa. Ela estava diante do espelho da porta do guarda-roupa, só de calcinha. Segurava os peitinhos, que eram pequenos, como se estivesse avaliando o próprio corpo.

Caralho, como ela é gostosa. Puta que pariu.

Ao perceber minha presença, cobriu os seios com as mãos. O rosto avermelhou na hora. Pediu desculpas e saiu apressada. Mas, antes de sair, seu olhar abaixou, e tenho certeza de que notou o volume do meu pau duro sob a calça.

Pediu desculpas novamente, e pensei: porra, por que ela pediu desculpas? Afinal, o errado era eu.

Nos dias seguintes, trocávamos olhares de cumplicidade, pois não comentamos o ocorrido com a minha mãe. ocorrido esse que se repetiu três dias depois. Ela ficou vermelha novamente e me pareceu bastante interessada no volume sob minha calça.

Por causa do sorriso envergonhado e do brilho de excitação em seu olhar, sussurrei quando ela passou por mim, com a fragrância do sabonete emanando de seu corpo:

— Você é linda. Que vontade de beijar os seus seios.

— Mentiroso — respondeu em um fio de voz, com um olhar malicioso, mesclado de pudor.

E assim os dias foram passando. O tesão contido nos envolvia, mas não tínhamos oportunidade de ficar sozinhos. Ela fugia, me evitava, mas era impossível disfarçar que também me desejava. Deixava isso transparecer em muitos momentos: em cruzadas de pernas que mostravam a calcinha e em olhares cheios de desejo.

Sua presença estava me enlouquecendo de tesão. Tomei coragem, encostei-me em seu corpo, o pau duro latejando sob a calça, e murmurei, intimidando-a:

— Me ajuda na loja amanhã?

Ela se afastou, as narinas dilatadas, respirando com dificuldade, mas respondeu que sim e correu para o quarto.

Fui dormir tendo sonhos eróticos. Era tudo ou nada. Se demorasse muito, ela voltaria para sua cidade sem que eu conseguisse lhe dar um beijo. Eu já tinha perdido tempo demais. Isso porque minha mãe havia me intimidado a ficar longe de sua afilhada e respeitá-la. Mas, afinal, o tesão falou mais alto. Um tesão que era correspondido.

Na manhã seguinte, lá estava Júlia, com um vestido curto a salientar sua sensualidade. Havia em seu olhar um misto de medo e ansiedade. Conversávamos em um papo meio sem nexo, mas, aos poucos, fui colocando malícia. Ela sorria envergonhada, mas não fugia do assunto.

Felizmente, minha mãe havia saído para resolver algo no banco. Isso me dava tempo suficiente para tentar fazer o que eu queria com a gostosa da Júlia.

Descobri que ela tinha um enorme complexo por causa dos seios pequenos. De fato, eram bem pequenos. Por causa desse complexo, evitava namorar.

Disse-me baixinho, com os olhos baixos, que eu tinha sido o primeiro a olhar para eles com tesão.

— Seus seios são lindos. Desde que os vi, sonho em beijá-los. Tenho alguma chance? — perguntei, insinuante, sedutor.

Ela umedeceu os lábios, baixou a vista e falou:

— Não. Tenho medo. Ainda sou virgem. Se deixar fazer isso, vai querer transar.

— Querer, eu quero, mas fico feliz em beijar seus seios, senti-los em minha boca. Juro que depois você vai ter uma relação melhor com esses peitinhos tão lindos — disse, mentindo e sabendo perfeitamente que, se ela me deixasse chupar seus seios, dificilmente eu iria resistir à tentação de me entregar completamente à situação.

Ela sorriu, satisfeita ao ouvir meus elogios. Incentivado pelo sorriso, olhei ostensivamente para sua bunda e fiz um carinho safado nela. Sentia a certeza de que ela já estava disposta a aceitar minhas carícias.

— Você é um tesão, Júlia — acrescentei, com um suspiro.

Seus olhos brilharam ainda mais.

— É mesmo? De verdade? — perguntou, passando a mão sobre a coxa e subindo um pouco o vestido.

Apesar da atitude provocante, tinha no rosto uma expressão de vergonha e satisfação. Peguei sua mão e a puxei, encostando meu corpo no dela. Ela respirou fundo, com um olhar meio assustado, mas não fugiu. Pelo contrário, apertou-se contra mim. Seu rosto era puro êxtase.

Segurando minha cintura, esfregou o corpo contra o meu. Com o rosto corado, enfiei a mão por baixo do vestido.

— Não, não, William, eu sou virgem.

Calei-a com um beijo. Ela se afastou logo depois, com o rosto queimando.

— Alguém pode entrar — falou finalmente, sem conseguir disfarçar a excitação que a consumia.

— Vou fechar a loja. FODAM-SE os clientes.EU QUERO VOCÊ.

Ela ficou hesitante, mas não se opôs. Não ofereceu qualquer resistência quando abaixei a porta da loja, trancando-nos lá dentro.

Docemente, permitiu que eu lhe tirasse o vestido e beijasse seus seios. Arranquei-lhe gemidos de prazer. Tirei a minha roupa também, e ela caiu de joelhos diante de mim.

— Apenas carícias, tá? — falou, com a respiração ofegante.

Sua mão tremia quando me tocou. A princípio, seus movimentos eram tímidos, mas depois ela ganhou confiança.

Arrepiei-me por inteiro. Afastei-me por um instante e observei sua reação. Ela fechou os olhos, entregando-se às sensações do momento.

Ela dizia ser virgem, mas, para alguém tão inexperiente, demonstrava uma desenvoltura que me surpreendia. Pensei nisso, mas não comentei nada.

Ela realmente estava com muito tesão.

— Você está me enlouquecendo. Não acredito que estou fazendo isso — sussurrou, apaixonada, dominada por um desejo incontrolável.

Da masturbação, ela passou ao boquete, e eu falei:

— Ué, não seriam apenas carícias?

Ela respondeu:

— Cala a boca e aproveita.

Então, essa putinha caiu de boca na minha pica. Fazia garganta profunda, engolia o máximo que podia, e aquela performance não era de alguém que se dizia virgem.

Dessa vez, eu não apenas pensei, falei:

— Porra, para quem diz ser virgem, você faz uma puta garganta profunda, hein?

Ela me olhou com o meu pau na boca. Tirou-o por um instante e, enquanto o masturbava, falou:

— Assisto muito pornô. Só faço o que vi. Agora, cale-se.

E eu me calei. Essa ordem eu obedeço sem problemas.

Ela seguiu me mamando até que eu acabei gozando nos peitinhos lindos dela.

Tomada pela excitação, espalhou o esperma nos seios e me intimou:

— Agora me chupe. Chupe bem gostoso e ganhe uma recompensa.

Seu tom de voz era cheio de promessas. Deixara de ser uma gazela assustada. Tomou as rédeas do próprio tesão, tornando-se uma fêmea transpirando desejo por todos os poros.

Não pensei duas vezes. Deitei-me no chão, e ela se sentou com a buceta na minha cara. Passei a chupá-la. Chupei muito aquela bucetinha rosinha, linda, maravilhosa, espetacular, até ela gozar gostoso na minha boca.

Depois disso, ela falou:

— Quero esse pau gostoso no meu rabo. Quero que coma meu cu. Tenho tanta vontade. Sou louca para sentir um pau assim me penetrando. Já coloquei diversas coisas no meu rabinho. Minha buceta ainda é virgem, mas meu cu já experimentou muitos objetos. Agora só falta um pau. O seu pau.

Caralho, fiquei maluco quando ela me disse isso. Puta que pariu.

Ela se colocou de joelhos sobre uma cadeira com um estofado macio, oferecendo o rabo. Peguei o gel lubrificante que eu havia comprado; sabia que poderia comê-la. Passei o gel no seu rabo e na minha rola. Depois, encostei a pica na entrada do seu cu e tremi ao sentir o ânus se apertar. Ela gemeu, tomada pelo êxtase.

Então comecei a penetrá-la lentamente, saboreando aquele momento de intensa volúpia. Delicadamente, fui avançando aos poucos.

— Ah! — ela gemeu. — Acho que vou gozar de novo. Como é gostoso!

Seu corpo foi tomado por espasmos de prazer. Movi a pica dentro dela, provocando novas ondas de excitação. O púbis se chocava contra sua bunda quente e macia.

Descontrolada, gritou, deleitando-se com as sensações que a consumiam.

— Estou gozando, porra! Estou gozando! Que delícia!

Fiquei por muito tempo naquele cuzinho gostoso. Tempo demais. Tempo que a maioria dos homens não conseguiria aguentar. Era um tesão.

Depois de muito tempo, eu também enlouqueci. Gozei pra caralho, um gozo que me paralisou. Sem forças, caí sobre as costas dela, respirando fundo, gemendo demais, o pau pulsando dentro daquele cu deliciosamente apertado.

— Puta que pariu!

Mais tarde, na penumbra da madrugada, fui ao quarto dela, ou melhor, o meu quarto, onde pude possui-la novamente. Chupando sua buceta, lambendo seu grelinho ardente e mostrando-lhe o quanto de prazer um corpo pode proporcionar.

A pica entrou bem gostoso em seu cuzinho novamente, em um ritmo bem intenso, para que ela pudesse apreciar o prazer de ser penetrada. Minha mãe tinha um sono muito pesado e dormia no quarto ao lado, então não nos contivemos.

— Que delícia. Se eu soubesse que era tão gostoso, já teria feito isso há mais tempo. Estou tão feliz por ter conhecido você — ela falou para mim.

Senti-me orgulhoso e respondi:

— Esse seu cu é delicioso, muito gostoso. Eu vou gozar, porra.

Nossos corpos estremeceram em espasmos de êxtase. Nossos rostos estavam tomados por uma lúbrica volúpia. Ela mordia o travesseiro, mal suportando todo o prazer que minha vara lhe provocava.

Todinha enterrada em seu cuzinho, pulsando e ejaculando.

Assim nos tornamos amantes durante todo o tempo em que ela foi hóspede na casa onde minha mãe e eu morávamos. Minha mãe nunca desconfiou de nada. Eu também sempre procurei disfarçar bem.

Durante o período em que Júlia esteve aqui em casa, eu tive duas mulheres: ela e a minha namorada, em quem coloquei muitos chifres. Sinceramente, não me arrependo.

Fim.

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Foto de perfil de Will Safado.Will Safado.Contos: 50Seguidores: 106Seguindo: 31Mensagem Sou um apaixonado por filmes e séries, um verdadeiro amante da literatura. Escrever contos eróticos tornou-se meu passatempo, acabei descobrindo um prazer imenso ao me dedicar a essa atividade. A capacidade de criar narrativas e explorar diferentes facetas da sexualidade tornou-se uma experiência cativante e enriquecedora para mim. Os comentários são bem-vindos, sendo eles elogios ou críticas. Só peço que sejam respeitosos, até porque não tolero desaforo. e-mail para contato: wbdm162025@outlook.com

Comentários

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Estou criando uma nova saga, mas só a postarei quando estiver 100% concluída. Assim, poderei publicá-la sem o risco de deixar a história no meio do caminho.

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Excelente Will, estamos precisando de vc de volta!

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Will, ainda vou ler esse conto, mas quero dizer que sentimos muito sua falta aqui.

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Will Safado!! Vc é fantastico!!

Seja bem vindo de volta!

P.S.: "— Assisto muito pornô. Só faço o que vi. Agora, cale-se."

Rolei de rir hahaha. Show!!

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