Negão arrombou meu cuzinho

Um conto erótico de Larissa
Categoria: Heterossexual
Contém 1058 palavras
Data: 30/05/2026 19:43:41

Meu nome é Larissa, tenho 25 anos e sou casada há três anos com Roberto. Por fora, nossa vida parece perfeita. Moramos num apartamento lindo num bairro nobre, ele é gerente de uma grande empresa e ganha bem, eu trabalho como designer gráfica em home office. Nas fotos do Instagram somos o casal dos sonhos: sorridentes, viajando, sempre arrumados. Mas a realidade dentro de casa é bem diferente.

Roberto é um homem bom, carinhoso, me trata como princesa... mas na cama ele é uma decepção completa. Sexo dura no máximo uns dez minutos, sempre no escuro, sempre na mesma posição missionário, sem oral, sem fogo, sem safadeza. Ele goza, vira pro lado e dorme. Faz mais de um ano que não tenho um orgasmo decente com ele. Meu corpo de 25 anos, com cintura fina, quadril largo, bundinha redonda e empinada, pede muito mais. Eu precisava me sentir desejada, usada, arrombada.

Tudo mudou na noite em que fomos a uma boate. Eu estava vestida pra matar: um vestidinho preto curto e colado, que marcava minha bunda e deixava minhas pernas à mostra. Salto alto, cabelo castanho escuro liso caindo nas costas. Foi lá que eu vi o Paulo.

Ele era o segurança da boate. Negro, alto, musculoso, braços tatuados, olhar de quem come a gente só com os olhos. Nossos olhares se cruzaram várias vezes. Quando fui ao banheiro, passei perto dele no corredor escuro. Ele se inclinou e murmurou no meu ouvido com aquela voz grossa:

— Você é perigosa demais pra estar sozinha por aqui, morena...

Senti um arrepio forte na espinha e uma quentura na buceta. Não respondi, mas sorri. Dias depois, criei coragem e mandei mensagem no Instagram dele. Começamos a conversar. Ele era direto, sem enrolação:

— Quero te comer gostoso quando seu marido não estiver.

Eu ficava molhada só de ler. Depois de duas semanas trocando fotos, áudios safados e promessas pesadas, marcamos quando Roberto viajou a trabalho.

Passei a tarde inteira me preparando como uma puta. Tomei banho demorado, depilei tudo, passei óleo de baunilha na pele bronzeada até ficar brilhando. Escolhi a roupa perfeita pra provocar: um shortinho jeans claro, absurdamente curto e justo, que mal cobria metade da minha bunda. No espelho, de costas, via a curva inferior das nádegas aparecendo toda, a costura enfiada fundo na fenda. Coloquei uma cropped branca justa e saltos pretos de 12cm que deixavam meu rebolado insano.

Quando a campainha tocou, minha buceta já estava latejando.

Abri a porta. Paulo me olhou de cima a baixo como se quisesse me devorar.

— Caralho, Larissa... que porra é essa? — disse ele com a voz rouca, entrando e fechando a porta. — Você tá vestida pra ser comida mesmo. Olha esse shortinho enfiado na sua bundinha... tá parecendo uma vadiazinha de luxo.

Sorri safada e dei uma voltinha lenta, rebolando bem devagar nos saltos.

— Gostou? Comprei só pra você. Meu marido nunca me viu assim... nem imagina que eu fico molhada só de pensar em você me arrombando.

Paulo veio por trás, colou o corpo grande e quente no meu e agarrou minha bunda com as duas mãos, apertando forte.

— Tá sem calcinha, né sua safada? — murmurou no meu ouvido, mordendo o lóbulo. — Posso sentir sua bucetinha quente e molhada roçando no jeans. Tá pingando desde quando, Larissa?

— Desde que comecei a me arrumar... — respondi gemendo baixinho. — Fiquei imaginando você me jogando no sofá e me fodendo como uma puta.

Ele apertou mais, separando minhas nádegas por cima do shortinho, e esfregou o pau duro contra mim.

— Tira esse shortinho agora. Bem devagar. Quero ver essa bundinha branca aparecendo.

Virei de costas, empinei e desci o shortinho bem lento, rebolando. Minhas nádegas saltaram livres, redondas e macias. O shortinho ficou preso nos meus joelhos junto com os saltos.

Paulo se ajoelhou, abriu minha bunda e cuspiu direto no meu cuzinho.

— Olha como tá piscando esse rabinho... tá com saudade de rola grossa, né vadia?

Senti a língua quente dele lambendo meu cu devagar, circulando, depois enfiando fundo. Ao mesmo tempo, dois dedos grossos entraram na minha buceta encharcada. Eu tremia inteira nos saltos.

— Ai, Paulo... lambe meu cu gostoso... me prepara pra levar sua rola...

Ele lambeu por longos minutos, babando tudo, alternando entre o cuzinho e a buceta. Depois se levantou, tirou a roupa e mostrou aquele pau negro enorme, grosso e veioso.

— De quatro no sofá. Quero comer esse cu hoje.

Fiquei de quatro, empinei bem alto e abri as pernas. Paulo cuspiu várias vezes no meu cuzinho, esfregou a cabeça grossa e começou a forçar.

— Respira fundo, sua putinha...

Senti a cabeça abrindo meu anelzinho. Soltei um gemido longo e rouco quando ele foi entrando devagar, centímetro por centímetro.

— Caralho... tá tão grosso... me rasga todinha, Paulo...

Ele segurou minha cintura e enterrou tudo. Ficou parado um tempo, sentindo meu cu apertando o pau dele.

— Que cu apertado da porra... melhor que muita novinha. Agora aguenta.

Começou a estocar. Primeiro devagar, depois cada vez mais forte. A bundinha balançava, o barulho molhado ecoava na sala.

— Me fode esse cu! — gritei. — Arromba minha bundinha, Paulo! Meu marido nunca me fode assim!

Ele deu tapas fortes na minha bunda, puxou meu cabelo como rédea e meteu mais fundo.

— Fala alto, vadia! Quem é a putinha casada que adora dar o cu pra rola preta?

— Eu sou! Eu sou sua putinha casada! Adoro dar meu cu pra você enquanto meu corno trabalha!

Ele meteu com tudo, fundo e bruto. Eu gozei tremendo, o cuzinho apertando o pau dele. Quando ele sentiu que ia gozar, acelerou e rosnou:

— Vou encher esse cu de porra quente, sua vadia!

Senti jatos grossos e quentes explodindo bem fundo dentro do meu intestino. Ele ficou enterrado até o talo, esvaziando tudo. Quando tirou o pau, a porra grossa escorreu do meu cuzinho arrombado, descendo pelas coxas.

Ainda de quatro, virei o rosto e pedi com a voz rouca:

— Deixa eu limpar sua rola...

Paulo enfiou o pau sujo de porra e meu cu na minha boca. Chupei tudo com devoção, lambendo cada centímetro enquanto olhava pra ele.

— Essa foi, sem dúvida, a melhor foda da minha vida... — falei, com gosto de porra na boca. — Meu cuzinho agora é seu. Pode me chamar sempre que quiser me usar.

Paulo sorriu, passando a mão na minha bunda marcada.

— Pode deixar, sua putinha. Isso aqui mal começou.

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Comentários

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És simplesmente o máximo, maravilhosa demais, o tipo de gata que adoro. Leia as minhas aventuras. Eis meu e-mail: envolvente47@hotmail.com

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Mulher tem que ser puta mesmo, tenho algumas sugetões que possa gostar. Tenho 64 anos, fotógrafo e massainsta, caso interessar me chame neste emal: euamoavida2020@gmail.com

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Concordo: curtinho e muito excitante. Mas eu sempre fico naquela dúvida: se o cara é ruim de cama por que casou? Segurança financeira? Não estou dando de moralista acho monogamia um saco. Mas casada com um cara que não sabe meter vc só goza uma vez com o amante, podendo gozar com o amante e o marido. Conta mais

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Como disse a Brodyaga, "um conto curtinho", mas bem excitante. Mas, com tanto desejo e tesão, poderia ter aproveitado muito mais.

Venha ler os meus, são reais - você vai gostar e se inspirar.

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Um conto curtinho, vem escrito, erótico, eu gostei mas eu jamais daria meu fiofó sem primeiro dar a perseguida , não tem graça

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Verdade, o rabinho deve vir depois de alguns fortes orgasmos e squirts gostosos com as preliminares, oral e colocando na perseguida. Por maior que seja o tesão. Assim que faço e descrevo nos meus contos.

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