Angela sabia muito bem: Angélica estava completamente viciada em dar para os enteados. A irmã tentava disfarçar durante o dia, mas o corpo a traía o tempo todo. E Gustavo e Vitor, sabendo disso, se aproveitavam sem piedade da tesão da madrasta.
Na casa, os toques “involuntários” eram constantes. Gustavo passava por trás dela na cozinha e dava um tapa firme na bunda, apertando a carne macia por alguns segundos. Vitor, quando Angélica se inclinava para pegar algo no armário, encostava o pau duro por cima da calça na bunda dela, esfregando devagar. Angélica ficava vermelha, respirava fundo, mas nunca reclamava de verdade.
Às vezes, um deles a levava escondido para o banheiro. Vitor, por exemplo, a puxava pelo braço, trancava a porta e mandava ela se ajoelhar. Angélica chupava o pau grosso dele com fome, babando e engasgando, enquanto ele segurava sua cabeça e fodia sua boca. Gustavo fazia o mesmo em outros momentos — encostava ela na pia, levantava o vestido e metia o pau longo na buceta molhada dela, fodendo rápido e silencioso enquanto ela mordia o braço para não gemer alto.
Angela participava sempre que podia. Muitas vezes entrava no banheiro junto, segurava o cabelo da irmã enquanto ela chupava e beijava Angélica, incentivando:
— Chupa mais fundo, mana… engole ele todinho.
Na oficina, Angela se acabava com o pau de Marcão. Quase todos os dias, depois do almoço, ela ia até o escritório, trancava a porta e sentava naquele pau enorme de 22 cm, quicando com força enquanto Marcão a segurava pela cintura.
Yasmin ajudava com prazer. Ficava atrás de Angela, chupando seus seios, enfiando dedos na buceta enquanto Marcão metia, ou se ajoelhava entre as pernas dele para lamber as bolas enquanto Angela cavalgava.
— Isso… me fode com essa rola grossa… — gemia Angela, rebolando sem parar.
Marcão metia com brutalidade, enchendo a cunhada de porra quase todos os dias.
O vício tomava conta de todos. Angélica ainda tentava resistir durante o dia, mas à noite, quando os meninos a chamavam discretamente, ela cedia. Angela observava tudo com um sorriso satisfeito.
A família estava cada vez mais mergulhada na putaria.
Angela sentia que o momento de abrir o jogo com Angélica estava chegando. Mas antes disso, ela sonhava todas as noites com o dia em que todos — ela, Angélica, Marcão, Gustavo, Vitor e Yasmin — participassem de uma grande orgia juntos, sem limites e sem vergonha.
Naquela tarde, na oficina, Angela e Yasmin estavam extremamente excitadas. Os olhares entre elas eram cheios de cumplicidade e tesão. Elas foram atrás dos três homens, que arrumavam um carro no box principal.
Angela e Yasmin se olharam, sorriram e, sem dizer nada, tiraram a roupa ali mesmo. Ficaram completamente nuas. Angela empinou a bunda e ficou de quatro sobre um banco de ferramentas, Yasmin fez o mesmo ao seu lado.
— Nos fodam agora — ordenou Angela, olhando para os três com autoridade. — E nós vamos assumir o controle.
Gustavo, Vitor e Marcão largaram as ferramentas imediatamente, paus já duros marcando as calças.
Angela assumiu o comando:
— Gustavo, vem comer minha buceta. Vitor, quero esse pau grosso no meu cu. Marcão, você fode a Yasmin primeiro.
Gustavo se posicionou atrás de Angela e enfiou o pau longo de 21 cm na buceta molhada dela com uma estocada firme. Vitor cuspiu no cuzinho dela e começou a forçar o pau absurdamente grosso, abrindo ela lentamente.
— Aaaahhh… isso… me arrombem… — gemeu Angela, rebolando entre os dois.
Ao lado, Marcão metia com força na buceta de Yasmin, que gemia alto, empinando a bunda para receber as estocadas pesadas.
Angela controlava o ritmo:
— Mais fundo, Gustavo… Vitor, mete esse pauzão no meu cu… assim! Quero sentir vocês dois me destruindo!
Ela rebolava com força, ditando o ritmo das estocadas. Depois mandou trocar: Vitor na buceta, Gustavo no cu. Angela gemia como uma puta, comandando cada movimento, cada intensidade.
Yasmin também entrou no clima de dominação. Ela mandava Marcão deitar e cavalgava ele com vontade, rebolando no pau enorme de 22 cm enquanto olhava para Angela.
As duas mulheres assumiram total controle. Mandavam os homens trocarem de buraco, de posição, de velocidade. Angela fez os três se deitarem e cavalgou um por um, enquanto Yasmin chupava os outros dois.
O sexo foi selvagem e longo. Angela e Yasmin gemiam alto, comandando os homens como putas dominantes. Trocaram de posições várias vezes: dupla penetração nas duas, 69 entre elas enquanto eram fodidas por trás, boquetes duplos, tudo sob o comando delas.
No final, Angela e Yasmin se ajoelharam lado a lado, bocas abertas. Os três gozaram quase ao mesmo tempo, cobrindo os rostos, seios e línguas delas com porra quente e grossa.
Angela, com o rosto melado, sorriu satisfeita e olhou para Yasmin:
— Estamos quase prontas pra trazer ela de vez.
Após o sexo intenso na oficina, Angela se arrumou e voltou para o balcão. Poucos minutos depois, Angélica chegou na oficina, parecendo um pouco nervosa, mas decidida.
— Yasmin, pode chamar o Marcão pra mim? — pediu ela.
Yasmin sorriu e respondeu:
— Ele está no escritório.
Angela, que observava tudo discretamente, subiu em silêncio e ficou atrás da porta entreaberta do escritório, espiando.
Angélica e Marcão conversavam sobre coisas do dia a dia: contas da casa, o pagamento da escola da Luz, o movimento da oficina. Até que Angélica mudou o tom:
— Tava pensando… eu vou conversar com o Gustavo. Acho que ele deve pedir a Yasmin em casamento. Eles estão juntos há um tempo e ela é uma boa menina.
Marcão assentiu:
— Sim, concordo. Mas antes dessa conversa… lembra quando nos conhecemos? Você vinha aqui quando a oficina ainda era pequena, antes da reforma… e a gente transava aqui mesmo. Vamos repetir?
Angélica mordeu o lábio inferior, o olhar mudando. Depois de um segundo, sorriu e respondeu baixinho:
— Sim… agora.
Marcão não perdeu tempo. Puxou Angélica para si e a beijou com desejo. Tirou o vestido dela rapidamente, deixando-a só de calcinha. Sentou-a na mesa do escritório, abriu as pernas dela e abaixou a calcinha.
Angélica estava molhada. Marcão tirou o pau enorme de 22 cm para fora e enfiou tudo de uma vez.
— Aaaahh… Marcão… — gemeu Angélica, abraçando o pescoço dele.
Ele começou a meter com força, estocadas profundas e ritmadas, fazendo a mesa balançar. Segurava os seios cheios dela, apertando os mamilos enquanto metia.
— Isso… toma essa rola que você ama… — rosnava ele.
Angélica rebolava contra ele, gemendo cada vez mais alto:
— Mais forte… me fode gostoso… aaaahh!
Marcão a virou de costas, empinou a bunda dela e meteu com ainda mais força, dando tapas na bunda enquanto a fodia. Angélica gozou primeiro, tremendo e apertando o pau dele. Marcão gozou logo depois, enchendo a buceta da esposa de porra quente.
Os dois ficaram abraçados, ofegantes, na mesa do escritório.
Angela, escondida atrás da porta, sorriu satisfeita ao ver a irmã cada vez mais entregue ao prazer.
Ainda ofegante e com a buceta escorrendo porra de Marcão, Angélica se vestiu rapidamente. Antes de sair do escritório, ela olhou para o marido e disse:
— Chama o Gustavo e a Angela aqui, por favor.
Marcão, ainda se arrumando, assentiu e saiu. Poucos minutos depois, Gustavo e Angela entraram no escritório.
Angélica, ainda com o rosto corado do sexo, respirou fundo e falou:
— Gustavo… eu e seu pai conversamos. Acho que está na hora de você pedir a Yasmin em casamento. Vocês estão juntos há um bom tempo, ela é uma boa menina e faz bem pra você.
Gustavo piscou, surpreso, mas logo abriu um sorriso.
— Eu concordo. Na verdade, já estava pensando nisso. Vou pedir ela em casamento.
Angela observava a cena com um sorriso discreto, satisfeita com o rumo das coisas.
Mais tarde, em casa, Angélica reuniu todos e anunciou:
— No próximo sábado vamos fazer um jantar especial aqui em casa. Vai ser para oficializar o pedido de casamento do Gustavo para a Yasmin. Quero que seja bonito e em família.
Todos concordaram. Angela apenas sorriu por dentro.
No sábado à noite — O Jantar
A casa estava arrumada, a mesa posta com capricho, luz baixa e uma música suave tocando ao fundo. Angélica estava linda, usando um vestido elegante que marcava suas curvas, mas ainda assim sensual. Marcão estava ao lado dela, carinhoso. Yasmin chegou arrumada, claramente ansiosa.
Durante o jantar, a conversa fluía leve. Comida, risadas, vinho. No momento certo, Gustavo se levantou, segurou a mão de Yasmin e fez o pedido oficial, ajoelhando-se na frente dela.
Yasmin aceitou, emocionada, e todos aplaudiram.
Angela observava tudo com um brilho perigoso nos olhos. Enquanto o jantar seguia, ela trocava olhares cúmplices com Gustavo e Vitor. A noite estava apenas começando.
Após o jantar, Marcão saiu para comemorar com os amigos no bar. Yasmin foi embora logo em seguida. Angélica deu banho na pequena Luz, colocou-a para dormir e, quando a casa ficou em silêncio, tirou toda a roupa.
Completamente nua, o corpo bronzeado brilhando levemente de suor, os seios cheios e sensíveis, a bunda firme balançando, ela caminhou pelo corredor até o quarto dos meninos. Abriu a porta devagar.
Gustavo e Vitor estavam jogados na cama, só de bermuda. Angela estava sentada na cadeira do computador.
Angélica parou na porta, nua, e falou com a voz baixa, mas decidida:
— Angela… entra. E vocês dois… nos comam agora.
Angela sorriu, surpresa e excitada, e se levantou. Angélica olhou para os enteados e continuou:
— Eu tenho uma ideia para realizar uma fantasia. Quero os dois… e o pai de vocês… comigo. Quero os três ao mesmo tempo. E eu sei exatamente como convencer o Marcão.
Gustavo e Vitor trocaram um olhar faminto. Angela se aproximou da irmã, passou a mão na cintura dela e beijou seu ombro.
— Tem certeza, mana?
Angélica respirou fundo, os mamilos duros, a buceta já visivelmente molhada.
— Tenho. Eu quero isso. Quero ser fodida pelos três juntos.
Os meninos se levantaram rapidamente, tirando as bermudas. Seus paus já estavam duros — o longo de Gustavo e o grosso de Vitor apontando para as duas irmãs.
Angela sorriu, segurando a mão da irmã.
— Então vamos começar.
Angélica, completamente nua, tremia de tesão e ansiedade. Angela, ao seu lado, também tirou a roupa rapidamente. As duas irmãs ficaram paradas no meio do quarto, corpos expostos, enquanto Gustavo e Vitor se aproximavam com paus duros latejando.
Gustavo segurou Angélica pela cintura e a beijou com fome, enquanto Vitor fez o mesmo com Angela. Logo as mãos dos rapazes exploravam os corpos das duas.
Gustavo deitou Angélica na cama e abriu suas pernas. Seu pau longo de 21 cm esfregou na entrada molhada dela antes de enfiar devagar, centímetro por centímetro.
— Aaaahh… Gustavo… você é tão grande… — gemeu Angélica, cravando as unhas nos ombros dele.
Ele começou a meter com estocadas longas e profundas, entrando quase todo. Angélica rebolava contra ele, gemendo cada vez mais alto.
Ao lado, Vitor colocou Angela de quatro e enfiou aquele pau absurdamente grosso na buceta dela. Angela soltou um grito de prazer:
— Porra… Vitor… tá me abrindo toda… aaaaiii!
Vitor metia com força, o pau grosso esticando as paredes dela ao limite, fazendo um barulho molhado a cada estocada.
Eles trocaram de parceiras várias vezes. Gustavo fodeu Angela com o pau longo, batendo fundo, enquanto Vitor arrombava Angélica com sua grossura. As duas irmãs gemiam lado a lado, corpos suados, seios balançando.
— Me fode… me fode mais forte… — pedia Angélica, rebolando com vontade.
Angela, mais safada, provocava:
— Isso, mana… toma esse pau grosso no meio das pernas… rebola pra ele!
Depois colocaram as duas de quatro, lado a lado, bundas empinadas. Gustavo e Vitor metiam alternadamente nas duas, revezando buceta e cu. Primeiro na buceta, depois no cu. Angélica gritava quando Vitor enfiava o pau grosso no seu cuzinho:
— Aaaaiii… tá rasgando… mas não para… me arromba!
Angela rebolava com mais força, gemendo:
— Isso… me enche o cu… me usa!
Eles foderam as duas em várias posições: Angela cavalgando Gustavo enquanto Angélica chupava Vitor, depois as duas irmãs se beijando enquanto eram fodidas por trás, depois de lado, uma perna levantada.
O quarto estava tomado pelos gemidos das duas, o som molhado dos paus entrando e saindo, e os tapas nas bundas.
No final, Gustavo e Vitor não aguentaram mais. Colocaram as duas de joelhos, lado a lado. Gustavo gozou primeiro, enchendo a boca e os seios de Angélica com porra grossa. Vitor gozou logo depois, jorrando na boca de Angela e no rosto dela.
As duas irmãs ficaram ali, meladas de porra, respirando pesado, corpos vermelhos e marcados.
Angélica, ainda tremendo, murmurou:
— Eu… eu não acredito que fiz isso…
Angela sorriu, limpando o canto da boca:
— E isso foi só o começo, mana.
Um mês se passou desde que Angélica havia cedido completamente.
Naquelas últimas quatro semanas, Angela e Angélica davam para Gustavo e Vitor em todos os lugares da casa: no banheiro, na garagem, no quintal à noite e até escondidas na cozinha. Angélica, que antes resistia, agora se entregava com cada vez mais fome.
Na oficina, porém, Angélica não participava das orgias. Apenas Angela, Yasmin, Marcão, Gustavo e Vitor continuavam as sessões intensas quase todos os dias no escritório ou nos fundos.
As noites de Angélica e Marcão também voltaram a ser quentes e frequentes.
Noite anterior ao casamento de Gustavo e Yasmin
Angélica entrou no quarto usando apenas um robe preto curto. Trancou a porta, sentou no colo de Marcão e o beijou profundamente antes de falar:
— Marcão… tenho uma proposta pra você.
Ele a olhou curioso, as mãos grandes apertando a bunda dela por baixo do robe.
— Fala.
Angélica respirou fundo, o coração acelerado, e disse:
— Amanhã é a despedida de solteiro do Gustavo. Eu quero que você me dê de presente pra ele e pro Vitor. Quero que os dois me comam na despedida… enquanto você assiste ou participa. Já que há alguns anos, na sua despedida de solteiro, você transou com a mãe dos seus filhos… e você me prometeu que eu poderia pedir o troco quando quisesse.
Marcão ficou em silêncio por um longo tempo, claramente surpreso e dividido. Seu pau endureceu debaixo dela, mas ele franziu a testa.
— Angélica… você tem certeza disso? São meus dois filhos… na despedida dele?
Angélica mordeu o lábio, roçando a buceta molhada contra ele, e respondeu com a voz baixa e safada:
— Tenho. Eu quero os três ao mesmo tempo. Quero sentir meus enteados e meu marido me usando juntos.
Marcão respirou fundo, lutando internamente por alguns instantes. Depois apertou a bunda dela com força e falou rouco:
— Tá bom… eu aceito. Mas só dessa vez. E eu vou participar.
Angélica sorriu, excitada, e o beijou com desejo renovado.
A despedida de solteiro de Gustavo foi discreta, organizada em uma chácara reservada. Após alguns drinks e brincadeiras, Marcão dispensou os outros amigos e ficou apenas a família: ele, Gustavo, Vitor e Angélica.
Angélica estava nervosa, mas extremamente excitada. Usava um vestido curto preto, sem sutiã e sem calcinha. Quando os quatro entraram no quarto principal da chácara, ela respirou fundo e falou:
— Eu quero os três. Agora.
Marcão trancou a porta. Os três homens tiraram a roupa rapidamente. Angélica olhou para os paus duros: o enorme de 22 cm do marido, o longo de 21 cm de Gustavo e o monstruosamente grosso de Vitor.
Ela se ajoelhou no centro.
Começou chupando Marcão, engolindo o máximo que conseguia do pau do marido. Depois passou para Gustavo, mamando o pau longo com vontade, e por último tentou abrir a boca para o pau grosso de Vitor, esticando os lábios ao máximo.
— Vocês são tão grandes… — murmurou ela, babando nos três paus.
Os homens a levantaram e a colocaram na cama. Gustavo deitou e Angélica sentou nele, descendo devagar no pau longo de 21 cm.
— Aaaahhh… Gustavo… tá tão fundo… — gemeu ela, começando a quicar.
Vitor se posicionou atrás e começou a forçar o pau grosso no cuzinho dela. Angélica soltou um grito longo quando ele entrou:
— Aaaaiii… tá me rasgando… mas não para… me arromba!
Vitor meteu devagar até conseguir enfiar quase todo o pau grosso no cu dela. Agora Angélica estava duplamente penetrada, quicando no pau de Gustavo enquanto Vitor arrombava seu cu.
Marcão se ajoelhou na frente dela e enfiou o pau de 22 cm na boca da esposa. Angélica estava completamente cheia nos três buracos, gemendo abafada enquanto os três homens a fodiam.
— Isso… toma os três paus… sua puta — rosnava Marcão, fodendo a boca dela.
Angélica rebolava desesperada, o corpo suado tremendo de prazer. Os dois enteados metiam com força, sentindo os paus se esfregarem dentro dela através da fina parede.
Eles trocaram várias vezes. Colocaram ela de quatro: Marcão no cu, Gustavo na buceta e Vitor na boca. Depois de lado, uma perna levantada, revezando os buracos. Angélica gozou várias vezes, gritando sem controle:
— Me fodem… os três… eu sou a puta de vocês… aaaahhh!
No clímax, os três gozaram quase juntos. Marcão encheu o cu dela, Gustavo a buceta e Vitor gozou na boca e nos seios de Angélica. Ela ficou caída na cama, pernas abertas, corpo marcado, buceta e cu escorrendo porra abundante, o rosto melado.
Angélica, ofegante e destruída de prazer, murmurou quase sem voz:
— Eu… eu nunca senti tanto prazer na vida…
Na despedida, depois de gozarem pela primeira vez, os três homens não deram descanso para Angélica.
Marcão a colocou de quatro novamente e enfiou os 22 cm direto no cuzinho dela, que ainda estava melado da porra anterior. Angélica soltou um grito longo e rouco:
— Aaaaiii… Marcão… tá muito grande no meu cu… aaaahh!
Ele meteu com força, estocadas pesadas, fazendo a bunda dela balançar. Gustavo se posicionou na frente e enfiou o pau longo na boca dela, fodendo sua garganta. Vitor ficou ao lado, masturbando o pau grosso enquanto assistia.
Depois trocaram: Vitor foi o próximo a arrombar o cu dela com aquele pau absurdamente grosso. Angélica choramingava de prazer, o anelzinho esticado ao limite:
— Vitor… seu pau é muito grosso… tá me destruindo… mas não para… me fode o cu!
Enquanto isso, Gustavo metia na buceta dela e Marcão enfiava na boca. Angélica estava completamente cheia, sendo usada sem piedade nos três buracos ao mesmo tempo. Seu corpo tremia, suor escorrendo, gemendo como uma vadia desesperada.
Eles gozaram mais uma vez: Vitor enchendo o cu dela, Gustavo a buceta e Marcão na boca. Angélica engoliu o máximo que conseguiu, o resto escorrendo pelo queixo e seios.
No dia seguinte
Pela manhã, Angélica chamou Angela para o quarto. Assim que trancou a porta, ela sentou na cama, ainda corada, e contou tudo com detalhes:
— Ontem… eu dei pra os três. Eles me comeram juntos. No cu, na buceta, na boca… eu gozei várias vezes. Foi a coisa mais safada e gostosa que eu já fiz na vida.
Angela ouviu tudo com um sorriso malicioso e respondeu:
— Ontem… eu dei pra os três. Eles me comeram juntos. No cu, na buceta, na boca… eu gozei várias vezes. Foi a coisa mais safada e gostosa que eu já fiz na vida.
Angela ouviu tudo com um sorriso malicioso e respondeu:
— Que bom que você gostou, mana. Sabe… na despedida da Yasmin, eu dei pra três garçons do bar onde foi a festa. A putinha da Yasmin nem precisou fazer esforço, eu resolvi por ela.
Angélica arregalou os olhos, surpresa.
— Você… deu pra três desconhecidos?
Angela deu de ombros, com um sorrisinho safado:
— Dei. E foi delicioso. Três paus diferentes me usando ao mesmo tempo enquanto a noiva bebia no bar.
Angélica ficou em silêncio por alguns segundos, claramente processando a informação. Depois olhou para a irmã e murmurou:
— Eu não sei mais quem eu sou…
Angela apenas sorriu e acariciou o rosto dela:
— Você está descobrindo quem você realmente é.
A igreja estava pronta. Os convidados já ocupavam os bancos, o padre aguardava no altar e a música suave tocava ao fundo. Gustavo estava nervoso no altar, ao lado de Marcão, seu pai e padrinho. Um pouco mais atrás, Angélica e Angela esperavam, ambas lindas em seus vestidos.
Faltavam poucos minutos para a entrada de Yasmin quando a porta lateral da igreja se abriu com força.
A mãe de Yasmin entrou, visivelmente furiosa, arrastando a filha pelo braço. Yasmin estava descabelada, com o vestido amassado, marcas vermelhas e hematomas no rosto, maquiagem borrada e olhar perdido.
Todos se viraram, chocados.
A mãe de Yasmin soltou a filha e marchou até Marcão. Sem dizer uma palavra, deu um tapa forte no rosto dele.
— Seu desgraçado! Você e seus filhos transformaram minha filha numa vadia!
Em seguida, virou-se para Angela e também lhe deu um tapa no rosto, forte o suficiente para virar sua cabeça.
— E você, sua safada! Ajudou tudo isso!
O silêncio na igreja era absoluto. Angélica estava paralisada, sem entender nada.
A mãe de Yasmin, com a voz alta e cheia de raiva, começou a falar olhando diretamente para Angélica:
— Você quer saber a verdade, Angélica? Então escuta tudo desde o começo!
Ela respirou fundo e despejou tudo:
— Sua irmã Angela chegou aqui e logo começou a dar pra seu marido. Eu tenho fotos e vídeos dela sendo comida pelo Marcão na oficina, na garagem, no banheiro… Depois ela envolveu seus enteados. Gustavo e Vitor também comeram ela várias vezes. Sua irmã virou a puta da família inteira!
A mãe de Yasmin continuou, sem piedade:
— Yasmin também foi envolvida. Eles comiam ela na oficina, na sua casa, no quarto dos meninos… Angela e Yasmin até faziam orgias juntas com os três. Sua irmã planejou tudo. Ela queria te trazer pra essa putaria também. Eles foderam sua irmã na sua própria casa, enquanto você cuidava da sua filha!
Angélica estava branca como papel. Seus olhos se enchiam de lágrimas enquanto ela olhava para Angela, depois para Marcão, Gustavo e Vitor.
— É verdade? — perguntou ela, a voz tremendo.
Ninguém respondeu. O silêncio era ensurdecedor.
A mãe de Yasmin puxou a filha pelo braço novamente:
— Minha filha não vai se casar com esse monstro. Acabou!
Ela começou a arrastar Yasmin para fora da igreja.
O caos se instalou na igreja.
Quando a mãe de Yasmin terminou de contar tudo — com detalhes cruéis sobre as orgias na oficina, na casa, os encontros escondidos e como Angela havia orquestrado grande parte —, Angélica ficou pálida. Seus olhos se encheram de lágrimas, as pernas tremeram e, de repente, ela desmaiou.
— Angélica! — gritou Angela, correndo para segurá-la.
Os convidados murmuravam chocados. Marcão, Gustavo e Vitor estavam paralisados, em completo choque.
Angela tentou explicar, ajoelhada ao lado da irmã:
— Mana, por favor… Eu descobri sobre a Yasmin com eles, mas não tive coragem de te contar… Eu não queria te magoar…
Angélica, que havia voltado a si com ajuda de algumas pessoas, olhou para a irmã com os olhos cheios de dor e raiva:
— E você entrou na jogada? Eu sempre soube que você era uma safada desde nova… mas isso? Isso eu não esperava. Você fez eu dar pra meus próprios enteados… Eu criei o Gustavo e o Vitor desde que eles tinham 9 anos! Eu cuidei deles como se fossem meus filhos… e você me fez dar pra eles?!
Angela tentou se aproximar, mas Angélica se afastou.
— Você gostou, mana. Você é uma puta também… só não tem coragem de assumir — respondeu Angela, com a voz baixa.
Angélica não respondeu. Com lágrimas escorrendo, ela se levantou, arrumou o vestido como pôde e saiu da igreja. Foi para casa, pegou algumas roupas, documentos e dinheiro, e foi embora para um hotel próximo. Não atendeu nenhuma ligação.
Marcão, Vitor e Gustavo ficaram em choque, sentados nos bancos da igreja. Tudo havia ruído em poucas minutos.
Foi então que Yasmin apareceu na porta da igreja, chorando descontroladamente, o vestido amassado e o rosto inchado de tanto chorar.
— Eu fui expulsa de casa… — soluçou ela. — Minha mãe me jogou na rua depois de tudo que descobriu. E… eu estou grávida. O filho é de um de vocês três.
O silêncio foi sepulcral.
Angela, ainda no altar, fechou os olhos por um segundo. O plano tinha saído completamente do controle.