Fudendo um vendedor de balas no meu caminhão
Tudo aconteceu no Rio Grande do Sul, numa fila de espera para descarregar mercadoria numa empresa grande. O movimento era muito devagar, tinham vários caminhões na frente e a minha vez só chegaria no dia seguinte. Teria que passar a noite ali mesmo, dentro da cabine, esperando. Eu sou o Henrique, 48 anos, trabalho com transporte de carga há mais de quinze anos, passo a maior parte da vida na estrada, dormindo fora, comendo mal e sentindo sempre uma vontade grande de ter companhia, alguém para conversar e ajudar a passar o tempo. Sou um homem de corpo forte, pele queimada de sol, gosto de coisas simples, não tenho vergonha do que quero e sempre vou atrás do que me dá vontade. Sou solteiro, nunca me casei, já tive muitos casos, mas nada que durasse muito, pois a rotina de viagem não deixa criar laços. Gosto de contato rápido, sem complicações, e gosto de sentir o corpo de alguém perto do meu.
Já fazia dias que estava na estrada, cansado e com o corpo todo dolorido. Fiquei só de cueca, sentado no banco do motorista, olhando pela janela, vendo o movimento do pátio quase parado. Foi então que vi um rapaz vindo em minha direção. Tinha entre vinte e cinco e vinte e oito anos, pele branca, ombros largos, cabelo curto e jeito de quem vive na rua. Trazia uma caixa de madeira com balas pendurada no pescoço, andava devagar, olhando para todos os veículos, tentando vender alguma coisa para juntar dinheiro. O nome dele é Renato, e depois eu soube que trabalhava vendendo doces nas estradas e postos de gasolina, pois não tinha outra forma de ganhar dinheiro. Tinha parado os estudos ainda cedo para ajudar a família, não tinha casa fixa, dormia onde podia e comia o que conseguia. Era um rapaz calado, observador, mas que quando abria a boca falava com confiança. Gostava de conversar, mas poucos paravam para ouvir. Tinha desejos escondidos, coisas que nunca contava para ninguém, e uma vontade grande de sentir prazer, mesmo sem ter condições para isso.
Ele parou bem do lado da porta do caminhão, olhou para dentro e esperou um pouco.
— Quer bala, parceiro? Vendo para juntar uma grana, ajuda bastante.
Olhei bem para ele, gostei do que vi, do jeito que ficava ali parado, do corpo que dava para ver por baixo da roupa simples que usava. Fiz sinal com a mão para subir. Ele entrou devagar e fechei a porta logo em seguida, trancando por dentro.
— Fica aqui para fazer companhia. Compro todas as balas que tu tem. Tu não vai precisar vender mais nada hoje, pode deixar a caixa num canto.
— Sério? Eu topo na hora. Não tenho onde dormir e ia passar a noite na rua mesmo, de qualquer jeito.
— Pago direitinho. Quer a grana agora ou deixa para depois?
— Deixa para depois. Se já está me ajudando assim, já está bom demais. Eu gosto mesmo é de conversar, passar o tempo.
— Qual é o seu nome?
— Renato. E o teu?
— Henrique.
Ficamos ali um momento em silêncio, olhando um para o outro. Via que ele também me olhava de um jeito diferente, como se já esperasse que alguma coisa fosse acontecer.
— Então, Renato. Quer ir até o posto que tem ali na frente tomar um banho? Tu está precisando, vai ficar mais à vontade.
— Quero sim. Faz dois dias que não tomo banho, não tenho lugar para me limpar direito. Ia ser muito bom.
— Então vamos. Depois a gente come alguma coisa e toma uma cerveja para espantar o tédio.
— Cerveja? Faz tempo que não bebo, o dinheiro não sobra para nada disso. Mas hoje eu topo tudo o que tu propor.
— Hoje tu pode aproveitar tudo. Estou precisando de companhia para não ficar sozinho nesta noite que promete ser longa.
— Que bom, Henrique. Faz tempo que não converso com ninguém assim. Todo mundo na rua me olha torto, como se eu fosse um peso. Mas tu me olha com outro jeito, eu sinto isso.
Chegou mais perto do banco, colando sua perna na minha.
— Eu até tenho casa na cidade, mas o que eu não tenho é companhia de ninguém. Arrumei esse jeito de me virar vendendo balas, mas hoje achei coisa bem melhor para fazer.
— E estudo tu tem, Renato? O que fez da vida antes de sair por aí vendendo coisas?
— Até tenho estudo, mas não terminei o ensino médio. Tive que trabalhar cedo para ajudar em casa, não deu para continuar. Mas não me arrependo de nada, senão não estava aqui te conhecendo agora.
Descemos sem chamar atenção de ninguém. O posto era bem perto e estava quase vazio, só tinha um funcionário na bilheteria. Caminhamos lado a lado, devagar, e entreguei o dinheiro para ele pagar o banho.
— Vai lá, tira toda a sujeira. Não tenho pressa nenhuma, fico aqui na porta esperando.
Ele entrou no banheiro e eu fiquei do lado de fora, encostado na parede, ouvindo o barulho da água caindo e imaginando como seria seu corpo por baixo da roupa. Pouco tempo depois, ele abriu a porta um pouco e olhou para fora, só o rosto aparecendo.
— Ei Henrique, vem cá me ajudar? Essa torneira não sai água direito, não consigo me lavar como deve ser.
Entrei rápido e tranquei a porta atrás de mim. Ele estava parado no box, só de toalha enrolada na sua cintura, mostrando as pernas fortes e os ombros largos que eu tinha visto de fora. Fiquei parado olhando cada parte do seu corpo, e ele também me olhava sem desviar os olhos.
— Queria ver sua bunda — falei bem direto, sem rodeios.
Virou de costas na hora, tirou a toalha de uma vez e começou a passar sabonete, se esfregando devagar na minha frente, deixando ver tudo o que eu queria. Sua pele era macia, sua bunda era redonda e firme, e eu já sentia meu pau crescer só de olhar.
— Tu é safado, né? — perguntou, rindo enquanto tomava banho.
— Eu sabia que tu ia gostar — disse, olhando por sobre seu ombro.
Chegou mais perto, passou sua mão no meu ombro e desceu devagar pelo meu peito, enquanto ficávamos nos olhando, cada vez mais perto, sentindo o calor um do outro.
Saímos do banheiro e ele já estava arrumado, com a roupa passada e cheiro de sabonete.
— Melhora muito quando fica limpo, né? — falei, e ele concordou com a cabeça, sorrindo.
Fomos até a lanchonete do posto, pedimos comida e uma garrafa de cerveja. Comemos enquanto conversávamos sobre as histórias da rua, das viagens, das dificuldades e das coisas boas que a gente já tinha visto. Ele sentou bem perto, sua perna encostada na minha o tempo todo, e eu sentia que ali já não existia mais distância entre nós.
Com o efeito da bebida, ele chegou mais perto ainda e falou bem baixo, quase sussurrando:
— Henrique, tem coisas que eu nunca contei para ninguém. Mas com tu eu me sinto à vontade para falar tudo, sem medo.
Olhei pra ele e esperei continuar. Olhou para o copo na mesa, respirou fundo e disse:
— É sobre a minha mulher. Às vezes eu chego em casa cedo, não entro logo, fico escondido do lado de fora olhando pela janela ou pela fresta da porta. Já vi ela com outro cara na nossa cama, várias vezes.
Falou com calma, como se estivesse contando algo simples.
— Fico lá parado, escondido, vendo eles se agarrando, se beijando, se comendo. E o pior de tudo: enquanto eu olho, eu me toco. Fiquei vendo ela com o outro, e imagino que sou eu quem está lá.
Deu uma risada baixa, mas seus olhos mostravam que era verdade.
— Imagino tudo. Vejo o jeito que ela se mexe, o jeito que geme, e fico pensando que tudo aquilo é para mim, que ela está sentindo tudo por minha causa.
— E tu se alivia lá mesmo, escondido? — perguntei, curioso com aquilo tudo.
— Sim. Às vezes tampo sua boca com a mão para não fazer barulho, mas gozo lá mesmo, olhando os dois. Fecho seus olhos e finjo que sou eu lá dentro, enchendo ela todinha.
Parou um pouco, respirou fundo de novo.
— E tem vezes que ela sabe que eu estou olhando. Ela olha bem na direção do meu esconderijo, faz tudo mais devagar, mexe mais sua bundinha branquinha, geme mais alto, se abre mais. Ela faz tudo isso pra mim, pra me provocar.
— Que loucura, porra — falei, balançando a cabeça. — E nunca pensou em entrar lá e participar, fazer junto?
— Já pensei pra caramba, várias vezes. Mas ia perder toda a graça, né? O bom é o escondido, o perigo de ser visto, o segredo. Fico lá olhando até o fim, até eles acabarem.
Olhou bem nos meus olhos, riu de novo e encostou seu joelho no meu com mais força.
— É foda, mas é isso aí. Gosto de ver, de imaginar, de sentir tudo isso escondido.
Terminamos de comer e beber, paguei a conta e voltamos juntos pro pátio onde o caminhão estava. O movimento continuava parado, ninguém passava por perto. Subimos na cabine, tranquei a porta por dentro e puxei todas as cortinas, fechando tudo pra não entrar luz nem ninguém ver o que ia acontecer. Ficou escuro e apertado, só nós dois ali, com a respiração já mais pesada.
Ele sentou na cama que fica no fundo da cabine, tirou sua camiseta devagar e jogou de lado. Tirei o que restava da minha roupa, fiquei peladão também e deitei ao seu lado, bem perto, sentindo o calor do seu corpo.
— Tu quer mesmo fazer isso? — perguntou, olhando firme, com um sorriso safado nos lábios.
— Quero. Foi pra isso que te chamei, né? — respondi, chegando mais perto ainda.
Tirou sua bermuda e sua cueca de uma vez, ficando peladão na minha frente. Deitou de costas, se ajeitou devagar no colchão e abriu suas pernas um pouco. Peguei um vidro de lubrificante, passei bastante no meu pau, na entrada do seu cuzinho, alisando devagar, sentindo sua pele macia e o jeito que ele se arrepiava com o toque.
Me posicionei atrás, segurei firme na sua cintura e, devagar no começo, empurrei para dentro. Entrei tudo de uma vez, sentindo seu cuzinho apertar em volta de mim. Ele gemeu baixo, mordendo o lençol e segurou forte com suas mãos.
— Ai, que grande! Cabe tudo, mas tá doendo um pouco, vai devagar — disse, com a voz entrecortada.
— Vou devagar, relaxa que passa, tu é apertado pra caramba — falei, beijando suas costas.
Comecei a ir e vir devagar, apertando sua bunda com força, batendo devagar pra ele sentir tudo. Aos poucos fui acelerando, sentindo o gosto daquele corpo, vendo ele se mexer todo, levantando sua bunda para me receber melhor.
— Agora tá bom, continua assim, tá gostoso pra caramba — pediu, já se acostumando ao meu tamanho.
— É assim que tu gosta safado bem fundo? — dando uma estocada mais forte.
— Sim eu Gosto! sabe de uma coisa Henrique, queria que tu fosse o único homem a tocar também na minha mulher agora maís Ninguém , só tu. Queria ver tu lá fudendo ela.
— É sério? Tu ia gostar de me ver com ela?
— pô Ia sim! Ia adorar. Ia ficar olhando tudo, do mesmo jeito que eu faço com os outros, mas sabendo que é tu, que é alguém que eu confio. Queria que tu fodesse ela bem gostoso, do jeito que tu tá me fodendo agora.
Acelerei mais, socando sem parar e mais forte, ouvindo o barulho de pele com pele, enquanto ele rebolava contra mim. uma mão nos seus ombros e a outra desceu até sua frente, pegando seu pau que já estava duro, acariciando junto com o movimento. gemia mais alto, abriu mais suas pernas, querendo mais, querendo tudo.
— Vai mais rápido, não para não — pediu, com a voz embargada de desejo.
Virei ele de ladinho,me encaixando atrás, ergui uma das suas pernas por cima da minha, e continuei com é metendo , agora mais rápido, beijando seu pescoço, suas costas, sua orelha. Ele se apertava todo contra mim, pedindo para ir mais fundo, para não parar nunca.
— Ainda dói? Agora tá melhor? — perguntei, sussurrando.
— Não, agora tá perfeito, tá entrando bem fundo. Só queria que nunca acabasse. E falando sério, Henrique: se um dia tu passar lá na minha cidade, aparece lá. Ela ia gostar pra caramba de conhecer quem me fez sentir assim. Eu deixo tudo aberto pra tu.
Virei ele de quatro, sua bunda bem alta, e entrei com tudo de novo, batendo forte, fazendo tudo balançar. Ele segurava na parede da cabine, rebolando com força, e eu apertava sua bundinha, sentindo cada vez que entrava e saía, vendo o lubrificante escorrer.
— É assim que tu gosta? — perguntei, indo e vindo sem parar.
— É assim, não para! vai; fica lembrando da minha mulher! continua! l
lembra do que eu falei:
tu é o único que eu ia deixar fazer qualquer coisa comigo e agora com ela. Ninguém mais, só tu.
Senti tudo esquentar, minhas bolas apertarem, o calor subir.
Saí de trás , virei de frente, me coloquei por cima e continuei até chegar no limite. Com umas últimas estocadas fortes, sequentes , firmes curtas,gozei no seu cuzinho, passou sua mão no meu pau ficou batendo o seu e gozou logo em seguida.
Ficamos um tempo abraçados, recuperando o fôlego. Peguei um pano e nos limpamos, rindo um pouco da bagunça. Minutos depois, ele vestiu a roupa, pegou a caixa de balas que sentou no banco do carona, contei o dinheiro que tinha combinado mas dei o dobro pra ele.
guardou o dinheiro me olhando falou baixinho que sou uma homem incrível,abriu a porta desceu , fiquei olhando pra ele indo embora, quando ia me virar, ele virou pra mim de longe,fez um sinal pra nós se encontrar amanhã, sorrindo Fechei a porta me estiquei apaguei a luz, pronto pra dormir até o dia seguinte, com a certeza de que aquela noite eu não tinha passado sozinho, e com uma vontade enorme de um dia aparecer na sua cidade pra conhecer melhor a sua mulher.
