Meu nome é Rodrigo, tenho 32 anos, sou casado com a Patrícia há 8 anos. Somos um casal normal, com uma vida estável, bons empregos, uma casa confortável. Mas nos últimos anos, descobrimos que temos algo em comum além do amor: temos fetiches que a maioria das pessoas esconde.
E o maior deles era o de ser corno. Ou melhor, o de ver minha esposa sendo comida por outro homem. Patrícia adorava a ideia de ser comida por outro homem na minha frente. Eu adorava a ideia de assistir. A gente já tinha feito algumas trocas de casal, já tinha ido a algumas casas de swing. Mas a gente queria mais. Queria algo mais perigoso. Mais adrenalina. Mais proibido.
Era uma sexta-feira. O jantar tinha acabado. Os filhos estavam na casa da avó. O apartamento estava vazio, silencioso, só nós dois. O vinho tinto estava na mesa, a segunda garrafa já pela metade. Patrícia usava um roupão preto de seda, aberto na frente, deixando à mostra os seios grandes e firmes. Eu estava de bermuda e regata, o pau já meia-bomba só de olhar para ela.
— E aí, amor – ela disse, inclinando o corpo para frente, os mamilos roçando na borda da taça. – Já pensou em alguma coisa diferente para a gente fazer hoje?
— Diferente como?
— Diferente diferente. Coisa nova. Coisa que a gente nunca fez antes. Algo que me faça sentir aquela adrenalina de novo. Lembra da primeira vez que a gente fez troca de casal? Da primeira vez que você me viu sendo comida por outro homem?
— Lembro. Eu quase gozei só de assistir.
— Pois é. Eu quero sentir aquilo de novo. Mas mais forte. Mais perigoso.
— Tipo o quê?
Ela se levantou. Veio até mim. Sentou no meu colo. O roupão abriu completamente, deixando os seios livres. A boceta – lisa, rosada – encostou na minha coxa. Senti o calor.
— Tipo um Uber – ela sussurrou, a boca perto do meu ouvido.
— Uber?
— Uber. A gente chama um carro. A gente finge que é uma corrida normal. A gente conversa com o motorista. A gente vê se ele topa.
— Topa o quê?
— Topa uma brincadeira. Topa me comer. Topa te comer. Topa os dois.
— Você está louca.
— Louca de tesão. E você? Sabe o que eu mais amo em você, Rodrigo?
— O quê?
— Que você é corno. Que você ama me ver sendo comida por outros homens. Que você fica de pau duro quando eu chego em casa e conto como foi. Que você lambe a minha boceta depois que outro homem gozou dentro. Eu sei, amor. Eu sei que você adora.
— Eu adoro.
— Eu sei que você aproveita para dar a sua bundinha para os amantes também. Eu já vi você de quatro para o Carlinhos. Eu já vi você gozar só com o pau dele no seu cu. Você é minha putinha também, não é?
— Sou. Sou sua puta. Sou sua puta e seu corno.
— E você quer ser a puta de um Uber hoje?
— Quero.
— Quer sentir um pau de verdade dentro do seu cu? Quer chupar um pau que não é o meu?
— Quero.
— Então vai ser hoje. Mas primeiro, a gente vai fazer uma aposta.
— Que aposta?
— A gente vai apostar quem consegue convencer o motorista a fazer alguma coisa.
— Como assim?
— Se eu conseguir convencer ele a me comer, você me paga um mês de compras no shopping. Se você conseguir convencer ele a... fazer alguma coisa com você... eu te pago.
— Que tipo de coisa?
— O que você quiser. Se você quiser dar o cu para ele, você dá. Se você quiser chupar ele, você chupa. Eu não vou interferir.
— E se ele quiser os dois?
— Aí a gente paga para os dois.
— E quem vai chamar o Uber?
— Você. Você vai sentar no banco de trás. Eu vou no banco da frente. A gente vai conversar com ele. Ver no que dá.
— E se ele não quiser nada?
— Aí a gente paga a corrida e pede outro. A noite é longa.
Nós rimos. Nós nos beijamos. Eu senti o pau endurecer ainda mais.
— Eu topo – eu disse.
— Eu também. Agora vamos treinar.
— Treinar como?
— Vamos simular. Eu sou o Uber. Você é o passageiro. E aí, o que você faria para me convencer?
Ela se levantou. Foi até a cadeira da sala. Sentou. Cruzou as pernas. O roupão ainda aberto, os seios à mostra.
— Entra no carro, passageiro – ela disse, com a voz grossa, imitando um homem.
Entrei na brincadeira. Sentei no banco de trás do sofá.
— Boa noite, motorista – eu disse.
— Boa noite. Para onde vai?
— Para a sua casa.
Ela riu.
— Assim não vai convencer ninguém. Tem que ser mais sutil. Mais provocante. Deixa a pessoa sentir o tesão, não ouvir ele.
— Então me ensina.
Ela se levantou. Veio até mim. Abriu as pernas. A boceta ficou na altura do meu rosto.
— Primeiro, você usa o olhar. Você olha para a pessoa. Você deixa ela saber que você está vendo. Que você está desejando.
Ela abaixou a cabeça. Olhou nos meus olhos. Mordeu o lábio.
— Depois, você usa o corpo. Você se inclina. Você mostra o decote. Você cruza as pernas devagar, deixando a saia subir.
Ela fez isso. A calcinha apareceu – uma fio dental preta, encharcada.
— Depois, você usa a voz. Você fala baixo. Você pergunta coisas íntimas. Você deixa a pessoa à vontade para se abrir.
Ela se inclinou. A boca ficou perto do meu ouvido.
— Você já levou alguém para casa depois do trabalho, motorista? – ela sussurrou.
Meu pau pulsou.
— E se ele não pegar a deixa?
— Aí você usa o toque. Você encosta a mão na perna dele. Você sobe devagar. Você deixa ele sentir o seu calor.
Ela passou a mão na minha coxa. Subiu. Tocou no meu pau por cima da bermuda.
— Assim.
— E se ele ainda assim não reagir?
— Aí você para o carro. Você diz que precisa esticar as pernas. Você convida ele para ir atrás.
— E se ele disser não?
— Aí você vai para casa. Bate uma punheta pensando no que poderia ter acontecido. E no outro dia, você chama outro Uber.
— Você é doida.
— Doida de tesão. Agora vamos. Chama o Uber.
Peguei o celular. Abri o aplicativo. A mão tremia. O pau latejava.
— Quem vai sentar atrás? – ela perguntou.
— Eu.
— Quem vai conversar com ele?
— Nós dois.
— Quem vai provocar primeiro?
— Eu.
— Não. Eu. Eu sou mais convincente.
— Você é mais atrevida.
— É por isso que você me ama.
— É por isso que eu te amo.
Beijei ela. Abri o aplicativo.
O aplicativo mostrou um motorista próximo, nota 4.98, umas 40 avaliações. O nome era Alex. A foto mostrava um homem moreno, barba fechada, braços grossos, usando óculos escuros. Parecia ter uns 35 anos.
— Gostei desse – Patrícia disse.
— Gostou do quê?
— Do nome. Alex. Nome de macho. E da cara. Cara de quem já comeu muita mulher casada.
— Você está supondo.
— Estou torcendo.
— E se ele não quiser?
— Aí a gente tenta outro. A noite é longa.
Eu chamei. O aplicativo confirmou. O carro chegaria em 5 minutos.
— 5 minutos – eu disse.
— Dá tempo.
— Dá tempo para quê?
Ela tirou o roupão. Ficou pelada.
— Dá tempo para você me chupar. Eu quero estar molhada quando ele chegar. Eu quero estar com o cheiro da minha boceta na sua boca. Eu quero que ele sinta o meu tesão.
Ela deitou no sofá. Abriu as pernas. A boceta apareceu – lisa, rosada, já escorrendo.
— Anda, corno – ela disse. – Me chupa. Me deixa molhada para o outro.
Ajoelhei na frente dela. Enfiei a cara. Lambi. O gosto era doce, ácido, inconfundível. Ela gemeu.
— ISSO... ASSIM... DEIXA A LÍNGUA BEM FUNDO...
Enfiei a língua. Ela gozou. O líquido claro escorreu pela minha língua, escorreu pelo meu queixo.
— PRONTO – ela disse, ofegante. – AGORA ESTOU PRONTA.
O celular vibrou. O Uber tinha chegado.
— Vamos? – ela perguntou.
— Vamos.
Vestimos roupas – ela um vestido curto, vermelho, decotado. Eu ia vestir a cueca, mas ela me parou.
— Não, amor – ela disse. – Hoje você não vai de cueca. Hoje você vai usar uma coisa especial.
Ela abriu a gaveta. Tirou uma calcinha de renda preta – pequena, fio dental, quase transparente.
— Veste – ela disse.
— Patrícia...
— Veste. Eu quero que ele veja. Eu quero que ele veja o meu marido de calcinha. Eu quero que ele fique louco. Eu quero que ele te coma sem tirar a calcinha, só afastando para o lado.
— Você é doida.
— Doida de tesão. Veste.
Vesti. A calcinha de renda preta era pequena demais para mim. O tecido fino não cobria nada – o meu pau ficava para um lado, as bolas para o outro. O cheiro da Patrícia ainda estava no tecido – ela tinha usado aquela calcinha no dia anterior. Eu cheirava a boceta dela.
— Pronto – ela disse, me olhando. – Agora você está pronto.
Descemos. O carro estava na porta.
O carro era um Chevrolet Onix prata, vidros escuros. Entramos. Patrícia foi no banco da frente. Eu fui atrás.
— Boa noite – Alex disse, com a voz grossa. – Tudo bem?
— Tudo – respondemos.
Ele começou a dirigir. O carro cheirava a perfume masculino e couro. O ar-condicionado estava ligado, mas eu sentia calor. O pau já estava duro dentro da calcinha de renda – o tecido fino não continha nada, o volume marcava a calça.
Patrícia começou a conversar. Puxou assunto sobre o trânsito, sobre o trabalho, sobre a vida. Alex respondia educado, mas sem muita conversa. Até que Patrícia resolveu mudar o tom.
— Você já pegou passageiro folgado, Alex? – ela perguntou.
— Já, bastante. Gente que quer sentar na frente, gente que quer fazer hora...
— E gente que quer outras coisas?
Alex olhou para ela pelo retrovisor.
— Que tipo de coisas?
— Coisas de adulto. Coisas que dão mais dinheiro do que a corrida.
Ele ficou em silêncio por um segundo. Depois, sorriu.
— Já aconteceu algumas vezes. Mas eu não sou de recusar um convite, quando a pessoa é legal.
— E o que você acha da gente? – Patrícia perguntou, passando a mão na coxa dele.
— Acho que vocês são muito legais.
— E bonitos?
— Muito bonitos.
Ela deslizou a mão para cima, até a virilha dele. O volume na calça já estava grande.
— Você está duro? – ela perguntou.
— Estou.
— Posso ver?
— Pode.
Ela desabotoou a calça dele. O pau pulou para fora – 20 centímetros, grosso, veiado, a cabecinha roxa. Patrícia olhou, lambeu os lábios.
— É grande – ela disse.
— Você vai ver o que ele faz – ele respondeu.
— E aí, Alex? – ela sussurrou. – Topa uma brincadeira?
— Que brincadeira?
— A gente fez uma aposta. Se você topar, a gente vai ver no que dá. E o perdedor paga um mês de shopping.
— E o que eu ganho com isso?
— Você ganha uma noite inesquecível. E vai embora com o cu cheio de porra ou com a buceta gozada. Depende do que você escolher.
— E se eu escolher os dois?
— Aí você vai embora com os dois.
Alex parou o carro numa rua escura, deserta, debaixo de uma árvore. Desligou o motor. Virou-se para Patrícia.
— Você é casada?
— Sou. Com ele. Ali atrás.
Ele olhou para mim.
— Ele sabe?
— Ele está aqui. Ele vê tudo. Ele adora. Sabe o que mais, Alex? Ele é corno. Ele ama ver eu sendo comida por outros homens. Ele fica de pau duro quando eu conto. Ele lambe a minha boceta depois que outro homem goza dentro.
— Ele é corno?
— Ele é. E ele também gosta de dar o cu. Ele já deu para vários amantes. Ele é a minha putinha também.
— Ele usa calcinha?
— Hoje ele está usando uma minha. De renda preta. Quer ver?
Alex olhou para mim pelo retrovisor.
— Mostra – ele disse.
Levantei a barra da calça. A calcinha de renda preta apareceu. O tecido fino não escondia nada – meu pau duro estava para fora, as bolas pendiam.
— Caralho – Alex disse. – Que visão.
— Ele está todo seu – Patrícia disse. – Pode comer ele sem tirar a calcinha. Só afasta para o lado.
— E você?
— Você me come depois. Primeiro, quero ver você comendo o meu marido.
Alex sorriu. Tirou a camisa. O peito peludo apareceu. Saiu do carro. Abriu a porta de trás.
— Vem – ele disse.
Sai do carro. Fiquei de pé. Ele veio para cima de mim. Me beijou. A língua entrou na minha boca com força. As mãos dele apertaram minha bunda por cima da calça.
— Vira – ele disse.
Virei de costas. Ele abaixou minha calça até os joelhos. A calcinha de renda preta apareceu. Ele passou a mão, sentiu o tecido.
— Delícia – ele disse. – Calcinha de mulher em cu de puta.
Ele afastou a calcinha para o lado. Meu cu apareceu.
— Vai doer? – ele perguntou.
— Não. Já estou acostumado. Pode enfiar.
Ele cuspiu na mão. Passou no pau. Enfiou a ponta.
Gemi – não de dor, de prazer.
— METE! – eu pedi.
Ele meteu. Devagar no início. Depois rápido. O pau entrava e saía, entrava e saía. O barulho era molhado. A calcinha de renda roçava no meu pau, balançava a cada estocada.
— ISSO, CARALHO! ASSIM!
— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO DE CALCINHA?
— AMO! NUNCA IMAGINEI QUE AMAVA TANTO!
— VOCÊ É VIADO?
— SOU! SOU VIADO! SOU CORNO! SOU A PUTA DA MINHA ESPOSA!
— ENTÃO TOMA!
Ele meteu mais forte. Eu gemia, as mãos apoiadas no capô do carro. Patrícia assistia, se masturbando, os olhos vidrados.
— VOU GOZAR! – eu gritei.
— GOZA!
Gozei. O líquido claro jorrou do meu pau – sem ninguém tocar. Escorreu pela calcinha de renda, escorreu pela minha perna.
— CARALHO, ALEX! GOZEI SÓ COM O CU!
— É assim que homem goza quando é comido por um homem de verdade.
Ele continuou metendo. Gozou dentro de mim.
Patrícia saiu do carro. Veio até nós. Ajoelhou. Lambeu o meu cu gozado – por cima da calcinha.
— DELÍCIA – ela disse. – AGORA A MINHA VEZ.
Patrícia se jogou no capô do carro. Levantou o vestido. A boceta apareceu – lisa, rosada, escorrendo.
— ME COME – ela pediu.
Alex tirou o pau do meu cu. A porra escorreu. Ele foi até Patrícia. Enfiou o pau na boceta dela. Não foi devagar. Foi com força. Ela gritou.
— ASSIM, CARALHO! ME COME!
Ele metia. Rápido. Fundo. O carro balançava. O barulho das bolas batendo no clitóris dela ecoava na rua deserta.
— ELA É APERTADA? – ele perguntou, olhando para mim.
— ELA É MINHA ESPOSA!
— ELA É MINHA PUTA AGORA!
— ELA É!
— ENTÃO TOMA!
Ele meteu mais forte. Ela gozou. Ele continuou metendo. Gozou dentro da boceta dela.
Alex tirou o pau da boceta de Patrícia. A porra escorreu, escorreu pela perna dela. Patrícia se ajoelhou na minha frente. Afastou a calcinha. Enfiou meu pau na boca – ainda duro, ainda sujo da porra de Alex.
— ASSIM, AMOR! ASSIM!
Alex se ajoelhou atrás de Patrícia. Enfiou o pau no cu dela. Ela gritou.
— DOIS! OS DOIS AO MESMO TEMPO!
Alex metia no cu dela. Eu metia na boca dela. Ela gemia com a boca cheia.
— VOU GOZAR! – ela gritou.
— GOZA!
Ela gozou. Alex gozou dentro do cu dela. Eu gozei na boca dela.
Os três caíram no chão, ao lado do carro. Exaustos. Felizes.
— Agora sim – Patrícia disse, ofegante. – Agora você perdeu a aposta para valer.
— Eu sei – respondi. – E vou pagar.
— Um mês de shopping?
— Um mês de shopping. E mais um mês de cu.
Alex riu.
— Vocês são loucos – ele disse.
— Loucos de tesão – Patrícia respondeu.
— E querem repetir?
— QUEREMOS! – eu e Patrícia dissemos juntos.
— Então me adiciona no WhatsApp. A gente marca. Da próxima vez, eu quero filmar.
— Combinado.
Alex nos deixou em casa. Entramos, tomamos banho, transamos de novo. Dormimos abraçados.
No dia seguinte, acordei com o cu dolorido. Patrícia acordou com a boceta dolorida. A calcinha de renda estava no chão, suja de porra.
Nós rimos.
— Você gostou de usar a minha calcinha? – ela perguntou.
— Amei. E você gostou de ver?
— Adorei. Você fica tão lindo de calcinha. Tão puta. Tão meu.
— Sou todo seu.
— Eu sei. E você quer repetir com ele?
— Quero. E com outros.
— Outros Ubers?
— Outros Ubers. Outros motoristas. Outros homens.
— E eu?
— Você vai assistir. E depois você vai lamber o que sobrar.
— Combinado.
Nós nos beijamos.
O celular vibrou. Era Alex.
"Bom dia, meus cornos. Quando vamos repetir?"
Patrícia respondeu: "Sábado. Mesmo horário. Traz um amigo."
Alex respondeu: "Combinado."
Eu olhei para Patrícia.
— Você tá doida? – perguntei.
— Doida de tesão. E você?
— Também.
Ela sorriu.
— Então sábado a gente vai ser comido por dois Ubers.
— Dois?
— Dois. Um na minha buceta, um no seu cu. E a gente vai gozar junto.
Meu pau endureceu de novo.
— Eu te amo – eu disse.
— Eu também te amo – ela respondeou. – Agora me come. Quero sentir o pau do meu marido antes de sentir o pau dos outros.
Eu comi. Ela gemeu. O sol nasceu.
O cheiro de sexo impregnava o lençol.
O cheiro de quem finalmente encontrou o que procurava.
Na sexta-feira à noite, a ansiedade já não me deixava dormir. Patrícia também não. A gente ficou na cama, pelados, se beijando devagar, se tocando, se provocando.
— Você está nervoso? – ela perguntou.
— Estou. E você?
— Estou com tesão. Muito. Não vejo a hora de amanhã.
— E se o amigo do Alex for feio?
— Não vai ser. O Alex é bonito. E ele vai trazer um amigo bonito. Ele disse que é uma amiga.
— Amiga? Mulher?
— Ele disse que é uma amiga. Mas não especificou. Pode ser mulher. Pode ser outra coisa.
— Outra coisa como?
— Como você quiser. O combinado é: dois Ubers. Um na minha buceta, um no seu cu. Se for mulher, ela vai usar cintaralho. Se for homem, vai usar o pau. Se for trans... vai usar os dois.
— Você está doida.
— Doida de tesão. Você também.
Ela pegou o celular. Mostrou a foto que Alex tinha mandado. Era uma mulher – ou era? Morena, cabelos pretos longos, olhos verdes, seios GG. Usava um vestido curto, prateado, decotado. As pernas eram torneadas. A bunda era redonda. O rosto era lindo. Mas havia algo... indefinido.
— É linda – eu disse.
— É. Mas não é mulher. É uma trans.
— Como você sabe?
— Porque o Alex me contou. Ela se chama Sofia. 1,75m. 23 cm. Ela é ativa e passiva. Ela come e dá.
— Caralho.
— Caralho é pouco. Ela tem 23 centímetros. E sabe usar.
— E você vai dar para ela?
— Vou. E você também vai.
— Eu vou dar o cu para uma trans?
— Vai. E ela vai dar o cu para você também.
— Ela vai dar o cu para mim?
— Se você quiser. Ela é versátil. Ela gosta de ser comida também.
— Eu não sei...
— Você vai adorar. Confia em mim.
Nós transamos. Dormimos.
O celular vibrou. Era Alex.
"Estou a caminho. Minha amiga se chama Sofia. Ela tá louca pra conhecer vocês."
Patrícia leu em voz alta. Seus olhos brilharam.
— Sofia – ela repetiu. – Que nome bonito.
— Você está pronta?
— Estou.
Ela vestiu um vestido curto, vermelho, decotado. Sem calcinha – eu pedi. Os mamilos marcavam o tecido. O cabelo estava solto, o batom vermelho, o salto alto.
Eu vesti uma camisa social preta, calça jeans escura, sapato. E a calcinha de renda da Patrícia – ela exigiu.
— Você vai usar a minha calcinha hoje de novo – ela disse.
— Vou.
— Eu quero que a Sofia veja. Eu quero que ela fique louca.
— Ela vai ficar.
A campainha tocou.
Abri a porta. Alex estava lá. Sofia atrás.
Alex usava uma camisa preta, manga longa, dobrada nos antebraços. Calça jeans, botas. Barba feita, cabelo aparado. Ele cheirava a perfume francês.
Sofia era linda. 1,75m. Cabelos pretos longos até a cintura. Olhos verdes. Seios GG – naturais ou de silicone, não dava para saber. Usava um vestido prateado, curtíssimo, decotado. Salto alto. O corpo era esculpido – cintura fina, quadril largo, pernas torneadas. Ela cheirava a perfume doce e almiscarado.
— Entrem – eu disse.
Eles entraram. Olharam para Patrícia. Ela estava sentada no sofá, as pernas cruzadas, o vestido curto mostrando as coxas.
— Patrícia, esse é o Alex, que você já conhece. E esta é a Sofia – Alex disse.
— Prazer – Patrícia disse, estendendo a mão.
Sofia pegou a mão dela. Levou aos lábios. Beijou.
— O prazer é meu. Você é linda.
— Obrigada. Você também.
— Eu adorei o seu vestido.
— Eu adorei o seu.
Elas se olharam. O ar ficou pesado.
— Senta – Patrícia disse, apontando para o sofá ao lado dela.
Sofia sentou. Alex sentou na poltrona ao lado. Eu sentei na outra poltrona, de frente para todos.
— Bebem alguma coisa? – perguntei.
— Uísque – Alex disse.
— Para mim também – Sofia disse.
Servi. Bebemos. O clima estava elétrico.
— Então – Alex disse, quebrando o gelo. – Vocês estão prontos para o que a gente combinou?
— Estamos – Patrícia respondeu.
— E vocês dois sabem o que vai acontecer?
— Sei – eu disse. – Você vai comer o meu cu. E a Sofia vai comer a buceta da Patrícia.
— E depois?
— Depois a gente troca. Você come a Patrícia. E a Sofia come o meu cu.
— E no final?
— No final, todo mundo goza junto. E a Sofia vai dar o cu para mim também.
Alex sorriu.
— Eu gosto desse plano.
Sofia também sorriu.
— Eu também. Principalmente a parte de dar o cu para ele.
Ela olhou para mim. Os olhos verdes brilharam.
— Você já comeu uma trans?
— Nunca.
— Vai adorar. O meu cu é apertado. E eu sei como rebolar.
Meu pau endureceu dentro da calcinha de renda.
Alex se levantou. Veio até mim.
— Sua vez, corno – ele disse. – Você perdeu a aposta de novo.
— Eu não perdi ainda.
— Perdeu. A Sofia ainda não comeu a sua esposa. Mas ela vai. Primeiro, a minha vez com você.
— Combinado.
Tirei a camisa. Fiquei só de calça. Alex tirou a roupa. O pau dele – 20 centímetros, grosso, veiado – já estava duro.
— Deita de quatro – ele disse.
Deitei de quatro no tapete. Ele abaixou minha calça. A calcinha de renda preta apareceu.
— Delícia – ele disse. – Calcinha de mulher em cu de puta.
Ele afastou a calcinha para o lado. Meu cu apareceu.
— Vai doer? – ele perguntou, provocando.
— Não. Vai ser gostoso.
Ele passou lubrificante. Enfiou a ponta.
Gemi – não de dor, de prazer.
— METE! – eu pedi.
Ele meteu. Devagar no início. Depois rápido. O pau entrava e saía, entrava e saía. O barulho era molhado.
— ISSO, CARALHO! ASSIM!
— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO DE CALCINHA?
— AMO! SEMPRE QUIS MAIS E MAIS!
— VOCÊ É VIADO?
— SOU! SOU VIADO! SOU CORNO! SOU A PUTA DA MINHA ESPOSA!
— ENTÃO TOMA!
Ele meteu mais forte. Eu gemia, os dedos arrancando o tapete. Patrícia e Sofia assistiam, se masturbando.
— VOU GOZAR! – eu gritei.
— GOZA!
Gozei. O líquido claro jorrou do meu pau – sem ninguém tocar. Escorreu pela calcinha de renda, escorreu pela minha perna.
— CARALHO, ALEX! GOZEI SÓ COM O CU!
— É assim que homem goza quando é comido por um homem de verdade.
Ele continuou metendo. Gozou dentro de mim.
Sofia se levantou. Foi até Patrícia.
— Minha vez – ela disse.
— Sua vez – Patrícia respondeu.
Sofia puxou Patrícia pelo braço. Ela levantou. Ficaram de frente, os corpos colados.
— Você é linda – Sofia disse.
— Você também.
Sofia beijou-a. A língua dela entrou na boca de Patrícia com força. As mãos dela desceram, apertaram a bunda de Patrícia por cima do vestido.
— Tira o vestido – Sofia ordenou.
Patrícia tirou. Ficou pelada. Os seios grandes, os mamilos duros. A boceta lisa, rosada, já escorrendo.
— Deita no tapete – Sofia disse.
Patrícia deitou. Sofia tirou o vestido. Ficou pelada. Os seios GG estavam à mostra – perfeitos, duros. O pau dela pulou para fora – 23 centímetros, grosso, veiado, a cabecinha roxa.
— Caralho – Patrícia disse.
— Cabe? – Sofia perguntou.
— Vai caber.
Sofia abriu as pernas de Patrícia. Olhou para a boceta.
— Linda – ela disse. – Cheirosa.
Ela enfiou a cara. Lambeu. A língua grossa percorreu os grandes lábios, o clitóris, o períneo. Patrícia gemia alto.
— ENFIA A LÍNGUA! – ela gritou.
Sofia enfiou. Patrícia gozou.
— AGORA ME COME – Patrícia pediu.
Sofia a virou de quatro. Empinou a bunda. Enfiou o pau na boceta de Patrícia. Não foi devagar. Foi com força. Patrícia gritou.
— ASSIM, CARALHO! ME COME!
Sofia metia. Rápido. Fundo. Os seios dela balançavam. As bolas dela – sim, ela tinha bolas – batiam no clitóris de Patrícia.
— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDA POR UMA TRANS?
— AMO! NUNCA IMAGINEI QUE AMAVA TANTO!
— VOCÊ É MINHA PUTA?
— SOU! SOU SUA PUTA! SOU O QUE VOCÊ QUISER!
— ENTÃO TOMA!
Sofia meteu mais forte. Patrícia gozou. Sofia continuou metendo. Gozou dentro da boceta de Patrícia.
Alex tirou o pau do meu cu. A porra escorreu. Sofia tirou o pau da boceta de Patrícia. A porra escorreu.
— TROCA! – Alex disse.
— TROCA COMO? – Sofia perguntou.
— Você come o Rodrigo. Eu como a Patrícia.
— Combinado.
Sofia veio até mim. Me virou de quatro. Meu cu ainda estava aberto, escorrendo a porra de Alex.
— Vai doer? – ela perguntou.
— Não. Já estou acostumado.
Ela passou lubrificante. Enfiou o pau – 23 centímetros, grosso, veiado.
Gritei – não de dor, de prazer.
— METE! – eu pedi.
Ela meteu. Rápido. Fundo. O pau dela era maior que o de Alex, mais grosso. Eu sentia cada centímetro.
— ISSO, CARALHO! ASSIM!
— VOCÊ ESTÁ GOSTANDO?
— AMANDO!
— VOCÊ É MINHA PUTA?
— SOU! SOU SUA PUTA! SOU O QUE VOCÊ QUISER!
— ENTÃO TOMA!
Ela meteu mais forte. Eu gemia, os dedos arrancando o tapete.
Enquanto isso, Alex estava atrás de Patrícia. Enfiou o pau no cu dela. Ela gritou.
— DOIS! OS DOIS AO MESMO TEMPO!
Sofia metia no meu cu. Alex metia no cu de Patrícia. Os quatro gemiam juntos.
— VOU GOZAR! – Patrícia gritou.
— GOZA!
Ela gozou. Alex gozou dentro do cu dela. Sofia gozou dentro do meu cu. Eu gozei – só com o pau de Sofia no meu cu.
Os quatro caíram no tapete. Exaustos. Felizes.
— Ainda não acabou – Sofia disse.
— O que mais tem?
— Você não ia comer o meu cu?
— Vou.
— Então vem.
Ela deitou de bruços. Empinou a bunda. O cu dela apareceu – liso, rosado, apertado.
— Vai doer? – ela perguntou.
— Não. Vou com cuidado.
Passei lubrificante. Enfiei a ponta.
Ela gemeu – não de dor, de prazer.
— METE! – ela pediu.
Metti. Devagar no início. Depois rápido. O pau dela – 23 centímetros – balançava a cada estocada.
— ISSO, CARALHO! ASSIM!
— VOCÊ ESTÁ GOSTANDO DE DAR O CU?
— AMO! NUNCA IMAGINEI QUE AMAVA TANTO!
— VOCÊ É MINHA PUTA?
— SOU! SOU SUA PUTA! SOU O QUE VOCÊ QUISER!
— ENTÃO TOMA!
Metti mais forte. Ela gozou – o pau dela jorrou no tapete. Continuei metendo. Gozei dentro do cu dela.
Os quatro caíram no tapete. Exaustos. Felizes.
— Mais uma – Alex disse.
— Mais uma? – Patrícia perguntou.
— Mais uma. Todos com todos.
— Como?
— Patrícia, senta na cara do Rodrigo. Sofia, senta no pau do Rodrigo. Eu vou comer o cu da Sofia. E o Rodrigo vai chupar o meu pau enquanto a Patrícia senta na cara dele.
— Combinado – Patrícia disse.
— Combinado – Sofia disse.
— Combinado – eu disse.
Fizemos exatamente como ele mandou.
Patrícia sentou na minha cara. A boceta dela – ainda cheia da porra de Alex – encostou na minha boca. Lambi.
Sofia sentou no meu pau. O cu dela – apertado, quente – engoliu meu pau. Ela cavalgou.
Alex enfiou o pau no cu de Sofia. Meteu. Sofia gemia no meu pau.
Eu chupava o pau de Alex – que estava na minha boca – enquanto Patrícia esfregava a boceta na minha cara.
— VOU GOZAR! – eu gritei.
— GOZA JUNTO COMIGO! – Alex gritou.
Gozei dentro do cu de Sofia. Alex gozou na minha boca. Sofia gozou no meu pau. Patrícia gozou na minha cara.
Os quatro caíram no tapete. Exaustos. Felizes.
— Foi bom? – Patrícia perguntou.
— Foi a melhor noite da minha vida – Alex disse.
— Da minha também – Sofia disse.
— Vocês querem repetir?
— QUEREMOS – os dois disseram juntos.
— Então sábado que vem. Mesmo horário. Tragam mais um amigo.
— Mais um?
— Mais um. Quero ser comida por três ao mesmo tempo. E quero que o meu marido seja comido por três também.
— Combinado.
Alex e Sofia se vestiram. Foram embora. A porta fechou.
Eu e Patrícia ficamos na sala. Pelados. Suados. As bocetas e cus escorrendo porra.
— Você está feliz? – ela perguntou.
— Estou. E você?
— Nunca estive tão feliz.
— E sábado que vem?
— Sábado que vem a gente vai ser comido por três Ubers.
— Três?
— Três. Um na minha buceta, um no meu cu, um na minha boca. E você vai ter um no seu cu, um na sua boca, e um na sua mão.
— Eu vou gozar.
— A gente vai gozar junto.
Nós nos beijamos.
— Eu te amo – eu disse.
— Eu também te amo – ela respondeu. – Agora me leva para o quarto. Quero sentir o pau do meu marido dentro de mim antes de sentir o pau dos outros.
Eu a carreguei. Deitei ela na cama. Enfiei o pau na boceta dela – ainda cheia da porra de Alex e Sofia. Metti. Rápido. Fundo.
— ASSIM, AMOR! ASSIM!
— VOCÊ É MINHA PUTA?
— SOU! SOU SUA PUTA! SOU A PUTA DOS UBERS!
— ENTÃO TOMA!
Metti mais forte. Ela gozou. Gozei dentro dela.
Os dois caíram na cama. Exaustos. Felizes.
O sol nasceu. O cheiro de porra, suor e sexo impregnava o lençol.
O cheiro de quem finalmente encontrou o que procurava.
FIM