Não ouvi o restante, pois ela já estava no quarto com o celular na mão ligando com certeza para sua amiga, para combinar os detalhes.
Terminei de lavar e guardar a louça, seguindo para meu escritório, pois precisava conversar com uma pessoa, para o caso de nos dias seguintes ter a surpresa de ser demitido, por conta de o projeto estar quase pronto para entrar em funcionamento.
Continuando...
Dias antes tinha descoberto que um funcionário antes de mim, tinha desconfiado do que acontecia e levou o caso para a diretória, expondo tudo, mas aparentemente como ele era novo e não tinha provas do que havia criado, não acreditaram nele, então pensando, cheguei à conclusão que aquilo era uma pratica comum e que todos, até mesmo a diretória era conivente com o que acontecia, então com mais essa conclusão, percebi que minha permanência na empresa estava prestes a terminar.
Em meu escritório liguei para meu ex-professor, pois mesmo após me formar mantínhamos uma amizade e ele sempre elogiou minha capacidade de criar códigos para programas. Durante nossa conversa expliquei que poderia estar prestes a perder o trabalho, mas não quis dar maiores detalhes sobre o motivo, preferia manter isso só comigo, e nem mesmo Lara sabia como eu tinha agido na empresa.
Durante nossa conversa, ele ficou chateado em saber sobre o que poderia acontecer, e disse que estava querendo conversar comigo sobre algo que poderia ajudar, tinha um empresa que estava precisando da criação de um programa para utilizar na empresa, e como ele não tinha muito tempo para realizar poderia me colocar na jogada para criar e desenvolver, só não sabia exatamente qual era o tipo de programa que estavam precisando. Me passou as informações e o nome de quem eu deveria procurar. Anotei e deixei para entrar em contado na segunda feira da semana seguinte. Conversamos ainda sobre outras coisa, um papo que durou uns trinta minutos.
Antes de terminarmos a ligação, combinamos de tomarmos um café para continuarmos a pôr a conversa em dia, pois fazia muito tempo que não conversávamos.
Aquela tarde de sábado, eu só ouvia Lara pela casa, ajeitando tudo, como ela fazia normalmente, e por vezes a ouvia cantando, coisa incomum no dia a dia dela. Parecia empolgada pelo que iria acontecer a noite, eu é que estava nervoso, com a situação, não sabia como era a amiga dela, pois nem uma foto ela tinha me mostrado, nem mesmo o nome eu sabia. Só esperava ter um bom desempenho e que Lara, conseguisse o que tanto ansiava com aquela experiencia.
Eram oito horas em ponto quando já prontos, a campainha tocou. Lara estava linda usando um vestido vermelho, até o meio das coxas, e que a qualquer movimento subiam deixando as mais expostas. O decote era do que ela costumava usar, deixando o colo dos seios à mostra, sem sutiã. Cabelos perfeitamente arrumados, salto alto, estava uma deusa. Já eu resolvi usar algo me deixava mais à vontade, uma bermuda cargo da cor beje e uma camisa polo azul marinho. Completando o traje uma sapa tênis também beje.
Lara, fez questão de atender sua amiga, enquanto eu fiquei na sala. Percebi os comprimentos entre elas, com os dois beijos e abraços, O perfume da amiga logo inundou a casa, era um perfume gostoso, de notas cítricas.
Segundos depois Lara, entra na sala trazendo sua amiga pela mão, a apresentando a mim:
- Amor, essa e a Sara, minha amiga da empresa, que comentei com você.
- Sara, esse é meu marido e meu amor Anderson, ele não tudo o que te falei?
Quer dizer que ela sabia mais de mim do que eu dela, a única coisa que eu sabia era que ela frequentava o mundo liberal, e que trabalhavam na mesma empresa, fora isso tinha muito a descobrir sobre ela.
Quando a vi, fiquei surpreso tamanha a beleza que ela possuía, era uma loira de olhos azuis, cabelos longos, um sorriso que que exibia uma dentição perfeita, e olha que não sou dentista para ver a beleza. Sara, também, como Lara usava um vestido até o meio das coxas, mas na cor preta que revelava suas lindas curvas, com um decote generoso, que tentava conter um par de seios tamanho grande, maior que de minha esposa. Usava também salto alto, pouca coisa mais alto que Lara. Aparentemente as duas sem salto tinham a mesma altura, deduzi. Juntas formavam uma dupla que qualquer homem gostaria de ter em sua cama, de preferência juntas.
Quando me aproximei para cumprimentar pude perceber que também estava sem sutiã, com dois beijos, e aquele perfume que adorei, inundou ainda mais minhas narinas.
- Muito prazer Sara!, mas acho que você está em vantagem aqui, além de conhecer minha esposa, deve saber mais sobre mim, do que eu de você. Espero que durante nosso jantar possa me deixar conhece-la mais.
Lara, me olhou seria, talvez não tenha gostado de como falei com sua amiga, mas foram palavras sem duplo sentido, e mais por curiosidade do que qualquer outra coisa.
- Sim, com certeza sua esposa fala muito de você, então é como se já o conhecesse a tempos. Sobre mim, não tem muita coisa a saber, sou uma mulher comum, pode se dizer.
- Comum é tudo o que você não é disse Lara, rindo.
- Concordo com ela, eu comentei.
A convidamos para sentar mas antes disso Sara, me entregou duas garrafas de vinho, dizendo que iriamos gostar, e que era o preferido dela, e que seria bom para nos deixar, um pouco mais soltos, relaxados.
Assim que peguei as duas garrafas as levei até a cozinha e as coloquei na geladeira.
Retornando, ela já ocupava um lugar em nosso sofá, acompanhada por Lara, e já iniciavam uma conversa animada, mas o assunto era sobre coisas banais, acredito que mais para deixar as coisas mais leves, pois devo admitir que eu não era o único tenso com o que estava por vir.
Depois de um tempo de conversa, convidamos Sara para o jantar. Minha esposa tinha preparado algo, leve para nossa refeição, já imaginando que algo mais pesado pudesse ficar para uma outra oportunidade.
Nosso jantar decorreu tranquilo, e foi justamente a mesa que descobri que Sara era casada e quando perguntei do seu esposo, ela tranquilamente me disse que ele deveria estar transando com alguma mulher em algum motel, por ai, coisa que era normal entre eles. A única coisa que tinham em combinado era que após a saída com alguém em separado ou as vezes juntos, era normal comentarem como tinha sido e depois transarem feito loucos, com os relatos.
Fora isso a conversa era fácil entre as duas e eu apenas as observava, até que Sara me indagou sobre o que estava para acontecer.
Antes de responder sua pergunta, pedi licença, me levantei e fui até a geladeira pegar uma das garrafas de vinho que ela tinha trazido. Abri e servi sua taça, depois Lara e a minha, por último. Mas antes ela fez questão de fazer um brinde, mas suas palavras deixaram algo no ar.
- Que essa noite seja apenas o início de algo bom para nos três.
Lara, a acompanhou.
- Com certeza.
Eu apenas levantei minha taça, depois tomei um gole do vinho na sequencia elogiando-a pelo bom gosto que tinha, pois realmente era muito bom.
Então comecei a responder sua pergunta.
Disse que estava fazendo aquilo, mais para Lara, do que para mim mesmo, pois desde nosso casamento eu não sentia a necessidade de ter outra mulher em minha cama que não fosse ela, que Lara, suprima tudo o que eu precisava, tanto na cama como fora dela. Que era uma mulher incrível, em todos os sentidos, e que esperava que mesmo que Lara, gostasse aquilo ficaria somente naquele dia, embora, algo me dissesse que seria apenas o início e que meu temor era que não parasse por ali, pois pela empolgação que ela exibia, Sara, tinha feito um ótimo trabalho exibindo as vantagens de poder ter outra mulher ou mesmo outro homem, com que poderia se relacionar, mesmo que por alguns momentos.
Sara, me olhou meio constrangida, mas essa era uma de minhas marcar, sempre ser honesto, mesmo que pudesse parecer duro, mas aprendi que melhor ser assim do que não ser verdadeiro.
Lara, vendo que o clima ficou meio tenso, agiu de forma a tornar as coisas leves, perguntado onde a amiga tinha descoberto aquele vinho, pois também gostou muito, e até poderia se tornar fã de seu consumo, embora ela mesma não tivesse o habito de beber. Assim aos poucos o clima acabou meio que voltando ao normal, mas eu percebia entre os olhares de Sara, que minha resposta tinha mexido com ela, na verdade acredito que ela não gostou nenhum pouco da forma como falei, e nem Lara, devia ter gostado, mas na presença da amiga, preferiu deixar como estava do que esticar o assunto.
Finalizando o jantar, Lara, me pediu para acompanhar nossa convidada até a sala para conversarmos mais, enquanto ela retirava a mesa e lavava a louça. Isso me mostrou que ela queria que eu ficasse a sós com Sara, para tentar criar um clima entre nós. Antes de ir, sugeri mais um pouco de vinho, coisa que aceitaram e abrindo a outra servi novamente nos três, pois a primeira durante o jantar já se encontrava vazia no balcão da cozinha.
Na sala sentados no mesmo sofá, Sara procurou ficar o mais próxima de mim, quase que tocando minhas pernas com as dela. Quando fez um movimento para apoiar a taça na mesa, após um gole de seu vinho, ela retornando para a posição, acabou pousando sua mão esquerda sobre minha perna direita, próxima da minha virilha e do meu pau. Me olhando com uma cara de safada, começou a me perguntar algo, que foi difícil de entender, pois enquanto fazia isso sua mão começava a fazer movimentos lentos, e cada vez mais próximo do meu pau, o que me provocou uma ereção muito rápida. Eu não tinha como evitar, ela sabia como provocar essa reação.
A medida que ela fazia isso, ia aos poucos aproximando seu corpo do meu, sua cabeça quase que repousando sobre meu ombro, onde eu podia sentir sua respiração.
Alguns minutos depois Lara, entra na sala e se surpreende com aquela visão, por um segundo ficou congelada, mas rapidamente se deu conta de que aquilo fazia parte do espetáculo que queria ver, então não teria porque tomar outra atitude se não a de sentar em frente a nos, na poltrona que tinha deixado estrategicamente de frente ao sofá.
Sara, percebendo a presença da amiga, intensificou seu jogo de sedução, começou a falar perto do meu ouvido, coisas que Lara, não poderia ouvir, tipo, “esse pau é mesmo grande e grosso como Lara me disse”, “você é um cara muito gostoso”, “quero esse pau todinho dentro de mim, me fazendo gozar muito”.
A cada frase meu pau respondia com um solavanco, ficando cada vez mais duro.
Até que Sara, virou minha cabeça na direção dela e começou a me beija, primeiro somente um selinho, que foi aumentando, para beijo de língua, onde começou a explorar minha boca. Ela beijava muito vem, acredito pela experiência que já acumulava com outros homens.
Depois de um tempo nos beijando e tocando meu corpo, ela se ajoelhou entre minhas pernas e começou a beijar meu pau por cima da bermuda e da cueca. Nesse momento Lara se levantou fazendo menção de interromper aquilo tudo.
- Sara!!!!
- Calma amiga, você quer que eu pare?
Olhei para Lara e ela me pareceu em dúvida se deveria ou não deixar sua amiga continuar o que pretendia.
Continua.....
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