eu sou o Henrique Tedesco, 47 anos, casado há 25 com mulher mais incrível, mais linda, mais gostosa do mundo, somos apaixonados até hoje, a Bárbara tem 47 anos, pessoa incrível, inteligente, simpática, sem frescura. Único problema na nossa transa é que ela não deixa fuder seu cuzinho, na verdade ela não aguenta. Meu pau tem tamanho bom, bem grosso, cabeçudo, sempre tive resistência incrível que me surpreende até hoje, quantidade de porra é fora do padrão nacional. Sempre fui homem de foder muito, gostava de sentir tudo o que mulher pode me dar, ela sabe muito bem disso, adorava ter meu corpo pesado, me encaixando direitinho, enfiando tudo até fundo da sua buceta, mas quando eu pedia para entrar pelo cu, ela virava rosto, dizia que não aguentava, tinha medo de doer, dizia que eu era grande demais, ia arrebentar tudo, kkk. Eu respeitava, mas ficava com vontade danada, sentir aquele buraco apertadinho, ver ela gritando de prazer e dor ao mesmo tempo, porque sei que se ela deixasse, ia ser melhor foda da sua vida, ia encher tudo de porra até escorrer pelas pernas, ia deixar ela louca querendo mais.
Sempre íamos pra fazenda nos finais de semana, a Bárbara ficava com mulheres dos meus peões, conversando, comendo e bebendo, enquanto eu saía com os três — Adriano, 30 anos, Cláudio, 35, e Túlio, 32 — meus braços direitos, homens de confiança, trabalham duro e sabem tudo o que eu gosto. Eles moram ali mesmo, nas casinhas perto, sempre por perto, dia e noite, são mais que empregados, são meus parceiros, sabem muito bem do meu fogo todo, não acaba nunca. Quando trabalho acabava, a gente sentava na varanda, vista pras terras, enchia copo de cerveja gelada que eu mesmo guardava, e ficávamos ali, contando vantagem, falando de mulher, de foda, de tudo que é bom.
— E aí seu Henrique, hoje dia foi bom, né? O gado tá gordo, as terras boas e esses amigos aqui tão sempre prontos, né?
— Pois é, meu filho, graças a Deus e a vocês. Se não fosse cada um fazendo tudo direitinho, nada disso estaria acontecendo.
— É verdade, mas o senhor é quem manda aqui, quem tem pau mais duro e quem sabe o que quer, a gente só obedece.
— De jeito nenhum! Cada um aqui é importante! Lembra quando comecei com esses avestruzes? Ninguém acreditava ia dar certo, mas vocês ficaram comigo desde o começo.
— Pois é, e ainda bem que deu! Agora todo mundo da região vem aqui perguntando como faz, mas melhor mesmo é saber que o senhor é rei da foda, kkk.
— Lembra da vez que tu caiu do cavalo perto do rio? A gente riu tanto que até esqueceu de ajudar, kkk.
— Ih, calça boca! Vocês só sabem rir mesmo, eu quase quebrei tudo naquela hora!
— Pois é, mas tu mereceu, quis se achar melhor montador, e acabou caindo feito pedra, kkk.
Sempre que dava tempo, a gente fazia churrasco, chamava todas nossas mulheres. Coisas ficavam ainda melhores! Muita comida, muita bebida, todo mundo falando alto, música rolando, todo mundo cheio de tesão. Elas ficavam de um lado, olhando pra mim, cochichando, se tocando, sabiam muito bem do que eu sou capaz. Eu ficava na brasa, assando carne, mas pensamento longe, pensando em como devorar cada uma delas, enfiar tudo o que tenho até não poder mais.
— Dona Bárbara, a senhora vai deixar a gente só comer salada hoje é? kkk.
— Você quer comer carne? Vem aqui que eu te dou melhor pedaço que tem, kkk.
— Essa mulher não perde piada nunca, viu?
Nessas horas eu sentia tudo valia pena. Não era só dinheiro, não era só terra, era poder, era desejo, era tudo o que eu tinha e que elas queriam para si.
— Ei seu Henrique, sabia que dona Bárbara contou tudo pras nossas mulheres sobre o senhor? Contou que tu tem pau do tamanho de braço, que fode até elas não aguentarem mais, que enche elas de porra toda vez que goza, kkk. É verdade tudo isso mesmo?
— É mesmo? E o que mais elas falaram?
— Falaram que tu é bicho, que não cansa nunca, que entra e sai mil vezes sem parar, que faz elas tremerem todinhas, sem força nenhuma. Dizem que depois que tu fode, elas ficam dias lembrando, querendo mais, kkk.
— E ainda disseram que elas tão morrendo de inveja da sua mulher, que só ela pode ter privilégio de levar esse pau todo dia, sentir tudo o que tu tem pra dar, kkk.
— Ah, tá então! E vocês, ficaram com inveja também é? Querem provar também é? kkk.
Me levantei e abri zíper da calça, deixando aparecer só cabeça, duro e grosso, cheio de veias, só pra eles verem.
— Nossa, que monstro! É maior do que eu pensava! É enorme mesmo, caramba!
— Pois é, é assim mesmo! E quando ele fica assim, duro desse jeito, não para enquanto não enche tudo de porra! E quando eu solto, é tanta que escorre tudo pelas pernas! E melhor é que eu nunca fico satisfeito, quero sempre mais e mais.
— Nossa seu homem, que sorte a sua! Ter isso tudo e poder usar quando quiser… é tudo o que a gente quer também, kkk.
— E aí, quantos centímetros será que tem mesmo? Nós nunca vimos, mas elas dizem que é descomunal, que não cabe na boca nem na xoxota, kkk.
— Nunca medi, não ligo pra isso! Só sei que é grande o suficiente pra encher qualquer buraco que eu quiser, que quando eu enfio, elas gritam de tanto prazer, que pedem pra eu não parar nunca! E vocês, querem ver de perto é? Ou só ficam na conversa mesmo?
Naquele sábado eu estava sozinho na fazenda, a Bárbara tinha viajado, ficou fora dia todo. Depois do almoço, eles três vieram até mim, todos sem camisa, pele morena brilhando de suor, corpos duros e cheios de desejo. Dava pra ver eles tinham combinado alguma coisa, cochichavam entre si, me olhavam de vez em quando, com aquele sorriso maroto no rosto.
— Ei seu Henrique, vamos com nós lá pros fundos? Lá é mais escondido, tem rede e é bem mais fresco.
Fui com eles, seguindo caminho que eu mesmo conhecia de cor, passando perto de árvores. No caminho eles iam bem perto de mim, me olhavam de cima a baixo, rindo e fazendo brincadeiras, perguntando sobre minhas noites, quantas vezes eu fodia, se eu sempre aguentava tudo isso. Quando chegamos lá, eles três foram se despindo tudo, ficaram pelados ali mesmo, à vontade como se estivessem sozinhos. Corpos duros, cheios de força, com seus paus também duros, mas ainda menores que o meu, mais finos também. Sentaram numa rede grande, acenderam cigarro de maconha e ficavam passando um pro outro, sempre rindo, me olhando da cabeça aos pés, com aquela fome nos olhos.
— E aí seu Henrique, quantas mulheres senhor já fudeu aqui mesmo, nessa terra onde a gente tá agora? kkk.
— Ah, meu filho, se eu fosse contar não ia caber num livro não! Muitas, muitas mesmo, todas que eu quis, e todas saíram satisfeitas, sem energia nenhuma.
— E era bom mesmo? Elas gostavam mesmo de levar tudo isso?
— Gostavam tanto que muitas vezes tinham que me empurrar pra eu ir embora, não aguentavam mais, tão cheias que ficavam.
— E qual era que gostava mais? Tinha alguma que era mais danada que as outras?
— Tinha uma sim, morava lá embaixo do morro. Essa aí, meus amigos, essa aí me fazia ficar horas e horas fudendo, ela não cansava nunca, pedia mais e mais, até eu não aguentar mais.
— E como era ela? O que ela fazia que era diferente das outras?
— Ela sabia me chupar direitinho, sabia mexer do jeito que eu gostava, com boca molhada, mexia devagar e com força, e quando eu pedia mais, ela abria tudo e deixava eu entrar até fundo.
— E o senhor, gostava mais de qual jeito? De ficar por cima ou por baixo?
— Gostava de todos, mas tinha um jeito que era meu preferido, que ela se sentava em cima de mim, e eu mandava no ritmo, ia devagar e depois forte, até ela gritar e me pedir pra parar.
— E ela gostava de te ver pelado? De ver tamanho que tu tem na frente dela?
— Gostava tanto que ficava só olhando, passando mão devagar, enquanto mexia nele, antes de me deixar entrar nela, queria ver tudo bem duro antes de me receber.
— E quando tu gozava? Era muito? Dizem que é quantidade fora do normal, kkk.
— É tanta que enche tudo, escorre pelas pernas, que não cabe mais dentro delas.
— Nossa, que sorte a sua seu homem! A gente só ouve falar, mas nunca vê! Dizem que tu é bicho mesmo, kkk.
— Pois é, são coisas da vida, cada um tem o que merece, e eu tenho tudo isso porque sou homem de verdade, sei foder direito.
— Ei seu, não vai tirar roupa não? Fica aí vestido, parece até que tem vergonha da gente, kkk.
— Não, não tenho não, mas não costumo ficar pelado assim na frente de ninguém, só com quem vale a pena.
— Ah qual é, vai tira! É só nós aqui, não tem ninguém mais, é tranquilo, pode ficar à vontade.
— Tá bom então, já que é assim.
Comecei a me despir devagar, deixando cair cada peça, todos olhos deles estavam grudados em mim. Fiquei nu, sentei na beira da cama, virei um pouco de lado, escondendo meu pau com perna, mas dava pra ver volume enorme, duro, batendo forte.
— Ei seu Henrique, é verdade que homens daqui são todos dotados pra caramba? Todo mundo vive falando isso por aí, sabia?
— Esses dois aí já disseram que seu é maior que eles já viram na vida. É verdade ou é só conversa de amigo pra te elogiar?
Adriano jogou cigarro fora, chegou perto, olhou bem nos meus olhos:
— Então, vamos parar com conversa e vamos ver realidade, né?
— O que é grande pra um, pode ser demais pra outro.
— Não precisa esconder, nós só queremos ver de perto.
Túlio bateu mão na parede, fez barulho que me fez olhar pra ele na hora. Comecei então a passar mão devagar pelo meu pau, até ficar duro de verdade, abri pernas e mostrei tudo, rindo e balançando devagar, bem na frente dos olhos deles.
— Olha aí! Agora vocês tão vendo, né? É isso mesmo que vocês pensavam? É maior ainda, né?
Eles vieram todos para perto, pararam bem em volta de mim, me olharam com sorriso diferente, e então falaram baixinho, com olhos brilhando de vontade:
— Ei seu Henrique, e aí? Quer vir lá em casa? Nossas mulheres tão lá, nós só olhamos, não vamos tocar em nada, só olhar você com elas. Topa?
Disse que sim, na hora, mas avisei logo, firme e forte:
— Tudo do meu jeito, só eu mando aqui, ninguém mexe comigo.
Eles concordaram na hora, sorrindo satisfeitos, nos vestimos e fomos. Casa de madeira, simples, mas bem arrumada, bem afastada de tudo. De lá já dava pra ouvir vozes de mulheres conversando na cozinha, e coração já bateu mais forte, só de pensar no que vinha.
Quando entramos, os três foram logo chamando suas mulheres. Elas pararam tudo o que faziam e vieram todas me olhando, devagar, parando um pouco antes de chegar perto. Adriano chegou bem perto delas, falou alto pra todas ouvirem:
— Esse aqui é seu Henrique. Hoje ele manda tudo aqui dentro. Nós já sabemos como ele é, já ouvimos tudo, agora é vez de vocês verem com os próprios olhos. Nós só olhamos, não entramos na brincadeira.
Elas se olharam umas nas outras, rindo, meio tímidas mas com brilho nos olhos que não escondia nada. Uma delas, a mais morena, chegou primeiro bem perto de mim, bem devagar, e falou bem na minha cara, com voz toda mansa mas cheia de desejo:
— Nós já ouvimos falar muito de você, sabemos de tudo. Disseram tu é diferente de todos os homens que nós já conhecemos. Nós estamos aqui, prontas para tudo o que você quiser.
As outras duas vieram logo atrás, uma de cada lado, me segurando pelos braços, me puxando devagar para meio da sala. Os três maridos sentaram-se ali mesmo, bem na frente, só olhando, sem dizer nada, só observando. Elas foram se despindo devagar, tirando calcinha e sutiã, bem devagar, me provocando, até ficarem as três peladas ali na minha frente, me olhando rindo, passando mão devagar nos próprios seios, se mostrando todas para mim.
Levantei-me de um pulo e tirei minha roupa de uma vez só, fiquei nu na frente de todas, duro e pronto pra foder. Cheguei bem perto da morena, peguei rosto com as duas mãos, beijei ela com força, com vontade, enfiando língua bem fundo na sua boca. Ela tremeu toda na hora, agarrou meus ombros com força, se colou toda em mim.
— Eu sei que seu cuzinho nunca foi fudido, né? Tu é virgem ali, nunca ninguém pôs nada lá dentro, não é?
— É sim seu Henrique, nunca ninguém encostou nem com dedo sequer lá, tenho medo, dizem que dói muito, que arrebenta tudo.
— Vai doer um pouco no começo, sim, mas depois tu vai ver que é melhor coisa que tu já sentiu na vida. Vou bem devagar, vou abrir tudo direitinho pra mim.
Passei bastante saliva e óleo por toda volta, bem devagar, abrindo com dedo primeiro, devagar pra não machucar. Quando já tava bem lubrificado e um pouco mais mole, encostei cabeça do meu pau bem na entrada, que era tão fechada que mal dava pra ver. Ela gemeu alto, jogou cabeça pra trás, agarrou meus braços com toda força.
— Ai meu Deus, que isso? É muito grande, não vai caber não!
— Vai caber tudo, confia em mim, segura firme.
Empurrei devagar, bem devagar, até cabeça passar de vez. Ela gritou tão alto que pareceu que ia acordar todo mundo, se jogou toda contra mim, coxa tremeu tanto que eu quase não segurava. Lágrimas escorreram dos olhos, mas ela já se mexia pra trás e pra frente, querendo mais.
— É tão apertado seu homem, nunca senti nada assim! Arrebentou tudo de vez!
— É assim mesmo, tu nunca teve homem de verdade antes, né? Agora aguenta, porque vou encher tudo de porra.
Enfiei tudo de uma vez até bater fundo, ela deu grito que ecoou pela casa toda, unhas cravadas nas minhas costas, se espremendo toda em volta de mim. Comecei a ir e vir devagar primeiro, acostumando buraco dela com meu tamanho, cada vez que saía, vinha tudo cheio de sangue e suco, escorrendo pelas pernas. Depois fui mais forte, mais rápido, batendo com tudo, ela gritava cada vez mais, pedia pra não parar, mordia meu ombro, se apertava toda. Os outros dois olhavam tudo boquiabertos, não acreditando no que viam, vendo como sua mulher se rendia toda pra mim.
Quando já tinha fudido ela bem gostoso, bem cheia, tirei devagar e fui pra loirinha, que já tremia toda só de olhar. Deitei ela na mesa, levantei suas pernas bem alto, abrindo tudo pra mim.
— Tu também nunca levou nada aqui, né? Também é virgem de cu?
— Nunca seu homem, sempre tive medo, ninguém nunca quis fazer isso comigo, dizem que é muito ruim.
— Ruim é não sentir isso, agora tu vai conhecer o que é foder de verdade.
Fiz tudo igual, passei muito lubrificante, abri devagar com dedos, ela tremia toda, suava frio, mas não tirava olho de mim. Encostei cabeça, fui empurrando bem devagar, devagar, até entrar tudo. Ela arregalou olhos, abriu boca mas não saía som, se mexia toda querendo sair mas querendo ficar mais ainda.
— Ai, ai, meu Deus! Tão grande, tão grosso! Arrebentou tudo!
— Deixa doer agora, que depois tu vai pedir mais, vem tudo pra mim, se espreme bem forte.
Fodi ela bem gostoso também, até ela não aguentar mais, até não saber mais o que é dor, só prazer. Deixei buraco dela bem aberto, bem acostumado com meu tamanho, escuro e molhado, marcado pra sempre.
A mais novinha já tava de quatro na minha frente, bunda levantada, esperando sua vez, toda cheia de vontade.
— Eu também sou virgem seu Henrique, faz comigo também, não deixa eu ficar de fora.
Cheguei bem perto, passei óleo em tudo, abri bem devagar, ela respirava forte, coração batendo rápido. Encostei, empurrei bem devagar, bem devagar, ouvindo ela gemer baixinho, até passar cabeça. Ela apertou lençol com força, fechou olhos, gemeu alto:
— É enorme! Nunca pensei que poderia caber algo assim aqui dentro!
— Cabe tudo, e mais um pouco, olha como enche tudo direitinho.
Enfiei tudo até fundo, ela gritou e se jogou toda pra trás, se escondendo mas me puxando pra mais perto. Fodi ela também até cansar, até encher tudo de porra, até buraco dela ficar bem aberto, escorrendo tudo que eu tinha posto lá.
Fodi cada uma delas uma por uma, sempre no cuzinho, que nunca tinha sido tocado, abri cada buraco apertado, fiz cada uma gritar, sentir dor e muito prazer, deixei cada buraco bem aberto, pronto para mais. Elas já não sabiam mais o que era dor, só pediam mais, mais fundo, mais forte.
Fiquei horas enfiando e tirando, de uma pra outra, suado, duro o tempo todo. Cada vez que saía, saía tudo cheio de porra e suco delas, escorrendo pelas pernas, os buracos delas já bem abertos, acostumados com meu tamanho, já querendo mais. Os maridos não se mexeram um segundo, não falaram uma palavra, só olharam tudo, boquiabertos, vendo como suas mulheres se entregaram todas pra mim.
Quando já tinha fudido todas três várias vezes, mandei elas se juntarem, já todas cansadas mas com olhos brilhando de satisfação. Comecei a gozar forte, espirrando porra quente dentro de cada cu, enchendo cada um bem fundo, até escorrer tudo pra fora. Elas gemiam alto sentindo quantidade que saía, engoliam cada gota que escorria, se lambuzando todas com meu gozo.
Os maridos continuavam parados, sem falar nada, olhando tudo, sem acreditar no que viam, fazendo sinal que eu era bicho mesmo, que ninguém fodia como eu. Ficamos todos ali ofegantes, elas deitadas, cansadas, satisfeitas, sem força nenhuma. Os cuzinhos delas todos abertos, escuros, escorregando minha porra, marcados para sempre para mim.
Foi melhor foda da minha vida: foder três virgens de cu, todas de uma vez, com maridos olhando, vendo como eu arrebentei cada buraco apertado e enchi tudo de porra. Saí de lá deixando todos eles ali, até os homens abismados, não acreditando no que tinha acontecido.
No dia seguinte, a Bárbara sorriu pra mim, me beijou bem na boca, acariciou meu rosto e disse baixinho, com aquele ar de quem sabe tudo:
— Eu sabia que tu ia arrebentar todas elas, eu que quis assim, sabia que tu gosta de cu apertado, e eu te dou tudo o que tu quer. Sempre que tu e eles quiserem, eu estou aqui, e eu aprovo tudo, o que é meu é teu também.
