Na manhã seguinte, Angélica desceu as escadas devagar, vestindo apenas um roupão fino de seda que mal cobria seu corpo. O tecido leve e semi-transparente deixava evidente que ela não usava nada por baixo. Seus seios médios, mais cheios e sensíveis após a gravidez, balançavam suavemente a cada passo, com os mamilos marcando o tecido. A pele bronzeada, morena clara, tinha um brilho natural e levemente suado. A cintura estava um pouco mais macia, os quadris mais largos e a bunda firme e bem desenhada balançava discretamente enquanto ela andava. Seus olhos castanhos estavam expressivos, mas com olheiras leves de quem quase não dormiu.
Ela parecia cansada, mas satisfeita.
Sentou-se ao lado de Angela na mesa da cozinha, soltou um longo suspiro e falou com a voz rouca:
— Angela… essa noite eu e Marcão fizemos sexo a noite toda.
Angela virou o rosto para ela, com um sorriso curioso.
— E aí? Como você sentiu depois de tanto tempo?
Angélica mordeu o lábio inferior, o rosto corando levemente. Seus olhos brilharam ao lembrar.
— Incrível… Foi a transa mais intensa da minha vida. Nossa, foi ótimo. Ele me comeu de um jeito que eu nem lembrava mais que era possível. Eu gozei várias vezes… parecia que eu tava explodindo.
Angela sorriu, passando a mão carinhosamente no braço da irmã.
— Que bom, mana. Fico feliz por você. Mas… esse fogo todo tem um motivo, né?
Angélica ficou nervosa na hora. Seu corpo enrijeceu, o roupão abriu um pouco mais revelando parte dos seios. Ela olhou para Angela com os olhos arregalados, visivelmente desconfortável.
— Como assim “tem um motivo”? O que você quer dizer com isso?
Angela apenas sustentou o olhar, com um sorrisinho discreto e misterioso, sem responder imediatamente.
Angela olhou para a irmã com um sorriso leve e falou calmamente:
— Você mesma me falou que não sentia mais desejo por ele… que achava que ele também não ligava mais pra você. E agora, do nada, vocês transam a noite toda?
Angélica ficou vermelha e retrucou na defensiva:
— Nossa, Angela… parece que você ficou triste com o que eu te falei. Não tem nada demais, tá? Foi só uma noite boa.
Angela balançou a cabeça, ainda sorrindo.
— Eu estou feliz, mana. Você é nova, só tem 28 anos. São dez anos de casada, sete com o Marcão. Você só teve um homem na vida. Eu fico feliz que você tenha sentido prazer de novo… Mas acho que tem algo mais. Eu te conheço.
Angélica baixou o olhar, mexendo nervosamente no roupão.
— Não é nada mais… Eu fiquei impressionada com o tamanho da rola dos dois, só isso. Mas é errado, Angela. Eles são filhos do meu marido. Isso é até pecado.
Angela se inclinou para frente, falando com tom suave, mas direto:
— Pecado é não viver o que você quer. Tá parecendo nossos pais falando. Posso te dar um conselho? Os dois te acham mó gostosa. Já vi eles te espiando no banho várias vezes. Usa isso. Se isso te fez ter tesão de novo… por que lutar contra?
Angélica abriu a boca para responder, mas nesse momento a pequena Luz começou a chorar no quarto. Ela se levantou rapidamente, apertando o roupão contra o corpo.
— A Luz está chorando — disse, saindo quase correndo da cozinha.
Angela ficou sentada, tomando seu café com um sorrisinho no canto da boca.
Ela está curiosa… muito curiosa.
Após a conversa com a irmã, Angela subiu para se arrumar. Escolheu o uniforme da oficina, a blusa azul escura bem justa que marcava seus seios médios e firmes, destacando o decote generoso. Por baixo, vestiu uma calça jeans clara que abraçava perfeitamente suas curvas suaves, realçando a bunda redonda e proporcional. Seus cabelos loiros estavam soltos, caindo sobre os ombros, e os olhos pretos brilhavam com uma mistura de desejo e malícia. Ela se olhou no espelho e sorriu. Estava pronta.
Chegou na oficina por volta das 8h30. O movimento ainda estava calmo. Assim que entrou, procurou Gustavo e Vitor com o olhar. Os dois estavam perto de uma moto, conversando. Angela caminhou até eles com passos firmes, rebolando discretamente.
Parou bem na frente dos dois, olhou nos olhos de cada um e falou baixinho, mas direto:
— Hoje eu quero vocês e a Yasmin nos fundos. Tenho planos para mais tarde… vocês dois, ela e eu. Sem o seu pai. Está bom?
Gustavo e Vitor trocaram um olhar rápido, já excitados. Angela não esperou resposta. Deu um passo mais perto e passou a mão com descaramento sobre os paus dos dois, que já estavam duros e marcando claramente as calças.
Sentiu o comprimento de Gustavo e a grossura absurda de Vitor latejando sob o tecido. Apertou levemente, fazendo os dois respirarem fundo.
— Estão bem duros já… Que bom — murmurou ela, com um sorriso safado. — Guardem essa energia pra mais tarde.
Yasmin, que observava de longe do balcão, mordeu o lábio inferior, claramente entendendo o recado.
Angela se afastou dos dois com um último olhar provocante e foi para o balcão, como se nada tivesse acontecido.
O dia mal havia começado e ela já estava molhada.
Após uma manhã agitada na oficina, Angela chamou Yasmin discretamente e as duas foram para os fundos, no depósito de peças mais reservado.
Assim que Gustavo e Vitor apareceram, Angela não perdeu tempo. Olhou para Yasmin com um sorriso safado e disse:
— Tira a roupa, novinha.
As duas se despiram rapidamente. Angela ficou nua primeiro, exibindo seus seios médios firmes, a cintura fina e a bunda redonda. Yasmin revelou seu corpo pequeno, pele morena clara, seios firmes e a bunda empinada.
Angela se aproximou dos rapazes e abriu a calça de Gustavo, tirando para fora aquele pau longo de 21 cm, já duro e latejando. Yasmin fez o mesmo com Vitor, liberando o pau grosso como uma garrafa PET.
As duas se ajoelharam lado a lado.
Angela segurou o pau de Gustavo com as duas mãos e começou a chupar com vontade. Desceu a boca devagar, lambendo toda a extensão, passando a língua na cabeça rosada antes de engolir quase todo o comprimento, sentindo ele bater no fundo da garganta.
— Hmm… que pau gostoso… — murmurou ela, babando bastante.
Ao lado, Yasmin abria bem a boca para acomodar a grossura de Vitor. Sua boquinha se esticava ao máximo, saliva escorrendo pelos cantos enquanto ela chupava ruidosamente, fazendo barulhos molhados e obscenos.
As duas chupavam com fome, olhando uma para a outra de vez em quando. Angela mamava fundo o pau de Gustavo, descendo até as bolas, enquanto Yasmin tentava engolir o máximo possível do pau grosso de Vitor, engasgando e babando.
Os rapazes gemiam, segurando as cabeças delas.
Quando percebeu que eles estavam perto de gozar, Angela tirou o pau de Gustavo da boca com um “plop” molhado e ordenou:
— Vocês vão segurar o gozo. Não vão gozar agora. Só vão nos foder mais tarde.
Ela olhou para Yasmin, que ainda tinha o pau de Vitor na boca, e falou com um sorriso:
— Agora… nós duas vamos nos chupar.
Angela deitou no chão limpo do depósito, abriu as pernas e puxou Yasmin para cima dela, colocando-a em posição 69. As duas começaram a se chupar com vontade.
Angela abriu os lábios rosados de Yasmin e passou a língua devagar no clitóris inchado, depois enfiou a língua dentro da bucetinha apertada, saboreando o gosto dela. Yasmin gemia contra a buceta de Angela, chupando seu clitóris com fome enquanto enfiava dois dedos nela.
As duas se lambiam e chupavam com tesão, gemendo alto, corpos suados se esfregando. Angela segurava a bunda pequena de Yasmin com força, enfiando a língua mais fundo, enquanto Yasmin chupava e mordiscava seu clitóris.
— Hmm… que bucetinha gostosa… — gemeu Angela, o som abafado entre as coxas de Yasmin.
Os dois rapazes assistiam tudo, paus duros latejando, segurando o gozo como Angela havia mandado.
O resto da tarde seguiu com trabalho normal. Por volta das 15h, Marcão chegou na oficina. Ele parecia satisfeito, com um sorriso discreto no rosto. Chamou Angela com um gesto de cabeça:
— Angela, vem aqui no escritório um minuto.
Assim que entraram e ele trancou a porta, Marcão foi direto:
— Acabei de foder sua irmã na cozinha de casa. Ela estava molhada pra caralho, me pediu pra meter forte. Parece que seu plano tá funcionando.
Angela sorriu, aproximando-se dele.
— Que bom… Mas me responde uma coisa, cunhado: você consegue dividir sua esposa?
Marcão ergueu uma sobrancelha, surpreso. Antes que ele respondesse, Angela abriu o zíper do macacão dele, tirou aquele pau enorme de 22 cm já meio duro e se ajoelhou na frente dele.
Sem dizer mais nada, ela começou a chupar. Lambeu toda a extensão grossa, passou a língua na cabeça inchada e desceu a boca o máximo que conseguiu, babando bastante enquanto olhava para cima.
— Hmm… que pau delicioso… — murmurou ela, chupando com fome.
Marcão gemeu rouco, segurando a cabeça dela. Angela chupava com vontade, fazendo barulhos molhados, engolindo quase metade do pau.
Depois de alguns minutos, ela se levantou, abriu a porta e chamou:
— Yasmin, vem aqui.
Yasmin entrou rapidamente. Angela fechou a porta novamente e ordenou:
— De joelhos. Chupa ele comigo.
As duas se ajoelharam lado a lado. Angela chupava a cabeça do pau enquanto Yasmin lambia as bolas pesadas de Marcão. Depois trocaram: Yasmin engolia o máximo que conseguia do pau enorme, engasgando, enquanto Angela lambia a extensão brilhante de saliva.
Marcão gemia, segurando as cabeças das duas.
— Porra… duas putinhas juntas…
Ele não aguentou por muito tempo. Levantou Angela primeiro, colocou-a sentada na mesa, abriu bem as pernas dela e enfiou os 22 cm de uma vez na buceta molhada.
— Aaaahhh… Marcão! — gemeu Angela, cravando as unhas nos ombros dele.
Ele meteu com força bruta, estocadas profundas e pesadas, fazendo a mesa balançar. Depois puxou Yasmin, colocou-a ao lado de Angela na mesa e começou a revezar: metia fundo na buceta de Angela, tirava e enfiava na de Yasmin, alternando entre as duas.
— Isso… toma essa rola… as duas… — rosnava ele.
As duas gemiam alto, se beijando enquanto eram fodidas. Marcão segurava as pernas delas abertas, metendo com violência, o pau grosso entrando e saindo brilhando.
Ele virou Angela de bruços na mesa, empinou a bunda dela e meteu com tudo, dando tapas fortes. Depois fez o mesmo com Yasmin, fodendo as duas com força alternada.
No final, ele gozou primeiro dentro de Angela, enchendo sua buceta de porra quente. Depois tirou e gozou o resto na boca de Yasmin, que engoliu obediente.
As duas ficaram ali, ofegantes, porra escorrendo pela buceta de Angela e pelo queixo de Yasmin.
Marcão sorriu, ainda duro:
— Então… qual é o plano completo?
Angela sorriu para Marcão, ainda recuperando o fôlego, com porra escorrendo pela coxa:
— Depois eu te falo. Se eu não te contei ainda, é porque não vou falar agora.
O resto do dia na oficina foi intenso e corrido. O movimento apertou bastante: dois carros chegaram para revisão urgente, um cliente reclamando de um serviço atrasado, telefone tocando sem parar e várias peças precisando ser buscadas. Marcão trabalhava pesado no motor de uma Hilux, suado e concentrado. Gustavo fazia entregas rápidas de moto, entrando e saindo da oficina. Vitor trocava pastilhas de freio e óleo em dois carros ao mesmo tempo. Yasmin e Angela ficaram no balcão atendendo clientes, organizando notas e respondendo ligações. Apesar da correria, os olhares entre eles eram constantes — cheios de cumplicidade e tesão reprimido.
No final da tarde, antes de irem embora, Angela se aproximou discretamente de Yasmin e falou baixinho:
— Aparece lá em casa hoje. Deixa o resto comigo.
Yasmin olhou para ela por um segundo e respondeu com um sorrisinho:
— Sim, Angela. Tchau.
À noite, em casa
Angélica estava radiante. Havia um brilho diferente em seus olhos castanhos e ela se movimentava pela casa com uma energia leve e sensual que Angela não via há meses. Porém, Angela notou algo importante: Angélica estava usando um vestido curto, soltinho e florido. A cada movimento mais brusco — ao se abaixar para pegar algo ou ao cruzar as pernas —, a barra subia e mostrava claramente a calcinha branca de renda que ela usava por baixo.
Marcão, Vitor e Gustavo não conseguiam disfarçar. Os três estavam visivelmente de pau duro, os volumes marcando as calças enquanto tentavam agir normalmente.
Marcão, tentando controlar a situação, falou:
— Vou comprar uma pizza pra gente. Já volto.
Ele pegou a carteira e saiu.
Poucos minutos depois, a campainha tocou. Yasmin havia chegado.
Angela abriu a porta com um sorriso e falou alto o suficiente para todos ouvirem:
— Vamos ver um filme todos nós? Pode ser divertido.
Angélica concordou, ainda animada. Todos se acomodaram na sala: Angélica no sofá principal, Yasmin ao lado de Angela, Gustavo e Vitor nas poltronas laterais. O ar estava denso, carregado de tensão sexual.
Angela sorriu internamente, satisfeita.
O plano estava seguindo perfeitamente.
Após alguns minutos de filme, Gustavo pegou um cobertor pequeno que estava no sofá e cobriu a si mesmo, Yasmin e Vitor, alegando que estava com frio. Angela percebeu imediatamente a intenção.
Debaixo do cobertor, Yasmin estava com as mãos ocupadas. Ela masturbava os dois enteados lentamente — a mão direita no pau longo de Gustavo, a esquerda no pau grosso de Vitor. Os movimentos eram discretos, mas constantes. Os dois rapazes permaneciam com o rosto sério, fingindo prestar atenção no filme, mas suas respirações estavam mais pesadas.
Angélica, sentada no outro sofá, tentava focar no filme, mas seu olhar desviava constantemente para o movimento suspeito sob o cobertor. Ela mordia o lábio inferior, inquieta.
Angela estava extremamente molhada. Sentia a calcinha encharcada só de imaginar o que estava acontecendo ali.
Marcão chegou com as pizzas e colocou tudo na cozinha. Angélica se levantou rapidamente e sentou no colo dele no sofá, como se quisesse marcar território. A noite estava calma e tranquila por fora, mas carregada de tensão sexual.
De repente, Gustavo falou:
— Yasmin, vamos subir um pouco?
Os dois se levantaram e subiram as escadas. Uns minutos depois, Vitor também subiu, alegando que ia pegar uma jaqueta.
Marcão foi ao banheiro. Angela aproveitou o momento, entrou atrás dele, trancou a porta, se ajoelhou e puxou o pau dele para fora. Começou a chupar com vontade, rápido e molhado, olhando para cima.
— Hmm… que delícia — murmurou Marcão, segurando a cabeça dela.
Depois de alguns minutos, Angela tirou o pau da boca, limpou o canto dos lábios e falou:
— Vai para o bar agora. Sai de casa por um tempo.
Marcão, confuso mas excitado, assentiu.
Ao sair do banheiro, Angela encontrou Angélica na cozinha e falou baixinho:
— Irmã… vamos ver o que eles estão fazendo?
Angélica ficou nervosa, mas a curiosidade era evidente em seu olhar. Ela hesitou por um segundo, depois assentiu.
As duas subiram as escadas em silêncio. Angela ia na frente, Angélica logo atrás, visivelmente nervosa. Pararam em frente à porta do quarto dos meninos, que Yasmin deixou entreaberta de propósito.
Os gemidos vinham claros e altos:
— Aaaahh… assim… mete mais fundo… — gemia Yasmin sem vergonha.
Angélica tapou a boca com a mão, chocada. Os sons eram intensos: pele batendo contra pele, a cama rangendo violentamente e gemidos molhados.
— Ela está com os dois… na minha casa… — sussurrou Angélica, os olhos arregalados.
Pela fresta da porta, elas conseguiam ver quase tudo.
Yasmin estava de quatro na cama. Gustavo metia na bucetinha dela com força, estocadas longas e profundas, enquanto Vitor enfiava o pau grosso no cuzinho dela. Yasmin rebolava entre os dois, gemendo como uma vadia:
— Isso… me fodem juntos… aaaahh! Os dois paus ao mesmo tempo… me arrombem!
O corpo pequeno dela sacudia violentamente. A bunda empinada recebia estocadas brutais de Vitor, enquanto Gustavo segurava os cabelos dela e metia fundo na buceta.
Angélica não conseguia tirar os olhos da cena. Sua respiração estava pesada, o rosto vermelho. Angela, ao lado dela, estava completamente molhada, apertando as coxas.
Yasmin gritava de prazer:
— Mais forte… me usam… sou a puta de vocês… aaaahhh!
Os dois revezavam, trocando de buraco, fodendo ela sem piedade. Yasmin gozou tremendo inteira, apertando os dois paus ao mesmo tempo, o corpo convulsionando enquanto gemia alto.
Angélica estava hipnotizada, sem conseguir desviar o olhar.
Pela fresta da porta, Angélica assistia tudo hipnotizada, sem conseguir desviar o olhar.
Yasmin estava sendo duplamente penetrada. Gustavo debaixo dela, metendo o pau longo de 21 cm fundo na bucetinha, enquanto Vitor estava atrás, enfiando seu pau grosso como garrafa PET no cuzinho dela. Yasmin gemia como uma louca, o corpo pequeno completamente tomado pelos dois enteados.
— Aaaahhh! Os dois ao mesmo tempo… me arrombem! — gritava ela, rebolando desesperada entre os paus.
Vitor metia com estocadas curtas e brutais no cu, o pau grosso esticando o anelzinho ao limite. Gustavo segurava a cintura dela e empurrava para cima, o pau longo batendo fundo na buceta. Yasmin babava, os olhos revirados, os seios pequenos balançando violentamente.
— Isso… me fodem… sou a putinha de vocês… aaaahh! — gritava ela sem parar.
Os dois aceleraram, fodendo ela com força sincronizada. O barulho molhado dos paus entrando e saindo era alto. Yasmin gozou primeiro, tremendo inteira, apertando os dois paus ao mesmo tempo, gritando de prazer.
Logo depois, Gustavo gozou dentro da buceta dela, enchendo-a de porra quente. Vitor deu mais algumas estocadas brutais no cu e gozou também, jorrando dentro do cuzinho de Yasmin.
Os três ficaram ofegantes, suados e melados.
Angélica, ainda escondida no corredor, murmurou chocada, quase sem voz:
— Meu Deus… o que está acontecendo?
Ela recuou rapidamente, entrou no quarto do casal e trancou a porta, o coração disparado.
Angela esperou um momento e foi até o quarto dos meninos. Entrou e fechou a porta.
— Eu quero dar pra vocês dois agora — disse ela, tirando a roupa rapidamente. — Um no cu, o outro na buceta.
Gustavo sorriu safado e falou:
— Angela, se você conseguir fazer a nossa madrasta dar pra nós dois… eu juro que nós vamos acabar com aquela buceta dela.
Angela sorriu, excitada com a ideia, e respondeu:
— Eu vou adorar isso… e minha irmã também vai.
No quarto , Angela estava completamente entregue. De quatro na cama, ela rebolava com força enquanto Gustavo metia seu pau longo de 21 cm na sua buceta e Vitor enfiava aquele pau grosso como garrafa PET no seu cuzinho.
— Aaaahhh… porra… me arrombem! — gritava Angela, a voz rouca de prazer.
Os dois metiam com intensidade selvagem. Gustavo segurava sua cintura e dava estocadas profundas, o pau longo batendo no fundo da buceta. Vitor metia no cu com força, o pau grosso esticando seu anel ao limite, causando uma mistura deliciosa de dor e prazer. Angela tremia inteira, os seios balançando, o corpo suado brilhando.
— Isso… me fodem juntos… me destruam… aaaahh! — implorava ela, rebolando desesperada entre os dois paus.
Os dois aceleraram, fodendo ela sem piedade. O quarto estava cheio do som molhado de carne batendo, gemidos e tapas na bunda. Angela gozou forte, apertando os dois paus ao mesmo tempo, o corpo convulsionando enquanto gritava.
Yasmin, que ouviu os gemidos, entrou no quarto sem bater. Seus olhos brilharam ao ver a cena. Ela se aproximou, ainda nua, e começou a beijar Angela enquanto os dois continuavam metendo.
Nesse momento, Yasmin ouviu gemidos vindos do quarto do casal. Angélica e Marcão estavam transando intensamente. A voz de Angélica ecoava pelo corredor:
— Isso… me fode, Marcão… mais forte… aaaahh!
Yasmin sorriu, excitada com a situação.
Após gozarem — Gustavo enchendo a buceta de Angela e Vitor gozando no seu cu —, Angela se levantou devagar. Seu corpo estava dolorido, as pernas tremendo. Porra escorria abundantemente da sua buceta e do seu cuzinho, descendo pelas coxas. Seu cabelo loiro estava bagunçado e suado, o rosto vermelho de tanto prazer.
Ela sentou na beira da cama, respirando fundo, e pensou:
Eu quero muito mais que isso…
Olhou para o nada por alguns segundos e murmurou para si mesma:
— Eu só vou parar quando minha irmã estiver nessa putaria toda.
Na manhã seguinte, Angela acordou mais cedo. Desceu as escadas e encontrou Angélica na sala, amamentando a pequena Luz. Ela ainda estava de roupão, o cabelo bagunçado e o rosto com uma expressão cansada, mas ao mesmo tempo inquieta.
— Bom dia, irmã. Noite quente, né? — disse Angela com um tom leve e provocador.
Angélica corou levemente, mas não conseguiu esconder o sorriso tímido.
— Sim… nossa, foi bem intensa.
Angela sentou ao lado dela no sofá e continuou, baixando um pouco a voz:
— Você viu aquela Yasmin dando pra os dois na sua casa? Mas eu vou te falar uma coisa… se eu pudesse, eu também dava. Aqueles paus são enormes e parecem tão gostosos…
Angélica arregalou os olhos, chocada.
— Angela! Olha o respeito, eles são meus enteados!
Angela riu baixinho e insistiu:
— Posso ter certeza que eles não batem punheta pensando em mim. Eles fazem isso pensando em você. Então, se eu fosse você, eu experimentava aquelas rolas…
Angélica ficou em silêncio por alguns segundos, visivelmente perturbada. Depois, com a voz baixa e envergonhada, confessou:
— Eu me sinto péssima… Nos últimos dias, só penso naqueles paus. Eu amo o pau do meu marido, é grande e gostoso… mas aqueles dois me deixaram com um sentimento que eu nunca senti antes.
Angela se aproximou mais, acariciando o braço da irmã com carinho:
— Eles te deixaram excitada, irmã. E você merece experimentar. Eu vou te ajudar. Pode contar comigo.
Angélica não respondeu. Apenas olhou para o chão, o rosto vermelho, respirando um pouco mais rápido.
Angela subiu para se arrumar sabendo que a irmã estava cada vez mais próxima de ceder. Enquanto vestia a roupa, pensou consigo mesma, sentindo a buceta molhada:
Amanhã eu a ponho nessa putaria de uma vez por todas.