MEU FILHO E EU TRANSFORMAMOS MINHA SOGRA NUMA PUTA FAMINTA PT 10

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Heterossexual
Contém 2816 palavras
Data: 28/05/2026 12:14:04

Angela estava sentada na beira da cama quando entrei no quarto. Assim que me viu, ela baixou o olhar, claramente arrependida.

— Desculpa, amor… — disse ela, voz mais calma. — Eu duvidei de você. Fiquei nervosa com aquela conta do motel e acabei descontando em você. Me perdoa.

Eu me aproximei, segurei o rosto dela e dei um beijo longo. Ela correspondeu, aliviada.

— Tudo bem — respondi. — Eu entendo. As coisas estão tensas ultimamente.

Ela sorriu fraco e passou a mão no meu peito.

— Tem uma festa amanhã à noite na casa do Julian. Vai ter algumas pessoas da empresa, diretores, investidores… Eu preciso dar uma saída, espairecer a mente. Você quer ir comigo?

Pensei por dois segundos. Julian. O nome que Maycon havia jogado na minha cara dias atrás.

— Vamos — respondi. — Pode ser bom pra gente.

No dia seguinte, nos arrumamos. Angela estava deslumbrante num vestido preto justo, curto na frente e longo atrás, com um decote discreto que marcava bem os seios. Eu vesti uma calça social escura, camisa branca e um blazer cinza quase formal.

Antes de sair, paramos na sala. Neide estava no sofá assistindo TV.

— Mãe, você pode ficar de olho no Maycon hoje? — pediu Angela. — Não deve demorar muito.

Neide sorriu docemente, mas eu vi o canto da boca dela se erguer de forma quase imperceptível.

— Podem ir tranquilos. Divirtam-se. Eu cuido de tudo por aqui.

Aquele sorriso não me saiu da cabeça durante o caminho.

A casa de Julian era impressionante — um sobrado enorme em um condomínio de alto padrão, com jardim iluminado, segurança na porta e valet. Música clássica tocava baixo ao fundo. O ambiente era sofisticado, cheio de executivos, diretores e investidores.

Angela se enturmou rapidamente com as amigas da empresa. Eu peguei uma taça de whisky e fiquei observando.

Julian veio me cumprimentar. Negro, alto (quase 1,95m), careca, brinco de diamante na orelha esquerda e um sorriso fácil. Usava um terno bem cortado.

— Beto! Que bom que você veio, cara. Angela fala muito de você.

O aperto de mão foi firme. O jeito dele era afeminado — voz um pouco mais aguda, gestos delicados. Mas havia algo estranho. Em alguns momentos ele ria de forma mais grossa, batia no ombro dos homens com força excessiva, quase forçado. “Macho demais para quem parece tão gay”, pensei.

A festa seguia tranquila até que Seu Edgar, chefe direto de Angela, um homem branco, gordo, uns 55 anos e bem povão, começou a reclamar alto:

— Porra, ninguém aqui joga truco direito? Tá tudo cheio de fresco!

Julian riu e disse:

— Edgar, para com isso.

Edgar insistiu:

— Alguém topa uma partida séria? Eu e o Julian contra dois.

Ninguém queria. Angela, querendo agradar o chefe, falou:

— O Adalberto joga muito bem!

Edgar olhou pra mim com empolgação:

— Vamos lá, Beto! Só uma partidinha descontraída.

Eu tentei recusar:

— Estou enferrujado, Edgar…

— É só brincadeira, cara. Relaxa!

Acabei aceitando. Sentamos em uma mesa de canto: eu e Marcelo (um investidor magro e quieto) contra Edgar e Julian.

O jogo começou normal. Mas logo percebi que Julian jogava bem até demais para alguém que “não jogava muito”. Ele dava sinais sutis para Edgar, olhares rápidos, batia o dedo na mesa de forma específica. Em alguns momentos, quando ganhava uma mão, soltava um “Porra, caralho!” bem grosso, quase exagerado, como se precisasse provar masculinidade.

Eu estava alerta o tempo todo. Cada vez que Julian olhava para Angela do outro lado da sala, meu estômago apertava. Ele sorria para ela de um jeito… íntimo demais.

O jogo ficou emocionante. Placar apertado. Na última mão, estávamos 11 a 10 para eles. Julian tinha um 3 na mão e pediu aumento. Eu contrariei. A tensão subiu.

Julian jogou um Zap sujo. Edgar riu alto. Eu e Marcelo tentamos reagir, mas perdemos a mão.

Julian bateu na mesa, comemorando:

— É nóis, porra! — disse ele, voz grossa, batendo o peito.

Mas quando ninguém estava olhando, ele lançou um olhar rápido e discreto para Angela, que sorriu de volta.

Meu sangue ferveu.

Edgar riu, satisfeito:

— Vocês são bons, mas contra nós dois não tem pra ninguém!

Enquanto isso, minha cabeça girava:

Será que Maycon estava certo?

Esse Julian é gay mesmo ou é só fachada?

Por que Angela sorriu pra ele daquele jeito?

A noite ainda estava só começando. A primeira partida terminou 12x10 para Edgar e Julian. Eles comemoraram com tapas nas costas e risadas altas. Eu estava irritado — não só pela derrota, mas pela forma como Julian olhava para Angela do outro lado da sala.

Levantei o copo de whisky e falei, com a voz firme:

— Vamos de melhor de três. Quero revanche.

Julian ergueu uma sobrancelha, surpreso com minha insistência, mas sorriu.

— Tá bom, Beto. Vamos ver se você melhora.

Marcelo, meu parceiro, bateu na mesa animado:

— Agora sim! Vamos virar essa porra!

A segunda partida foi tensa e emocionante. Eu joguei mais concentrado, lendo melhor os sinais. Consegui uma mão forte com um Copas e um Zap limpo. Marcelo, que era bem entusiasta, gritava a cada ponto:

— Isso aí, parceiro! Tá vendo, Julian? Aqui não é brincadeira!

Ganhamos a segunda partida por 12x8. O placar geral agora estava empatado. A última mão decidiria tudo.

A esposa de Marcelo se aproximou da mesa. Era uma mestiça linda pra caralho — pele bronzeada dourada, cabelo cacheado volumoso, corpo escultural, uns 26 ou 27 anos. Vestia um vestido vermelho colado que marcava os seios fartos e a bunda empinada. Parecia saída de um filme.

Ela bateu nas costas do marido, sorrindo:

— Tá ganhando, amor?

Marcelo, todo orgulhoso:

— Estamos virando, bebê! Mas tá difícil contra esses dois safados.

Ela riu, deu um beijo no pescoço dele e olhou para a mesa com curiosidade. Seus olhos pararam em mim por um segundo a mais do que o normal.

Angela também se aproximou, curiosa:

— E aí? Como está o jogo?

Seu Edgar, já um pouco alterado pela bebida, bateu na mesa com empolgação:

— Vamos aumentar a aposta nessa última mão! Tá muito parado isso aqui.

Marcelo riu:

— Quer dinheiro? Quanto?

Edgar balançou a cabeça, com um sorriso malicioso:

— Dinheiro aqui todo mundo tem. Que tal algo mais… sensual?

O clima na mesa mudou imediatamente. Julian ergueu uma sobrancelha, interessado. Marcelo soltou uma risada nervosa. Eu fiquei quieto, sentindo o perigo.

Edgar continuou, olhando para todos:

— Se nós ganharmos… as mulheres de vocês dois — ele apontou para mim e para Marcelo — têm que dar um beijo bem gostoso na boca do Julian e no meu. Um beijo de verdade, com língua.

Marcelo arregalou os olhos. A esposa dele ficou vermelha, mas riu, claramente achando graça da ousadia.

Angela cruzou os braços, sorrindo de lado:

— E se nós ganharmos?

Edgar pensou por dois segundos e respondeu:

— Se vocês ganharem, eu e o Julian lavamos toda a louça da festa hoje e ainda pagamos um spa day pra vocês duas amanhã.

Julian riu, olhando diretamente para Angela:

— Topo. E você, Beto? Topa arriscar sua mulher?

Todos os olhares se voltaram para mim.

Senti o sangue ferver. A provocação era clara. Julian me olhava com um sorrisinho desafiador, quase debochado. Angela esperava minha resposta, curiosa. A esposa de Marcelo parecia excitada com a ideia.

Eu olhei para Julian por alguns segundos longos, depois sorri frio:

— Topo.

Edgar bateu palmas animado:

— Então vamos! Última mão! Sem piedade!

A tensão no ar estava palpável. A esposa de Marcelo ficou ao lado da mesa, mordendo o lábio. Angela se sentou numa cadeira próxima, cruzando as pernas. Julian embaralhou as cartas devagar, olhando para mim como se soubesse de algo que eu não sabia.

A última mão estava prestes a começar.

E eu sentia que, independentemente do resultado das cartas, algo muito maior estava em jogo naquela mesa.

A última mão da melhor de três começou carregada de tensão. Placar 11 a 11. Quem ganhasse aquela mão, levava o jogo.

Edgar embaralhou as cartas com um sorriso desafiador. Julian mantinha o rosto sério, mas seus olhos estavam afiados. Marcelo, meu parceiro, batia o pé nervoso embaixo da mesa. Eu segurava o copo de whisky com força, sentindo o peso do olhar de Julian sobre mim.

— Vamos ver se sustenta essa revanche, Beto — provocou Edgar.

As cartas foram distribuídas: três cartas para cada jogador.

Minha mão: Zap e Copas e Reis .

Uma mão muito forte.

Edgar abriu o jogo jogando um 6 . Julian jogou um 5 . Marcelo jogou um 4 . Eu soltei o Rei , vencendo a primeira rodada.

Segunda rodada: Edgar jogou um Ás . Julian reforçou com um Rei de Paus. Marcelo jogou um 4. Eu hesitei por um segundo e joguei o 7 copas encoberto.

A mesa ficou em silêncio absoluto.

Terceira rodada decisiva: Edgar jogou um 2 Julian, com um sorrisinho confiante, soltou o espadilha

Marcelo xingou baixo. O clima pesou. Todos olharam para mim.

Eu olhei para as minhas cartas restantes. Ainda tinha o Zap

Bati o Zap de Copas na mesa com força.

— Zap porra! — anunciei, voz firme e grave.

Julian apertou o maxilar visivelmente. Edgar soltou um “Porra…” quase inaudível.

Silêncio mortal.

Edgar e Julian não tinham mais cartas fortes o suficiente para responder. A rodada — e o jogo — era nossa.

Marcelo explodiu de alegria, levantando os braços:

— CARALHO! GANHAMOS! VIRAMOS ESSA PORRA!

Eu me recostei na cadeira, sentindo a adrenalina correr forte nas veias. Edgar ficou olhando para as cartas como se tivessem traído ele. Julian, por sua vez, forçou um sorriso amarelo, mas seus olhos estavam gelados de irritação. Ele me encarou por longos segundos, sem piscar.

— Parabéns… — disse Julian, voz baixa e controlada. — Vocês jogaram bem.

Edgar soltou uma gargalhada alta, tentando disfarçar o desgosto:

— Tá bom, tá bom! Vocês viraram o jogo! Amanhã todo mundo de folga na empresa. E o spa day das meninas é por minha conta o dia inteiro! Massagem, facial, sauna, tudo liberado!

A esposa de Marcelo bateu palmas, animada. Angela se aproximou por trás de mim, colocou as mãos nos meus ombros e deu um beijo no meu pescoço.

— Você mandou muito bem, amor — sussurrou ela.

Mas eu mal consegui comemorar.

Porque enquanto todos riam e brindavam, Julian continuava me encarando do outro lado da mesa. Havia algo sombrio e desafiador naquele olhar.

O resto da festa ficou estranhamente desconfortável para mim.

Julian não parava de se aproximar de Angela. Sempre que ela estava em um grupo, ele aparecia, colocava a mão na cintura dela de forma “amigável”, ria alto das piadas dela e contava histórias exageradas, olhando para mim de canto de olho como se estivesse me testando.

Em determinado momento, enquanto estávamos todos conversando em círculo, Julian soltou casualmente:

— Teve uma vez numa conferência em São Paulo que o hotel estava lotado pra caralho. Eu e a Angela tivemos que dividir o mesmo quarto.

Senti um soco no estômago.

Angela riu, como se fosse algo engraçado.

— Foi horrível, né? Eu dormi mal a noite inteira.

Julian completou, com um sorrisinho:

— Mas relaxa, Beto… eram camas separadas. Quase não dormi também, ela ronca baixo — disse ele, rindo.

Todos riram. Eu forcei um sorriso, mas por dentro fervia. O jeito “gay” dele já não me convencia mais. Havia algo calculado, quase provocador na forma como ele falava.

No final da noite, na hora de ir embora, Julian se despediu de Angela com um abraço longo demais. Apertou ela contra o corpo, mão espalmada nas costas dela, demorando uns três segundos a mais que o necessário. Angela retribuiu normalmente, mas eu vi.

No carro, voltando para casa, Angela percebeu meu silêncio.

— Amor, tá tudo bem? Você ficou estranho depois daquela história do quarto.

— Não foi nada — respondi seco.

— Beto… o Julian é só um amigo. Ele é bem extrovertido, mas não é nada demais. Relaxa.

Eu não respondi. Mas por dentro, as palavras de Maycon ecoavam na minha cabeça.

Segunda-feira – Dia no Spa

No dia seguinte, resolvemos levar Neide também para o spa que Edgar havia pago. Angela achou que seria bom para a mãe relaxar. Maycon foi para a escola.

Chegamos no spa de luxo por volta das 10h. O lugar era incrível: piscinas térmicas, saunas, massagens, lounge com drinks sem álcool.

A esposa de Marcelo, Larissa, também estava lá. Ela veio deslumbrante, de biquíni branco pequeno por baixo do roupão, corpo bronzeado brilhando. Assim que me viu, sorriu abertamente e veio me cumprimentar com dois beijos no rosto, demorando um pouco mais que o necessário.

— Beto! Que bom te ver de novo. Você jogou muito bem ontem… — disse ela, mordendo o lábio de leve.

Neide percebeu imediatamente. Ficou ao meu lado, segurando meu braço com possessividade, mas mantendo o sorriso de avó.

Durante a manhã, Larissa se insinuava descaradamente. Sentava perto de mim na jacuzzi, roçava a perna na minha “sem querer”, elogiava meu físico, ria de tudo que eu falava. Neide ficava cada vez mais irritada, embora tentasse disfarçar.

Em um momento, quando Larissa foi buscar uma bebida, Neide se aproximou de mim e sussurrou no meu ouvido, voz cheia de ciúmes:

— Aquela vadia tá se esfregando toda em você. Se ela continuar, vou sentar no seu colo na frente dela só pra marcar território.

Eu sorri, mas a tensão aumentava.

Julian também apareceu no spa (Edgar o convidou). Ele estava de sunga, corpo definido, e não perdeu a oportunidade de provocar. Sentou-se ao lado de Angela na beira da piscina e começou a passar protetor nas costas dela, demorando bastante.

— Deixa eu te ajudar, Angie…

Eu observava tudo de longe, o sangue fervendo.

Neide, percebendo minha irritação, veio por trás, encostou o corpo molhado no meu e sussurrou:

— Calma, genro… se você quiser, mais tarde eu te chupo no vestiário pra aliviar essa raiva toda.

O dia seguia assim: Larissa flertando abertamente comigo, Neide com ciúmes e possessiva, Julian provocando com Angela, e eu no meio de tudo, tentando manter o controle.

Mas algo dentro de mim dizia que essa bomba estava perto de explodir.

Julian não parava de provocar. Sempre que Angela estava em algum lugar, ele aparecia. Na jacuzzi, sentou bem ao lado dela, quase colado, e começou a passar as mãos nas costas dela “para espalhar o óleo”. Falava baixinho no ouvido dela, fazendo ela rir. Em determinado momento, ele até fingiu que ia pegar algo e roçou o peito no ombro dela.

Eu observava tudo de longe, com o copo na mão, o maxilar travado.

Neide estava ao meu lado, e seus ciúmes aumentavam a cada minuto — mas não só de Larissa. Ela também percebia o que Julian fazia com Angela.

— Olha pra ele… — murmurou Neide, apertando meu braço com força. — Aquele viadinho falso não tira as mãos da sua mulher. E ela ri como uma idiota. Tá gostando, viu?

Larissa, por sua vez, também não ajudava. Sentou do meu outro lado na jacuzzi, encostando a coxa na minha debaixo d’água, e sussurrou:

Neide cravou as unhas na minha coxa por baixo da água, marcando território. O clima entre as duas mulheres estava elétrico.

No final da tarde, quando estávamos nos despedindo no estacionamento, Julian se aproximou de Angela novamente. Deu um abraço longo, apertado, mão descendo um pouco mais que o normal nas costas dela. Quando se afastou, ainda segurou a mão dela por alguns segundos extras.

— Qualquer coisa me liga, Angie. Sabe que tô sempre aqui pra você — disse ele, com aquele sorriso que agora eu via como falso.

Angela sorriu:

— Obrigada, Ju. Você é um amor.

No carro, voltando para casa, o silêncio era pesado. Angela tentou conversar algumas vezes, mas eu respondia seco. Ela percebeu.

— Beto, o que foi? Você tá estranho desde ontem.

Eu segurei o volante com força, os nós dos dedos brancos.

— Nada.

Ela insistiu:

— É ciúmes do Julian? Amor, ele é gay. Todo mundo sabe disso na empresa. Ele só é carinhoso mesmo.

Eu não respondi. Mas por dentro, uma certeza fria se cravava em mim.

Gay uma porra.

O jeito como ele olhava para Angela, o jeito como tocava nela, o sorriso debochado que me lançava… Julian não era gay. Ou, se era, era um “gay” muito conveniente.

Chegamos em casa. Neide desceu do carro e me lançou um olhar que misturava ciúmes, preocupação e desejo. Angela foi direto tomar banho.

Fiquei na sala, sentado no escuro, repassando tudo na cabeça.

As viagens constantes de Angela.

As histórias do Julian.

O quarto dividido no hotel.

Os olhares.

Os abraços demorados.

O sorriso dela para ele.

Pela primeira vez, a desconfiança se transformou em convicção dolorosa.

Angela estava me traindo.

E o pior: estava traindo com alguém que eu tinha que ver socialmente, alguém que fingia ser “gay” para disfarçar.

Neide desceu as escadas de robe, viu meu estado e sentou ao meu lado. Passou a mão na minha coxa e perguntou baixinho:

— Tá pensando nela e no Julian, né?

Eu não respondi. Apenas apertei o maxilar.

Neide encostou a cabeça no meu ombro e sussurrou:

— Se ela estiver te traindo… eu descubro Mas enquanto isso… quer que eu te chupe pra esquecer por uns minutos?

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Comentários

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Situação complicada...Faça o que eu digo, não faça o que eu faço....

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Eu queria somente entender a cabeça do Beto. Ela com Neide traem descaradamente Ângela. Agora essa de moralismo que ele pode, mas a esposa da pode trair é muito hipocrita. Ele humilha a esposa com a própria mãe. Socialmente, intimamente, dentro da própria casa. Porque ele não fica tão irado assim quando mente, engana e trai. Ele não é errado? Moralismo machista.

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