Como eu e meu namorado perdemos a virgindade um com o outro

Um conto erótico de Lua
Categoria: Heterossexual
Contém 777 palavras
Data: 28/05/2026 09:02:18

Como eu e meu namorado perdemos a virgindade um com o outro

Comecei a namorar com 14 anos e o rapaz de 16 anos, nós dois éramos inexperientes, mas eu gostava realmente de outro rapaz da minha idade. Ainda éramos virgens, embora já conhecesse meu próprio corpo em segredo, nas noites sozinha em meu quarto. Ele provavelmente fazia o mesmo batendo punheta. Nosso namoro foi crescendo devagar, entre beijos demorados, abraços apertados e mãos tímidas explorando por cima da roupa.

Minha mãe trabalhava à noite como eu já relatei em outros contos, então muitas vezes eu ficava em casa cuidando dos meus irmãos mais novos. Meu namorado podia entrar lá em casa sem problema, assim como eu frequentava a casa dele. Mesmo assim, por meses, não passávamos muito dos beijos e carícias. Existia vontade, mas também vergonha, medo e aquela insegurança típica de quem ainda não sabe dar o primeiro passo.

Até que uma noite ele apareceu diferente.

Chegou triste, abatido, contando que o pai havia passado mal e quase sofrido um infarto. Abracei ele forte e levei para o meu quarto, tentando consolar só com o abraço.

Ficamos deitados na cama conversando baixinho. Mas ele se aproveitou do momento, aos poucos, os beijos começaram. Primeiro lentos, depois mais intensos. Ele passou a mão pelos meus seios, depois por baixo da blusinha, foi para minha cintura, pelas minhas pernas, subiu as mãos até deslizar os dedos por dentro do meu short, foi entrando mais a mão e alcançou minha boceta começando a massagear com os dedos por um tempinho, até que comecei a ficar molhadinha, eu senti ele enfiando um dedo "nossa que gostoso!". Meu corpo inteiro arrepiou quando senti aquele toque mais íntimo e profundo. Eu estava nervosa, mas não queria impedir. Pelo contrário. Pela primeira vez, deixei alguém me tocar daquele jeito.

Enquanto nos beijávamos, eu sentia meu corpo reagindo sozinho, quente, sensível, entregue àquele momento. Ele explorava cada detalhe de mim como se estivesse descobrindo algo precioso.

Mas, de repente, ouvimos meus irmãos correndo pela casa, assustados com algum barulho lá fora. Nós nos afastamos rápido, tentando parecer normais. Pouco depois, ele precisou ir embora.

Depois daquele dia, tudo mudou entre nós.

Em outra noite sozinhos no meu quarto, ele me pediu, cheio de timidez, para me ver sem roupa. Disse que não faria nada, que só queria me admirar. Insistiu tanto, com aquele jeito curioso, que acabei cedendo, fiz um strip-tease, despindo peça por peça, deixando o sutiã e a calcinha rosa por ultimos, até ficar totalmente nua alí para ele, com medo dele não resistir e querer me agarrar. Com o coração acelerado.

Nunca tinha me mostrado assim para ninguém. Sentia vergonha e coragem ao mesmo tempo. Ele me olhava em silêncio, completamente encantado. Depois foi a vez dele, e nós dois rimos nervosos daquela descoberta mútua. Mesmo assim, ainda não fomos além.

Talvez estivéssemos esperando o momento certo.

Até que um dia...

Tínhamos ido ao aniversário de uma amiga minha e voltamos muito tarde. Minha mãe deixou que ele dormisse lá em casa, no sofá da sala. Achei que a noite terminaria assim.

Mas, horas depois, acordei sentindo alguém se deitar ao meu lado.

Era ele.

O quarto estava escuro e silencioso. Eu usava apenas uma camisa larga azul marinho e uma calcinha que também era azul marinho fina por baixo. Ele me abraçou devagar, como se pedisse permissão apenas com o toque. Começamos a nos beijar, ainda sonolentos, mas cheios de vontade, tesão e excitação acumulados de tantos meses.

As mãos dele tremiam tanto quanto as minhas.

Ele tirou minha roupa lentamente me deixando completamente nua, depois a dele. Ficamos nos olhando por alguns segundos, nervosos e excitados ao mesmo tempo. Meu coração batia tão forte.

Então eu sussurrei:

— Coloca a camisinha.

Ele levantou rápido, pegou no bolso da calça e colocou. Depois voltou para mim, respirando fundo.

Quando começou a enfiar o pau, foi devagar, com cuidado. Eu sentia desconforto, tensão, e ao mesmo tempo uma sensação intensa. Ele parava sempre que percebia minha respiração prender, e eu pedia baixinho para continuar, sentindo pela primeira vez um pau na minha boceta virgem.

Tudo aconteceu lentamente, sem pressa.

Ficamos ali por um longo tempo, descobrindo um ao outro no silêncio da madrugada, ele metendo o pau até conseguir enfiar todo, ficou com o pau indo e voltando até ele gozar.

Depois, levantamos em silêncio para não acordar ninguém. Fui ao banheiro primeiro, ainda admirada com o que tinha acabado de acontecer. Quando voltei, pedi que ele retornasse para o sofá antes que amanhecesse.

E foi assim que perdemos a virgindade juntos: entre nervosismo, medo, sem experiência, desejo e vontade reprimida.

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