Michelle, um sonho de amor - Final

Um conto erótico de Daméhr
Categoria: Trans
Contém 5617 palavras
Data: 27/05/2026 23:54:19

Michelle, um sonho de amor - Final

Um conto de Daméhr.

Continuando: Sou Michelle, uma mulher trans. bonita e gostosa, tenho 1.72 de altura, olhos e cabelos castanhos, seios médios, quadril largo, coxas grossas e uma bunda bonita, que chama atenção de todos.

Conheci Fernanda na faculdade, durante um intervalo para o café. Na época eu estava com 21 anos, terminando o terceiro período de medicina, e Fernanda com 20 anos, finalizando o primeiro período.

Fiquei encantada com a beleza daquela garota. No inicio não houve nenhum tipo de contato entre nós, apenas sorrisos discretos. Mas não foi somente seu sorriso, o olhar daquela garota mexeu com minha cabeça. Eu via a Fernanda quase todos os dias, na praça de alimentação. E quase sempre, ela sorria-me e nossos olhares se cruzavam.

Fernanda foi garota mais bonita que vi na vida. Era esbelta, tinha corpo de modelo 1.68 de altura, cabelos castanhos claros, olhos verdes, seios médios, cintura fina, quadris arredondados e uma bunda redonda, bonita, proporcional ao seu corpo.

Linda, graciosa e delicada, seu rosto delicado era a imagem personificada da inocência, com seu narizinho pequeno, sobrancelhas naturais sem cortes e sem desenhos.

E aquele olhar expressivo, que dizia mais do que mil palavras.

Até conhecer Fernanda, eu que só tive alguns casos passageiros e transas casuais. Fernanda não saia da minha cabeça, eu me apaixonei por ela à primeira vista.

Durante mais de dois meses, eu a via de longe. Fazendo o lanche da tarde, as vezes estava sozinha, outras acompanhada por colegas.

Teve uma sexta-feira quando fui tomar um café, nos encontramos na lanchonete. Fernanda sorriu para mim, retribui seu sorriso. Naquele breve instante, cara a cara, nos apresentamos e começamos conversar, mas como o intervalo entre as aulas é curto. Trocamos número de telefone, prometendo conversar depois.

Voltamos para sala de aula, e no final do turno mandei uma mensagem pra ela:

Eu:

- Olá Fernanda...

- Quero te ver...

- Pode ser?

- Estou aqui fora...

Fer:

- Claro...

- Daqui a pouco...

***

Dez minutos depois ela chegou de mansinho, disse um oi acanhado, beijamos no rosto.

Eu nunca tinha convidado uma garota para um encontro, então eu estava muito nervosa. Fernanda me olhou nos olhos, estremeci na presença dela, “logo eu que sou tão confiante”.

- Oi Michelle, que bom te conhecer. Me fala um pouco de você. Perguntou me olhando com aqueles olhos expressivos, que no momento pareciam um tanto inquisidores.

- Fernanda, faz tempo que eu queria te conhecer.

- Por que, algum motivo especial! Falou me olhando nos olhos.

- Puxa vida, você é bem direta, ”silêncio”. Conversar, saber de você, estou muito interessada... mas acho que isso você já sabe.

- Eu sei sim! Mas você ainda não me falou de você... eu quero saber tudo.

- Fernanda, preciso comer alguma coisa. Você me acompanha! Ai a gente conversa.

- Mas continuando... minha família é de Minas. Eu curto a natureza, gosto de ler, de estudar, estou seguindo os passos dos meus pais. Eles são médicos. Você Fernanda?

- Eu sou de Curitiba, meus pais são empresários do ramo imobiliário. Gosto muito de estudar, desde menina quero ser médica. Michelle... você tem namorada?

- Não. Eu tive alguns casos, passageiros. Fernanda, quer sai comigo. Tipo um encontro, por favor... diz que sim... rsssss.

- Puxa vida Michelle, agora você que me pegou! Disse sorrindo.

- Eu ainda não te peguei, mas eu quero! E beijei sua boca, foi o beijo mais gostoso que dei na vida. Fernanda tinha um cheiro doce de neném novo. Você não disse se aceita?

- Ah meu Deus... "o que foi isso”! Ok, eu aceito ... disse com rosto corado.

- Fernanda, me fala uma coisa... você sempre gostou de garotas?

- Acho que gosto dos dois. Quando tinha 16, fiquei com um garoto, mas não deu certo.

- Fernanda, vou ser sincera contigo. Sou bissexual de verdade, é biológico... sou garota e garoto. Se você tiver preconceitos em relação a isso. Eu vou entender perfeitamente.

- Michelle, eu não sou preconceituosa... só não entendi?

- Fernanda, sou trans., uma mulher no corpo de um homem.

- Trans. Você!!! Imagina... Michelle você é muito linda, não parece com um homem.

- Querida, eu sou uma mulher! A única coisa que tenho de homem, é um pinto.

- Você não quis fazer cirurgia para adequação de gênero?

- Meus pais me sugeriram fazer, mas eu não quis. Gosto de ser como sou. Notei que Fernanda ficou reticente e apreensiva, pois logo mudou o rumo da conversa.

- Michelle, eu moro na Teodoro Sampaio, e você mora onde?

- Moro na Oscar Freire, é aqui perto da faculdade.

- Fernanda, eu não fico propagando “aos quatro ventos” que sou mulher trans. Desculpa minha sinceridade, é que não gosto de mentiras. Senti que frustrei suas expectativas, e compreendo. Se você quiser podemos ser apenas amigas, mas não vou insistir.

- Não é nada disso, Michelle! Você é muito linda, fiquei caída por você.

- Só fui pega de surpresa, quero entender isso direito ok.

- Fernanda, mas ficou tarde pra mim. Outra hora a gente conversa. Me despedi dela e fui embora, com meu coração pesado.

Na semana seguinte na faculdade, cortei volta evitando a Fernanda. Não sou de impor minha presença, então fiquei na minha e dei um tempo. Na sexta-feira no final do turno, Fernanda me enviou uma mensagem pelo whatsapp:

***

Fer:

- Michelle, fala comigo!

- O que eu fiz pra você me evitar?

- Isso me deixou muito triste...

Eu:

- Desculpa, se frustrei sua expectativa...

- Não sou quem você esperava...

- Acho que você deixou isso claro...

- Foi isso que entendi... ou não?

Fer:

- Você entendeu errado...

- Não me deu tempo para entender...

- Estou muito triste...

Eu:

- Me desculpa!

- Penso em você o tempo todo...

- Eu também fiquei triste...

- O que você queria que eu fizesse?

- Você deixou claro, que não está a fim...

Fer:

- Não deixei nada claro...

- Você tirou conclusões precipitadas...

- Eu só queria tempo pra pensar...

- E... você, não deu esse tempo...

- Continuo triste...

Eu:

- Fernanda...

- O que você quer?

Fer:

- Que você fale comigo...

- Que não me isole...

- Que venha me ver...

- Que acabe com minha tristeza...

Eu:

- Você tem certeza?

- É isso mesmo que você quer?

- Ok, a gente se vê amanhã.

- Depois combinamos...

Fer:

- Por que amanhã?

- Hoje...

- Agora...

Eu:

- Onde nós vamos?

Fer:

- Não sei...

- Na minha casa...

- Faremos alguma coisa...

- Nós duas...

- Ansiosa pra te ver!

Aquele convite mudou meu estado de espírito. Eu não me cabia de tanta alegria. Fui tomar um banho e me preparar, queria ficar bonita pra Fernanda.

Passei um perfume suave no corpo, vesti uma calcinha boxer, bermuda de alfaiataria verde claro com cinto de couro, camisa branca de manga comprida dobrada no antebraço, sandália de salto alto com tiras finas, bolsa tiracolo combinando com cinto. Gastei horas no espelho me produzindo pra ficar bonita.

Quando cheguei no apartamento dela, Fernanda ficou encantada comigo.

- Michelle! Você está linda, toda elegante. Parece que vai para uma festa? Me abraçou me beijando no rosto, seu beijo pegou um cantinho dos meus lábios. Segurei seu rosto e dei nela um beijo de verdade. Fernanda se entregou totalmente.

- Que bom que você veio, disfarçando o quanto meu beijo mexeu com ela.

- Pensei que você queria sair. Disse fazendo charme, eu estava toda produzida.

Fernanda estava vestindo um cropped de crochê, um short de tecido fino, sandálias havaianas, mostrando toda sua sensualidade.

- Pensei ficar em casa. Pedir comida, tomar um vinho, conversar. Você não quer trocar de roupa e ficar a vontade; usa o meu quarto.

- Eu não trouxe roupas. Eu precisava acalmar minha agitação.

- Eu posso te emprestar alguma coisa. Coloquei uma blusinha de alça e um short folgado. Fernanda abriu uma garrafa de vinho branco, serviu duas taças. Propôs um brinde.

- Michelle, eu pensei em você a semana toda. Fiquei triste, você me ignorou.

- Não foi isso... você sabe. Estou louca por você... não sabe quanto.

- Eu também, mas a gente tem que... faz muito tempo que eu não transo.

- Quanto tempo Fernanda.

- Ah Michelle não sei, tempo demais.

- Fernanda, a gente pode resolver esse problema.

- Estou louca pra isso, mas primeiro a gente tem que conversar.

- Nos vamos, agora me conta tudo que você não me falou.

- O que você quer saber?

- Tudo Fernanda. Desde quando você gosta de garotas?

- Desde nova, que eu sinto atração por mulher.

- Sei... eu sou mulher com pau. Você quer ficar comigo Fernanda?

- Não sei... você quer? Me fala, o que você vai fazer comigo?

- Quero fazer maldade com você... muita maldade.

- Então... você gosta de fazer maldade, com garotas inocentes?

- Não mente pra mim, de inocente só tem a cara.

Peguei Fernanda pelos cabelos, beijando na boca, abraçando seu corpo, acariciando seus seios por cima do cropped. Aquela garota me tirava do eixo. Toda delicada, parecia uma boneca de porcelana, aquilo atiçava ainda mais o meu desejo. Tirei seu cropped, beijando seus mamilos rosados, sugando um de cada vez, depois sua barriga, seu ventre sarado. Seu shortinho, lambendo sua buceta por cima da calcinha que já estava molhada.

- Fernanda, Você é muito... muito linda, que delicia... quero comer sua buceta.

- Aiiii Michelle... você gosta de buceta.

- Eu adoro querida, deixa eu ver... mostra sua bucetinha inocente pra mim.

- Euuuu... puxa vida... você falando assim... me deixa... maluca.

- Escuta meu amor... quantas vezes você deu sua bucetinha... conta pra mim.

- Ah Michelle, não sei... umas três ou quatro vezes. Eu tinha 17. Você não vai tirar a roupa?

- Fernanda, você está dizendo que não transa há dois anos.

- Mais ou menos... isso importa. Tira roupa Michelle, vou ficar mais a vontade.

Tirei a roupa devagar, meu pau estava muito duro, estufando a calcinha.

- Puta merda... Michelle!!! Eu não acredito!!! Seu pau é muito... grande!

- Fer., do que você gosta mais... PINTO ou BUCETA?

- Aiii Michelle, você falando assim... tá me deixando louca... eu gosto dos dois.

- E... você gostou do meu? Pega Fernanda... pega nele.

- Michelle, posso te pedir uma coisa... a gente pode fazer devagar.

- Claro meu amor, agora fala pra mim... você gosta de uma pica dura e grossa?

- Ah Michelle... você tá me deixando louca. Peguei Fernanda pelos cabelos, comecei beijar sua boca, beijo sensual, melado, lambendo seu pescoço, mordendo o lóbulo da sua orelha, beijando e lambendo seus mamilos rosados.

- Fer... você é uma boneca linda... vou meter na sua bucetinha gostosa.

- Aiii Michelle... o jeito que você fala... me deixa louca de tesão. Peguei o rostinho dela, abrindo sua boca com meu polegar, fazendo ela chupar meu dedo. Parava para beijar sua boca, colocava meu dedo novamente, puxei seus cabelos esfregando meu pau no seu rosto, nos seus lábios.

- Agora me fala sua putinha... fala se você gostou da minha rola.

- Ah Michelle, nunca vi um pau tão bonito, é quente e muito grosso.

- Fala querida... você gosta de pinto grosso, ou gosta de buceta?

- Aiii Michelle... você vai me matar de tesão... assim você me deixa maluca.

- Agora pega nele querida, e chupa gostoso... chupa sua puta gostosa... vou dar leitinho na sua boca. Fernanda tinha uma boquinha gostosa, segurou meu pau com suas mãozinhas delicadas, ela mamava igual uma bezerrinha nova.

- Aiii Michelle... eu nunca... nunca engoli porra.

- Chupa querida, bem devagar... que delicia... vou gozar nessa boquinha gostosa... e você vai engolir tudo, é igual leite condensado... isso sua putinha ... chupa bem devagar... lambe tudo... delicia sua boca... vou gozar... engole tudo sua puta... hummm... vou gozzaaarrrrr.

Delicia aquela boquinha delicada chupando meu pau. Puxei Fernanda pelos cabelos, beijando sua boca melada de leite. Coloquei Fernanda no sofá, com os pés apoiados no assento. Que visão linda, ela com as pernas abertas mostrando a bucetinha rosada, perfeita, inchada e toda meladinha.

- Sua BUCETA... é muito linda... nunca vi uma assim tão bonita. Comecei lamber seus pés, colocando aqueles dedos delicados na boca. Um pezinho de cada vez, lambendo suas pernas, a parte interna das suas coxas, em volta dos grandes lábios, mordendo seu clitóris só com meus lábios. Fernanda empinava o corpo, com as mãos cravadas no tecido do estofado, gemendo, gritando, revirando os olhos louca de tesão.

- Ahhiiiiiiinnn Michelleee você... você... vai me matar de tesão... ahiiiinnn cachorra que boca gostosa... chupa minha buceta... ahhiiiiiiinnn... não faz isso comigo... você tá me deixando louca... Michelleeeee... não faz isso comigo... não faz... eu quero que você faz maldade comigo... come minha buceta... ahhiiiiiiinnn amor... eu quero gozarrr... você falou que ia fazer maldade comigo... então faz... mete na minha bucetinha... eu quero esse pinto gostoso... me fode ahhiiiiiiinnn amor... euuuu vouuuu gozzz... gozzzaaarrrr...

Naquele momento não conseguia mais raciocinar, minha tesão era tanta que eu estava totalmente desorientada, vendo aquela coisinha delicada, gemendo excitada, gritando pedindo rola, seu eu enfiar nela. Fernanda tremia da cabeça aos pés, excitada, toda melada.

Rasguei o envelope da camisinha com dente e encapei meu pau.

- Senta querida, senta na minha pica... senta sua putinha e controla a penetração. Come minha pica com essa buceta gostosa.

- Michelle, eu sou apertada... seu pinto vai rasgar minha buceta, ele é muito grosso.

- Querida, sua bucetinha foi feita na medida pro meu pau, senta sua vadia.

Comecei beijar sua boca, seus mamilos rosados. Fernanda parecia uma louca alucinada. Segurei ela pela bunda, ela ajeitou a cabeça do pau na sua entrada, esfregou um pouco no seu mel e foi descendo devagar, entrou tudo.

- Aiiiii Michelleeee... é muito grosso... aiiiiiiiiii... tá me arregaçando a buceta.

Fernanda começou subir e descer na minha pica. Comecei brincar no seu cuzinho, enfiei meu dedo grande, entrou apertado.

- Aiii Michelle... que dedo gostoso. Fernanda gemia gritando desesperada.

- Fernanda... que buceta quentinha... vou te foder sua putinha gostosa.

- Ahhiiiiiiinnn... seu pinto tá rasgando minha buceta... aiii Michelle você é malvada... muito malvada... aiiiiiiiiii... seu pau é muito grosso, tá me rasgando ahhiiiiiiinnn.

- Fernanda, que buceta gostosa... senta sua putinha... fala que você gosta de piroca.

- Aiiii eu gosto... gosto muito... me fode sua cachorra... aiii que delicia seu pinto... me fode... ah meu amor... issoooo é muitoooo gostosoooo... ahhiiiiiiinnn... amor goza em mim... goza... aiii amor mete... euuu vouu gozar... mete tudo... aiii... mete... vouuu gozarrrrr... ahhiiiiiiinnn... gozeiiii.

- E eu gozei também. Que delicia gozar naquela bucetinha apertada.

- Ai Michelle, isso foi muito bom... eu nunca gozei tanto.

- Que bom que você gostou... quer mais?

- Aiii amor eu quero sim. Depois a gente faz de novo. Eu estou faminta, vamos pedir comida. Ficamos abraçadas, ela toda manhosa agarrada no meu pescoço, com a respiração ofegante. Fernanda ligou para um “Delivery” pedindo hambúrgueres, e fomos tomar banho.

Coloquei um short e ficamos relaxadas conversando, esperando nosso lanche chegar.

- Michelle!!! Estou louca por você... e agora? O que vamos fazer?

- Fernanda, é a primeira vez que tenho esse sentimento. Nunca senti isso por ninguém.

- Você nunca gostou de ninguém.

- Quando era garota, eu gostava de primo Marco. Eu pensava que era amor, mas era só uma viagem de adolescente. O que eu sinto por você Fernanda, é diferente. Estou apaixonada.

- Você já ficou com Marco?

- Fiquei, mas isso foi antes de te conhecer.

- Seja sincera, você ainda transa com ele?

- Que amor... você está com ciúmes! Não querida, depois que conheci você. Nunca mais.

Nossos hambúrgueres chegaram e fomos comer. Estávamos encantadas. Em um gesto de carinho, Fernanda limpou minha boca melada de maionese.

Voltamos relaxar no sofá. Fernanda deitou com a cabeça no meu ombro, sussurrando toda dengosa.

- Eu nunca fiquei apaixonada assim, como estou por você.

- Eu também não Fernanda, até hoje só tive casos, transas casuais.

- Michelle... eu e você? Vão ser só transas, ou será algo mais?

- Não sei amor, não fica ansiosa por conta disso. Vamos viver o momento.

- Fernanda, se eu e você queremos ser médicas.Temos que colocar toda nossa energia, para estudar. Isso é sério, nós só vamos namorar no fim de semana.

- Eu sei Michelle, mas estou tão apaixonada... que fico insegura.

- Você não precisa sua boinha. Eu estou muito a fim de você.

Fernanda veio por cima, prendendo meus braços, me beijando na boca, mordendo meus mamilos por cima do tecido fino da blusa. Sentou no meu colo, meu pau ficou duro como uma rocha. Ela tirou o cropped, o shortinho, ficou nua novamente.

- Michelle, sua cachorra tesuda... eu quero te comer. Ficou agachada sobre meu corpo, me beijando tirou minha roupa, meu pau estava rígido como uma rocha.

Fernanda começou acariciar meu pau, pegando nele com suas mãos delicadas, admirando, acariciando de leve, sentindo a textura quente da carne rígida. Aquelas carícias estavam me deixando completamente louca.

- Puxa vida... como ele é bonito. É gostoso ficar pegando nele assim, tão quente, tão duro. Michelle, sabia que você é muito gostosa. Começou beijar e lamber em volta da glande.

Fernanda era extremamente carinhosa, beijando meu pau de cima até embaixo. Deixou um pouco de cuspe escorrer batendo uma punheta carinhosa e muito sensual. Ela parava e colocava na boca engolindo tudo, saliva escorrendo pelo canto da boca, deixando meu pau babado. Olhava pra mim com aquela carinha de puta safada, sussurrando coisas indecentes sem tirar meu pau da boca.

- Agora esse pausão gostoso é todo meu... ouviu sua cachorra... Esse pinto é só meu.

Aquilo era excitante demais, ver aquela boquinha delicada chupando meu pau, ela sussurrando baixinho, aquilo era uma tortura. Fernanda mudou de posição, colocou a bunda na minha cara para fazer um 69, gemendo igual uma gatinha manhosa.

- Agora me chupa sua cachorra... chupa minha buceta... quero gozar na sua boca... quero que você engole meu melzinho e continuou chupando, colocando tudo na boca.

Segurei aquelas coxas macias, aquela buceta meladinha na minha cara. Chupei gostoso, sugando seu melzinho delicioso. Enfiei dois dedos nela, meu polegar na buceta e o indicador no cuzinho. Fernanda não estava esperando uma DP com dedos, contraiu a bunda prendendo meus dedos. Enfiei tudo, ela gritou alucinada.

- Aiiiiii Michelleee... não faz isso... não faz... isso dá muita tesão... esse dedo é muitooo gostoso... aiiii amor... me chupa... vamos gozar... vamos... ahhiiiiiiinnn amor... vamos gozar... gozzz... aiiii amor eu gozeiii... eu gozei muito.... aiiiiii amor gozeiiii m u i t o.

- Aiii Fernanda... que boquinha gostosa... vai querida chupa meu pau... que delicia... engole leitinho... engole tudinho sua puta gostosa... eu vou gozar... ahhiiiiiiinnn puta que pariu... vou gozzzaaarrrr.

Caímos abraçadas ofegantes, o calor dos nossos corpos suados, mal conseguíamos respirar, depois daquele 69 escandaloso e obsceno.

- Aiii Michelle, eu nunca gozei tanto. Você vai acabar comigo.

- Fernanda, me fala uma coisa querida... você já deu o cuzinho.

- Ai Michele, fico com vergonha de falar disso. Dei uma vez pro Lucas, ele foi bruto comigo e me machucou.

- Dá pra mim Fernanda, estou cheia de tesão no seu cuzinho... ele é muito lindo.

- Você tá maluca, Michelle. Seu pau é muito grosso, vai me arrebentar toda.

- Não mente, você gostou quando coloquei meu dedo, ficou cheia de tesão.

- Michelle, eu sinto uma tesão louca no cu. Você quer comparar a grossura do seu dedo, com seu pinto. Não cabe amor... é muito grande, vai de deixar toda arregaçada.

- Eu sei fazer amor, só dói um pouco... e você já deu o cu, não é sua primeira vez.

- Eu já dei amor, mas tem muito tempo. Eu sei como é, isso dói muito.

- Fernanda... esse papo está me deixando louca de tesão. Olha como meu pai tá duro, você não sabe como é gostoso gozar no cuzinho. Dá pra mim amor.

- E você gosta? Conversa comigo Michelle, seja honesta. Você gosta de um cuzinho.

- Eu adoro querida. É uma das coisas mais gostosas do mundo.

- Ai não vale! Você quer me comer... e eu não posso comer você.

- Pode sim amor, a gente pode usar brinquedos, eu e você. Vai ser muito gostoso.

- Me dá Fernanda... só um pouquinho. Estou louca de vontade de comer seu cuzinho.

- Para Michelle, você vai me machucar. Isso dói pra caramba.

- Só dói um pouquinho amor... prometo ser carinhosa e fazer devagar.

- Você promete que não vai doer?

- Fer, eu não posso prometer isso. Não gosto de enganar meu amorzinho, mas prometo ser carinhosa. Se você relaxar quase não dói, olha amor como meu pinto tá duro.

Fernanda pegou com suas mãozinhas, suas unhas pintadas de azul claro, deixavam suas mãos ainda mais delicadas. Ela segurava meu pau com uma delicadeza, que me deixava louca. Começou beijar na glande, lambendo com sua boquinha gostosa.

- Aiii Michelle... adoro seu pau, vai amor... goza na minha boca.

- Não Fernanda, quero gozar dentro e encher seu cuzinho de leite.

- Aiii Michelle... não faz isso... assim você acaba comigo.

Coloquei Fernanda ajoelhada no assento do sofá, beijando suas costas, seu pescoço, lambendo sua buceta, sua bunda e chupando seu cuzinho.

- Plaft... Plaft... Plaft... abre a bunda e mostra seu cuzinho... mostra sua puta.

- Ahhiiiiiiinnn amor... não faz isso... não faz... assim é muita maldade. Que delicia aquelas mãozinhas delicadas abrindo o cuzinho. Chupei aquela gostosa, lambendo da buceta até no cuzinho, dando voltas nele com a língua, chupando aquele cuzinho gostoso.

- Aiiii amor... isso não se faz... isso é muita maldade... coloquei o dedo grande na porta do anelzinho, dando voltas e depois enfiei tudo. Fernanda empinou o corpo segurando aflita no encosto do sofá, com meu dedo atolado no cu.

- Aiiiiiiiiii Michelleeeee... isso é dá muita tesão. Fernanda gemia alucinada. Tirei um dedo e coloquei dois, empurrando devagar, laceando seu cuzinho quente e apertado.

- Michelle sua cachorra... faz isso devagar. Fernanda gemia olhando meus dedos atolados no seu rabo. Olha querida, como é gostoso tomar no cuzinho.

- Ahhiiiiiiinnn amor... não faz isso... é muita maldade que você tá fazendo comigo.

- Querida... você tem um cuzinho delicioso. Vou colocar meu pinto dentro dele.

Comecei mexer os dedos, ela ficou alucinada de tesão. Tirei os dedos e comecei morder sua bunda, chupar seu cuzinho, enfiando a língua nele.

- Plaft... Plaft... Plaft... fala putinha... você gostar de apanhar na bunda... fala sua vadia.

- Aiiii amor eu gosto... mas para de bater... está doendo.

- Fala pra mim sua vadia. Você gosta de dar o cu?

- Plaft... Plaft... Plaft... você gostar de apanhar na bunda e dar o cuzinho... fala sua puta.

- Não gosto não... dói muito... só gosto na buceta... e eu não sou puta... não sou não.

- Mas você vai dar pra mim, não vai putinha gostosa. Fala que vai me dar o cu. Atolei dois dedos no cuzinho dela de novo, até minha mão encostar na bunda. Fernanda empinou o corpo segurando aflita na minha mão, gritando desesperada.

- Aiii Michelleeee... não faz isso comigo... isso é muita maldade... tirei dois dedos e coloquei três. Coloquei devagar laceando seu cuzinho quente e apertado.

- Aiii Michelle... não faz isso... assim dói... você é muito... muito malvada...

- Fica quieta sua vadia... eu sei que você gosta de dar o cuzinho... não é sua putinha. Falei atolando três dedos no seu rabinho.

- Eu não sou puta... não sou... aiii Michelle... assim você acaba comigo.

Fernanda querida, você é uma delicinha. Deitamos no sofá e comecei lamber sua buceta, até ela ficar louca de excitação, querendo gozar. Coloquei minha garota de lado e comecei esfregar meu pau na buceta. Ela estava alucinada de tesão. Eu esfregava, entrava um pouco e tirava, e empurrei tudo até no talo.

- Aiiiiiiiiii sua cachorra safada... não faz essa maldade comigo... não faz...

Fernanda gritava desesperada de tesão. Tirei da buceta e coloquei na entrada do cuzinho, empçurrei até a cabeça entrar e deixei parado.

- Aiiiii amor... meu cu... isso dói... coloca devagar...

- Fica quieta sua vadia... eu sei que você gosta de tomar no cuzinho... sussurrei baixinho no ouvido dela, empurrando mais um pouco... você gosta... não gosta? Puta merda que cuzinho apertado. Sussurrava e empurrando mais um pouco.

Fernanda era muito apertada. Seu cuzinho apertava meu pau, como uma luva de carne viva. Era delicioso abrir as pregas daquele cuzinho gostoso.

- Aiii Michelle... sua cachorra malvada... não faz isso comigo... tá doendo muito.

- Mas você gosta... não é! Seu cuzinho é lindo, quentinho, apertadinho, uma delicia. Empurrei mais um pouco, já tinha colocado quase tudo. Meu pau queimava apertado.

- Eu sei... você é uma cachorra... meu cu tá doendo muito... tira amor...

- Fica quieta sua vadia... eu sei que você gosta de dar o cu... sussurrei baixinho no ouvido dela... empurrando tudo.

- Aiiiiiiiiiiiiiii Michelleee, puta que pariuuuu... não faz isso comigo... tira por favor.

- Fica quieta amorzinho... relaxa... já coloquei tudo... relaxa querida daqui a pouco não dói mais, você vai ver como é bom tomar no cu.

- Aiii Michelle, você fez maldade comigo... me enganou! Tirou meu cabaço.

- Fernanda você é muito apertada, vou mexer um pouco.

- Não mexe... por favor não mexe... fica parada só mais um pouco... por favor não mexe.

- Fer... querida, me fala uma coisa... não tá doendo mais, não é.

- Michelle, parou de doer mas não mexe... fica paradinha assim é gostoso.

- Puta que pariu Fernanda, seu cuzinho é muito gostoso... aiii caralho... eu vou gozar.

- Não Michelle, por favor... não goza ainda, segura só mais um pouquinho.

- Puta que pariu Fernanda, você é muito apertada... eu não agüento mais... vou gozar sem meter... aiiiii caralho que cu gostoso... eu gozeiiiii... puta que pariu que delicia seu cuzinho... gozzeiiii...e tirei meu mau de dentro dela.

- Aiiii amor tá escorrendo muita porra, pega o short... pega rápido, vai melecar meu sofá.

- Quero saber se você gostou?

- Michelle, você é muito engraçadinha. Bota na minha bunda, e quer saber se eu gostei.

- Eu quero saber sim, fala comigo. Fernanda me abraçou com lagrimas nos olhos, e começou chorar. Fiquei apavorada.

- Fernanda, por que está chorando. Amor fala comigo, eu te machuquei?

- Não Michelle, doeu mas eu gostei; a gente pode falar disso depois.

Fomos tomar banho. Saímos enxugando os cabelos.

Quando conheci Fernanda, seu sorriso e seu olhar me impressionaram. Não posso mentir que no primeiro momento, senti um tesão absurdo naquela garota com cara de inocente.

Fernanda foi uma surpresa pra mim, cada minuto que passávamos juntas, eu ficava mais apaixonada. Além dela ser uma gatinha gostosa, ela tem um jeito manhoso e todo delicado de ser, seu sorriso e seu olhar irradiam amor e alegria.

Estou loucamente apaixonada nessa garota.

- Fernanda, me fala a verdade. Por que você chorou? Estou preocupada!

- Michelle, eu me sinto muito sozinha longe dos meus pais. E com você é diferente, a gente conversa, quero estar contigo o tempo todo. Amor, nunca pensei que transar com você, fosse ser tão gostoso. Eu fiquei emocionada e chorei, foi isso.

- Então você gostou de ficar comigo?

- Mais que gostei Michelle, estou apaixonada... louca por você. Por isso estou insegura.

- Por que? Eu dei motivo pra você ficar assim?

- Não Michelle. Claro que não, mas você é tão linda. Você chega... chegando, todo mundo te admira, olha pra você com desejo. Uma hora você pode se encantar com outra garota. Ser isso acontecer vai acabar comigo.

- Desculpa, eu sou uma boba. Eu não devia estar falando nisso, nós nem conversamos se vamos ficar ou não. Apaga... esquece que eu falei isso.

- Minha nossa... Fernanda. Estou muito a fim de você, de verdade. Você é muito linda, gostosa demais, me deixa louca de tesão, mas não é só isso. Eu estou te amando.

- Então me fala... Seja honesta comigo, Michelle! Você está me deixando louca, com você eu gozei todas as vezes, e isso nunca aconteceu comigo! Eu quero saber, se ntre nós vai ser só sexo, ou mais alguma coisa? Por que se for só sexo, eu quero estar preparada.

- Fernanda, eu estou sendo honesta. É claro que o sexo uniu a gente, e eu amo transar. Eu gosto de você como pessoa. Eu estou apaixonada por você.

- Tem certeza que é isso Michelle?

- Tenho Fernanda, mas você sabe que relacionamento é uma coisa complicada. Envolve sentimentos, ciúmes, cobranças, e isso sobrecarrega a mente. Esse é o motivo por que não quero compromisso sério nesse momento, mas isso não quer dizer que não levo você a sério. Se nós quisermos ser médicas, temos que estudar em tempo integral.

- Michelle, eu queria ter sua cabeça.

- Escuta gatinha... eu quero você pra mim, e quero ser igual para você. Quero namorar, fazer amor, foder, trepar com você. Quero viver aqui e agora com você, sem regras, sem preocupações, sem neuras. Por favor Fernanda, não complica as coisas.

- Michelle, acho que estou muito... muito apaixonada por você.

- Eu sabia! Você apaixonou no meu pinto. Eu tenho um pinto irresistível.

- Você é muito boba... muito tesuda... só pensa nisso.

- Sou tarada por você, sua putinha gostosa. Eu machuquei seu cuzinho? Me fala a verdade, não mente pra mim. Na hora do banho você fugiu do assunto.

- Michelle não estou mentindo, você não me machucou. Doeu um pouco, mas tinha tempo que eu não fazia. Chorei por que sou uma boba, que emociono à toa.

- Ahmmm... agora já sei por que você chorou. Seu cuzinho ficou emocionado, rsssss

- Puta merda, não consigo acreditar que você disse isso... você é muito boba.

- Fernanda... eu quero de novo.

- O que... Michelle!

- Seu cuzinho querida... dá pra mim. Olha amor... meu pau está emocionado de tão duro.

- Não acredito!!! Amanhã eu dou... hoje está muito tarde, vamos dormir.

- Não consigo... estou com muita tesão... chupa meu pau sua vadia... quero essa boquinha gostosa mamando na minha pica. Fernanda começou alisar meu pau por cima do short, tirou ele pra fora. Meu pau estava inchado de tanto tesão. Ela veio toda manhosa, igual uma gatinha nova querendo leite.

Puxei ela e comecei beijar na boca. Fernanda tirou o cropped, o short, e ficou de só de calcinha. Seus mamilos estavam duros e empinados, comecei chupá-los.

- Senta no meu colo querida, e segura os peitos pra mim. Quero mamar neles... você é minha putinha gostosa. Fala isso pra mim, fala que você é minha puta, isso me deixa excitada.

- Eu sou sua putinha. Mama nos meus peitos... mama meu amor... mama gostoso. Fernanda encaixou meu pau na bucetinha molhada, aquilo me deixou louca.

- Puta que pariu... que buceta gostosa... senta nele querida... quero sentir sua buceta molhada. Fernanda levantou sobre os joelhos, colocou meu pau na sua entrada e foi me comendo, me engolindo com sua buceta melada.

- Aiii caralho... que buceta gostosa... fica quieta não mexe... quero sentir sua quentura.

- Aiiii Michelle, quando você fala BUCETA, isso me deixa louca de tesão.

- Fernanda, quem te fez assim tão gostosa... fala sua puta safada.

- Foi papai e mamãe. Aiiii amor... delicia seu pau grosso... arromba minha BUCETA.

- Querida, tira da BUCETA e coloca no CUZINHO, coloca devagar pra não doer... vem sua vadiazinha gostosa... geme na minha pica... geme gostoso, grita igual uma puta... adoro quando você geme com meu pau atolado no cuzinho, senta sua vadia... senta na minha pica.

Fernanda cuspiu na mão e molhou o cuzinho, encaixando meu pinto duro no seu anelzinho. Que delicia ver aquela mãozinha delicada segurando meu pinto, esfregando no cuzinho. Custou um pouco para entrar, ela foi descendo. Fiquei olhando maravilhada, minha rola grossa sumindo naquele cuzinho.

Puta que pariu, é difícil descrever como aquilo era gostoso.

- Aiiii amor... seu pinto é muito grosso... tá doendo... vai rasgar meu cuzinho.

- Puta que pariu Fernanda, eu quero rasgar esse cuzinho gostoso... senta sua puta, come esse pau, engole tudo. Geme, grita sua putinha safada.

- Aiiii amor... tá doendo... você é muito malvada... tá me rasgando toda.

- Você é uma gatinha dengosa... fala sua vadia... fala que gosta de tomar no cu.

- Eu gosto amor... mas dói muito... aiiinnn seu pinto é muito grosso... machuca meu cu.

- Mas eu quero machucar esse cuzinho... quero deixar ele arrombado de piroca.

- Aiii amor... você é bruta... assim eu não gosto... me machuca... tira que tá doendo.

- Puta merda... que putinha manhosa. Sai de cima e fica de quatro... vou arregaçar o cabacinho do seu cu.

- Aiiii amor assim machuca, coloca devagar... que pinto grosso você tem... me fode sua cachorra malvada... fode meu cu com seu pinto duro... aiiiiinnnn amor meu cu... soca amor... soca tudo.

- Puta que pariu que safadinha... vou encher seu cuzinho de leite.

- Aiii amor soca... enche meu cu de leitinho... goza... goza gostoso... eu quero tudinho... soca sua pausuda... soca esse pinto duro em mim... soca... aiiiiinnnn amor... soca tudo.... aiiiinnn vou gozar... com seu pinto grosso... aiiiiinnn que delicia... vou gozzz...arrr aiiiiinnnn amor meu cu... gozzzzeiiiiiiiii...

- Puta que pariu Fernanda, que cuzinho apertado... vou goz... gozzzzaarrrrrr.

Ficamos engatadas, meu pau ainda teso expulsava as últimas gotas de esperma dentro dela. Respirávamos ofegantes, corações acelerados, esperando nosso corpo relaxar e voltar ao normal. Estávamos esgotadas de tanto gozar, mal conseguíamos mexer braços e pernas, tamanho era nosso cansaço. Depois de um tempo, levantamos trocando as pernas e fomos deitar. Cobrimos nossos corpos nus com uma manta leve, e dormimos a melhor noite das nossas vidas. Aquele foi o primeiro de muitos fins de semana que passamos juntas.

Eu e Fernanda nos adaptamos com o jeito da outra.

No inicio Fernanda era uma gatinha manhosa, mas com o tempo foi mudando. Hoje em dia ela está diferente. É outra mulher, mais confiante, mais segura de si mesma.

Depois de quase dois anos juntas, combinamos de conhecer nossas famílias. Foi lindo, choramos juntas emocionadas.

A roda do tempo girou. Acabei de concluir o curso, estou iniciando residência médica, em um hospital aqui em SP. Fernanda ainda falta um ano e meio para concluir o curso.

Nós duas estamos juntas há quase cinco anos. Temos uma vida normal como todo casal. Realizando sonhos pessoais e profissionais.

Vivemos felizes, cada dia estamos mais apaixonadas, a gente se ama de verdade. Adoramos transar gostoso, fazer sexo carinhoso, sexo bruto com tapas e beijos. Aquele sexo safado que nos deixam acabadas, esgotadas, destruidas de tanto gozar.

Michelle & Fernanda; foi a realização de um sonho de amor.

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