Três Dias, Três Paus, Três Decisões - Parte 6

Um conto erótico de Mark da Nanda
Categoria: Heterossexual
Contém 2329 palavras
Data: 27/05/2026 14:05:44
Última revisão: 27/05/2026 15:24:02

Muito bem...

A pedido da nossa querida Ida, lá vai. (Só vai porque já está pronto desde ontem, senão não iria! 😁)

Forte abraço,

Mark

Enviou e bloqueou o número. Depois foi até o quarto, abriu a pasta “Impostos” e olhou uma foto dela sorrindo no festival, antes de tudo desabar. Fechou o celular e ficou olhando o teto.

Pela primeira vez, a dor não veio acompanhada de ódio puro. Veio acompanhada de um cansaço profundo. Não era físico, era algo... espiritual. Breno sabia que ainda a amava. E exatamente por isso, sabia que perdoar ia ser muito mais difícil do que odiar.

[CONTINUANDO]

Breno cumpriu para si mesmo o que havia pedido para Ynara, e não a procurou. Ele treinava pesado, com mais fúria ainda, quase todos os dias. O corpo magro ganhava definição rápida, os ombros encorpando, braços ficando mais marcados sob a camiseta. Ele se olhava no espelho do vestiário e quase não se reconhecia. Era como se o homem que montou a barraca com Ynara no festival tivesse morrido naquele acampamento. Parafraseando um meme qualquer de internet, ele se sentia a própria fênix renascida.

Ynara, por sua vez, tentava respeitar o espaço. Mandava uma mensagem a cada três ou quatro dias, sempre curta, sem pressão, apenas para não perderem contato de vez. Às vezes só um “estou pensando em você”. Outras vezes um áudio de trinta segundos contando de seu dia. Breno ouvia todos sem saber direito o porquê.

Inclusive foi ele, Breno, quem quebrou o silêncio dias depois após receber outra mensagem de Ynara:

“Eu concordo em conversarmos. Só conversar. Não quero drama. Quarta-feira, 16h, na praça do Relógio. Está bom para você?”

Ynara respondeu de imediato, aceitando. No dia marcado, chegou vinte minutos mais cedo. Estava mais arrumada que nos últimos dias. Usava uma calça jeans justa, blusa simples, cabelo solto, maquiagem discreta. Estava mais magra é verdade, mas as olheiras foram ocultadas para que não parecesse que ela queria se fazer de vítima. Ainda assim, a maquiagem não escondia completamente.

Breno apareceu pontual, nem um minuto a mais, nem a menos. Estava relativamente bem: o cabelo mais curto, barba bem aparada, um olhar tranquilo mas distante. Cumprimentaram-se com um aperto de mão e um beijo no rosto que Ynara praticamente lhe roubou. Então, sentaram num banco afastado. Por quase dois minutos nenhum dos dois falou. Enfim, Ynara quebrou o silêncio:

- Então... Estamos aqui...

- É. Estamos...

- Você... pensou sobre nós?

- Muito. - Disse ele finalmente, voz baixa e controlada: - Eu queria te perguntar umas coisas... Mas quero que seja honesta. Se eu sentir que você está mentindo, levanto e vou embora.

Ynara assentiu, mãos tremendo no colo. Breno não teve piedade. As perguntas começaram a sair como facadas:

- Quantas vezes eles te foderam?

- Isso é realmente necessário, Breno?

- Eu quero entender. Eu... preciso entender. Pensei que a gente estivesse bem, que eu fosse suficiente para você. Daí na primeira oportunidade, você sai dando para dois estranhos. O que... O que foi que aconteceu? Fui eu? Eu faltei em algum momento para você?

- Breno, não! Pelo amor de Deus... – Ynara se aproximou dele, tocando sua mão, mas Breno a puxou: - Você não fez nada. Eu fiz. Eu errei.

- Isso nós dois já sabemos, Ynara. Mas ainda assim eu quero saber o porquê?

Ynara suspirou profundamente olhando uma árvore a sua frente. Ficou em silêncio por instante, organizando seus pensamentos:

- Eu me perguntei muito isso... por quê?

- E?

- A única coisa que me passou pela cabeça é a adrenalina, a bebida e as drogas. Eu nunca fui assim. Nunca te traí nem em pensamento. Você me conhece, sabe como eu sou.

- Mas ainda assim fez.

- Fiz.

- Cê tá ligada que essa sua justificativa não melhora em nada a sua situação, não tá?

- Eu sei... – Ynara secou uma lágrima: - Eu cheguei até a conversar com uma psicóloga, amiga da minha mãe, e... Bem... É isso. Ela acha que eu devia ter alguma vontade oculta que a bebida e a droga destrancaram. Daí, como o Dogão e o Ruan já estavam por perto... aconteceu.

- Sim e não. – Disse Breno, seco, olhando uma moita a sua frente: - Isso explica o depois, mas não o antes.

- Como assim?

- Você acha que eu sou cego, Ynara? Acha que eu não vi que o Dogão se interessou por você desde que a gente se conheceu lá? Eu vi! Aliás, eu vi o interesse dele por você e o seu por ele. E isso aconteceu muito antes de qualquer bebida ou baseado.

- Breno, ele... Não tenho como negar que ele é diferente, imponente, safado... Sei lá. Ele chamou minha atenção de alguma forma sim. Mas eu não pensava em te trair. Nunca cogitei isso até realmente acontecer.

- Imponente... Safado... Diferente... – Breno repetiu, como se precisasse expelir uma bile: - E eu sou o quê, então? O namorado bobo, fraco, sem graça, que bebeu demais e deu bandeira, é isso?

- Não, amor. Não foi isso.

- E foi o quê, então, caramba? Explica!

Ynara suspirou fundo, enxugou outra lágrima e olhou para Breno que agora a encarava, aguardando uma resposta que poderia mudar tudo:

- Já te expliquei lá no dia... Na segunda noite, você saiu para ir mijar, lembra? Então, as meninas começaram a te elogiar, falando que você é gatinho, e isso e aquilo. A gente já estava meio louca e lembrei que a gente conversou que poderíamos até deixar rolar uma troca de casal, se aparecesse uma boa oportunidade. Não era uma troca de casal exatamente, mas achei interessante a proposta de eu e você ficarmos com outras mulheres. Só que você não voltava. Demorou pra caramba mesmo. Então, saímos para te procurar, e procuramos, muito, rodamos o recinto todo do festival, e nada. Eu comecei a ficar nervosa. Então, as meninas me levaram para a barraca delas. Pensei que só iríamos dormir, mas quando vi, já estava me pegando com elas. Acho que deixei rolar para tentar esquecer a preocupação de você estar sumido.

- Então você não transou com eles na segunda noite?

- Não.

- Tem certeza? Você não está mentindo para mim, não, né, Ynara?

- Não, Breno. Eu juro!

- Tá... – Resmungou Breno, sem querer dar razão, mas entendendo que havia uma justificativa, no mínimo, plausível: - E na terceira noite? Como aconteceu?

- Então... Na terceira noite, estávamos todos lá juntos e bebendo, fumando, ficando cada vez mais loucos. Daí apareceu aquela maldita jarra de “sei lá o quê”. Todo mundo meteu o pé na jaca legal! Todo mundo, inclusive você, né? Tanto que tivemos que te levar na enfermaria.

- É. Eu lembro. Mais ou menos...

- Pois é. Levamos você lá. A enfermeira te deu alguma coisa na veia e pediu para te levarmos para a barraca. Foi o que fizemos. Eu nem ia voltar com eles, mas acabaram me convencendo que ficar ali não adiantaria nada. Então, eu fui.

- E deixou seu namorado praticamente desacordado para trás... – Resmungou Breno, suspirando para não explodir.

- Eu sei que errei. A psicóloga me falou isso também. Não foi só a traição, não foi só uma quebra de fidelidade, mas de lealdade mesmo a você. Ela me explicou que você está assim não só pelo fato de eu ter transado, mas por ter deixado você para trás.

- Acho que ela está certa.

- É.

Seguiu-se um silêncio. Ninguém dos dois sabia mais o que dizer. Então, Ynara falou:

- Três vezes. Acho que foram três vezes no total. Não me lembro direito...

- Do que está falando?

- Da sua pergunta. De quantas vezes eles me foderam...

- Tá... Um de cada vez ou...

Ynara fechou os olhos, envergonhada de si mesma:

- As duas últimas foram juntos.

Breno sentiu o estômago revirar, mas continuou:

- Um na frente e um atrás, né?

- Assim e também os dois... Bem... Um embaixo e outro atrás. Uma DP, Breno, uma dupla penetração. – Disse Ynara, lágrimas correndo soltas agora.

- Transou de camisinha?

- Não.

- Eles gozaram dentro de você, Ynara?

- Sim.

- Porra! Dentro!?

Ela baixou a cabeça. As lágrimas caíam cada vez mais intensas, molhando sua blusa. Ela não precisou responder novamente. O silêncio que se seguiu foi esclarecedor, e brutal. Breno respirou fundo, como se tentasse não vomitar:

- Você... gozou com eles?

- Breno… Por favor…

- Só responde.

- Gozei, tá bom? - A voz dela saiu levemente elevada, assustando ela própria: - Mais de uma vez. Foi… mais forte que o normal. Não sei se foi a droga, o tesão proibido, o risco, ou tudo junto. Mas gozei.

Breno deu uma risada curta, amarga, que não tinha nenhum humor:

- E mesmo assim você me disse que “não aconteceu nada” quando voltou para a nossa barraca... Olhou na minha cara e mentiu.

- Eu estava em pânico, Breno. Queria que eu fizesse o quê? Que eu chegasse lá e já fosse colocando tudo para fora assim? Eu sabia que tinha destruído tudo. Tudo!

- É nisso você está certa: você destruiu tudo mesmo.

Breno se levantou. Suspirou fundo novamente, pois uma leve vertigem lhe atingiu em cheio. Deu então alguns passos. Depois voltou e sentou novamente. A voz saiu mais rouca:

- Sabe o que mais me fode a cabeça? Eu vejo você e sinto nojo, mas também sinto vontade de te abraçar e...

- Então abraça. – Ynara o interrompeu.

- Por favor... Deixa eu continuar! – Breno pediu, erguendo uma mão: - Só que quando fecho os olhos, não vejo mais a Ynara que eu amava. Vejo uma estranha rebolando entre dois caras enquanto eu tava apagado.

Ynara soluçou, mas não rebateu. Aceitou cada palavra como um golpe que merecia. A conversa foi longe. Ficaram mais de duas horas falando, ouvindo, rebatendo, concluindo, e no final, não chegaram a conclusão alguma. Quando Breno quis encerrar a conversa, Ynara pediu uma carona e ele, cavalheiro, não negou.

Para chegarem a casa dos pais de Ynara, teriam que passar perto do apartamento de Breno. Ynara perguntou se ela poderia passar rapidamente, apenas para buscar alguns itens pessoais que lá haviam ficado. Mesmo a contragosto, Breno cedeu e deixou Ynara ir até o apartamento.

Ynara foi rápida e juntou realmente alguns itens seus que lá estavam. Depois, se sentou ao lado de Breno na sala e voltaram a conversar por quase uma hora. Em determinado momento, o cansaço, a saudade e a raiva se misturaram. O cheiro do perfume de Ynara enebriou Breno, que a puxou pelo braço, beijou com força, quase com raiva. Ela correspondeu desesperada, como quem se entrega ao mar sabendo que iria se afogar.

Em minutos já estavam no quarto. Ele tirou a blusa dela com brutalidade, apertou seus seios com força, mordeu seu pescoço. Quando a virou de quatro, Ynara gemeu alto, um gemido parecido demais com os que ele imaginava que ela tinha dado para Dogão e Ruan.

Breno parou de repente. Sua respiração estava pesada e seu pau já estava duro, latejando, esperando em sua mão:

- Porra… - Murmurou, se afastando.

- O que foi? - Ynara virou, olhos confusos e cheios de desejo.

- Eu quase te fodi como se quisesse... - Ele passou a mão no rosto: - Isso não é certo. Não. Eu... só não posso.

Ynara se aproximou rapidamente, segurando seu rosto em sua direção:

- Eu não me importo… Pode me usar como quiser, Breno. Se isso te ajudar a…

- Cala a boca! - Ele se levantou, puxando a bermuda para cima: - Você não entende. Eu não quero te foder com ódio. Porque se eu fizer isso agora, depois vou me sentir ainda mais nojento.

Ele pediu que ela fosse embora. Ynara chorou enquanto se vestia, mas obedeceu. Logo, um Uber estacionava, Ynara entrava e seguia para sua casa.

Breno não se reconheceu naquele dia e decidiu que precisava buscar ajuda profissional. Marcou sua primeira sessão de terapia com um psicólogo indicado por um colega de trabalho. No dia, o homem de uns 50 anos, cabelos grisalhos e olhos curiosos, ouviu tudo sem interromper:

- Eu me sinto castrado, doutor. - Admitiu Breno, inconformado: - Não só traído... Castrado mesmo! Humilhado publicamente. E o pior é que eu ainda amo aquela desgraçada. Como pode?

- Porque amor e ódio podem coexistir no mesmo lugar por muito tempo, Breno. - Respondeu o terapeuta com uma voz rouca e calma: - O que você está sentindo é luto. Luto pela relação que você achava que tinha. Luto pela imagem que tinha dela. E luto pela versão de si mesmo que morreu naquele festival.

Conversaram por quase 2 horas. O psicólogo achou que Breno precisava falar e ouvir, e abriu uma exceção, deixando que ele colocasse tudo para fora. Breno saiu da sessão exausto, mas estranhamente mais leve. Sob orientação, começou a escrever num caderno tudo o que sentia. Algumas páginas eram pura raiva. Outras, pura saudade.

Ynara e Breno se viram mais duas vezes. Em uma delas quase transaram novamente, dentro do carro de Breno, mas ele parou antes que acontecesse mais uma vez. A tensão sexual era enorme, mas sempre contaminada por ressentimento.

Passados quase um mês e meio, eles se encontraram ao acaso em um shopping e tomaram um café rápido. Breno estava mais calmo, mas distante:

- Sinceramente? Eu não sei se consigo continuar, Ynara, nem sei se quero. Toda vez que olho pra você, as imagens voltam: as que eu vi e as que eu imagino, e eu não sei se um dia vão parar.

- Eu vou esperar o tempo que for, amor. - Disse ela, voz baixa: - Eu estou mudando. Estou fazendo terapia. Estou tentando matar aquela parte de mim que acordou no festival.

- Mas e se matar não for a solução? E se você não conseguir mais ser feliz sem essa parte? - Breno olhou para ela longamente, com amor, mas também uma frieza em seu olhar: - Talvez essa parte não precise ser morta. Talvez ela só não precise viver comigo.

Ynara sentiu o peito apertar. Pela primeira vez, percebeu que Breno estava realmente considerando o fim definitivo.

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.

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Foto de perfil de Mark da NandaMark da NandaContos: 361Seguidores: 724Seguindo: 17Mensagem Apenas alguém fascinado pela arte literária e apaixonado pela vida, suas possibilidades e surpresas. Liberal ou não, seja bem vindo. Comentários? Tragam! Mas o respeito deverá pautar sempre a conduta de todos, leitores, autores, comentaristas e visitantes. Forte abraço.

Comentários

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A situação desses 2 ta complicada e seria melhor mesmo cada um seguir sua vida.

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Ah! tem uma contradição da Ynara, ela diz que estava animada com a possibilidade de fazer uma orgia com as meninas quando chegou, mas depois quando elas propuseram fazer a orgia com o Breno e desse o troco na Ynara, ela ficou toda raivosa e enciumada com a situação...não vejo como seria sincera uma relação aberta futuramente entre eles, se originalmente eles não tem um perfil liberal.

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Ela conseguiu quebrar ele, só espero que na próxima ela não leve mais dois ou três para quebrá-lo de novo...Não tenho nada contra perdoar uma traição, mas quando uma pessoa é capaz de colocar a quem diz que ama numa situação de risco com a sua inconsequência, tem que se pensar se vale apena continuar o relacionamento ou partir pra outra...agora se dobrar e fazer o que outro quer "por amor", é não ter amor próprio. A pessoa fica insistindo e assediando para que tudo seja do jeito dela...se tivesse dignidade daria espaço, pois estrago foi grande...

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Mark, o mestre em dar nós.

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Na minha opinião, o Dogão foi o gatilho de uma Hipersexualidade Direcionada da Ynara, esse gatilho fatalmente está relacionado diretamente ao estereótipo físico típico da Dupla Dogão x Ramon somado ao estilo Bad Guy do Dogão, a bebida e drogas contribuíram, mas não foram preponderantes para que as coisas saíssem do controle, acho também que esse episódio foi um sintoma de um Desequilíbrio Emocional Profundo que precisa ser identificado e então equilibrado, senão pode haver novos episódios iguais ou piores a esse, pois são incontroláveis e para se ter algum controle, deve-se tratar a causa e não o sintoma.

Essa condição que Ynara está no momento é atroz para ela, emocionalmente falando, pois ela sabe que errou, ela sabe que destruiu o que ela queria preservar, ela gostaria de não ter feito, mas não consegue se arrepender de ter feito devido ao prazer extremo, intenso e inexplicável que sentiu, isso gera um paradoxo emocional tão profundo que acaba gerando dores físicas, se transformando numa condição autodestrutiva, situação está delicada para dela.

Breno é um sujeito do bem que tem que escolher um caminho, na minha opinião está no caminho errado, pois ele tá alimentando uma Leoa Acorrentada com asas e ovos de codorna, quando ela se soltar vai devorar ele...????

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Caro amigo Sensatez,

Em primeiro lugar, é um prazer ter vc de volta no FUCDC!

Parece fácil né, o cara tem que ser macho e dar um pé na bunda da mulher, ele não pode ser corno manso não!! Ynara é uma vagabunda de nascença, uma messalina para a vida inteira!!

Só que não!! Breno e Ynara tem que se entenderem, não juntos, mas com eles mesmo. Cada qual tem que viver seu momento de luto e sair maiores e melhores disso. Ele é monogâmico?! Que seja, que ele possa viver bem assim. Ela é liberal?! Ótimo, ela que seja feliz assim também.

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A questão não é nem ser monogâmico ou não, a questão é a Lealdade e honestidade!

Se ela tivesse proposto se envolverem com outras pessoas, para ambos aproveitarem, ele tinha aceitado, pois eles tinham cogitado de poder acontecer, mas o egoísmo e falta de lealdade prevaleceu por parte da Ynara!

E deu no que deu!

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Digo desde o capítulo 1 que não tem desculpas para o que Ynara fez com Breno e de maneira nenhuma vejo esse casal reatando, é a minha opinião. Mas concordo com a colocação do Sensatez que ela também está sofrendo com o que ela fez e desejo que ela possa se encontrar e viver a vida dela da melhor maneira possível, como todos nós.

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Na realidade Ramsés, eu não costumo analisar se devem ou não ter um determinado estilo de vida, sempre gosto de observar o motivo pelo qual uma determinada pessoa age em determinados momentos, neste conto os dois tem sérios problemas de comportamentos autodestrutivos, pois a aproximação do Breno, mesmo se sentindo diminuído e humilhado não é saudável para ele e nem para a Ynara, como eu disse, ele está alimentando uma situação no qual ele não vai saber lidar e vai se destruir novamente.

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Primeiro, eu humildemente como um considerado amigo, gostaria de xingá-lo: porra, viado!!! Tava quase botando os canais atrás de tu!!!!

Segundo, após o desabafo, gostaria de lhe dar as reboas vindas: se pre um prazer te rever, meu parceiro. Dito isso...

Não analisei um tostão da Yara porque a deslealdade dela me quebrou de um jeito muito violento. O sexo pra mim foi o menor dos males como já falei, mas ter largado ele fudido e quase inconsciente na barraca pra trepar, foi de fuder. Porém, analisando o lado dela... Ela tá melhor que ele. Porque ela se sente culpada por ter sido pega mas tem plena ciência do que sente por ele. Ele ama a garota mas só de olhar pra ela, desperta o pior dele. Eu diria que se ela tá ruim, ele tá muito pior.

E ele não tá alimentando nada. Eles estão se enganando. Ela achando que vai voltar a ser quem era, e ele querendo achar um jeito de ver isso.

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Salve Irmão, obrigado aí, tô no circuito.

Vou dar o papo reto para tu perceber que o Maluco do Breno tá cutucando Onça com vara curta, a Mina não pode ver um Negão que se descontrola, fica tão molhada que se sentar em banco de concreto escorrega até o chão, então ele fica desfilando bancando namoradinho da Guria, porra meu, se quando ele socava forte a Mina rachou a Moranga com dois Negos Gigantes ao mesmo tempo, a noite inteira e ela tirou pra nada, imagina agora que o Playboy tá só pincelando a Rachinha Gostosinha, nessa provocação ela tá no ponto de chamar Dogão de Doguinho, segura a bichinha que eu quero ver kkkkkkkkkkkkkk, se ligou .

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Se pá, ainda bota as mina no bolso de trás no estilo JJ-Jeral Junto!! É só parar de bobagerice e de fazer a egípcia e sambar na cara da sociedade!! Já o Breno tá brincando de lagoa e refrescando o cu da pata, porra!!! O mal do urubu é pensar que o boi tá morto!! Vai vendo!!!

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O Breno é Playboy, sagacidade zero, é Boi Que Deixa Zé Urubu Fura o Zóio.

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Perdão é essencial para ambos continuarem, independente se juntos ou não, não precisam ser inimigos.

O importante é ela reconhecer que errou, e que a falta de Lealdade, fez com que acabasse o seu relacionamento!

Faz um sexo de despedida, arrebenta ela no meio, fazendo ela esquecer do Dogão e Ruan.

E Vida que segue!

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Vai sem sexo de despedida mesmo, pq ele até tentou pegar ela a lá Dogao, mas não conseguiu pois não é da sua índole.

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Ele ia a pegar com raiva, consequentemente ele ia machuca-la, e muito, ele age muito com a razão, e se absteve para protege-la de si mesmo!

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Sinto muito,mas um homem q precisa recorrer a ajuda de um psicólogo pra entender seus próprios sentimentos, pra fazer uma avaliação sobre sua própria vida, pra mim não passa de um moleque, não tem a capacidade nem de gerenciar sua própria vida e seus sentimentos, então melhor nem se envolver emocionalmente com outra pessoa, e nesse caso Breno caiu no meu conceito, não precisa de psicólogo pra entender o q aconteceu, é simples, ynara ativou o lado vadia, pouco se importou com ele e fodeu a noite todo com dois talaricos, não precisa de psicólogo pra entender q ela gostou de ser vadia e q se ele voltar com ela será corno manso pro resto da vida, se ele fosse um homem mesmo já teria cortado qualquer vínculo com ela , e não tendo recaída de adolescente, e o pior de tudo quase colocou sua vida em risco, afinal ynara foi fodida de todas as formas por dois desconhecidos sem camisinha, olha o risco fudido q ela se expôs e de quebra ele ia no embalo por ser fraco, atitude de adolescente punheteiro, não pode ver uma buceta q já quer por o pau pra dentro, Breno tem q ser homem, cortar de vez qualquer vínculo e seguir em frente, partir pra outra, pois como diz o ditado, (dor de amor é com outro amor q se cura), e assim ser feliz em sua vida, e q ynara seja feliz sendo a puta q ela descobriu ser lá no festival

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O que entendo no caso de Breno é que o sentimento de "amor" se relaciona a tudo o que ele viveu antes o festival, ele claramente não entende o que aconteceu para ela ter feito o que fez. E depois do festival ele luta contra o ódio, que é um sentimento etremamente danoso para qualquer pessoa. Procurar ajuda, de amigos ou profissional não faz dele menos homem, pelo contrário, faz dele uma pessoa procurando uma saida digna para ele mesmo.

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Tenho minha visão a respeito de psicólogo, e na boa, como eu disse,se uma homem não tem a capacidade de lidar com seu próprios sentimentos e frustrações, q porra de homem é esse?, caralho o cara entra em parafuso por causa de um chifre, sério isso?, q auto estima baixa da porra é essa?, o cara tem q procurar um psicólogo pra entender se o problema é ele?, sério?, como q alguém pode puxar pra si mesmo a culpa por algo q outra pessoa fez?, como eu disse o entendimento é.be. simples, a ynara ativou o foda-se e partiu pra putaria, ele sendo homem.tem q meter o pé.no rabo dela e seguir em frente, não ficar procurando explicações sobre as atitudes levianas e egoísta da ynara, o q mudou ouvir da boca dela q foi corno, q ela gozou muito com os caras, q ela gostou de foder com os dois?, não mudou nada ele si se martirizou ainda mais, ou seja ele não tinha nem q dar palco pra ela, era voltar do festival, deixar ela em casa e ali mesmo deixar claro q acabou tudo e vida q segue, afinal..... Nunca ouvi falar q alguém morreu por uma decepção de amor, só os fracos ficam atrás de explicação, ficam querendo entender o q aconteceu, não tem o q entender, a merda está feita e nada mudara isso

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Velhaco, quem procura psicólogo procura pra SE entender, e não a outra pessoa... Ele não tem que entender as atitudes da Yara, ele tá tentando entender se isso foi falha dele e tá tudo bem. Justamente por ele ser um moleque é que ele deve fazer isso ao invés de crescer com essa espinha na garganta pro resto da vida e virar um homem maduro complexado por uma renca de problemas mal resolvidos...

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Procurou um psicólogo por ser um fraco, um frango, menininho criado por vovó, um homem forte já teria metido o pé no rabo dela em definitivo, e seguiria em frente, tiraria o melhor da situação, ou seja....se tornaria mais forte, teria uma melhor visão sobre situações parecidas, teria uma melhor visão sobre as pessoas ao seu redor, isso faria dele um macho e deixaria de ser um frango, mas como ele já desmontou uma auto estima frágil, fica procurando justificativa pelo erro dos outros, fica querendo saber se isso aconteceu por ele ser um fraco, e isso só mostra o quanto ele é realmente fraco

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Bem... Eu acho uma demonstração de força muito maior você admitir o problema e buscar ajuda com quem pode te ajudar. Acho que isso não desabona a força e resolução dele em nada e com o plus de não carregar problemas mal resolvidos ao longo da vida.

Ou ele poderia se resolver sozinho e projetar essa putaria brutal que a Yara fez com ele em relacionamentos futuros e destruindo pontes antes mesmo de serem criadas. Falo isso por vivência. O tanto de mulher que eu simplesmente destruí porque uma filha da puta zuou minha cabeça não tá no gibi. Quisera ter a força do Breno pra ter feito isso na hora certa e não ter perdido tantas oportunidades mas vai de cada um...

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É por isso que a mulher fez o que fez com ele; mulher não gosta de cara fraco; ele devia é ter ficado com as 4 mulheres gatas e gostosa que se ofereceram pra ele, pois quando foi feita a proposta já estava solteiro e não tinha mais compromisso com a traidora; é a primeira vez que vi leão recusar carne; depois de aproveitar deixava ela na casa dos pais e seguia em frente; talvez se tivesse feito isso já estaria seguindo sua vida sem pensar na traidora.

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Sim, no primeiro momento ao qual ele se sentiu desconfortável com a interação dela com os caras, ele já deveria ter imposto limites, deveria se ter feito presente, mas ao invés disso emburrou igual menininho criado por vovó e enfiou o pé na jacá, demostrou ser um cara fraco em todos os sentidos, e realmente mulher não gosta de homem fraco, tanto q ela ligou o foda-se pra ele e partiu pra putaria, pra ela daquele momento tanto faz se ele estivesse bem ou se estivesse morto na barraca, ela queria era a rola dos Talaricos e q.se foda o resto, e ela ficou isso claro aí dizer q não contaria a ele sobre a suruba, ele só não foi feito totalmente de trouxa porque ele flagrou ela, caso contrário estaria de toca atolada e chamando a vadia de meu amor

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NISSO a gente concorda. Ao primeiro sinal de desconforto nas interações ele deveria ter agido e não o fez. Mas aí também não teríamos o conto...

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Bem... Estatisticamente falando, homens com a pose de machão nesse sentido são mais traídos e traem mais... Normalmente com outros homens iguais a eles...

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To gostando muito do caminhar desse conto. Um amor e uma dor não somem num passe de magica e Breno parece estar tendo que lidar com esses dois sentimentos bem fortes dentro dele simultaneamente.

Talvez seja o que ele precise mesmo, lidar com o "amor" e o "ódio" juntos para aí sim seguir em frente. Ainda bem que ele procurou ajuda.

O erro de Ynara foi fatal sim, para a relação dos dois, mas ela tambem vai ter que seguir em frente e nesse processo se descobrir como pessoa. Mas, acredito que teremos ainda fortes discussões nesse conto.

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Sou sabedor do posicionamento de Mark e Nanda em relação ao relacionamento Liberal.

Não tenho nenhuma experiência no assunto!!!

Mas, desculpe a crítica, a história está indo em direção a uma relação liberal???

Não sei se é isso... mas está me parecendo um pouquinho de forçassão de barra para isso acontecer!!! Da mesma forma que no "Puta Dama" ocorreu a forçassão para que fosse formado um Trisal!!!

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No conto "Puta Dama" a ideia do Mark não era o Trisal, foi a galera que escolheu o Trisal por meio de uma votação (a maioria se arrependeu da escolha depois - melhor deixar o autor dar termo a sua própria história)

Eu não vejo esse casal indo para o lado liberal. Eu vejo eles terminando mesmo esse relacionamento.

O Breno está muito machucado e por mais que ele ame a Ynara, continuar com ela só vai trazer sofrimento. E a Ynara precisa saber o que de fato ela sente e o que ela quer.

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Esta uma interrogação enorme nesse relacionamento e deve ser difícil ou quase impossível o Bruno voltar a ser o namorado que a Ynara quer, o ferimento foi grave e profundo, continua uma ferida exposta de difícil cicatrização. Quem garante que a Ynara depois de ter experimentado outro tipo de relação não vai parar para ficar monogâmico ou vai querer ter outros homens em suas relações?

Acho que ela trai novamente

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O tempo é o senhor de tudo.

Breno percebeu que os dois mudaram naquele festival.

Aos poucos ele está clareando as ideias e acostumando a viver sem a Ynara.

O perdão por mais difícil é sempre necessário.

Ynara precisa entender agora o que ela sente, o que esse festival de fato despertou nela e buscar ser feliz, quem sabe ela realmente não sirva melhor em um relacionamento aberto ? Ou sei-la, se torne a próxima Bárbara, a tiazona descolada e solteirona do role.

Nota 10.

Obs1: Não descarto que o Breno tenha sim capacidade para curtir a vida, até ser do meio liberal. Mas pra ele teria que ser algo com confiança, construído junto com a parceira, onde um seja o principal foco do outro.

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Mark, meu querido. Muito grata pela consideração.

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Ja que é assim, pode ir escrevendo o de amanhã para também postar mais cedo !!

👍👍👍

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Foto de perfil de Nanda do Mark

Nada de abusar do meu homem!

Só eu posso.

😉

🤪

🤣

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Ah, Nanda, só uma abusadinha, vai ???

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