Como O Marido Da Minha Irmã e os Enteados Dela Me Fizeram De Puta pt5

Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Grupal
Contém 3750 palavras
Data: 26/05/2026 13:32:58

Na manhã seguinte, acordei com o som de choro. Fui até a cozinha e encontrei Angélica sentada à mesa, com o rosto enterrado nas mãos, chorando baixinho.

— O que houve, irmã? — perguntei, preocupada, me aproximando dela.

Angélica desabafou entre soluços:

— Meu casamento está na corda bamba, Angela… Marcão está distante, quase não me toca mais. Eu sei que falhei com ele depois da gravidez, mas… tô com medo de perder tudo.

Eu a abracei com força, sentindo uma pontada enorme de culpa no peito.

— Calma… Marcão te ama. Ele é louco por você. Vocês vão superar isso, eu tenho certeza. Respira fundo.

Ela me ouviu, secou as lágrimas e pareceu um pouco mais calma. Eu me afastei com o coração pesado.

Antes de sair de casa, passei pelo banheiro e vi Gustavo tomando banho. Entrei sem bater, tranquei a porta e me ajoelhei na frente dele. Sem dizer nada, peguei aquele pau longo de 21 cm e comecei a chupar gostoso, molhado e profundo, olhando para cima enquanto ele gemia baixo.

Depois de alguns minutos, levantei, limpei o canto da boca e disse com tom autoritário:

— Diz pro seu pai e pro seu irmão que hoje na oficina… eu mando neles.

Saí do banheiro deixando Gustavo excitado e confuso.

Antes de sair de casa, falei para Angélica:

— Irmã, à noite vamos conversar, tá bom?

Cheguei na oficina e os três já estavam lá: Marcão, Gustavo e Vitor. Assim que entrei, os três pararam o que estavam fazendo e me olharam com fome nos olhos. Eu sorri por dentro.

O dia ia ser longo… e eu já sabia exatamente o que fazer para me satisfazer com eles.

Mal tinha chegado e minha buceta já estava molhada.

Nas primeiras horas da manhã, trabalhei normalmente no balcão. Marcão estava consertando o motor de um Gol no box 1, suado e concentrado. Gustavo fazia uma troca de óleo em uma moto no box 2, enquanto Vitor trocava pastilhas de freio em um carro popular no fundo da oficina. Yasmin, ao meu lado, estava inquieta — mexia nos papéis sem parar, olhava para os meninos o tempo todo e parecia ansiosa.

Na hora do almoço, Marcão avisou que ia encontrar Angélica em casa. Gustavo e Yasmin saíram juntos para almoçar em um restaurante perto. Ficamos apenas eu e Vitor na oficina.

Assim que eles saíram, Vitor fechou o grande portão da oficina, como sempre fazíamos na hora do almoço. Ele estava sem camisa, o corpo jovem e definido sujo de graxa.

Eu sorri internamente e pus meu plano em prática.

Tirei toda a roupa ali mesmo no meio da oficina, ficando completamente nua. Minha buceta lisinha já estava molhada de antecipação. Andei devagar entre os carros, os seios balançando a cada passo, até encontrar Vitor.

Ele estava limpando as mãos, sujas de graxa vermelha. Quando me viu nua, parou completamente, os olhos arregalados.

— Angela… você está sem roupa… — gaguejou, surpreso.

Fui até um carro que estava com o capô aberto, apoiei as mãos nele e empinei bem a bunda, abrindo as pernas.

— Vem, seu tarado — disse, olhando para trás com voz safada. — Me fode. Come essa bucetinha molhada agora. Quero sentir esse pau grosso arrombando tudo.

Vitor não pensou duas vezes. Abriu o short rapidamente, liberando aquele pau branco, curto mas absurdamente grosso — parecia uma garrafa PET. Ele se aproximou, segurou meus quadris e encostou a cabeça grossa na entrada da minha buceta.

Com um gemido rouco, empurrou forte. A grossura do pau dele me abriu violentamente.

— Aaaahhh… caralho, Vitor! — gritei, sentindo minha buceta ser esticada ao máximo. — Que pau grosso… vai devagar… aaaiii!

Ele segurou minha cintura com força e começou a meter. Estocadas curtas e brutais, porque o pau dele era tão grosso que mal entrava todo. Cada vez que ele empurrava, eu sentia minhas paredes sendo forçadas, um prazer dolorido e viciante.

— Porra, Angela… sua buceta é tão apertada… — rosnava ele, metendo cada vez mais fundo, sujando minha pele com a graxa vermelha das mãos.

Eu rebolava para trás, gemendo alto, completamente entregue:

— Me arromba… mete esse pauzão grosso… assim… aaahh! Mais forte!

Vitor acelerou, o som molhado e obsceno ecoando pela oficina vazia. Ele dava tapas na minha bunda enquanto me fodia com vontade. O pau grosso entrava e saía, esticando minha bucetinha a cada estocada.

Meu tesão explodiu. Gozei forte, tremendo inteira, apertando o pau dele com força enquanto gritava:

— Tô gozando… aaaahhh… Vitor… porra!

Ele não parou. Continuou metendo fundo, cada vez mais rápido, até que, com um gemido rouco, enterrou o máximo que conseguiu e gozou. Senti jatos grossos e quentes enchendo minha buceta, transbordando pela grossura do pau dele.

Ficamos assim por alguns segundos, ofegantes, meu corpo sujo de graxa vermelha e porra escorrendo pelas coxas.

Ainda ofegante, com a buceta latejando e escorrendo porra de Vitor, eu me virei de frente para ele. Seu pau de 18 cm, absurdamente grosso, já estava duro novamente, latejando e brilhando com nossa mistura.

Sem dizer nada, me ajoelhei na frente dele, segurei aquele tronco grosso com as duas mãos e comecei a chupar com vontade. Minha boca se esticava ao máximo para acomodar a grossura. Babava bastante, fazendo barulho molhado enquanto descia o máximo que conseguia, sentindo a cabeça grossa bater no fundo da minha garganta.

Vitor gemeu alto, segurando minha cabeça com as mãos sujas de graxa.

Levantei o olhar para ele, com os olhos brilhando de tesão, e sorri safada com o pau dele ainda na boca. Soltei com um “plop” molhado e falei com a voz rouca:

— Me fode no cu, Vitor… Anda.

Virei de costas novamente, apoiei os braços no capô do carro e empinei bem a bunda, abrindo as pernas. Passei a mão para trás e abri minha nádega, mostrando meu cuzinho ainda virgem e apertado.

Vitor respirou pesado, posicionou a cabeça grossa do pau na minha entradinha e começou a forçar. A grossura era insana.

— Aaaaiii… devagar… — gemi, sentindo meu anel sendo aberto ao limite.

Ele segurou minha cintura e empurrou devagar, mas firme. Centímetro por centímetro, aquele pau monstruosamente grosso invadia meu cu. A dor misturada com prazer era avassaladora.

— Porra, Angela… seu cu é tão apertado… — rosnou ele, metendo cada vez mais fundo.

Quando conseguiu enfiar quase todo, começou a estocar. Estocadas curtas e profundas, porque a grossura não permitia movimentos largos. Cada vez que ele metia, eu sentia minha bunda sendo completamente arrombada.

— Isso… me fode no cu… mete esse pauzão grosso… aaahh! — gemia alto, rebolando para trás, completamente entregue.

Vitor acelerou, segurando meus quadris com força, metendo cada vez mais fundo no meu cuzinho. O som molhado e obsceno ecoava pela oficina enquanto ele me arrombava sem piedade.

Gozei novamente com força, tremendo inteira enquanto Vitor metia fundo no meu cu. Ele deu mais algumas estocadas brutais e gozou logo em seguida, enchendo meu intestino com jatos grossos e quentes de porra. Ficamos ali, suados e ofegantes, meu corpo mole contra o capô do carro, porra escorrendo do meu cu e da minha buceta.

— Porra… você me mata de tesão — murmurou Vitor, ainda dentro de mim.

Eu sorri, satisfeita, mas já pensando nos próximos. O primeiro já estava satisfeito. Faltavam os outros dois.

Após o almoço, o movimento na oficina voltou intenso. Eu trabalhei normalmente por um tempo, mas minha mente estava focada no próximo alvo: Gustavo.

No meio da tarde, vi Gustavo preparando sua moto para sair. Peguei uma comanda e me aproximei:

— Gustavo, você tem que levar esse carro pro cliente. Eu vou junto pra pagar uma conta.

Ele concordou. Entramos no carro e saímos da oficina. No caminho, coloquei a mão na coxa dele e fui subindo devagar até chegar no pau. Abri o botão da calça dele e puxei o zíper.

— Angela… aqui não, eu tô dirigindo, é perigoso — disse ele, nervoso.

Sorri safada e respondi:

— Já fiz isso várias vezes com meu ex. Relaxa.

Baixei a cabeça e peguei o pau longo de 21 cm na boca. Comecei a chupar lentamente, lambendo toda a extensão, passando a língua na cabeça rosada e descendo até sentir ele bater no fundo da minha garganta. Babava bastante, fazendo barulho molhado enquanto subia e descia a boca.

Gustavo gemia, apertando o volante com força. Com uma mão ele dirigia, com a outra apertava meus seios. Eu tirei a blusa e o sutiã rapidamente, deixando meus seios livres. Ele apertava e beliscava meus mamilos enquanto eu chupava cada vez mais rápido, enfiando o pau longo até o fundo da garganta.

Em um momento ele quase perdeu o controle do carro, desviando bruscamente.

— Porra, Angela! — gemeu ele.

Eu levantei a cabeça, com saliva escorrendo no queixo, e apontei para uma rua vazia à frente:

— Encosta ali no beco.

Ele parou o carro no local mais discreto. Desci do carro, olhei para ele com tesão e disse:

— Você vai me foder aqui. Agora.

Gustavo sorriu, com olhar predador, já abrindo completamente a calça.

Ele veio atrás de mim, já com o pau duro latejando para fora da calça. Empurrei ele contra a porta do carro, beijei sua boca com fome e sussurrei:

— Me fode gostoso.

Gustavo me virou de costas, abaixou minha legging e calcinha até os joelhos e abriu minhas pernas. Segurou o pau longo de 21 cm e esfregou a cabeça na minha buceta encharcada antes de enfiar tudo de uma vez.

— Aaaahhh… porra! — gemi alto, sentindo aquele pau longo me invadir fundo.

Ele começou a meter com força, estocadas longas e ritmadas. Diferente do pau grosso de Vitor, o de Gustavo entrava mais fácil, mas chegava bem fundo, batendo no meu útero a cada estocada. O prazer era intenso e diferente.

— Isso… mete fundo… me fode com esse pau longo… — implorava, empinando a bunda para trás.

Gustavo segurava minha cintura com uma mão e meus cabelos com a outra, puxando minha cabeça para trás enquanto metia cada vez mais forte. O som molhado de pele contra pele ecoava no beco.

Ele me virou de frente, levantou uma das minhas pernas e me penetrou novamente, olhando nos meus olhos enquanto me fodia. Seus 21 cm entravam quase inteiros, roçando em um ponto que me fazia tremer.

— Você é uma puta safada… — rosnou ele, acelerando as estocadas.

— Sim… sou a puta de vocês… me fode mais forte… aaahh!

Meu tesão explodiu. Comecei a rebolar no pau dele, sentindo cada centímetro me preencher. Gustavo metia com vontade, suado, gemendo rouco. Segurei no pescoço dele e gozei primeiro, apertando forte o pau dele com minha buceta.

— Tô gozando… aaaahhh… Gustavo!

Ele não aguentou. Deu mais algumas estocadas profundas e gozou junto comigo, gemendo alto enquanto jatos quentes e grossos de porra explodiam dentro de mim. Senti ele pulsar forte, enchendo minha buceta completamente. Ficamos abraçados, tremendo, ofegantes, com porra escorrendo pelas minhas coxas.

Gustavo encostou a testa na minha, ainda dentro de mim, e murmurou:

— Caralho, Angela… você vai acabar comigo.

Eu sorri, satisfeita, sentindo seu pau ainda latejando dentro da minha buceta melada.

Após gozarmos juntos no beco, Gustavo e eu nos arrumamos rapidamente. Entregamos o carro ao cliente e pegamos um Uber de volta para a oficina. Durante o trajeto, eu ainda sentia a porra dele escorrendo na minha calcinha.

Quando chegamos, já estava perto da hora de fechar. Yasmin estava visivelmente brava, batendo os papéis no balcão com força e respondendo seco para os clientes. Perguntei baixinho para Marcão e Vitor o que havia acontecido.

— Não sabemos — respondeu Marcão, dando de ombros. — Ela chegou assim do almoço.

Vitor apenas balançou a cabeça, sem entender.

Poucos minutos depois, Marcão subiu para o escritório. Eu esperei um pouco e o segui. Entrei e fechei a porta atrás de mim.

— Eu quero foder com você aqui. Agora — disse direto, sem rodeios.

Marcão trancou a porta e fechou as cortinas rapidamente. Virou-se para mim com olhar faminto e me prensou contra a parede com força. Suas mãos grandes arrancaram minha blusa e sutiã, jogando-os no chão. Depois abaixou minha legging e calcinha de uma vez, me deixando completamente nua.

— Sua putinha safada… não aguenta mais um dia sem pau, né? — rosnou ele, tirando o macacão.

Agarrou meus cabelos e me beijou com violência enquanto esfregava aquele pau enorme de 22 cm, já duro como pedra, contra minha barriga. Me virou de frente para a parede, empinou minha bunda e enfiou tudo de uma vez na minha buceta melada.

— Aaaahhh… caralho! — gritei, sentindo ele me rasgar por dentro.

Marcão começou a meter com força brutal, estocadas longas e pesadas, batendo fundo. Cada vez que ele entrava, eu sentia todo o comprimento e grossura dele me invadindo. O som molhado ecoava no escritório.

— Isso… toma essa rola toda… — grunhia ele, dando tapas fortes na minha bunda. — Hoje você já deu pra Gustavo e pro Vitor… agora vai tomar do dono.

Ele me fodia como um animal, segurando meus quadris e puxando meu corpo contra ele. Meu tesão estava descontrolado. Eu rebolava para trás, gemendo alto, completamente entregue.

— Me fode… me fode mais forte… eu sou sua puta também… aaahh!

Marcão me virou, me colocou sentada na mesa, abriu bem minhas pernas e voltou a meter com tudo. Seus 22 cm entravam quase inteiros, batendo fundo no meu útero. Ele chupava meus seios com fome, mordendo os mamilos enquanto não parava de estocar.

Depois me virou de novo, me deitou de bruços na mesa e me fodeu ainda mais forte, quase me levantando do chão com a força das estocadas. O suor escorria pelo corpo dele e caía nas minhas costas.

— Porra… que buceta gulosa… — rosnava ele. — Tá apertando meu pau todinho…

Eu gozei primeiro, tremendo violentamente, apertando o pau dele com força enquanto gritava de prazer. Marcão não parou. Continuou metendo como um louco, até que, com um rugido grave, enterrou fundo e gozou. Senti jatos grossos, quentes e abundantes enchendo minha buceta, transbordando e escorrendo pelas minhas coxas.

Ele ficou dentro de mim por um tempo, pulsando, esvaziando tudo. Depois saiu devagar, deixando um rio de porra escorrendo da minha buceta aberta e vermelha.

Nós dois estávamos suados, ofegantes, olhando um para o outro com desejo ainda não satisfeito.

Marcão ainda estava dentro de mim, ofegante, quando saiu devagar e deu um passo para trás. Olhou para mim com um misto de surpresa e admiração, vendo minha buceta vermelha e escorrendo porra.

— Você é uma puta mesmo, Angela… — disse ele, rouco.

Eu sorri, ainda recuperando o fôlego, e respondi com voz firme:

— Sou. E eu mando. Agora escuta: dá um jeito de mandar a Yasmin pra casa. Inventa qualquer coisa. Depois volta com o Gustavo e o Vitor daqui a exatamente 45 minutos. Entendeu?

Marcão assentiu, ainda olhando meu corpo nu com desejo. Vestiu o macacão e saiu do escritório.

Exatos 45 minutos depois, a porta da oficina se abriu. Os três entraram: Marcão, Gustavo e Vitor. Assim que fecharam o portão principal, eu já estava completamente nua no meio da oficina, encostada em um carro, com as pernas cruzadas e um sorriso dominante no rosto.

— Aqui. Agora — disse com autoridade. — Nós temos todo o tempo do mundo para transar. E hoje… eu controlo vocês.

Os três se entreolharam por um segundo, excitados com minha ousadia. Começaram a tirar a roupa rapidamente. Marcão revelou seu pau enorme de 22 cm já duro. Gustavo mostrou o pau longo de 21 cm. E Vitor, aquele monstro grosso como garrafa PET de 18 cm.

Fiquei olhando os três paus latejando na minha frente e senti uma onda forte de tesão.

— De joelhos. Os três — ordenei.

Eles obedeceram imediatamente. Marcão, Gustavo e Vitor se ajoelharam no chão do escritório, completamente nus, com os paus duros latejando na minha frente. Caminhei devagar entre eles, sentindo o poder absoluto que tinha sobre aqueles três homens. Passei a mão pelos paus, apertando, masturbando um de cada vez, sentindo as diferenças de tamanho e grossura.

— Hoje vocês vão me comer do jeito que eu mandar. Entenderam? — falei com voz firme e safada.

— Sim… — responderam quase juntos, com os olhos cheios de desejo.

Fiz os três se levantarem e me cercarem. Comecei chupando um por um, revezando com vontade. Primeiro peguei o pau de Marcão, os 22 cm grossos e veiosos. Abri bem a boca e desci o máximo que consegui, babando bastante enquanto olhava nos olhos dele. Depois passei para Gustavo, engolindo seu pau longo de 21 cm quase inteiro, sentindo ele bater no fundo da garganta. Por último, Vitor e seu pau monstruosamente grosso de 18 cm. Minha boca se esticou ao limite, mal conseguia colocar metade.

Depois de deixar os três bem babados, subi na mesa grande do escritório, deitei de costas e abri bem as pernas.

— Marcão, vem primeiro. Quero essa rola grande me fodendo.

Marcão se aproximou, segurou meus quadris e enfiou os 22 cm de uma vez. Gemi alto, sentindo ele me abrir completamente. Ele começou a meter com força, estocadas profundas e pesadas, fazendo meus seios balançarem. Enquanto isso, eu chupava o pau grosso de Vitor e masturbava Gustavo com a mão.

— Isso… me fode gostoso… — gemia, rebolando contra ele.

Troquei de posição: Gustavo tomou o lugar de Marcão. Seu pau longo de 21 cm entrava mais fácil, mas chegava bem fundo, roçando em um ponto que me fazia tremer de prazer. Vitor enfiou o pau grosso na minha boca, quase me sufocando, enquanto eu masturbava Marcão.

Eu controlava tudo: o ritmo, a intensidade, quem entrava e quando. Meu tesão só aumentava.

— Vitor, agora você — ordenei.

O pau dele era o mais desafiador. A grossura absurda me esticava ao limite. Gritei de prazer quando ele entrou, sentindo minha buceta sendo arrombada. Ele metia com estocadas curtas e brutais, enquanto eu chupava Marcão e masturbava Gustavo.

Depois de me foderem um por um na mesa, mudei novamente. Fiquei de quatro sobre o sofá do escritório.

— Gustavo, na minha boca. Vitor, na buceta. Marcão… quero você no meu cu.

Eles obedeceram. Vitor enfiou aquele pau grosso na minha buceta, Marcão cuspiu no meu cuzinho e começou a forçar os 22 cm devagar. A sensação de ter os dois me penetrando ao mesmo tempo foi avassaladora. Eu gemia alto, quase chorando de prazer, enquanto chupava o pau longo de Gustavo.

— Me arrombem… os dois… aaahh! — implorava, rebolando entre eles.

Eles meteram com força, alternando o ritmo, me usando sem piedade. Meu corpo tremia. Gozei violentamente, apertando os dois paus dentro de mim, gritando abafado no pau de Gustavo.

Eles continuaram me fodendo por muito tempo. Trocaram de buraco, me viraram de todos os jeitos, me comeram contra a parede, no chão, na mesa. Eu mandava quem gozava, onde gozava e quando.

No final, eu estava exausta, coberta de porra, com a buceta e o cu vermelhos, inchados e escorrendo sêmen dos três. Deitada no sofá do escritório, pernas abertas, sorri satisfeita enquanto via os três também destruídos de tanto foder.

Eu estava no comando.

E estava viciada nisso.

Antes de sairmos do escritório, eu ainda não estava satisfeita. Levantei do sofá com as pernas trêmulas, porra escorrendo pelas minhas coxas, e fiquei de quatro no chão, empinando bem a bunda.

— Agora os três vão revezar meu cu — ordenei, olhando para trás com olhos cheios de tesão.

Marcão foi o primeiro. Cuspiu no meu cuzinho já melado e enfiou aqueles 22 cm devagar, mas firme. Gemi alto, sentindo ele me arrombar fundo. Ele meteu algumas vezes com força, depois saiu e deu lugar a Gustavo. O pau longo de 21 cm deslizou mais fácil no meu cu já aberto, mas ainda assim me fazia gemer. Por último, Vitor. Seu pau absurdamente grosso foi o que mais me fez gritar — ele esticava meu cu ao limite, metendo com estocadas curtas e brutais.

Eles revezaram várias vezes, cada um fodendo meu cu por um tempo enquanto os outros dois eu chupava ou masturbava. Eu estava completamente perdida de tesão, gemendo como uma vadia enquanto era usada nos três buracos ao mesmo tempo.

Quando terminaram, meu cu estava vermelho, aberto e escorrendo porra dos três.

Chegamos em casa. Tomei um banho rápido e, assim que Angélica colocou a pequena Luz para dormir, eu a chamei para conversar na sala.

— Irmã, senta aqui — disse, segurando suas mãos. — Eu sei como você pode descobrir se Marcão ainda te ama de verdade.

Angélica me olhou confusa.

— Como assim?

— Provoca outros homens. Se ele ligar, se ficar com ciúmes, você vai saber que ele ainda te quer. Começa com os enteados dele… Gustavo e Vitor. Eu espiei eles te vendo no banheiro várias vezes. Eles te desejam. Usa roupas mais curtas, vestidos que mostrem bastante perna e decote. Deixa rolar, provoca um pouco. Você vai ver o Marcão ficar louco de ciúmes e vai querer te comer de novo.

Angélica arregalou os olhos, chocada.

— Angela, você tá doida?! Como assim? Eles são meus enteados!

— Eu sei. Mas é só provocar. Nada demais. Você tem essa chance, mana. Pensa nisso.

Ela ficou em silêncio, claramente abalada, mas disse que ia pensar.

Foi nesse momento que a porta da sala se abriu. Yasmin entrou, parecendo nervosa.

— Angela… podemos conversar? — perguntou ela, olhando para mim com seriedade.

Yasmin me puxou pelo braço com firmeza e me levou para o lado de fora da casa, perto do quintal escuro. Assim que ficamos sozinhas, ela virou para mim com os olhos cheios de raiva.

— Eu sei, sua vadia — cuspiu ela baixinho. — Sei que você anda dando pra os três. Querendo tomar o meu lugar, né? Marcão, Gustavo e Vitor… todos eles.

Senti meu coração disparar. Antes que eu pudesse responder, ela pegou o celular e mostrou a tela. Eram imagens das câmeras de segurança da oficina. Uma mostrava claramente eu e Marcão transando na mesa do escritório. A outra, eu chupando Vitor na ducha.

— Amanhã você vai se demitir e nunca mais vai aparecer na oficina — ameaçou ela, com voz baixa e venenosa. — Se não sumir, eu mostro tudo pra Angélica. Tudo mesmo.

Fiquei parada, preocupada e com medo real apertando meu peito… mas, ao mesmo tempo, estranhamente molhada. Minha buceta pulsava só de imaginar a situação. O perigo me excitava.

Voltei para dentro de casa tentando disfarçar. Angélica me olhou curiosa.

— O que ela queria?

Forcei um sorriso.

— Me chamou pra ir na igreja com ela um dia desses… — menti.

Angélica assentiu, distraída. Entramos juntas na casa.

Enquanto subia as escadas para o meu quarto, minha mente girava rápido.

Ela não sabe de tudo… e eu tenho um plano.

Deitada na cama, ainda sentindo a porra dos três escorrendo devagar, sorri no escuro. Yasmin queria guerra? Tudo bem.

Eu ia jogar sujo.

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Boba da Yasmim... dividindo as rolas as três teriam sempre que quisessem. Macho com eles não negam fogo a nenhuma mulher. Trouxa das que se acham exclusivas.

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