Minha esposa, eu, o primo e o namorado do primo - parte 1

Um conto erótico de Camapuã
Categoria: Heterossexual
Contém 1221 palavras
Data: 25/05/2026 15:21:45

nte.

Depois do nosso primeiro conto, onde foi relatado o que aconteceu na chácara do primo da minha esposa, venho novamente relatar uma outra história real. O clima com o primo continuou na mesma. Sendo ele padrinho de um dos nossos filhos, continuou a frequentar nossa casa e conviver conosco. Graças ao fato de sermos adultos, não tocamos mais no assunto e continuamos a nos respeitar como antes, ainda mais na frente das crianças. Porém, uma coisa mudou, já que descobrimos que ele era bissexual e namorava, ao mesmo tempo — e sem que a sua namorada soubesse —, um outro homem. Isso não mudou em nada o nosso relacionamento, e ele vivia sua vida e rotina com alegria e satisfação.

Depois de oito meses após o acontecido conosco, eu e minha esposa iríamos viajar para a cidade de São Paulo Capital a trabalho e, depois, para Olímpia, a passeio, e sem os filhos. Ficamos uma semana em São Paulo na casa da minha cunhada e foi muito legal; passeamos bastante, saímos, e foi um momento muito gostoso a dois. Nos despedimos e partimos para Olímpia, no interior de São Paulo, uma cidade que realmente merece ser visitada. Ficamos hospedados em uma casa de temporada mais afastada do centro, para curtirmos a natureza e a nós mesmos.

Ficamos por lá durante quatro dias e teríamos mais três pela frente quando recebi uma ligação do primo. Ele contou que sua namorada tinha terminado com ele por imaginar que ele teria outra — sem nem desconfiar que, na verdade, era outro. Ele estava muito nervoso e com medo de ser exposto para seus pais, que são japoneses e bem severos. Conversamos com ele, o acalmamos e o chamamos para ficar os dois últimos dias conosco na casa em Olímpia. Ele aceitou e chegou, porém trouxe consigo o seu namorado, sem nos avisar.

Ficamos meio sem graça de receber os dois de surpresa, mas ele nos disse que ficariam em um hotel. Então, marcamos de nos encontrar mais tarde para irmos ao clube. Lá ficamos até o início da noite e, depois, combinamos de nos ver novamente para jantarmos.

Retornamos cada casal para sua respectiva acomodação. Enquanto eu e minha esposa tomávamos banho, ela comentou que o namorado dele era lindinho, "um desperdício", porém bem afeminado. Eu sorri e comecei a acariciar sua bunda e sua vagina, perguntando se ela já estava com vontade de dar para mais um, brincando que ela já tinha viciado na putaria. Ela riu e disse que dali não saía nada, porque ele era "quase uma mulher".

Nos encontramos no centro da cidade, fomos ao restaurante e depois a um barzinho, onde bebemos algumas caipirinhas e conversamos bastante. Estava tudo muito bom e eu já estava doido para transar com minha esposa de novo. Chamei-a para irmos embora, mas o primo disse que ainda estava cedo e perguntou se poderiam ir para a nossa casa de temporada curtir a piscina, pois estava muito calor naquele dia. Como não havia muito mais o que fazer na rua, fomos todos para lá.

Chegamos primeiro, eu e minha esposa. Uns dez minutos depois o casal chegou, pois havia parado no caminho para comprar bebidas, energéticos e suco. A piscina era bem grande. Minha esposa disse que iria colocar seu biquíni e voltaria em seguida, e eu disse que faria o mesmo. Porém, os dois perguntaram se poderiam entrar de cueca, já que não tinham levado roupa de banho. Perguntei para minha esposa e ela disse que, como o primo já havia visto ela nua e ela via o namorado dele quase como uma mulher, não teria problema nenhum.

Os dois tiraram as roupas: o namorado estava de cueca branca e o primo com uma vermelha. Minha esposa ficou de calcinha e sutiã, e eu também só de cueca. Ela usava um conjunto branco de rendinha, mas bem comportado. Ficamos conversando, bebendo na piscina e brincando. A noite estava ótima, porém iria melhorar ainda mais.

Em dado momento, o namorado do primo disse que iria ao banheiro. Assim que ele se afastou, minha esposa começou a rir sem parar, lembrando-se do que havia acontecido entre nós e o primo na piscina da chácara meses atrás. O primo ficou intrigado, querendo saber o motivo da risada e criou-se um clima meio pesado, pois o rapaz pensou que estava sendo zoado por eles.

O primo, então, me perguntou se poderia contar a história do passado para o namorado. Eu balancei a cabeça e disse que sim. Ele começou a narrar o acontecido já visivelmente excitado, com o membro marcado na cueca. O namorado ouviu o início, foi ao banheiro mais uma vez e voltou com uma carinha de bravo, todo enciumado.

No entanto, depois de um tempo, o clima na piscina mudou completamente. Aquela tensão inicial do namorado, que parecia puro ciúme ou desconfiança, começou a se transformar em uma curiosidade genuína e maliciosa à medida que o primo revelava os detalhes mais picantes. Minha esposa, que até então estava quieta, apenas com um sorriso tímido nos lábios, começou a relaxar com o efeito da caipirinha. Ela passou a intervir na história, corrigindo uma coisa ou outra com os olhos brilhando, relembrando perfeitamente a situação e o tesão absurdo que tinha sentido naquele dia.

O namorado ouvia tudo prestando muita atenção, alternando o olhar entre o primo e a minha esposa. O ciúme de antes tinha sumido e dado lugar a uma empolgação nítida. Ele se aproximou mais da borda onde estávamos, a cueca branca já bem transparente por causa da água, e comentou com um sorriso malicioso:

— Gente, eu achei que vocês eram super caretas... Mas pelo visto, essa família esconde muitos segredos.

Minha esposa deu uma risada de canto, temperada pelo efeito das caipirinhas, e olhou para ele de cima a baixo.

— A gente descobre coisas sobre a gente mesmo quando as situações certas acontecem — disse ela, ajeitando a alça do sutiã de renda branca que, molhado, já desenhava perfeitamente o formato dos seus seios.

O primo, percebendo a abertura e já completamente excitado com o rumo da conversa, nadou por trás do namorado, abraçando-o pela cintura e colando o corpo nele.

— E agora que estamos todos aqui, o que impede a gente de criar uma história nova? — o primo sugeriu, a voz mais baixa, olhando diretamente para mim.

Eu olhei para a minha esposa. Aquele mesmo olhar cúmplice e quente que ela me deu na chácara estava ali de volta. A tensão erótica na piscina estava tão alta que dava para cortar com uma faca. Cheguei mais perto dela por trás, passando os braços pela sua cintura e colando meu corpo ao dela, sentindo sua pele arrepiar com o toque na água morna.

O namorado do primo olhou para as minhas mãos na cintura da minha esposa e depois para o rosto dela, provocando com um sorriso:

— Olha... Se eu soubesse que a viagem para Olímpia ia ser interessante assim, tinha trazido uma roupa de banho melhor. Mas acho que a cueca serve.

O primo não esperou mais nada. Puxou o namorado para um beijo ali mesmo na nossa frente, enquanto a mão dele descia por baixo da água. Minha esposa soltou um suspiro, o corpo amolecendo contra o meu, enquanto assistíamos à cena, sabendo muito bem que aquela noite em Olímpia estava apenas começando.

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