Na esteira do problema que tive com meu namorado a alguns dias, uma dia de transa, por mais gostoso que fosse, não seria o suficiente para compensá-lo. Quem me acompanha no Insta (de onde eu ando ausente até demais), sabe que ele faz de tudo por mim e no mês passado chegou até a organizar uma viagem maravilhosa e de surpresa. Por essas e outras que eu precisava dar algo a mais para ele e pensei em recompensá-lo com o que ele mais ama: eu e mais sexo kkk
Quando comentei num grupo com minhas melhores amigas sobre o que tinha ocorrido, todas me massacraram. Acreditem ou não, elas são super apoiadoras da minha relação e se dão bem com Carlos também. Enquanto desabafava sobre minha culpa e querer compensar meus erros, Marcinha, minha melhor e mais safada amiga, fez uma proposição que além de solucionar minha dúvida sobre o que fazer, me encheu de tesão também.
'Já sei, amiga, você pode organizar uma festinha pra gente poder fazer ele relaxar.'
Era perfeito. Entramos em acordo Ana, ela e eu para podermos realizar isso. Apesar de ele já ter feito com todas nós e mais de uma algumas vezes, nunca tinha comido as três, seria uma novidade deliciosa para todos.
Passamos a semana nos organizando e planejando tudo, pensando em como fazer para que as coisas saíssem de maneira perfeita. Combinamos todas usarmos vestidinhos o mais curtos possível e pretos, marcamos uma sessão de beleza na casa da Marcinha no dia em questão e eu mandei todas as coisas das quais precisaria para ela.
Na sexta passei o dia ansiosa, cheguei até a negar uma rapidinha tradicional da madrugada, pensando em deixá-lo ainda mais sedento (acabou fazendo mais mal a mim). Fiz tudo que precisava no trabalho, abreviei meu almoço e saí mais pontual que nunca, direto para a casa da Marcinha.
Chegando lá, ela e Ana estavam no quarto, peladinhas e conversando, já tinham banhado e esperavam por mim para finalizar a arrumação. Corri para banhar também, caprichei no perfume e fui me maquiar com minhas amigas.
Naquele momento, sentia o ar pesar tamanha a tensão sexual ali, íamos nos ajudando, brincando e sorrindo, mas as vezes uma mão passava do ponto, os olhares ficavavam mais profundos, a boca salivava e, não fosse minha vontade de satisfazer meu namorado, parecia que estava a um passo de transar com elas ali mesmo.
Enfim, terminada a produção, mandei mensagem para confirmar que Carlos estava em casa, mas não obtive resposta. Ainda assim, fomos em direção até minha casa, lindas, cheirosas e prontas para virar meu namorado do avesso.
Chegando em casa, estava um silêncio enorme, por um momento senti que Ana até deu uma murchada, acho que pelo fato de ter um tempo que não aprontavamos juntas, mas o desânimo saiu assim que chegamos ao quarto. Carlos estava apagado, dormindo como um bebê. Fomos para a sala debater sobre se deveríamos ou não acordá-lo, mas a resposta era óbvia, apesar de dizermos que faríamos aquilo por ele, todas queríamos e muito também.
Infelizmente ele dormiu vestido e de bruços, não daria para acordá-lo num boquete gostoso, mas acho que só de ter nós três ali, já seria ótimo. Deitamos com todo o cuidado na cama, encostando de leve nele e aí eu sussurrei.
"Amor. Acorda. Tenho uma surpresa para você."
Quando abriu o olho, era Ana em sua frente, que lhe deu um selinho. Ele fez uma cara de confuso e então virou para mim que estava encostada em suas costas com Marcinha deitada sobre mim.
"Gatinha. O que é isso?"
"Trouxe duas putinhas de presente pra você. Pode fazer o que quiser com elas."
Um sorriso foi preenchendo seu rosto a medida em que a ficha ia caindo. Ele me deu um beijo gostoso, virou para Ana outra vez e puxou seu corpo para junto de si. Marcinha, que estava atras de mim, se levantou e deu a volta na cama, para que ficasse de frente para ele e atrás da Marcinha. Os três perderam alguns minutos num beijo delicioso, enquanto eu assistia e massageava seu pau por cima do shorts.
Evidentemente, ele ficou duro feito uma pedra rapidamente, eu não perdi tempo e enfiei a mão por dentro para sentir o calor daquela rola gostosa. Marcinha já tinha erguido o vestido de Ana, deixando-a quase sem. Enquanto se beijavam e beijavam meu namorado, Marcinha também massageava a amiga, deixando-a no ponto para foder. Mas a buceta assanhada dela teria que esperar.
Fiz uma força para que Carlos ficasse deitado de costas e ele seguiu, nesse momento Marcinha largou Ana nos beijos com ele e se esgueirou rapidamente para tirar toda a roupa de baixo do meu namorado, deixando seu pau à mostra. Ela segurou firme nele e, olhando no fundo dos meus olhos, passou a língua do saco até a cabeça, então cuspiu. Era um claro convite para mim, que estava sentada sobre meus joelhos, ainda ao lado do meu namorado. Deixei Ana se pegando com ele e fui acompanhar Marcinha na mamada.
"Ele tem um pau babão né?"
Disse Marcinha logo antes de me dar um beijo. Eu então agarrei aquela pica dura e lambi a cabecinha.
"Tem sim. Eu adoro isso, entra bem gostoso."
"Entra mesmo."
Disse Marcinha tomando de volta aquele pau e começando uma chupada mais forte. Para mim, sobrou o saco e a base, não que eu reclamasse, era uma delícia sentir o gosto da saliva da minha amiga, que escorria até minha boca.
Ana já tinha passado dos beijos e agora estava sendo dedada por Carlos, sua calcinha, de ladinho, deixava a mostra sua buceta delicada, brilhando de tão molhada e ela gemia enquanto beijava meu homem, que gemia também enquanto era chupado. Marcinha e eu apelamos um pouco e fomos para o beijo na cabeça, ele adorava isso e quase sempre gozava quando fazíamos isso. Por esse motivo, nos parou depois de uns minutos, para que não queimasse a largada.
Nos levantamos e ficamos nos beijando um pouco, enquanto ele e Ana se curtiam na cama, mas precisávamos dar sequência para as coisas, era um pau duro e três bucetas ensopadas, aquilo precisava ser resolvido.
"Vem, Ana. Levanta."
Ela olhou pra gente e levantou meio reticente, fomos tirando as roupas uma da outra até ficarmos peladinhas. Carlos estava só de camisa, se masturbando gostoso e admirando a gente.
"E agora? Qual das três primeiro?"
"Vocês decidem."
Nos olhamos, pensando no que fazer, mas Marcinha tomou a frente e deu uma ideia.
"Deixa a Ana, essa puta tá subindo pelas paredes"
Ana nem questionou, foi sorrindo até o pau de Carlos e sentou sem titubear, deixando escapar um gemido alto e intenso. Marcinha me deu um beijo e me lembrou do nosso brinquedinho recém adquirido.
"Amor, posso comer a Marcinha?"
"Claro, mas tem que ser aqui do meu lado"
Corri para pegar a cinta, que já estava montada, Marcinha ficou de quatro ao lado dos dois e eu voltei para fodê-la. Assim como Ana, não fiz muita cerimônia, enterrei na buceta ensopada dela, que gemeu ainda mais alto, mas firmou o corpo para a penetração.
Ana rebolava loucamente no pau de Carlos que gemia e fazia questao de olhar pro cenário inteiro. Marcinha estava ao seu lado, mordia seu braço enquanto eu a empalava com a cinta, tentando fazer bonito pra ele.
"Quando vocês compraram isso?"
Perguntou Ana quase sem voz, entre gemidos ofegantes.
"Quando a Márcia veio aqui ficar com a gente no final de semana."
Respondi enquanto dava bons tapas na bunda da Marcinha.
"E nem me contaram?"
"Tá com ciúme, cadela? Quer ser enrabada por suas amigas?"
Ana nem respondeu, não tinha nem forças para isso, se concentrava em sentar firme em Carlos, que a segurava pela cintura e ajudava de baixo para cima, metendo firme. Ana se inclinou para frente na intenção de receber um beijo, Carlos segurou sua bunda e comecou a fazer mais força na metida contra ela, que ficou naquela posição enquanto era fodida. Foi então que eu aproveitei para fechar com chave de ouro, enfiei um dedo no cuzinho dela, que se agarrou ao braço de Marcinha e resistiu até ambas se beijarem.
Marcinha gemia loucamente, de quatro e empinada enquanto eu metia na sua bucetinha, com a boca ocupada pela língua de Ana que estava gozando.
Carlos olhava e sorria, admirando aquela cena deliciosa, claramente fazendo uma força sobre-humana para não gozar também.
Ana, apesar de cansada, conseguiu virar para o lado e desocupar o pau do meu namorado, que não ficou parado e puxou o braço indicando que queria Marcinha agora. Eu saí de cima e ela foi sentar, começou rebolando lentamente, aproveitando aquela rola, mas logo Carlos a puxou para junto de si, deixando ela na mesma posição que Ana estava a pouco. Ele olhou para mim, segurou firme a bunda dela e abriu, um convite irrecusável. Eu estava prestes a tirar a cinta, mas a apertei outra vez e fui direto para o rabo dela.
Uma cuspida, um tapa e uma enfiada. Sem dó mesmo, fiz ela gritar e ficar estática um tempo. Mas ela estava acostumada já, e gostava demais daquilo. Carlos de baixo para cima, socando forte. Eu por trás, arregaçando seu cuzinho, Marcinha gozou e bem rápido, já dava sinais antes. Eu me sentia diferente com aquilo, achei a situação deliciosa.
Porém, assim como Ana, Marcinha sabia que não tinha tempo a perder, Carlos seguia duro feito pedra e ficou para mim a última rodada.
Arranquei a cinta rapidamente e sentei nele, delicadamente, aproveitando cada centímetro daquela rola. Eu nunca havia estado tão molhada e nem ele, seu pau pareceu deslizar para dentro de mim. Eu rebolei gostoso, esfregava meu grelinho enquanto estava com ele todo dentro de mim, toda preenchida. Era delicioso demais, Marcinha e Ana assistindo exaustas, uma de cada lado.
Carlos fez como com as outras e me puxou para junto de si, dando um beijo gostoso, que anunciava que estava perto. Ana e Marcinha rapidamente se recomporam e foram para trás de nós. Começaram com meu cuzinho e depois desceram para lamber a base do pau enquanto ele entrava e saía.
"Vou gozar."
"Eu também."
Nesse momento, fechei o olho e praticamente engoli sua boca num beijo. Gozei enquanto sentia o primeiro jato sair, mas logo fui surpreendida pela sensação de vazio. Marcinha e Ana puxaram o pau de dentro de mim e abocanharam para beber o resto da porra.
Eu fiquei deitada no colo dele, suada e descabelada, mas muito satisfeita. Marcinha e Ana vieram para o nosso lado e ficaram quietinhas observando. Ficamos ali até a fome bater, pedimos comida e depois fomos para o segundo round.
Mas isso é história para uma próxima.
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