Minha esposa santinha gostou do marido da irmã parte 11

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 3248 palavras
Data: 03/05/2026 04:01:58

O dia amanheceu na capital com uma luz cinzenta, filtrada pela poluição e pelas cortinas de seda da suíte de hóspedes. Lia acordou cedo, vibrando com a programação do dia: um "dia de noiva" com Clara em um spa de luxo antes do grande jantar de noivado à noite.

— "Acorda, Robson! A cidade não espera," — ela disse, me dando um beijo rápido e saindo para o banho.

Eu permaneci na cama, os braços atrás da cabeça, observando o teto. O celular vibrou no criado-mudo. Nenhuma mensagem nova da Clara, mas eu não precisava. O silêncio dela era a resposta mais barulhenta que eu poderia receber. Ela estava apavorada, e o pavor é o melhor tempero para a submissão.

O café da manhã foi uma encenação digna de Oscar. Paulo estava à mesa, já de terno, falando ao celular sobre ações e investimentos. Clara estava sentada à frente dele, usando óculos escuros grandes demais para o ambiente interno.

— "Dormiu mal, querida?" — Paulo perguntou, desligando o telefone e tocando na mão dela.

Clara recolheu a mão instintivamente para pegar a xícara de café. — "Só uma enxaqueca, Paulo. O ar-condicionado deve estar forte."

— "Robson! Dormiu como um rei?" — Paulo se voltou para mim, o sorriso condescendente de sempre. — "Espero que o colchão seja do seu agrado. Custa o preço de um carro popular, sabe como é."

— "Dormi muito bem, Paulo. Realmente, o conforto aqui é... fora do comum. Mas acho que o que me fez descansar foi a sensação de segurança. É bom saber que tudo está exatamente onde deveria estar," — respondi, servindo-me de um suco de laranja e encarando Clara fixamente.

Ela não levantou a cabeça. Lia desceu as escadas, pronta para sair. — "Vamos, Clara? O carro já está esperando lá embaixo. Robson, você e o Paulo vão fazer o que hoje?"

— "Tenho uma reunião na empresa," — explicou Paulo. — "Vou levar o Robson para conhecer. Gente de influência, Robson. Pode ser bom para os seus... negócios rurais."

— "Será um prazer, Paulo."

As duas saíram. Assim que a porta do elevador se fechou, Paulo se levantou.

— "Vou terminar de me arrumar. Saímos em quinze minutos."

Fiquei sozinho na sala. Caminhei até a varanda e olhei para baixo. A cidade parecia um formigueiro de gente tentando ser algo que não era. Eu, por outro lado, nunca estive tão consciente de quem eu era.

O dia na empresa foi um exercício de paciência. Paulo me apresentava a homens gordos de terno caro como se eu fosse um bicho de estimação exótico. Eu apenas sorria, apertava as mãos e guardava cada detalhe daquelas vidas medíocres em um canto escuro da minha mente. Eu sabia que, por trás das aparências, cada um daqueles homens tinha um segredo que os destruiria. Paulo não era diferente.

No meio da tarde, recebi uma foto no WhatsApp. Era Lia e Clara no spa. Elas estavam de roupão, com taças de espumante. Lia sorria para a câmera, mas Clara... Clara olhava para o espelho atrás de Lia. Os olhos dela estavam vermelhos.

"Ela está amando o dia, Robson! Está um pouco nervosa para o jantar, mas é normal de noiva, né?" — dizia a legenda de Lia.

Eu sorri. "Normal", pensei. Nada naquela família era normal.

Voltamos para o apartamento por volta das seis da tarde. O clima de preparação era frenético. Buffet chegando, flores sendo arranjadas, garçons de luvas brancas organizando a prataria. A família de Paulo chegariam em poucos minutos.

Fui para o quarto me arrumar. Vesti um terno escuro. Eu não era mais o "Robson da roça" que eles conheciam. No espelho, eu via um homem que tinha o controle daquele momento.

Saí do quarto a tempo de ver a porta do elevador se abrir. Paulo já estava lá, com um sorriso que parecia colado no rosto com cera.

O primeiro a sair foi o

Sr. Cláudio. Ele era um homem que ja tinha seus 78 anos, que parecia dobrado por uma vida de excessos. Ele era um homem alto, cujas roupas de grife lutavam para conter um corpo castigado pelo tempo e pela má saúde. Ofegante, ele mal cumprimentou o filho, resmungando algo sobre o calor enquanto limpava o suor da testa com um lenço.

Logo atrás, o contraste não poderia ser mais bizarro.

Verônica, a mãe de Paulo, surgiu como uma aparição plástica. Loira de um tom quase artificial, ela exibia o resultado de inúmeras cirurgias: o rosto esticado, os lábios volumosos e o corpo moldado por silicone e procedimentos estéticos que desafiavam seus 50 anos. Ela usava um vestido vermelho, curto e com um decote, exalando um perfume doce que inundou a sala instantaneamente.

— "Paulo, querido! Que recepção morta é essa?" — ela disse, a voz aguda, enquanto oferecia o rosto para um beijo que mal encostava na pele.

Mas foi a última a sair que realmente mudou a temperatura do ambiente.

Bruna, a irmã caçula de 18 anos. Ela caminhava com a confiança de quem sabe o poder que tem. Loira natural, com olhos verdes que pareciam analisar o valor de tudo o que tocavam, ela usava um vestido tomara que caia tão justo que parecia uma segunda pele. A "ninfetinha" estudante de direito não tinha nada de inocente no olhar; a boca rosa estava levemente entreaberta em um sorriso de desdém para o luxo ao redor.

— "E esse quem é? Mais um funcionário do seu fundo de investimento, Paulo?" — Bruna perguntou, fixando os olhos em mim. Ela me percorreu de cima a baixo, e pela primeira vez no dia, vi um brilho de interesse genuíno naqueles olhos verdes.

O Sr. Cláudio mal se sustentava nas pernas, o peso da idade e dos excessos cobrando um juro alto. Paulo, por um breve segundo, deixou transparecer uma pontada de desprezo antes de oferecer o braço ao pai. Bruna, no entanto, não tirava os olhos de mim. A audácia daquela garota era quase palpável, um desafio silencioso que flutuava no ar carregado de perfume caro e tensão.

— "Este é o Robson, Bruna. O cunhado da clara," — Paulo respondeu, com uma entonação que sugeria que eu era pouco mais que um detalhe decorativo na sala.

— "cunhado da Clara... sei," — Bruna murmurou, dando um passo à frente. Ela estendeu a mão, não para um aperto formal, mas deixando os dedos suspensos, esperando que eu os tomasse. .

O silêncio que se seguiu foi quebrado pelo som metálico do elevador de serviço. Eram os últimos preparativos. Clara e Lia ainda não tinham descido. Eu sabia que Clara estava se prolongando no andar de cima, ganhando cada segundo possível antes de enfrentar o pelotão de fuzilamento que chamava de família.

Fomos guiados para a sala de jantar. A mesa era um deserto de porcelana e cristais. Tomei meu lugar propositalmente de frente para o assento vazio de Clara. Bruna sentou-se ao meu lado, cruzando as pernas e deixando o vestido subir ainda mais.

— "Então, Robson... o que você realmente quer aqui?" — Bruna sussurrou, aproveitando que Paulo discutia vinhos com o pai. — "Eu conheço o tipo de homem que olha para o mundo como se estivesse escolhendo qual peça vai derrubar primeiro. Você não é um convidado. Você é um predador."

— "Talvez eu seja apenas um observador atento, Bruna. E você, pelo que vejo, gosta de brincar com o perigo."

— "O perigo é a única coisa que me mantém acordada nessas festas de família."

Nesse momento, Clara e Lia apareceram no topo da escada. Lia estava radiante, um vestido azul-marinho que a deixava elegante, mas era Clara quem roubava o fôlego. Ela usava um vestido branco perolado, as joias de família que Paulo lhe deu pesando em seu pescoço como correntes. Ela parecia uma boneca de porcelana.

Ao ver o sogro e a sogra, ela forçou um sorriso que não chegou aos olhos. Quando seu olhar cruzou com o meu, vi o brilho do pânico.

Bruna falou:

__"Clara, amiga, você está linda! Fiquei triste por nao ter conseguido passar o dia de noiva com você. Cheguei de São Paulo só umas 16h porque meu avião atrasou."

Clara abraça bruna, Clara sorriu e disse que estava tudo bem, o importante era que ela se tornasse uma advogada bem sucedida. Ambas riram juntas.

— "Clara, querida! Você está... aceitável," — Verônica soltou, sem sequer se levantar. — "Mas essa palidez está horrível. Parece que vai desmaiar."

— "É a emoção, dona Verônica," — Lia interrompeu, percebendo o estado da irmã. — "O dia no spa foi intenso."

— "Sente-se, Clara," — Paulo ordenou, apontando para a cadeira à minha frente. — "Temos muito o que comemorar. Meu pai quer fazer um brinde antes do primeiro prato."

E lia se sentou do meu lado direito.

O Sr. Cláudio levantou a taça com a mão trêmula. — "Ao futuro da família... e aos negócios que este casamento vai solidificar. Clara, você é uma boa menina. Faça meu filho feliz e garanta que o meu sobrenome continue forte. É só o que se espera de você."

Clara ergueu a taça, Ela bebeu o espumante de um gole só.

O jantar transcorreu sob uma camada espessa de falsidade. Paulo falava sobre a expansão da empresa, Verônica reclamava da qualidade do caviar e Bruna continuava sua caçada silenciosa por baixo da mesa, roçando levemente o joelho no meu. Eu ignorava a garota, mantendo meu foco total em Clara, e disfarçando para a lia nao perceber nada. Cada vez que ela levava o garfo à boca, eu a encarava. Eu queria que ela sentisse que, mesmo cercada por sua "proteção" de elite, ela pertencia a mim.

Robson,

— o Sr. Cláudio me chamou, a voz rouca.

"O Paulo disse que você tem terras. O que produz?"

"Milho, Sr. Cláudio," — respondi.

" milho é facil de plantar, e vendo ele verde e o que seca posso da para meus gados."

— "Interessante," — o velho resmungou. — "Paulo, esse rapaz é mais esperto do que você descreveu."

Lia, sentindo o clima, tentou mudar de assunto. — "Clara e eu estávamos vendo os detalhes das flores para a cerimônia. Vai ser tudo tão lindo, não

— "Sim, Lia... lindo," — Clara respondeu, a voz tão frágil quanto o cristal de sua taça.

Ao meu lado, Lia não percebia — ou escolhia não perceber — a ganância que começava a brilhar em seus próprios olhos. Eu a observei observar o Sr. Cláudio. Ela não via um homem doente de 78 anos que mal conseguia respirar; ela via um cofre aberto. Cada vez que ele mencionava suas propriedades ou o fundo de investimento de Paulo, Lia inclinava o corpo levemente, como se o cheiro de mofo e remédios do velho fosse o perfume mais caro do mundo. Ela já estava fazendo as contas de quanto aquela herança renderia quando o "patriarca" finalmente cedesse ao peso dos excessos.

— "O Sr. Cláudio é um visionário, não é, Paulo?" — Lia comentou, com um sorriso doce demais, quase pegajoso. — "Dá para ver de onde vem o talento do seu filho."

O velho soltou uma tosse seca e deu um sorriso amarelo, lisonjeado pela atenção de lia.

O prato principal ainda nem tinha sido retirado quando Clara se levantou bruscamente.

— "Com licença... eu preciso... me retocar. O calor está um pouco forte," — ela disse, sem olhar para ninguém.

— "Eu vou com você, amiga!" — Bruna disparou, levantando-se com uma agilidade. — "Também preciso dar um jeito nesse batom antes que eu decida devorar a sobremesa."

As duas subiram as escadas. No andar de cima, assim que a porta do quarto de Clara se fechou, o silêncio do corredor foi substituído pelo som do clique da tranca. Bruna encostou-se na penteadeira, cruzando os braços e observando Clara desabar em frente ao espelho, tentando controlar a respiração.

— "Pode parar com o teatro, Clara," — Bruna disse, a voz agora desprovida de qualquer cortesia social. — "A mamãe pode ser cega pelo botox, e o meu pai está morrendo devagar demais para notar, mas eu não sou idiota."

Clara pegou um pó compacto, as mãos tremendo visivelmente. — "Não sei do que você está falando, Bruna. É só o estresse do casamento."

Bruna deu um passo à frente, invadindo o espaço pessoal de Clara.

— "O estresse tem nome? E esse nome por acaso é Robson?" — Bruna sibilou. — "Eu vi o jeito que você olha para ele. Ou melhor, o jeito que você evita olhar. E vi como ele te encara. É como se ele estivesse decidindo se vai te comer viva ou te quebrar em pedaços."

Clara tentou rir, um som seco e sem vida. — "Ele é o marido da Lia, Bruna. Pelo amor de Deus."

— "Poupe-me, cunhadinha. O marido da Lia é um 'caipira' que usa ternos melhor que o Paulo e tem olhos de quem já viu muita cova aberta. Qual é a dele com você? Porque, sinceramente... se você não quiser aquele perigo todo para você, eu estou muito disposta a descobrir o que tem por baixo daquela pose de fazendeiro educado."

Clara virou-se para a amiga, o pânico finalmente transbordando. — "Fica longe dele, Bruna. Eu estou falando sério. O Robson não é quem você pensa."

— "Ah, eu sei exatamente quem ele é," — Bruna sorriu, um brilho perverso nos olhos verdes. — "Ele é o tipo de problema que eu adoro levar para a cama. Mas você... você está apavorada. O que ele tem contra você, Clara? O que ele sabe que te deixa com essa cara de quem vai ser enforcada no altar?"

Lá embaixo, na mesa, eu sentia o vazio da cadeira de Clara. Paulo continuava falando, Lia continuava bajulando o Sr. Cláudio com promessas silenciosas de herdeiros, mas meu pensamento estava no andar de cima.

Eu sabia que as mulheres estavam conversando. Eu sabia que o cerco estava fechando. Peguei minha taça, olhei para o reflexo do vinho tinto e sorri para Paulo.

— "Um brinde, Paulo," — eu disse, interrompendo sua análise sobre o mercado de soja. — "Pelas verdades que aparecem quando a gente menos espera."

Paulo ergueu a taça, confuso, mas sorridente. Ele não tinha ideia de que o jantar de noivado era, na verdade, a última ceia de sua paz.

— "Com licença, senhores," — Paulo disse, levantando-se. — "O vinho me cobra o preço. Vou ao banheiro e já volto para abrirmos aquele conhaque que o papai trouxe."

Assim que Paulo se retirou, o Sr. Cláudio soltou um suspiro pesado, a respiração ruidosa denunciando seu cansaço. Verônica estava distraída, retocando o batom no reflexo de uma colher de prata.

— "Está abafado aqui dentro, não acham?" — eu disse, levantando-me casualmente. — "Vou até a varanda pegar um ar. Com licença."

Veronica tambem saiu para outro lado da casa. Lia me olhou e nao disse nada, logo voltou a olhar para o Sr. Cláudio. Ela viu sua oportunidade.

Enquanto eu me afastava, Lia inclinou-se na direção do velho.

— "Sr. Cláudio, o senhor parece tão cansado... deixe-me ajudá-lo com esse ajuste na cadeira," — ela murmurou com uma voz aveludada.

Ao se inclinar, de forma "acidental" e calculada, Lia deixou que a fenda do seu vestido subisse até o limite. Quando o velho olhou para baixo, ela fez um movimento sutil, puxando levemente o tecido para revelar sua calcinha fio dental preta , mostrando só a linhazinha da lateral.

O Sr. Cláudio arregalou os olhos. A taça de vinho em sua mão inclinou perigosamente. Ele soltou um engasgo seco, a face tornando-se subitamente roxa.

— "Meu Deus... o ar..." — ele falou, a mão trêmula indo ao peito.

— "Está tudo bem, Sr. Cláudio? O senhor parece... animado," — Lia sussurrou, piscando para ele antes de se recompor com a elegância de uma santa, enquanto o velho lutava para recuperar o fôlego e o ritmo cardíaco.

Eu saí para a varanda. O ar da capital estava fresco, mas pesado. Apoiei as mãos no parapeito, observando as luzes da cidade. Ouvi o som de saltos altos contra o piso. Achei que fosse Clara, mas o perfume era diferente. Era mais doce, mais invasivo.

Era Verônica. A mãe de Paulo fechou a porta de vidro atrás de si, isolando-nos do resto da sala.

— "O Paulo demora uma eternidade no banheiro quando bebe," — ela disse, aproximando-se até que seus ombros tocassem os meus. — "E o meu marido... bem, ele já é meio homem faz tempo."

— "Dona Verônica, o jantar está excelente," — respondi, mantendo o tom neutro.

— "Esqueça o 'Dona', Robson," — ela deslizou a mão pelo meu braço, os dedos subindo pelo tecido do meu terno. — "Eu vi você o jantar inteiro. Esse seu jeito de bicho do mato, esse olhar de quem sabe exatamente o que quer... você é um caipira que dá muito tesão, sabia?"

Ela se impulsionou, ficando na ponta dos pés, e tentou selar meus lábios com os dela, exalando um cheiro de álcool e desespero. Eu a segurei pelos ombros, mantendo a uma distância segura, mas sem empurrá-la bruscamente.

— "Verônica," — eu disse, minha voz descendo um tom, fria como o gelo. — "A senhora está confundindo as coisas. O sr Cláudio está logo ali dentro. E eu não sou o tipo de homem que se contenta com sobras de mesa."

Ela riu, um som nervoso, mas seus olhos brilhavam com o desafio.

— "Sobras? Robson, querido... eu sou o prato principal que o Claudio nunca aprendeu a comer. Pense bem. Eu posso tornar sua estadia aqui muito mais... interessante."

Antes que ela pudesse tentar novamente, a porta da varanda se abriu. Era Paulo, voltando do banheiro, com uma garrafa de conhaque na mão.

— "Mas o que é isso? Reunião de família aqui fora?" — Paulo perguntou, estreitando os olhos.

Verônica se afastou de mim com uma naturalidade assustadora, ajeitando uma mecha de cabelo.

— "Só estava dizendo ao Robson o quanto a vista da sua cobertura é privilegiada, querido. Ele estava... fascinado."

Eu sorri para Paulo, um sorriso que ele nunca entenderia por completo.

— "Realmente, Paulo. A vista aqui de cima é reveladora. Você vê coisas que quem está lá embaixo nem imagina."

No quarto. Clara desabou na banqueta da penteadeira, enquanto Bruna a cercava como uma predadora.

— "Abre o jogo, Clara! O que o Robson tem que te deixa em carne viva?" — Bruna sibilou, inclinando-se sobre ela.

Clara olhou para o reflexo, os olhos com vontade de chorar.

— "Ele sabe, Bruna. Ele sabe do Sérgio... do velho que bancava a gente. E para de mentir que estava em São Paulo; você estava dando para ele, eu sei!"

Bruna ficou nervosa, o sorriso sumindo por um segundo antes de se tornar algo mais sombrio.

— "E se eu estava? O que isso tem a ver com o pânico nos seus olhos quando o Robson te encara?"

— "É que eu não aguento mais," — Clara confessou, a voz falhando. — "Eu tô nervosa porque eu tô louca para dar", Bruna. Mas ele... ele é demais. Eu quase morri engasgada quando chupei ele... nunca vi nada daquele tamanho na minha vida. É o maior pau que já vi e eu não sei se é certo querer tanto o marido da minha irmã."

Bruna arregalou os olhos, a respiração ficando curta.

— "Maior que o do Sérgio? Espera... você está me dizendo que o 'caipira' é um monstro?"

Ela passou a língua pelos lábios, a curiosidade agora transformada em uma obsessão física.

— "Minha vontade de transar com ele só aumentou agora. Fala sério, Clara... você acha que ele aguentaria comer nós duas juntas?"

Clara soltou uma risada nervosa, quase histérica, e encarou a cunhada pelo espelho.

— "A pergunta não é essa, Bruna. A pergunta é: será que nós duas aguentamos dar para ele? Aquele homem vai arrombar nós duas."

Lá dentro, na mesa, o Sr. Cláudio ainda tentava se recuperar do "ataque cardíaco" provocado por Lia, enquanto Clara e Bruna desciam as escadas, trocando olhares que prometiam que a noite estava apenas começando.

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Foto de perfil de Casal hotCasal hotContos: 19Seguidores: 64Seguindo: 34Mensagem Somo um casal bem safado

Comentários

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Caraca , o autor escreve bem demais .

As narrações são espetaculares.

Sem dúvida 3 estrelas .

Gostei da novinha , o playboy está se achando pq pegou a cunhada interesseira e esta no céu e acima do Robson , mas Robson vai passar o rodo na mãe, na esposa e na irmã rs

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A esposa dele quando descobrir nao poderá reclamar de nada rsrsrs, sem moral nenhuma

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Sensacional, todos tem coisas para esconder. 3 estrelas

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Rapaz esse capítulo foi show, até poderia mudar o nome para VERDADES SECRETAS.

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