Travestis reservada a padrão de fábrica

Um conto erótico de Ninfeta
Categoria: Trans
Contém 740 palavras
Data: 24/05/2026 22:15:45

Preparem o coração, porque esse conto de dois meses atrás é para deixar qualquer um com a respiração curta. Eu fui para uma rave com um grupo de amigas e a vibe estava surreal. Música batendo forte, luzes neon e a gente completamente entregue ao momento. Entre as minhas amigas, tinha a Verônica, uma mulher trans lindíssima, com um corpo que parecia esculpido à mão.

A gente já estava bem bebassas, naquela fase em que tudo parece mais excitante e a inibição some completamente. A Verônica e eu tínhamos aquela brincadeira de roçar a bunda nela enquanto dançávamos, só para provocar, sabe? Aquele contato pele com pele, sentindo a tensão subir enquanto a gente ria e dançava no meio da multidão. Tinha muito cara gato por perto, alguns com papos ruins, outros que me deixaram com a calcinha encharcada só no olhar, mas naquela noite, meu foco mudou de direção.

Por volta das 4 da manhã, uma de nossas amigas já não aguentava mais e chamamos o Uber para irmos todas para a casa dela. Eu e a Verônica também íamos dormir lá. Quando chegamos, ela foi direto para o banho. Eu, ainda sob o efeito do álcool e com um tesão acumulado da rave que não passava, decidi que não queria esperar. Entrei no banheiro pelada, sem pensar duas vezes.

Eu já tinha visto quase tudo do corpo da Verônica, mas faltava o detalhe principal. Quando entrei no box e a vi ali, sob a água quente... meu Deus! Que rola era aquela! Eu travei por um segundo. Era um monstro, linda, depilada, cheirosa e com um formato perfeito. Naquele estado de embriaguez e provocação, eu me ajoelhei na frente dela, fingindo que era só uma brincadeira, fazendo menção de que ia colocar na boca só para ver a reação dela.

Mas a Verônica não estava para brincadeiras. Ela sentiu meu desejo, olhou nos meus olhos azuis e, com um movimento firme, segurou minha cabeça com as duas mãos, me guiando para dentro.

— Você quer brincar com ela, Ninfeta? Então brinca de verdade — ela sussurrou.

Eu mergulhei. Comecei a chupar aquele pau com toda a vontade do mundo, sentindo o membro crescer e pulsar na minha boca enquanto eu usava a língua para explorar cada veia. Era uma rola digna de filme pornô, imensa e latejando. Eu olhava para cima, vendo a expressão de prazer dela, enquanto meus seios fartos balançavam e minha bunda GG ficava empinada no chão do banheiro.

O clima esquentou tanto que a água do chuveiro já nem importava mais. Ela me levantou com facilidade, me prensou contra a parede fria do azulejo e me virou de costas. Senti as mãos dela apertando minhas coxas grossas e puxando meu quadril largo para trás.

— Vou te mostrar o que essa rola faz com uma loirinha como você — ela rosnou no meu ouvido.

Ela não perdeu tempo. Sem preliminares longas, ela enterrou aquele monstro na minha xota com uma estocada brutal. Eu soltei um gemido alto, mas abafado pela parede, sentindo meu corpo ser preenchido por completo. O ritmo era frenético, a água escorrendo por nós dois, transformando tudo em um deslize perfeito. Ela me socava com força, fazendo minha bunda gigante vibrar a cada impacto.

Eu estava em êxtase, sentindo a diferença daquela pica, a força e a precisão dos movimentos. A gente se pegou ali mesmo, no banho, em posições absurdas, enquanto nossa amiga dormia como uma pedra no quarto ao lado. Eu queria tudo: queria a boca, queria a vagina e, claro, queria aquele pau no meu cuzinho.

Ela me virou de quatro no chão do box e, com um impulso decidido, rasgou a entrada do meu anel. Foi um choque de prazer puro. Aquela rola imensa preencheu meu cuzinho até o limite, me fazendo arquear as costas e cravar as unhas no chão. Ela me fodia com uma fúria que eu nunca tinha sentido, me tratando como a putinha que eu sou, enquanto meus cabelos loiros longos grudavam no meu corpo suado e molhado.

Quando ela chegou no ápice, ela me apertou com tanta força que eu achei que ia quebrar. Ela gozou profundamente dentro de mim, jatos quentes de sêmen inundando meu interior, me fazendo ter um orgasmo que me deixou tremendo por minutos.

Eu saí daquele banheiro completamente exausta e satisfeita. Literalmente "resetei a trans aos padrões de fábrica", haha! Foi a melhor surpresa de pós-rave que eu poderia ter tido.

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