Esse é a continuação do conto anterior, onde relato meu reencontro carnal com Sílvia, minha professora e ex rsrs
Se você ainda não leu, clique no perfil e aproveite a leitura.
Se possível, deixe uma estrelinha ou um comentário. Será um prazer responder a cada um de vocês.
Preparados? Vamos lá!
====
Depois daquela noite deliciosa adormecemos juntos, pelados...
Acordei na manhã seguinte sem acreditar no que tinha acontecido.
Ao olhar para o lado e vejo Silvia, me olhando sorrindo, com a mão em meu peito:
"Bom dia, bebê!"
"Bom dia, Silvia! Dormiu bem?"
Silvia: "Você não imagina como!"
"É? O que a fez dormir bem?"
Silvia, com um sorrisinho safado, apenas desceu a mão até chegar ao meu períneo. Lá, ela encheu a mão e fui subindo bem lentamente, passando meu pelo saco até o meu pau, que nessa hora já parecia uma estaca.
Então, ela segurou pela base, olhando pra ele como quem admira um troféu:
"Isso me fez dormir bem!" — me disse safadamente, antes de iniciar uma leve punheta.
"Então, se prepare, pois hoje tem mais!" — então, fui pra cima dela, mas logo me interrompeu:
"Calma, bebê! Temos toda a manhã pela frente. Tenho um almoço hoje com um amigo, mas ainda temos tempo.
Ainda são 8 da manhã. Vamos tomar um café leve e um banho!
Não temos mais um casinho como antes, então, o pouco tempo que temos juntos, vamos caprichar!"
Como disse no conto anterior, nós tivemos um relacionamento sério.
Sim, mesmo com a diferença de idade, tínhamos um relacionamento como qualquer outro.
Com exceção do ciclo de amizade da faculdade, que escondemos muito bem, nossa vida era normal.
Naquela época a gente metia muito. De qualquer jeito: depois do trabalho, antes das aulas (em sua casa), toda suada após as aulas de spinnig dela aos sábados, onde eu a chupava mesmo assim. Menstruada, depois de uma bebedeira. Toda hora era hora.
Quando dávamos duas ou três em sequência, nem banho entre elas tinha às vezes.
Mas eram outros tempos e a gente estava na flor da pele: ela, recém-divorciada de um casamento de duas décadas, certinha, pegando um garotão; eu, com 20 anos, solto na praça, da turma do bar, traçando a professorinha. Era um grande contraste! Mas tudo era muito tesão!
Me lembro até de uma vez em que gozei e continuei metendo nela de 4, sem tirar. O pau dolorido da sensibilidade pós gozada, mas sem amolecer, explodindo de tesão.
Agora, Silvia queria fazer algo mais "trabalhado". Queria aproveitar com estilo:
"Vem, amor! Vamos para o banho!"
Lá estávamos novamente, dentro daquele box, que tantos banhos juntos tomamos e transamos.
Eu era mais alto do que Silvia (1,86 m contra 1,70 m dela). Ou seja, tinha uma certa imponência sobre ela.
E parece que ela gostava disso: deixava a ducha cair sobre seu rosto, olhando pra cima, nos meus olhos.
Acariciava meus braços, meu peito, meu saco, meu pau:
"Pode passar sabonete em mim, Luan?", pediu manhosa
"Não precisa pedir!"
Lentamente fui passando em seu pescoço, seus peitinhos pequenos...alí eu passava e chupada, passava e chupava! Desci por sua barriga, sua cintura. E cheguei na sua bucetinha. Dei um tapinha em sua perna pra que ela abrisse um pouco mais.
Então, ensaboei com calma, seu grelo, seus lábios, seus pelinhos, sua racha.
Depois do enxágue, eu passei a língua em seu clitóris, lambendo com calma.
Mordi suavemente seus lábios, quando ela soltou um sussurro discreto:
"Filho da puta!"
Passei minha boca por sua buceta e dei chupadas leves:
"Eu pedi pra você me dar banho, bebê. Não fazer isso!"
Então, ainda com a língua em sua buceta, eu apenas sorri, levantei e falei em seu ouvido:
"Ok, Silvia. Falta te limpar por trás...", e a virei contra a parede imediatamente.
"Ui!", ela soltou surpresa.
Passei o sabonete pelos seus ombros, fui descendo por suas costas...cheguei em sua bundinha.
Silvia não era uma menina, tinha em torno de 47 anos. Apesar da boa alimentação e de ser uma mulher ativa, Silvia tinha aspectos da idade.
O que é normal. Sua bunda não era grande, dura, como aquelas de mulheres que não fazem nada da vida a não ser treinar.
Era uma bunda de tamanho médio, redondinha e macia...era real, com poucas celulites, mas real.
Aliás, como comentei no conto anterior, uma das coisas que eu mais gostava era ver aquela bunda balançando quando eu pegava Silvia por trás.
Aquela bundinha pequena, se chocando com meu quadril...era foda!
Então, ali eu me perdi: com uma mão puxei Silvia para trás. Com a outra em suas costas eu a empurrei para frente, de modo que encostasse na parede e ficasse bem empinada para mim.
Ensaboei brevemente aquela bunda, enfiava a mão no meio de suas pernas, até chegar em seu grelo. De lá, eu ia voltando por sua buceta, seu cuzinho, até chegar em sua bunda. Enxaguei e repeti os movimentos, dessa vez com a mão, enquanto eu mordia aquela bunda macia. Silvia rebolada discretamente, sussurando...eu beijava, mordia aquela bunda.
Então, com as duas mãos eu abri bem as bandas. Vendo aquele cuzinho exposto foi inevitável: cai de boca nele!
Silvia ameaçou sair, talvez por não ser acostumada, como me confidenciou anos atrás, mas eu fui mais rápido em acalmar a situação:
"Psssssiu, fique quietinha aí! Deixe que eu faço o serviço!"
"Safado!"
Então, toda arreganhada, Silvia teve seu cuzinho devorado por mim. Chupei muito! Muito! Metia a língua, passava ao redor, caía de boca...enquanto com uma das mãos fui pra sua buceta: metia um, dois, três dedos nela; esfregava seu grelo, dava tapas em sua bunda.
Silvia já estava entregue:
"Nossa! Eu vou gozar!"
Afogado em seu rabo, eu apenas consegui dizer:
"Estou esperando, safada!"
Silvia entrou em transe:
"Ordinário, eu estou gozando com essa boca no meu rabo!"
Eu adorava isso. Na sala de aula Silvia era uma dama, não soltava uma palavra de baixo calão.
No início era assim também na cama, depois foi se acostumando. Hoje já era outra pessoa.
Nenhum aluno, professor ou funcionário seria capaz de imaginar do que ela é capaz.
Com o cu todo babado e sendo engolido por mim, Silvia gozou:
"Vou gozar, bebê! Ahhh, chupa meu rabo, chupa! Eu estou gozandoooo! Ahhhhh!"
Silvia rebolava, rebolava com minha cara enfiada em sua bunda!
Quando me levanto, Silvia estava ofegante, ainda tendo pequenos choques.
Com uma carinha de assustada, entre risos, Silvia confessa, com uma certa dificuldade:
"Uau, que chu pa da foi, foi, essa!"
Sorrindo, eu dou um beijo quente em Silvia, que, ainda respirando forte, encontra forças para retribuir.
Sua fraqueza momentânea ajuda no próximo movimento: Silvia vai se abaixando lentamente, me olhando de baixo pra cima, no fundo dos olhos. Então, ela abre o box, pega a toalha de rosto, dobra, coloca no chão e se ajoelha em cima dela.
O único som naquele momento era da água do chuveiro caindo sobre nós.
Silvia, com meu pau em mãos me abocanha afobadamente, afinal, ainda estava recuperando o ar. Tadinha rsrsrs
Pego seus cabelos e puxo, retirando meu pau de sua boca. Me inclino e vou com minha boca ao seu ouvido:
"Silvia, está tudo bem! Não precisa me chupar apenas porque eu te chupei. Como você mesma disse: temos tempo hoje ainda!"
Ela fez algo impensável: uma carinha de pidona, meiga. Apesar da postura séria no dia a dia, Silvia tinha cara de safada. Pelo menos para mim! rsrsrsrs Era impensável ela me olhar daquela maneira. Fazendo biquinho, ela pediu:
"Eu sei, bebê! Mas eu quero mamar! Deixa, vai?"
Mesmo assim, eu complementei:
"Tem certeza?"
Silvia mudou a feição (sabia que aquela cara meiga não duraria), soltando um sorrisinho:
"É questão de honra!", e me deu uma piscadinha!
Eu nem respondi, apelas enfiei meu pau em sua boca e que ela trabalhasse!
Foi o único boquete que ela fez com 100% do tempo me encarando, sem parar!
Ela mamava, batia com ele em sua cara, chupava as bolas, descia ainda mais, subia novamente. Silvia também passava os dentes e mordia a cabeça do meu pau, sorrindo, só para me provocar. Depois abocanhava com fome! Gulosa!
Quando fazia isso, ela dava piscadinhas...que mulher safada!
Pegando Silvia pelos cabelos eu metia em sua boca, fazendo o tradicional glup glup rsrsrs.
Enfiava em sua boca, passando por sua bochecha. Ali eu parava, pois adorava ver a cabeça empurrando sua bochecha, fazendo aquela circunferência vista por fora. Então, com a cabeça do pau em sua bochecha, eu ia puxando até escapar de sua boca: ploc! Fazia isso várias vezes: ploc, ploc, ploc. Trocávamos sorrisos maliciosos!
Silvia me mamou por uns 10 minutos. A posição começou a deixá-la desconfortável, pois vez ou outra ela mexia as pernas.
Imaginei que seus joelhos estivessem doendo. Então, fiz ela se levantar:
"O que foi?"
"Está tudo bem, Silvia! Seu boquete está incrível, como sempre, mas não preciso gozar agora. Pelo contrário, deixe o melhor para o final!" rsrsrs
"Está bem, você é quem manda!"
Apenas sorri com um certo "orgulho" de mandar naquela cachorra!
Terminamos o banho, coloquei minha cueca apenas, fomos para o quarto e eu apenas disse:
"Não precisa secar teu cabelo. Vai molhá-lo novamente!", sorri e sai para a sala!
Silvia colocou um sutien preto e um shortinho curto de pano fino, sem nada por baixo.
Ao chegar na cozinha, eu ainda mantinha um pouco de dignidade. Não abri a geladeira rsrsrs. Perguntei:
"O que vamos comer?"
"Não se preocupe, deixe que eu organizo!"
Parecia que a não gozada deixou Silvia desconcertada. Ela queria compensar de alguma forma.
Preparou um lanche simples: café, algumas frutas e um pãozinho prensado com queijo.
Conversamos sobre amenidades: vida, trabalho, etc.
Ao terminar, Silvia me perguntou:
"Tudo bem, quer mais alguma coisa, um café, um lanche?"
"Não, obrigado! E você?"
"Estou bem, mas deixa eu preparar algo"
Então, ela vai para a cozinha e prepara uma vitamina de frutas. Ao me servir, ela me diz:
"Toma, quero meu garanhão bem hidratado!"
Eu sorri e tomei lentamente. Depois de terminado, ficamos um tempo na cozinha. Primeiro conversando, depois nos pegando.
Eu apoiado no balcão; Silvia, apoiada em mim. Ficamos assim um bom tempo, trocando carícias, beijos.
A coisa foi esquentando: era mão aqui, mão ali, beijos leves, beijos intensos!
Quando passei a mão em sua bunda e percebi que estava sem calcinha....
"Cadê a sua calcinha, safada?"
"Calcinha pra que? Quero facilitar o serviço!"
"Ordinária!!!"
Continuamos nos pegando. Por ser mais alto e mais forte, ja que Silvia era do tipo mignon, eu conseguia deda-la por trás.
Eu beijava ao mesmo tempo que minha mão sambava em seu traseiro, indo até sua bucetinha, por trás, cravando, dois dedos naquela racha molhada.
E ficamos assim: beijos e dedadas em Silvia, pegando pelos cabelos. Fui descendo minha boca pelo seu pescoço, chupando de leve, descendo ainda mais. Nesse momento eu estava com as duas mãos em sua bunda: uma abrindo e outra dedando sua bucetinha. Com ela de shortinho!
Então, peguei seu sutien com os dentes e joguei para o lado. Os peitos, por ser pequenos, estilo pêra, facilitaram o serviço.
Silvia também ajudou, soltando as alças de seus ombros. Aqueles peitos eram perfeitos pra mamar: cabiam inteiros na boca!
Os bicos pontudos ainda permitiam brincar com a língua, com os dentes, de leve.
Mamei seus peitinhos por um bom tempo, metendo dois dedos em sua buceta! Silvia estava presa: minha boca em seus peitos e meus braços ao seu redor, deixava aquela mulher "presa" em mim. Suas mãos livres serviam apenas para acariciar meus cabelos e minhas costas:
"Ai, seu gostoso! Que delícia isso!"
Eu respondia mamando e dedando Silvia ainda mais forte.
"Uau, que homem gostoso e safado! Cara, como você é safado! Seu puto!"
Eu apenas ria. Aquilo estava muito gostoso. A pele de Silvia já me dava tesão.
Chupar aqueles peitos, dedar sua bucetinha, com ela vulnerável daquele jeito...era incrível.
Silvia começou a arranhar minhas costas, pegar meus cabelos com mais intensidade.
Seus pézinhos subiam, acho que as dedadas vindo de baixo também faziam Silva ter movimentos de subida.
Como a gente faz quando quer olhar por cima do muro, sabem? rsrsrsrs
Então, quando eu pensei em bota-la em cima do balcão para chupar aquela buceta gostosa, ela soltou:
"Puta que pariu, eu vou gozar de novo! Caralho! Por favor, não para! Vai, eu vou gozar mais uma vez.
Chupa, vai! Chupa meus peitos! Mete mais rapido! Ahhh, esta vindo! Estou gozandoooooo, uhhhhhh!"
Silvia gemia baixo enquanto gozava. Ela nunca fez escândalo, afinal, era uma dama rsrsrsrs. Quando Silvia gozava, ela demorava uns 3 minutos. Eram 3 minutos em que ela fechava os olhos e ficava tendo choques por todo o corpo!
Como eu sabia de sua sensibilidade pós gozada, eu tirei os dedos dela e parei de chupar, apenas passando a língua de leve nos bicos dos seus peitos, enquanto ela se tremia toda!
Alguns minutos depois ela ria, desajeitada, com a respiração forte.
Então, me puxou para mais um beijo, e assim fomos nos arrastando para o quarto.
Chegando la ela me jogou com tudo na cama:
"Deita ai, cachorro!!!"
Eu nem terminei de deitar e ela ja foi tirando minha cueca:
"Agora é minha vez! Se prepare!"
Ao invés de cair de boca, como nas vezes anteriores, Silvia lambeu minha virilha, minhas bolas e subiu lambendo até a cabeça, parando em seguida:
"Será que você merece?", dando uma mordidinha na cabeça!
"Mereço muito!"
"Será?"
"Sim, ninguém merece mais do que eu!"
Silvia, passando a língua na cabeça, sem abocanhar:
"É, e por que?", ela sorria com cara de cachorra
"Por que ninguém te fode como eu!"
Silvia sempre gostou de autoridade na cama, de ser submissa!
Acho que era uma forma de compensar seu lado profissional, onde ela era a autoridade, a professora séria, linha dura.
Aliás, isso era uma coisa que ela me dizia antigamente: ninguém tinha a dominado antes. Nem ela sabia que gostava disso.
Aprendeu com o nosso relacionamento. E eu, como sempre fui destemido, também compensava minha discrição amorosa fora da cama no sexo.
Ou seja, mesmo diante de uma professora, o que levaria muitos homens a se acanharem (não admitem, mas tremem; posso contar isso em outra oportunidade), eu nunca me intimidei. Pelo contrário, pegar a professora me empoderava.
Então, diante da minha resposta, Silvia engoliu meu pau por completo! Ao chegar com a boca até o fim, ela me olhou com aquela carinha de "assustada", mas orgulhosa ao mesmo tempo. Ela gostava de me agradar, e se sentia o máximo quando engolia tudo!
Vendo essa cena, segurei um pouco sua cabeça. Sem forçar, claro. Sentia meu pau molhado em sua boca.
Então, fui subindo sua cabeça até meu pau sair de sua boca, todo babado, com um fio ainda conectando sua boca nele.
Silvia gostava disso, me olhava com um sorriso de orelha a orelha, me punhetando. Repetimos isso algumas vezes.
Eu abria as pernas e mandei:
"Chupa minhas bolas, vadia! ANDA!"
E ela não se fez de rogada: chupou, e chupou muito. Chupava meu períneo, até chegar próximo do cu.
Voltava, engolia minhas bola. Ora uma, ora outra. As vezes as duas ao mesmo tempo. Sugava e puxava até escapar de sua boca: ploc!
Segurei ela pegos cabelos, subi em cima da cama, me encostei na parede e a trouxe pra continuar a mamada, não sem antes ouvir:
"Hummmm, pra mostrar quem é que manda, é?"
"Eu sempre mandei aqui! Mama!"
E ela mamou! Deu um trato legal! Silva chupava, enquanto eu, com as mãos na cintura, observada aquela safada submissa.
Como ela gosta disso na cama...e fazia com muita calma, sem desespero, como era característico daquela dama rsrs.
As vezes segurava seus cabelos úmidos do banho e botava Silvia pra engolir.
Depois ela ficava livre pra mamar, enquanto era observada atentamente por mim, com cara de mal.
Aliás, Silvia também sempre me disse isso: "não sei o que você tem mais: cara de mal ou de safado, ou as duas coisas! rsrsrsrs".
Ela perguntava submissa: "Está gostando?"
"Muito! Teu boquete é delicioso! E você? Tá gostando, cachorra?"
Silvia também gostava de desafiar, fez que não com a cabeça:
"Uhm, Uhm"
Então, eu tirava meu pau da boca dela. Ela sorria e ficava de boca aberta esperando.
Batia com ele em sua cara e perguntava novamente:
"Não está gostando?"
"Uhm, uhm"
Mais outra paulada em sua cara:
"Não?"
"Não!"
Eu ameaçava botar em sua boca novamente, mas logo recuava. Ameaçava, e recuava:
"Me da esse pau, seu puto!"
"Mas você não está gostando!"
"É apenas um charminho! Eu amo essa rola! Me da, vai!", ela pediu
"Agora você vai ter que pedir direito", e eu ameaçava novamente meter em sua boca
"Deixa eu mamar nessa pica, deixa!"
"Não é o suficiente! Tem que melhorar, vai ter que implorar!"
"Por favor, bebê! Dá esse pau na boca da tua vagabunda, da?"
Sorri orgulhoso: "Toma!"
Incrível, Silvia mamava gemendo:
"Hummmm, isso que é rola! Gostoso!"
"Eu sei que você gosta, safada!"
Silvia sorria e mamava. Aquela boquinha suave dela era uma perdição. Estava quase me fazendo gozar.
Percebendo isso, eu tiro meu pau de sua boca e desço da cama:
"Vem, deita aqui!"
Ao se deitar eu puxei ela até a beirada da cama, deixando na posição de ladinho!
Em pé, eu fui enterrando meu pau nela:
"Uau, que gostoso assim!"
Fui metendo devagar, cadenciado, rebolando meu quadril a cada metida. Ela me olhava maravilhada, com uma carinha de quem estava gostando. Dessa vez não com cara de safada, mas com a pureza de uma posição que não estava acostumada!
Depois ela se apoiou com o cotovelo na cama, apoiando sua cabeça na mão, como quem assiste um Netflix de ladinho, mas dessa vez queria me assistir metendo:
"Tá vendo eu te comer, delicia?"
"Claro, eu adoro te ver metendo, seu gostoso!"
"Então, olha! Olha meu pau entrando na sua buceta!"
Comecei a aumentar o ritmo, golpeando Silvia com vontade. Meu pau entrava e saía melado. Eu dava tapas de mão cheia em sua bunda:
"Bate, ordinário! Bate nessa cachorra, bate!", ela sussurrava pra mim!
E eu batia, metia! Batia e metia! Uns 10 minutos depois eu abri suas pernas e meti com ela de frente pra mim.
Diferente da noite anterior, onde, nessa posição, eu coloquei suas pernas em meu ombro, me apoiei nos meus pés e montei nela, dessa vez eu fiz diferente: deixei Silvia toda aberta, abrindo suas pernas o máximo possível.
Ela estava com suas duas pernas totalmente esticadas, abertas, comigo segurando em seus tornozelos.
Minhas amigas, e meus amigos, que visão! Silvia estava completamente arreganhada!
Com a luz do dia, a buceta completamente escancarada pra mim, que metia nela de frente.
Ao mesmo tempo, eu adorava meter olhando em seus olhos. Amava ouvir seus gemidos olhando pra mim. Com uma mão ela segurava sua própria cabeça, erguendo seus cabelos, deixando seu pescoço exposto e olhando meu pau atolando sua buceta, e com a outra ela esfregava seu grelo. Todo esse conjunto a deixou maluca:
"Caralho, o que é isso, gato? Que delícia!"
"Nunca te vi ordinária desse jeito, sabia?"
"Você quem me deixa assim! Caralho, que tesão! Olha essa cara de puto, de ordinário...você me mata desse jeito!
Mete, vai! Mete, putão! Acaba comigo!"
"Gosta de levar rola, não é? Vagabunda!"
Silvia emendava: "Amo, eu amo levar rola! Da rola pra mim! Senta rola nessa bucetinha, seu cachorro. Me trate como eu mereço!"
Eu perguntava: "E como você merece?"
"Como uma vagabunda que sou! Como uma piranha!"
Eu metia segurando suas pernas abertas. Metia, metia! E falava alto:
"Quem diria, hein? Aquela divorciada que estava redescobrindo a vida, agora é uma vagabunda!"
Sempre gostamos dessas brincadeiras:
"Culpa sua, seu cafajeste! Culpa sua que, anos atras, me iludiu e me comeu!"
"Comi e estou comendo novamente!"
Ela se esfregava, gemia baixo e eu metia. Foi quando coloquei seus pés em meus ombros. Ela não sabia o que fazia: se me olhava, se ela se tocava, se jogava sua cabeça na cama e se debatia arrancando o lençol da cama. Nessa posição eu metia com força, pois abraçar as suas pernas me dava mais estabilidade para meter.
Metia forte, a cama balançava. Silvia era jogada pra trás com as estocadas, e puxada de volta pelos meus braços.
Ela fez algo inédito até então: começou a gemer alto:
"Caralho, que homem é esse? Mete, seu filho da puta! Mete nessa buceta! Tá acabando comigo, seu desgraçado.
Eu tenho um almoço daqui a pouco. Olha o que você esta fazendo!"
Eu estava no paraíso:
"Pra você chegar toda fodida, sua cachorra! Toma essa pica, toma! Vou acabar com você, vou acabar com sua bucetinha.
Vou te arregaçar, sua cachorra!"
"Seu traste, você não vale nada! Arregaça, então! Mostra o macho que você é! Mete esse cacete gostoso! Mete! Vagabundo!"
Acelerei o ritmo. Aquele quarto estava um escândalo só! Cama rangendo, bate estaca das nossas metidas, palavrões, gemidos.
Eu passava a mão em seus peitinhos, dando tapinhas de leve neles. Colocava um dedo em sua boca. Ela estava irreconhecível:
"Quero que você me pegue por trás. Mas posso gozar antes? Agora?"
"DEVE!", falei firme!
"Então mete, pilantra! Deixa eu ver essa cara de putão comendo sua vagabunda!"
"Olha, olha pra mim, cachorra! Olha nos olhos do teu macho!"
"Ahhhh, eu vou gozar, bebê! Eu vou gozar! Como você fode, amor! Me faz gozar! Que delíciiiiia!"
Eu só gemia, metia e olhava em seus olhos. Ela estava gozando:
"Eu estou gozando, eu estou gozando! Caralhooooooo! Fode, putão! Fodeeeee! Ahhhhhhh, eu estou gozando! Mete! Ahhhhhh, gozeeeeei!"
Ela estava em transe, mas não como no chuveiro ou na cozinha. Estava exausta!
Fiquei engatado nela, sem me mexer. Esperei ela voltar a si rsrsrs.
"E ai, vai aguentar mais uma? Vai aguentar eu te pegando de quatro?"
Ela respondeu aos risos:
"Eu pedi, né? Agora tenho que cumprir! Mas espere um pouco, por favor!"
Eu levantei, tirei meu pau, fui até seu rosto e meti em sua boca:
"Vem, vem sentir o gosto da nossa foda!!! Chupa meu pau!!!"
Ela chupou ofegante.
"Com calma, amor! Sem pressa!", falei para acalma-la
Ela foi chupando devagar, beeem devagar! De olhos fechados, depois me olhando. Ela se acalmou e, apesar de cansada, não estava mais ofegante. Passei os dois pé sobre ela, na altura de seus peitos, e meti em sua boca. Ela mamava me olhando assim, enquanto eu acariciava sua buceta com uma mão pra trás e a outra segurando sua cabeça apoiada.
Ela não estava mais sensível da gozada. Foi quando que me levantei e disso:
"Vamos, levante-se! Pra sala! É hora do gran finale!"
Ela se levantou e foi sorrindo, rebolando. Chegando lá foi logo se ajeitando de 4 no sofá. Nem precisei pedir! Empinadinha, eu apenas fechei um pouco suas pernas, pois eu iria montar nela. Com calma, eu subi com os dois pés no sofá, abaixei um pouco o tronco, peguei sua cinturinha e meti em sua buceta, que nessa altura já estava ensopada e larga, do jeitinho que eu gosto.
Era nítido sua exaustão. Melhor assim, pois eu controlava a situação:
"Mete, Luan! Mete esse cacete na sua piranha! Mete e goza! Goza que essa buceta não aguenta mais pica! Vagabundo!", ela dizia sorrindo.
"Piranha, vagabunda!"
"Pega sua vagabunda pelos cabelos, monta nela, desce esse cacete com vontade e goza, vai!"
Assim fiz: montei nela, pegando pelo cabelos, e bombando forte. Eu também estava cansado, por isso acelerei os papos sacanas, e ela sabia disso:
"Vagabunda, piranha! Eu vou gozar em você!"
"Vai, seu puto! Mete esse cacete e goza! Arrebenta essa vagabunda!"
"Toma, caralho! Toma rola nessa bucetona! Seus vizinhos devem estar ouvindo a gente meter! O que será que vão pensar?"
"Com certeza estão ouvindo. Vão pensar que sou uma piranha! E sou mesmo! Imagina se vissem um garotão ordinário montando em mim! Vou ficar falada no condomínio por sua causa, cachorro. Vão querer me comer também!"
Eu estava maluco. Silvia não era de falar palavrão na cama quando a conheci, muito menos fazer esse tipo de provocação. Como isso sempre foi normal pra mim, e natural, ou seja, sem forçar, ela abraçou a ideia desde o primeiro dia e nunca mais parou. E eu adorava:
"Caralhooooo, quer me matar, sua puta?"
"Mas vão mesmo! Goza, cretino! Goza pra eles ouvirem! Anda, amor! Goza!"
"Eu vou gozar, Silvia! Vou gozar em você, sua piranha!"
Ela me incentivava: "Vai, meu macho! Goza nessa piranha! Goza!"
Então, eu dei um salto do sofá. Peguei Silvia pelos cabelos, colocando sentada no sofa e mirei em seu rosto. Ela nunca tinha me deixado gozar em sua cara ou boca. Sempre nos peitos, dentro ou em sua bunda. Cansada como estava, e mesmo sem entender, Silvia sentou e perguntou:
"Goza nos peitinhos da vadia da sua ex, goza!"
Puxei seu cabelo pra trás, de modo que seu rosto ficou para cima, e urrei alto:
"Vou gozar na tua cara! Na sua cara, sua piranha!"
Ela tentou argumentar, mas era tarde demais! O primeiro jato foi certeiro: atingiu em cheio sua testa e seu nariz.
Em seguida, sua boca (fechada, fazendo biquinho), sua bochecha e os dois últimos em seu cabelo.
Quando recebeu a primeira leitada ela se entregou, não tinha mais o que fazer. O resto foi consequencia!
Eu gemia, urrava igual um animal, enquanto lambuzava sua carinha!:
"Uhhhh, ahhhh, toma porra, caralho! Porra do teu macho, Silvia, sua vagabunda! Aqui quem manda sou eu!"
Gozei, gozei e gozei! Silvia sorria discretamente e balançando a cabeça negativamente:
"Você é um canalha! Gostoso, mas um canalha!"
"Eu disse para você não secar o cabelo, pois lavaria novamente, não disse?" e ri.
Silvia gargalhou, deu um tapa na minha pica, enfiou inteira na boca mais uma vez, tirou, deu um beijo na cabeça:
"Luan! Seu vagabundo, safado! Vem, vamos para o banho!"
Tomamos mais um banho juntos, mas dessa vez não rolou nada! Estávamos cansados! Ela se arrumou com calma, enquanto conversávamos sobre as loucuras daquele fim de semana! Eu coloquei minha calça sem cueca, que ficou em meu bolso. O almoço de Silvia era as 13h. Ela me levaria até uma estação de metro e seguiria para o compromisso!
Tudo pronto, seguimos caminho. Ao chegar próximo do metrô ela parou o carro para eu descer. Claro que nos beijaríamos ali, o que de fato aconteceu. Então, sem ela perceber, apenas abri o ziper e saquei meu pau pra fora. Quando ela viu, ficou espantada e relutante.
"Silvia, fique tranquila. Não tem muito movimento aqui. Não sei quando vou te comer novamente, então eu preciso aproveitar ao máximo. Uma última mamada, vai!"
Ela olhou para os lados, relutante. Mas acabou cedendo. Foi seu último boquete em mim.
Durou aproximadamente uns 5 minutos. Não gozei, mas a experiência foi incrível:
"Preciso ir, estou atrasada!"
"Tchau, Silvia! Bom almoço!"
Dei um beijo e ia saindo do carro, quando me surgiu uma dúvida e voltei:
"Espera! Vai almoçar com um amigo ou um 'amigo'?", questionei fazendo aspas com os dedos.
Silvia sorriu mordendo os lábios, fechando ela mesmo a porta e partiu!
Essa foi a última vez que meti com Silvia, minha professora.
O mais incrível? Apesar de ter sido nossa última vez, continuamos a nos ver. Almoçávamos juntos, nos encontrávamos para um café. Inclusive, ela estava na banca de avaliação do meu TCC. Mas nunca mais transamos. Alias, nunca mais sequer tocamos em assuntos mais íntimos. Parece que sabíamos que era um fim de ciclo e respeitamos isso muito bem.
Espero que tenham gostado.
Posso contar mais transas com ela.
Temos boas e inacreditáveis histórias.
Mas também tenho histórias picantes com outras mulheres.
Deixem aqui nos comentários. Se quiserem, posso continuar.
===========================
Para além do conto:
A publicação desse conto por terceiros em outras plataformas está proibida!
===========================