Era um sábado ensolarado de verão quando Roberto decidiu levar sua esposa, Letícia, para o churrasco na chácara do seu amigo Marcos.
Letícia era uma mulher de 28 anos, deslumbrante: pele morena clara, cabelos longos e ondulados castanhos, corpo escultural com curvas generosas — seios firmes e empinados, cintura fina e uma bunda redonda que chamava atenção por onde passava. Vestia um biquíni preto minúsculo por baixo de um short jeans curto e uma blusinha leve, quase transparente. Roberto, aos 35 anos, era um homem comum, um pouco acima do peso, que adorava ver os outros homens babando pela sua mulher, embora nunca admitisse em voz alta o quanto isso o excitava.
A chácara era enorme, com uma piscina grande, área de churrasco e muito espaço verde. Quando chegaram, já havia mais de 20 homens ali — amigos do Marcos, a maioria solteiros, musculosos, bronzeados, entre 25 e 40 anos. Todos pararam o que estavam fazendo quando Letícia desceu do carro. Os olhares famintos foram instantâneos.
— Caralho, Roberto... você trouxe a rainha mesmo — comentou Marcos, abraçando o amigo com um sorriso safado, enquanto seus olhos devoravam o corpo de Letícia.
Ela sorriu timidamente, mas Roberto notou o brilho nos olhos dela. Letícia sempre gostava da atenção. Ele sentiu um frio na barriga misturado com uma ereção incipiente que tentava disfarçar.
O churrasco começou animado. Cerveja gelada, carne na grelha, música alta. Letícia logo foi cercada. Um atrás do outro, os caras arrumavam desculpas para conversar com ela: oferecer bebida, perguntar sobre o trabalho, elogiar o biquíni. Roberto ficava um pouco afastado, fingindo ajudar no churrasco, mas não conseguia tirar os olhos da esposa.
Por volta das quatro da tarde, o calor apertou e quase todos foram para a piscina. Letícia tirou o short e a blusinha, revelando o biquíni que mal cobria seus mamilos e deixava metade da bunda de fora. Os homens assobiaram. Roberto sentiu o coração acelerar.
— Vem, Letícia! A água tá ótima! — gritou um cara chamado Diego, alto, moreno, com corpo de academia.
Ela riu e pulou na piscina. Em poucos minutos, estava cercada por quatro ou cinco homens. Brincavam de jogar água, encostavam “sem querer” nela. Roberto via tudo da borda, com uma cerveja na mão, o pau latejando dentro da bermuda.
Em certo momento, Diego segurou Letícia pela cintura para “ajudá-la” a subir no ombro de outro cara para uma brincadeira de polo aquático improvisado. As mãos dele deslizaram descaradamente pela barriga dela, roçando a parte de baixo do biquíni. Letícia deu uma risadinha e olhou rapidamente para o marido. Roberto apenas engoliu em seco e sorriu nervoso.
A tarde avançou e a bebida subiu. A música ficou mais alta, as brincadeiras mais ousadas. Alguém sugeriu um “jogo da verdade ou desafio”. Letícia topou na hora. Roberto tentou dissuadi-la baixinho, mas ela sussurrou no ouvido dele:
— Relaxa, amor... só brincadeira.
No primeiro desafio, mandaram ela dançar sensualmente no meio do círculo. Letícia obedeceu, rebolando devagar, os seios balançando, a bunda empinando. Os homens aplaudiam e gritavam elogios pesados.
— Que delícia de mulher, Roberto! Você é foda, cara.
Depois veio o desafio de Letícia: ela tinha que beijar na boca o homem mais bonito do grupo, segundo a opinião dela. Ela escolheu Diego sem hesitar. O beijo começou inocente, mas logo as línguas se enroscaram. As mãos dele desceram para a bunda dela, apertando com força. Roberto sentiu o rosto queimar de humilhação e tesão ao mesmo tempo. Seu pau estava duro como pedra.
O jogo esquentou. Alguém desafiou Letícia a tirar a parte de cima do biquíni. Ela olhou para Roberto, que apenas assentiu, quase sem voz. Os seios perfeitos dela saltaram livres, mamilos rosados endurecidos. Os homens deliraram. Diego se aproximou e, sem pedir, chupou um dos mamilos na frente de todos. Letícia gemeu baixinho.
Roberto não aguentava mais. Sentou-se numa cadeira afastada, de onde tinha visão completa, e discretamente colocou a mão dentro da bermuda, se tocando devagar.
A noite caiu e a festa migrou para dentro da casa grande. Alguém colocou um filme pornô na TV grande. Letícia estava sentada no sofá entre Diego e outro cara chamado Rafael. Roberto ficou de pé, encostado na parede, observando.
Diego começou a beijar o pescoço dela. Rafael passou a mão na coxa de Letícia, subindo devagar até enfiar os dedos por baixo do biquíni. Ela abriu as pernas instintivamente. Os gemidos dela começaram a ecoar mais altos que o som da TV.
— Deixa ela, Roberto? — perguntou Marcos, rindo, já com o pau pra fora, se masturbando.
Roberto apenas balançou a cabeça afirmativamente, a voz presa na garganta.
Em poucos minutos, Letícia estava de quatro no sofá. Diego enfiou o pau grosso nela por trás, enquanto Rafael enfiava na boca dela. Os outros homens formaram um círculo, batendo punheta e esperando a vez. Letícia gemia alto, o corpo suado brilhando, os seios balançando com as estocadas fortes.
— Porra, que boceta apertada... — grunhia Diego, metendo fundo.
Roberto assistia tudo, o coração disparado, o pau na mão, gozando pela primeira vez só de ver a esposa sendo usada como uma puta no meio de tantos homens.
A noite foi longa. Letícia foi passada de mão em mão. Chupou vários paus, foi fodida em todas as posições — na piscina, na grama, no sofá, até na mesa do churrasco. Gozaram na boca dela, nos seios, na cara, dentro da boceta. Ela gozou tantas vezes que perdeu a conta, o corpo tremendo de prazer.
De madrugada, quando o último homem terminou de gozar dentro dela, Letícia, exausta, suada e cheia de porra, se arrastou até o marido. Beijou Roberto na boca, ainda com gosto de outros homens, e sussurrou:
— Obrigada, meu corno lindo... foi o melhor churrasco da minha vida.
Roberto, humilhado, excitado e completamente dominado pelo tesão de corno, apenas abraçou a esposa e respondeu baixinho:
— Eu te amo... e amo te ver assim.
E enquanto o sol começava a nascer na chácara, Letícia dormiu no colo do marido, o corpo marcado por chupões e porra seca, sabendo que aquele seria apenas o primeiro de muitos churrascos como aquele.