Vou voltar um pouquinho atrás no tempo da estória com o Paulo, porque o que aconteceu depois naquele campo precisa que vocês conheçam meu amigo que vou chamar de Marq. No quartel todos tem que participar da escala de serviço, sendo uma chamada escala vermelha e a outra escala preta, a vermelha é a principal escala que os alunos e recrutas participam, essa é a escala pra quem vai ficar de serviço no final de semana, na minha turma existiam 05 guarnições de 08 alunos que repetia a cada 05 semanas, mas teve uma vez, que houve mais guarnições, com menos tempo de intervalo entre cada uma, tudo isso para punir os alunos que estavam dando muita alteração, os Tenentes e Sargentos responsáveis pela formação eram especialistas em fazer os alunos sofrerem.
Nesse período, que foi um dos mais infernais, caí numa escala com o Marq, não foi de serviço nem no quartel, mas sim numa vila militar. O serviço na vila militar era o mais tranquilo de todos, ou “felpudo” na linguagem de quartel. A guarnição era só de 04 pessoas, sem ninguém pra supervisionar, nem mesmo os sargentos rondantes costumavam passar pela vila militar nas suas rondas, era uma maravilha em comparação com os outros serviços. Nessa guarnição de 04 pessoas, ficavam 02 alunos na hora, que era na portaria da vila somente, e 02 descansando e depois trocava. A minha dupla era o Marq, ficava duas horas no portão da vila vendo quem entrava e saía e abrindo o portão por um controle, depois ficava sozinho com ele no alojamento.
O Marq era um gostoso, um dos mais altos da turma tinha 1.85m, na formação dos 40 alunos ficava na primeira linha, era branco, cabelos quase ruivos (sem brincadeira), e corpo bem definido, principalmente o peitoral, além disso tinha um rosto bem delicado, parecia um modelo, de verdade, era a única pessoa que eu nunca entendi estar ali. Todos desconfiavam que ele era gay, pois era um tanto afeminado em algumas atitudes, tiravam graça da cara dele e muitas vezes eu que defendia, apesar de eu ser abertamente gay sempre fui muito durão, lutava e luto 04 artes marciais e era um cara que os outros consideravam como posturado, ninguém se atrevia a mexer comigo. O Marq não, não era abertamente gay apesar da pinta, era sensível, inocente e se machucava fácil, nos campos sofria muito e algumas vezes era humilhado pela equipe de instrução, esses também tiravam graça da pinta dela, mas infelizmente, diferentemente dos outros alunos, não podia defendê-lo.
Claro que eu sempre fui a fim do Marq, quando caímos na mesma guarnição e na vila ainda, eu tinha que dar um jeito de ao menos tirar uma casquinha, não foi difícil, muito pelo contrário, ainda no primeiro descanso atingi meu objetivo. O alojamento da vila era como uma casa de um quarto e um banheiro, só tinha uma cama, um sofá, uma TV e um pequeno “pátio” com uma mesa na parte de fora, dava pra trancar o alojamento por causa do ar-condicionado.
Quando estávamos descansando disse pra ele ir pra cama que eu ficava no sofá, determinado momento ele estava sentado na cama, comecei a puxar assunto e sentei do lado dele, coloquei meu braço por cima do ombro dele, ele me perguntou o que eu tava tentando, respondi apenas: “tu sabe”. Depois de falar isso percebi que quase imediatamente o pau dele ficou duro, comecei a alisar o pau dele por cima do uniforme, depois abri as calças dele, saí da cama e me ajoelhei ao chão de frente pra ele, passei a mão pelo peito enorme dele por cima da camisa, punhetei o pau dele e comecei a mamar. Cara eu chupei muito o Marq, cada centímetro do pau grande e rosado dele, já chupei muita pica e até hoje não lembro de um pau com gosto melhor.
Baixei bem as calças dele e também as minhas, intercalava entre chupar o pau, o saco e o cu dele, cada centímetro dele na minha garganta me deixava com muito tesão, teve uma hora que ele pegou no me pau e ficou punhetando, depois de muito sugar ele gozou, engoli tudinho, a porra mais gostosa que já tomei. Sem nem descansar levantei e dessa vez coloquei ele pra me chupar, infelizmente ele não sabia chupar muito bem, mesmo assim gozei na cara dele e fiz ele engolir o que ficou no meu pau, depois disso ele reclamou e disse pra eu limpar ele, aí eu fui no banheiro e peguei papel pra limpar a cara dele e também o pau dele que tava babado.
Durante todo o serviço ficamos brincando com nossos pau e chupando um ao outro, não fizemos nada além disso porque ainda tinha o risco da outra dupla querer entrar no alojamento ou então chegar um sargento ou outra coisa, mesmo assim foi o melhor serviço da minha vida, só de pensar em quanto aquilo foi gostoso fico cheio de tesão, no próximo conto vou falar pra vocês da vez que eu transei com o gostoso do Marq em pleno campo, isso aconteceu logo depois da vez que chupei o Paulo, no campo de armas coletivas.