Mãe, Esposa e Lockdown, o flagra que mudou tudo. Parte 4 - final

Um conto erótico de Alucard
Categoria: Heterossexual
Contém 1213 palavras
Data: 18/04/2026 00:41:20

Parte 4 - final

Fomos para o chuveiro juntos para um banho a três, fazendo carícias e nos tocando e provocando. O calor abafado da sala foi substituído pelo vapor denso e perfumado do banheiro. Sob o jato de água quente, nossos corpos — ainda marcados pelo sêmen e pelo suor — brilhavam como mármore molhado. O espaço era pequeno, o que forçava um contato constante, uma fricção inevitável de peles que já não conheciam o pudor.

A água escorria pelos cabelos grisalhos da minha mãe e pelos fios negros da minha esposa, unindo-se em um único fluxo que lavava nossos pecados apenas para abrir caminho para novos. Começamos a nos ensaboar, as mãos deslizando com uma facilidade obscena devido ao sabonete. Minha esposa massageava as costas da sogra enquanto eu, posicionado à frente de ambas, buscava os seios de cada uma.

Com as mãos ocupadas em apertar a carne firme da minha esposa e a flacidez voluptuosa da minha mãe, comecei a alternar beijos vorazes entre as duas. Eram beijos de língua profundos, trocando sabores de saliva e água. Meus lábios abandonaram as bocas para encontrar os mamilos: primeiro os da minha esposa, pequenos e rígidos, e depois os da minha mãe, grandes e escuros, que eu sugava com uma fome ancestral sob o impacto da água.

A dinâmica mudou quando minha mãe se ajoelhou no chão úmido do box. Agarrou a base com as duas mãos, apertando a carne com uma força que denunciava seu desespero, e começou a lamber a glande de baixo para cima, recolhendo cada gota de pré-gozo com a ponta da língua.

Então, abriu a boca e o soterrou por completo. A experiência de décadas se manifestou num vácuo violento; ela não apenas chupava, ela tentava drenar minha alma. O som era obsceno — um chupado rítmico e profundo que ecoava nos azulejos, enquanto ela enfiava a garganta até o limite, fazendo os olhos revirarem e as unhas cravarem nas minhas coxas.

Minha mãe usava a língua para contornar cada veia saltada, alternando sucções curtas e rápidas com investidas longas que me faziam perder o equilíbrio sob o jato d'água. Era uma "MILF" em transe, exibindo uma técnica que nenhuma novata poderia replicar, transformando o ato num batismo de depravação.

Logo, minha esposa se juntou a ela. As duas cabeças, uma ao lado da outra, trabalhavam em uma coreografia de felação dupla. O contraste visual era hipnótico: quatro mãos femininas disputando espaço no meu tronco e duas línguas competindo para ver quem me arrancava os gemidos mais altos. Não aguentando mais, fomos para a cama consumar todo o ato.

O rastro de água e desejo nos guiou do banheiro até o quarto, onde a penumbra era apenas levemente dissipada pela luz fraca que vinha do corredor. O ar condicionado mal vencia o calor dos nossos corpos, e o cheiro de sândalo misturava-se agora ao odor cru da excitação que impregnava o ambiente. A cama, antes um lugar de repouso, tornou-se o epicentro de uma entrega sem precedentes.

Empurrei minha mãe de costas na cama, sua pele madura contrastando com o branco do tecido. Ela estava ofegante, os seios subindo e descendo ruidosamente, as aréolas escuras ainda úmidas da água do banho. Posicionei-me entre suas pernas, sentindo o calor que emanava de sua intimidade. Antes de entrar, olhei para minha esposa, que se ajoelhou ao nosso lado, se posicionando pronta para o que viria a seguir.

Quando mergulhei meu pau na boceta da minha mãe, o som foi um estalo úmido de satisfação. Eu a possuía de frente, olhando profundamente em seus olhos nublados pela luxúria, enquanto minha esposa mergulhava o rosto em seu grelo. A visão era um banquete: o rosto da mulher que me trouxe ao mundo contorcendo-se de prazer, sentindo simultaneamente a língua da nora em seu clitóris e o pau do filho preenchendo seu útero. As mãos da minha mãe alternavam-se entre puxar meus ombros e acariciar os cabelos da minha esposa, em um ciclo de prazer que parecia não ter fim.

A energia mudou quando, com um movimento brusco, forcei minha mãe a se virar. Puxei-a pelos quadris, colocando-a de quatro, uma posição que exibia toda a exuberância de seu rabo grande. A passividade deu lugar a uma agressividade latente. Enrolei meus dedos em seus cabelos grisalhos, puxando sua cabeça para trás e expondo sua garganta.

— Toma sua put gostosa… caralho que delicia de rabo — rosnava eu, cada palavra carregada de um veneno excitante. — Gosta de sentir o cacete do seu filho te rasgando por trás, não gosta, sua vadia?

Ela gritava:

aaahhhh me fooodeee seu putooo. Gostoso do caralhooo.

Comecei as estocadas violentas, o som do impacto da minha pelve contra a bunda dela ecoando como tiros no quarto. A cada socada profunda, eu desferia tapas fortes e estalados em suas nádegas, que rapidamente ganharam um tom carmim. Minha mãe não apenas aceitava; ela gritava, pedia mais, implorando pela minha brutalidade enquanto arqueava as costas para receber cada golpe.

Nessa dinâmica, minha esposa deitou-se de costas logo abaixo do rosto da minha mãe. Agora era a vez da matriarca servir: enquanto eu a possuía por trás com violência, minha mãe inclinava o tronco e mergulhava a língua na b*ceta da minha esposa. O contraste era absoluto — a agressividade que eu impunha à minha mãe e a ternura lasciva com que ela devorava a nora.

O ritmo tornou-se insustentável. Eu batia nela com força, mordia sua nuca e suas costas, a mão livre ora apertando seus seios, ora desferindo tapas em seu rosto que ela recebia com os olhos revirados. Minha esposa estava em transe, sentindo a língua experiente da sogra enquanto assistia ao meu vigor possuindo o corpo que me gerou.

O clímax nos atingiu como uma tempestade. Minha esposa arqueou-se em um orgasmo silencioso e profundo. Minha mãe soltou um grito visceral, um rugido de libertação que pareceu sacudir as paredes do apartamento em Mumbai. No auge da fúria, eu empurrei meu pau até o limite e descarreguei ondas espessas de sêmen dentro dela. Senti a pulsação das paredes dela sugando cada gota da minha porra, um abraço interno que selava nossa depravação.

Desabamos os três sobre os lençóis, agora manchados e revolvidos. O suor colava nossos corpos, e o rastro do meu gozo escorria lentamente pelas coxas da minha mãe.

Ainda ofegantes e banhados em suor, o clima de luxúria bruta deu lugar a um deboche delicioso. Minha esposa, limpando o queixo, olhou para a sogra com um sorriso malicioso:

— Quem diria, hein, sogrinha? Aquela senhora do chá das cinco sumiu e deu lugar a uma cadela que adora um tapa na cara.

Minha mãe soltou uma gargalhada alta, aninhando-se no meu peito sem qualquer pudor:

— A matriarca morreu no primeiro tapa, querida. Se for para ser a puta do meu filho, eu aceito o cargo com honras. Ele fode melhor do que eu imaginava.

Eu ri, dando um tapa estalado na bunda de cada uma sob o lençol:

— Se os vizinhos ouvirem seus gritos de novo, mãe, vão achar que abrimos um bordel no 402. Você é uma devassa.

— Cala a boca e me abraça, seu safado — ela retrucou, me dando um selinho. — Amanhã cedo quero ver se esse vigor todo continua no chuveiro. Sua "MILF" aqui ainda está com fome.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive @alucard a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários