O amante da minha mulher

Um conto erótico de Tchelo
Categoria: Gay
Contém 7480 palavras
Data: 17/04/2026 18:21:40

Bom, é isso. Descobri que minha mulher está me traindo. Notei que ela estava diferente e comecei a investigar. Consegui pegar o celular dela enquanto ela tomava banho. Eu sei que é errado, mas não pude evitar. E lá estava a troca de mensagens, declarações de desejo mútuo. Encontros marcados.

E o pior de tudo é que ela não estava fria e distante. Pelo contrário. Estava mais carinhosa que nunca. E com um fogo que eu não via desde o começo de nossa relação, vários anos atrás. Eu não entendia o que estava acontecendo.

Comecei a tentar descobrir quem era o cara, porque ela estava transando com ele. Com internet e redes sociais, nem foi difício. Ele até que era boa pinta, mas até aí eu também sou. Tinha 30 anos, um pouco mais novo que nós.

O cara era guitarrista de uma banda, dessas que tocam em bares e festas de casamento. Eles devem ter se conhecido no casamento de uma prima dela, poucos meses atrás, casamento este que eu não pude ir.

Eu fiquei obsessivo. Reconheço que estava “estalqueando” o cara. Queria ver de perto, mas ele só estava tocando em casamentos, onde eu não podia ir. Nada de show em bar no momento. Enfim descobri onde o cara fazia academia. Não era longe de casa. Não tive dúvida, me matriculei na mesma academia. Descobri o horário que ele costumava treinar, no meio da tarde. Como sou profissional liberal, consigo adaptar meu horário, e passei a treinar no mesmo período.

Não demorou até nos encontrarmos. O cara era boa pinta mesmo. Bem em forma, cabeludo como um bom guitarrista, com um sorriso safado. E parecia gente boa. Conversava com todo mundo da academia, o que não era muita gente, já que estávamos no meio da tarde. Só uma meia dúzia de idosos, poucos professores, ele e eu.

Logo puxou papo comigo, perguntando se eu ia demorar no cross e se podia revezar. Revezamos o aparelho, o que fez com que conversássemos um pouco, papo de elevador. Ainda trocamos mais algumas palavras uma ou outra vez, até que ele foi para o vestiário.

Não tinha pensado sobre o vestiário! Dei um tempo e fui atrás dele. Ele já estava com uma toalha enrolada na cintura e indo para os chuveiros. Eu não tinha levado mala nem nada (sempre tomava banho em casa, não na academia), não tinha como ir atrás, nem ficar lá esperando sem fazer nada. Só fui mijar e acabei indo embora.

Já saí e fui atrás de comprar mala e todo o necessário para tomar banho na academia. Agora queria ver o desgraçado pelado. Será que ele era pauzudo? Será que era por isso que minha mulher quis dar pra ele? Não tenho pau pequeno, mas não sou super bem dotado. Eu tinha que ver o pinto dele!

Dia seguinte, eu estava com tudo pronto, mas ele não veio. Não desisti. Mais um dia na academia, desta vez ele apareceu. Conversamos bastante desta vez, praticamente o treino todo. O cara gostava de um papo furado. Até que anunciou que tinha terminado o treino.

- Ainda tinha umas séries pra fazer, mas cansei... – falei – Vou parar por aqui.

E, na maior cara de pau, fui atrás dele para o vestiário. A academia era uma academia pequena, de bairro. O vestiário, por consequência, também era pequeno. Continuamos conversando enquanto pegávamos nossas malas nos armários, enquanto pegávamos toalha, xampu e tudo mais. Continuamos conversando enquanto nos despíamos. Eu estava sentado, tirando as meias e ele em pé, bem perto de mim, quando ele tirou sua cueca e exibiu seu pinto. Não, não era grande, não. Mole, parecia até um pouco menor que o meu. Pele clara, pelos castanhos bem aparados. Veias aparecendo, pele longa cobrindo a cabeça. Bolas boas. Eu realmente me perdi analisando seu pinto.

- Eyes up here, dude! – falou, indicando seus olhos com dois dedos abertos.

- Não... é... eu... – gaguejei, muito envergonhado.

- Relaxa, cara, tô te zoando! – falou, rindo.

Eu peguei minhas coisas e corri para os chuveiros. Nem tirei minha cueca. Fui para o último box, tirei minha cueca, pendurei a toalha e coloquei xampu e sabonete no aparador que tinha lá. Logo, o cara entrou atrás de mim. Ele foi para o box da frente do meu.

A área de chuveiros era pequena, seis cabines apenas. Três de um lado e três de outro, umas de frente pras outras. As divisórias eram de vidro jateado, daqueles que só dá pra ver a sombra de quem está dentro. Mas as portas eram de vidro completamente transparente. Estávamos nus, de frente um pro outro, cada um em sua cabine.

Ele me olhava, para o meu corpo, meu pinto. Eu fazia o mesmo. Não pude deixar de notar que seu pau começou a crescer. Não consegui me controlar e o meu começou a endurecer também. Eu vi que ele também notou. Porém, como os nossos chuveiros já estavam ligados, o vapor quente acabou embaçando as portas de vidro, e não nos víamos mais.

Quase consegui ver seu pau duro. Vi seu pinto por bastante tempo. Mole, no vestiário, e endurecendo, no chuveiro. Mas não consegui ver completamente duro. Tentei parar de pensar nele, no seu pinto, e comecei meu banho. Demorei, porque meu pinto não baixava por nada. Quando enfim meu pau amoleceu e eu saí do chuveiro, ele já tinha ido embora.

Voltei pra casa e minha mulher tinha acabado de chegar. Voei pra cima dela. Beijei sua boca com intensidade. Joguei ela na mesa, levantei sua saia e arranquei sua calcinha. Abri suas pernas e caí de boca em sua buceta. Eu chupava sua buceta e ela gemia alto. Eu queria fazer ela gozar forte. Eu queria que ela visse que sou eu quem a faz gozar gostoso. Eu queria chupar aquela buceta e sentir se tem o gosto do pinto dele.

Eu chupei até ela gozar. Quando ela gozou, tirei minha bermuda e cueca e comecei a meter nela. Deslizou para dentro, de tão molhada que ela estava. Eu metia nela e ela ainda tremia da boa gozada que eu tinha proporcionado. Eu meti forte. Eu meti fundo. Mas não consegui segurar muito tempo e gozei logo. Eu estava com muito tesão.

Eu puxei uma cadeira e sentei entre suas pernas. Eu via minha porra escorrendo de sua buceta e pingando na mesa. Ela continuava deitada e de pernas abertas, exibindo sua buceta que eu tinha acabado de penetrar, mas que ultimamente estava sendo penetrada também por outro pinto.

- O que deu em você? – perguntou, ofegante.

- Não gostou?

- Adorei. Quero todo dia!

- Combinado!

Ela foi tomar um banho e eu sentei no sofá, sem a bermuda e a cueca, que permaneceram no chão. Só usava a camiseta e o tênis, que nem deu tempo de tirar. Fiquei lá, jogado no sofá, pensando um tudo o que estava acontecendo. Fiquei acariciando meu saco enquanto pensava.

Logo ela apareceu, toda linda de camisola. Ela adorava ficar de camisola.

Fui tomar outro banho. Tomei um banho longo, como se quisesse me limpar de toda a sujeira que tinha acontecido na minha vida. Como se pudesse recuperar a pureza de meu casamento, da minha vida. Mas não, não importava quanto eu me lavasse, continuava sujo por dentro. Continuava com a imagem do pinto dele na minha cabeça, com o gosto da buceta violada da minha mulher na minha boca.

Saí do banho, abri a gaveta de roupa “de ficar em casa”. Peguei uma camiseta de banda de rock bem antiga, que eu tinha cortado as mangas e a barra, muitos anos atrás. Mal cobria meu umbigo. Ia pegar uma samba-canção também, mas achei melhor ficar só de camiseta. Fui pra sala com o pinto balançando.

- Que festa é essa? – perguntou minha mulher, sobre a ausência de calça ou cueca.

- Tá calor. Não pode?

- Seu corpo, suas regras...

Eu queria que ela ficasse olhando pro meu pinto o resto do dia. Mas foi ainda melhor. Era sexta-feira, e decidimos pedir comida. Antes da comida chegar, ela estava ajoelhada na minha frente, no meio das minhas pernas, chupando minha rola.

Eu devia estar só curtindo o momento, mas só pensava nela chupando a rola do cara. Será que ela chupa com mais vontade. Será que ela deixa ele gozar na boca dela?

Toca o interfone. Era a comida. Ela parou de me chupar, beijou minha boca e correu para colocar um casaco e descer pra buscar. Eu fiquei no sofá imaginando minha mulher chupando o pinto do cara e batendo uma punheta de leve. Eu queria ver minha mulher chupando o pinto dele. E me beijando depois, como beijou depois de me chupar. Eu queria sentir o gosto do pinto dele. Eu acho que eu queria chupar o pinto dele, pra saber se é bom e por isso ela estava me traindo.

Ela chegou e me pegou batendo uma punheta, sentado no sofá.

- Calma, já estou chegando... – falou.

Ela colocou a comida na mesa de jantar, abriu o casaco e puxou a camisola para cima. Estava sem calcinha. Subiu em cima de mim, pegou meu pau e apontou pra sua buceta. Desceu de uma vez só. Começou a me cavalgar. Eu puxei a gola da camisola pra baixo, pra liberar seus seios. Eu adoro chupar seus seios enquanto ela me cavalga. Ao mesmo tempo, com o dedão da mão direita, acaricio seu clitóris.

Não demora muito e eu não resisto. Gozo dentro da buceta dela. Ela sente que eu gozei.

- Aperta minha bunda que eu vou gozar! – ela demanda. Quando está perto de gozar, ela gosta que eu pressione meu dedo contra o seu cu. Essa pressão a excita e acelera o gozo.

Ela gozou e me beijou. Ficamos abraçados um bom tempo, meu pau amolecendo dentro da buceta dela. Depois, ela foi se lavar no chuveiro. Eu usei a ducha higiênica para lavar meu pinto. Continuei vestindo apenas a camiseta velha de banda de rock.

Aliás, fiquei assim o fim de semana todo, vestindo apenas a velha camiseta de banda de rock. Não sei se foi a banda de rock, se foi meu pinto exposto o tempo todo, mas parecia que estávamos em lua de mel. Transamos três vezes no sábado e duas vezes no domingo.

O fim de semana foi excelente. Tanto que já havia decidido esquecer esta coisa de amante. Meu casamento estava ótimo, nossa vida sexual estava melhor que nunca. Certamente, ela ia esquecer dele também.

Chegou segunda-feira, meio da tarde. Precisava malhar. Não fui na minha antiga academia, de shopping, que frequentava há anos. Fui na academia de bairro, frequentada pelo guitarrista-amante. Ele não foi. Era um sinal divino, eu estava mais convencido do que nunca que tinha que deixar essa história de traição para trás.

Terça-feira chegou. Eu ia cedo na minha antiga academia, mas me atrasei transando com minha mulher, então corri direto pro trabalho. Só consegui ir na academia à tarde. Decidi ir na academia de bairro. Já tinha pago a mensalidade, mesmo... E, se eu tinha deixado a traição para trás, não tinha problema algum em encontrar com o cara. Era só ignorar sua presença!

Ele já estava lá. Sorriu quando me viu passar para o vestiário, para guardar minha mala. Voltei e fui começar meu treino. Ele veio falar comigo:

- E aí, cara, tudo certo?

- Tudo bem, e vc? – respondi, educadamente, mas seco.

- Tudo joia! Veio ontem?

- Ah, sim, tem que manter o ritmo... – falei, mas quase menti dizendo que não tinha vindo.

- Queria ter vindo, mas tive show no domingo, precisava descansar.

- Legal – falei, desconversando.

Ele voltou a malhar, mas tentou puxar papo outras vezes. Ele certamente já tinha acabado o treino, mas enrolava, provavelmente esperando eu acabar o meu treino. Fiz o treino mais longo que consegui, e ele continuava lá.

Enfim, fui para o vestiário. Ele logo veio atrás. Só estávamos nós dois no vestiário.

- Cara, acho que você tá meio envergonhado pelo que aconteceu semana passada, mas pode ficar tranquilo, tô de boa... – falou.

- Tô de boa, também.

- Ótimo! Porque eu ia sugerir um lugar melhor pra tomar banho que aqui, um motelzinho no caminho do metrô.

- O quê? – perguntei, incrédulo.

- Eu vou para um motelzinho aqui do lado, tomar uma ducha num lugar mais confortável. Tô te convidando pra ir comigo.

- Como assim?

- Você quer ficar pelado aqui, de novo, onde pode entrar alguém a qualquer momento, ou ir comigo pra um motel?

Eu fiquei sem saber o que falar ou fazer. Ele seguiu:

- Bom, estou indo pro motel, duas quadras daqui. Se quiser, vem comigo!

Sem pensar direito, segui. No caminho, ele perguntou:

- Tá nervoso, né? Nunca fez nada com um cara?

- Não, nunca...

- Fica tranquilo, vai ser bem gostoso. Só vamos fazer o que os dois quiserem.

Pouco depois, chegamos. Era um predinho feio, com uma entrada pequena. Subimos uma escada íngreme e chegamos a uma recepção. Ele me pediu um documento e eu entreguei. Ele pagou algo e seguimos para uma outra salinha. Era uma sala de espera. Uma televisão ligada e cinco fileiras de cadeiras. Dois casais esperavam. Dois casais de homem e mulher. Só nós éramos dois homens esperando. Eu estava quase indo embora, mas chamaram um casal e, dois minutos depois, o outro casal. Ficamos só nós dois. Mais dois minutos e fomos chamados, quando outro casal chegava na espera.

Seguimos um funcionário por corredores estreitos e labirínticos. O funcionário abriu a porta e entregou a chave. Entramos no pequeno quarto, com apenas a cama de casal, uma mesa minúscula e duas cadeiras. Coloquei minha mala na mesa enquanto ele trancava a porta. Ao me virar, ele jogou sua mala no chão e me agarrou, me beijando fortemente. Não resisti e retribuí o beijo.

Sua mão direita segurava com força minha nuca. A esquerda me apertava pela cintura, e aos poucos desceu para minha bunda. Fiz o mesmo. Coloquei minha mão direita em sua nuca. Acariciei seus cabelos longos e propositalmente bagunçados. Agarrei pela cintura com a mão esquerda. Não tive coragem de descer pra sua bunda.

Depois de vários minutos, ele se desgrudou de mim e começou a levantar minha camiseta, para tirá-la.

- Calma, calma! – pedi.

- O que foi?

- Você tá tendo um caso com a minha mulher! – falei, depois de um longo suspiro.

Ele ficou quieto alguns segundos e depois falou:

- E você veio dar pra mim, pra saber por que ela tá dando pra mim, experimentar como eu meto gostoso?

- Não! – falei inconformado.

- Então você veio me comer de vingança por comer sua mulher?

- Também não!

- Então, o quê?

- Não sei! Nenhum dos dois. Ou um pouco dos dois, não sei...

- Então por que você não tira a roupa e decide pelado?

Não pensei duas vezes e tirei toda minha roupa rapidamente, exibindo meu corpo nu e meu pau duro.

- Você pode não saber, mas seu pinto sabe muito bem que ele quer se divertir comigo! – falou, caindo de joelhos e abocanhando meu pau.

Caralho! Como ele chupa bem! Minha mulher também chupa com vontade, mas aquele era o melhor boquete da minha vida. Não era um mero boquete, ele estava estimulando meu pinto inteiro. Sugava, girava, lambia, acariciava. Usava muito bem os lábios, língua e mãos.

Eu estava perto de gozar quando ele parou de me chupar e se levantou.

- Mas eu acho que você tava fissurado aqui, outro dia... – falou, abaixando um pouco a bermuda e mostrando o pinto duro.

Ele viu minha cara de desejo.

- Vem! – sugeriu.

- Tira a roupa, fica pelado que nem eu... – pedi.

Ele tirou toda a roupa. Eu me ajoelhei na frente dele. O cheiro do seu pinto era forte, provavelmente por tanto suor da malhação. Não era ruim, pelo contrário. Era inebriante.

- Chupa logo, vai! – mandou.

Eu ainda fiquei admirando seu pinto um bom tempo. E sentindo seu perfume de homem. Era do tamanho do meu, talvez um pouco menor ou maior, sei lá. Enfim, segurei seu pau com minha mão direita e acariciei seu saco com minha mão esquerda. Eu notava que ele estava ansioso para que eu o chupasse logo, mas eu não estava com pressa.

Cheguei com meu rosto mais perto. Encostei a ponta do meu nariz no seu saco, pra sentir bem o cheiro. Fui subindo aos poucos, deixando a pele do seu saco encostar em meus lábios meio sem querer. Quando meus lábios tocaram a ponta do seu pau, tomei coragem, abri a boca e comecei a chupar. Fui aos poucos colocando tudo na boca. Tinha um gosto forte. Tentei imitar o que ele fez comigo. Chupava, ia pra cima e pra baixo, usava as mãos, acariciava o saco, punhetava o pau. Fazia de tudo.

- Porra, você chupa melhor que sua mulher!

Ele segurou minha cabeça e começo a foder minha boca.

- Engole minha pica toda, vai! Sente porque sua mulher é louca pelo meu caralho!

Eu engasguei e parei de chupar.

- Cala a boca, cara! – falei!

- Mal aê... É que você tava chupando muito gostoso.

- Então deita e deixa eu continuar! E para de falar da minha mulher!

- Se você continuar me chupando, fico quietinho...

Ele deitou na cama, com as costas na cabeceira da cama e as pernas bem abertas. Pude observar melhor seu pinto. Seu saco raspado, lisinho. Aquela linha que sai do cu (dava pra ver um pouco dele), sobe por todo o períneo, cruza o saco e vai até a cabeça do pau. Eu lambi essa linha toda.

- Porra, eu vim aqui pra te comer, mas se você continuar lambendo meu cu, vou acabar dando pra você...

Ouvir aquilo me deu ainda mais tesão. Voltei a chupar seu pinto com toda a vontade. Vontade que eu sabia que estava há vários dias, desde que vi seu pinto no vestiário na semana anterior. Eu devia estar fazendo direitinho, porque ele não parava de gemer e se contorcer.

- Calma, cara, senão vou acabar gozando!

Não parei. Ele gozou na minha boca. Senti sua porra batendo no fundo da minha garganta. Continuei chupando até notar que ele acabou de gozar. Saí correndo para o minúsculo banheiro e cuspi a porra na pia. Abri a torneira e enxaguei a boca o máximo que consegui. Voltei para o quarto.

- Você é o maior safado! Chupou meu pinto todo suado, mó cheirão de saco. E ainda me deixou gozar na sua boca. Se engolisse, era uma puta completa.

- Puta, não. Putão! Agora vira de quatro que eu vou comer seu cu! – mandei.

- Calma, depois você me come. Acabei de gozar, não vou conseguir dar agora. E, quando for dar pra você, quero dar de pau duro. Agora, deixa eu retribuir o prazer que você me deu, deixa eu te chupar até você gozar na minha boca!

Ele levantou e beijou minha boca. Deve ter sentido o gosto da porra dele, que ainda persistia apesar de eu ter lavado bastante.

Deitei na cama, no mesmo lugar onde ele estava. Ele ficou em pé, na frente da cama, pelado, de pinto mole. Assim como vi na academia.

- Bem que sua mulher falou que seu pinto era lindo, “o mais lindo do mundo”... – falou, se ajoelhando entre minhas pernas e voltando a me chupar.

Como assim o meu pinto era o mais lindo do mundo e ela tava chupando o de outro cara? E desde quando pinto é algo bonito. Se bem que eu achei o pinto dele bem bonito. Puxei ele de lado, mais pra perto de mim, numa posição meio que 69 de lado. Agora, ele estava de lado meio deitado na minha perna esquerda, ainda chupando meu pinto, e seu corpo vinha em direção, suas pernas perto da minha cabeça. Seu pinto ainda mole pendia de lado.

Comecei a acariciar seu pinto mole, que aos poucos começou a crescer. Puxava a pele da cabeça pra cima e pra baixo, acariciava o saco. Ele, por sua vez, começou a acariciar meu cu, sem parar de me chupar. Nunca ninguém tinha me acariciado no cu. Eu abri ainda mais as pernas, para facilitar o acesso. Ele começou a pressionar seu dedo, para penetrar meu cu.

Não deu tempo. Gozei em sua boca. Foi um dos melhores orgasmos da minha vida. Ele continuou sugando, até eu parar de gozar. Levantou a cabeça e fez questão de deixar eu ver que ele engolia minha porra.

- Viu como uma putinha de verdade faz? – falou.

Eu, ofegante, não falei nada. Ele veio e me beijou, com sua boca toda suja da minha porra. Depois, ele deitou do meu lado e perguntou:

- Como você tá de horário? Eu tô livre até a noite. Podemos foder por horas. Eu como o seu cu virgem, você me fode forte pra se vingar de eu estar comendo sua mulher...

- Por que ela está me traindo com você?

- Sei lá, cara... Às vezes, as pessoas precisam variar. Mesmo você sendo esse filé mignon todo, às vezes ela queria um franguinho pra variar.

- Franguinho, sei. Você tá mais pra gavião, isso sim...

- Bom, mas não fica pensando nisso, não. Aproveita o momento.

- Difícil não pensar nisso.

- Vamos tomar uma ducha pra refrescar a cabeça. Apesar de adorar esse cheiro de macho, esse cheirão dos nossos pintos, acho que uma ducha vai fazer bem pra você.

Fomos tomar uma ducha. O box era muito apertado, então, ficávamos nos batendo e esfregando o tempo todo. Ele começou a lavar meu corpo, meu pinto, minha bunda. Me pediu pra fazer o mesmo. Claro que já estávamos os dois de pau duro novamente neste momento. Voltamos a nos beijar. Mas, como o box era pequeno demais, acabamos o banho, nos enxugamos e voltamos para a cama.

- Tô doido pra te comer! – ele falou.

- Vou ser honesto, até tenho curiosidade de experimentar, mas acho que ainda não tenho coragem.

- Mar um dia você dá essa bundinha pra mim? – ele perguntou, apertando minha nádega.

- Um dia, sim, quando eu tiver coragem suficiente.

- Vou cobrar, hein? Então, que tal você me comer?

- Agora?

- Claro que agora. Pra você ver que não tem problema algum dar. É só sexo, é gostoso. Assim como eu quero te comer, e ainda vou, quero dar pra você. Deita! – falou, me empurrando pra cama.

Caí deitado e ele pegou algo na sua mala. Vi que era camisinha e um tubo de lubrificante. Ele abriu a camisinha e colocou no meu pau, não antes de me chupar um pouco. Depois, passou lubrificante sobre a camisinha e também no seu cu. Subiu em cima de mim e direcionou meu pau para o seu cu. Aos poucos, seu cu foi engolindo meu pau lambuzado. Até que engoliu inteiro. Sua bunda encostou nas minhas coxas, seu saco, nos meus pelos pubianos. Seu pau, duríssimo, apontando para o teto. Ele gemeu e falou:

- Ah, que gostoso ter seu pau dentro de mim!

Começou a rebolar de leve, como se encaixando melhor meu pau dentro do cu dele. Comecei a acariciar seu pinto.

- Bem de leve, senão gozo muito rápido e aí não consigo mais dar o cu – advertiu.

Continuei acariciando seu pinto, sem masturbá-lo. Aos poucos, ele foi trocando a rebolada por movimentos para cima e para baixo. Devagar, no início, mas acelerando aos poucos.

- Me come, vai. Me fode. Desconta sua raiva!

Mas eu não estava com raiva, estava confuso. Eu devia estar com raiva, mas estava com muito tesão. Esse cara gostoso estava dando o cu pra mim, sentando no meu pau. E eu queria chupar seu pinto, que pulsava de tão duro.

- Quer me bater? Me bate na cara, me dá um tapa! – ele falou.

- Cala a boca! Você fala demais! Cala a boca e rebola.

- Ah, que mandão! – falou, passando a rebolar novamente, sem parar os movimentos para cima e para baixo.

Eu segurei seu pau com força e comecei a masturbá-lo com vontade.

- Só faz isso se você estiver perto de gozar... – pediu ele.

Soltei seu pinto e segurei seu quadril, um pouco para cima de mim. Deixei ele travado enquanto eu comecei a comandar o ritmo. Passei a subir e descer meu quadril, fazendo meu pau entrar e sair de seu cu. Meti com força. Ele gemia muito alto, devia dar pra ouvir até da recepção. Quando senti que estava perto de gozar, parei de me mexer e puxei ele com tudo para perto de mim, fazendo meu pau entrar fundo no cu dele.

- Puta que pariu! – ele gemeu.

Voltei a masturbá-lo, e ele voltou a rebolar.

- Vou gozar! – anunciei.

- Goza dentro de mim! – ele pediu.

Gozei jatos dentro do cu dele. Na camisinha, claro. Sem sair de cima mim, com meu pau ainda em seu cu, segurou minha mão em seu pinto e acelerou a punheta. Gozou logo, tudo em cima de mim, da minha barriga e meu peito. Quando acabou, deitou sobre meu peito e me beijou. Estávamos ofegantes. Depois de um tempo, falou:

- Acho que precisamos de outra ducha...

Puxou seu cu do meu pau, que amolecia. Quando fui fazer menção de tirar a camisinha, ele falou:

- Deixa que eu tiro, tá um pouco suja...

Tirou minha camisinha e correu para o banheiro. Quando ouvi o barulho do chuveiro, fui para o banheiro. Entrei no box apertado com ele.

- Não foi gostoso? – perguntou.

- Foi uma delícia!

- Você ama menos sua mulher porque comeu meu cu?

- Não, claro que não.

- Então. É isso. Só sexo. Não estressa com ela...

- Você fala isso porque o corno não é você!

- Essa visão machista me preocupa tanto que acabei de dar o cu pra você...

- Mas, na verdade, o que me preocupa agora é que eu gostei demais de transar com você, chupar seu pinto...

- Ah, se preocupe ainda menos com isso. Eu adorei, topo repetir quando você quiser. Até porque, você prometeu seu cuzinho pra mim, ainda.

- Vamos repetir, sim, e agora você vai virar amante meu e da minha mulher... – falei, ironicamente.

- Porra, se eu virar amante fixo de vocês dois, até prometo fidelidade a vocês. Já pensou, nós três juntos? Um ménage gostoso.

- Não sei se eu aguentaria ver você comendo ela, ela te chupando...

- Isso ia ser fácil. Quero ver você aguentar ela ver você chupando meu pinto!

- Nossa, é verdade. Se ela descobre que eu tô transando com você, um homem, acho que ela corta meu pinto fora.

- Não exagera! Ela curtiu saber que eu era bi, que transava caras...

- Mas você não é marido dela!

Voltamos para o quarto, para a cama. Deitamos lado a lado.

- Preciso ir embora... – falei, desanimado.

- Tudo bem. Posso te chupar um pouco, pra você ir embora com vontade de repetir?

- É o tipo de oferta que não se recusa, né?

- Posso chupar seu cu? Já recebeu beijo grego?

- Já falei que um dia dou pra você, mas não hoje, não tenho coragem ainda...

- Não vou te comer, só lamber seu cu antes de chupar seu pinto!

- Tá bom... – falei, depois de um longo suspiro.

Ele foi para baixo na cama, abriu e levantou minhas pernas, me deixando arreganhado, expondo meu cu.

- Ó, tá mole, não vou te comer, só acariciar seu cu com meu pinto – falou.

Pincelou seu pinto mole no meu cu por um tempo. Aquilo era estranhamente excitante. Parou e se abaixou. Começou a passar a língua no meu cu. Porra, que delícia. Nunca imaginei que ter o cu lambido fosse tão bom!

Depois um bom tempo lambendo meu cu, subiu para o meu saco. Lambeu bastante meu saco. Meu pau pulsava e babava. Então levantou e falou:

- Pronto, pode ir embora agora.

- Como assim, e meu pau, não vai chupar?

- Na próxima...

- Filho da puta, vai me deixar assim? – falei, apontando pro meu pau duro.

- Te deixei pronto pra você comer a bucetinha gostosa da sua mulher...

- Você não vale nada!

- Já tô louco de tesão em você, não precisa me elogiar, não... – falou, tocando no seu pinto tudo.

- Eu vou é embora! – falei, pegando minha roupa do chão.

- Dá uma lambida no cu dela por mim!

- Vou é contar que tava comendo seu cu, isso sim.

- Sim, conta! Fala que eu fui sua putinha, que gemi alto rebolando no seu pauzão enfiado fundo no meu cu! Aliás, pra comprovar, tira uma foto minha pelado.

- Você só pode estar brincando!

- Não, tô falando sério! Pode tirar. Cara e pinto na mesma foto!

Ele ficou meio sentado na cama, encostado na cabeceira, meio de lado. Pernas abertas, pinto mole caído pro lado.

Tirei foto dele. Uma só, não. Várias. Uma do corpo inteiro, dos pés à cabeça. Uma mais perto do pinto à cabeça. Uma só do rosto, uma só do pinto. Nos vestimos, trocamos número de telefone e fomos embora.

Voltei pra casa desnorteado. Não conseguia acreditar no que tinha acabado de acontecer. Cheguei e tomei um banho descente, bem longo. Quando saí, minha mulher já tinha chegado em casa. Eu estava apenas com a toalha na cintura. Ela veio me beijando e puxando a toalha.

- Não... – falei, segurando a toalha ao redor da cintura.

- O que foi? Aquele fogo todo acabou?

- Eu conheci o seu amante... – falei, após uma longa pausa.

- Do que você tá falando? Tá louco?

Eu só peguei meu celular e mostrei a foto do rosto dele.

- Não sei quem é... – falou, tomando o celular da minha mão.

Por curiosidade ou reflexo, não sei, ela passou a foto para o lado.

- O que é isso? – falou, mostrando a foto dele pelado.

Respirei fundo e falei:

- Eu transei com ele. Eu transei com o seu amante!

- Virou viado agora? Passou a dar o cu?

- Em primeiro lugar, eu não dei o cu. Eu comi o cu do seu amante. Em segundo lugar, ele falou que você adorou o fato dele ser bissexual. Então, porque não posso ser bi?

- “Bi”! Bicha, isso sim!

- Mas você está desviando do ponto, que é o fato de você ter um amante!

- Não, o ponto é você ser viado! Olha aqui, um close do pinto dele no seu telefone! Eu não aceito marido viado! Se você tivesse me traído com uma mulher, eu até perdoava. Mas com homem, não!

- E não um homem qualquer. O seu amante! E como ele dá bem o cu, viu. Bem melhor que você, que fica reclamando. Ele sentou no meu pau com gosto, rebolou e gemeu como uma puta!

- Eu não quero olhar mais pra você! Vai embora dessa casa agora!

- Como diriam os Raimundos: “a casa é minha, você que vai embora”...

Ela saiu do quarto e eu fui atrás. Ela pegou a bolsa e e saiu, batendo a porta. E eu fiquei na sala, apenas com a toalha enrolada na cintura, toalha esta que nem escondia minha ereção.

Peguei uma dose dupla de whiskey e sentei no sofá. O que foi que eu tinha feito? Tinha acabado com meu casamento. Só porque ela estava dando para um cara. É só sexo, como ele bem falou. E ela nem tinha parado de transar comigo. Pelo contrário, o nosso sexo estava melhor que nunca.

Antes de acabar o whiskey, recebi mensagem no celular. Era dele: “Caralho, não achei q vc ia ter coragem de contar, ainda mais tão rápido”.

“E olha no que deu, ela foi embora”

“Relaxa, tô conversando com ela, ela vai voltar”

“O que ela te falou”

“Ela queria saber se era verdade q a gente tinha transado e q eu tinha dado o cu pra vc”

“E o q vc falou”

“Confirmei, falei que nunca tinham me comido tão gostoso”

“Tá bom...”

“É verdade, já quero dar o cu pra vc de novo”

“Mas o que ela falou”

“Me xingou, falou q eu não podia ter feito isso com ela, mas eu falei que não sabia q vc era marido dela, q vc só contou depois”

“Ela falou alguma coisa de mim”

“Ela ficou meio chateada quando eu contei q vc chupava tão bem um pinto que acabei gozando na sua boca”

“Porra, pq vc contou isso”

“Pq é verdade e eu não ia sair como só passivo nessa transa, tenho uma reputação”

“Porra, aí vc me fodeu”

“Ainda não, mas ainda vou, vc prometeu. E não reclame, q nem contei q vc prometeu dar o cu pra mim”

“Só faltava, mesmo”

“Mas agora deixa eu dar atenção pra ela, pra ela voltar pra vc”

“Valeu”

Fui pegar mais whiskey. Cerca de meia hora depois, recebi mensagem dela: “Precisamos conversar”

“Estou em casa, vem qdo quiser”

Mais meia hora, ela chegou. Entrou e sentou no sofá. Sentei no outro sofá. Ela começou a falar.

- Eu sei que errei tendo um caso. Foi só sexo, não estou apaixonada, não pensava em deixar você.

Não gostei desse “não pensava em deixar você”, será que agora pensa? Pelo jeito, sim...

- Eu amo você, nossa vida sexual sempre foi boa. Mas monótona. A culpa não é sua, nem minha. É normal quando se vive junto há tanto tempo. Acaba sendo tudo sempre igual. Muito bom, mas sempre igual. Eu acho que queria só uma aventura. Me sentir desejada por outro homem, que não você, que eu já sei que me ama e me deseja.

- Você devia ter me falado. A gente podia ter feito troca de casais, abrir a relação, sei lá...

- E por um acaso você toparia alguma coisa assim? Fala honestamente.

- Acho que não...

- Eu tenho certeza que não!

- Ainda assim!

- Eu sei que eu errei. Estou assumindo meu erro. Agora, precisamos conversar sobre você ir atrás de alguém, fingir amizade com ele, e acabar transando com ele. Precisamos conversar sobre o fato de você ter transado com um homem!

- Eu fiquei louco quando descobri da traição. Fiquei dias pra descobrir quem era, e mais semanas pra conseguir encontrar o cara. Eu precisava saber o que ele tinha que eu não tinha, por que você quis dar pra ele!

- Foi só aventura, algo irresponsável!

- Bom, então descobri onde ele fazia academia, ele postou no insta dele. Eu queria ver de perto. Se ele era bonito, se ele era legal, charmoso. Foi quando ele foi para o vestiário tomar banho. Eu nem tinha pensado nisso no início. Naquele dia não deu, mas no outro fiz de tudo pra ver o cara pelado, confesso. Queria saber se ele tinha um pau grande, muito maior que o meu. Se era isso o motivo de você estar dando pra ele!

- Eu já te contei que só dei prum cara de pau grande uma vez na vida e foi horrível, dolorido. Você sabia disso.

- Mas comecei a achar que era mentira, pra eu não ficar encanado.

- Encanado por quê? Seu pau não é pequeno, muito pelo contrário. É o limite que eu aguento.

- Eu sei que sou bem mediano.

- Exatamente como eu gosto. E você viu o pau dele.

- Sim, do mesmo tamanho que o meu.

- Acho que pouco menor, na verdade. Já vi os dois bem de perto e dentro de mim.

- Então, sem querer, eu vi bem de perto no vestiário. Nem percebi que estava encarando fixamente o pinto dele. Eu não percebi, mas ele percebeu. Na próxima vez que nos vimos na academia, hoje, ele me convidou para ir pro motel, e eu não esperava por isso. Mas fui, porque queria ver duro, se realmente era do mesmo tamanho.

- E aí você descobriu que era menor que o seu.

- Praticamente igual.

- Mas você não se contentou em ver. Pegou, chupou. E comeu o cu dele.

- Eu acho que eu queria me vingar nele por ele estar comendo você.

- Sim, até entendo que você quisesse se vingar comendo o cu dele. Mas chupando, deixando ele gozar na sua boca?

- Eu não esperava por isso, mas acabei ficando excitado de verdade. O tesão bateu forte. Não resisti.

- Ele é meio irresistível, mesmo.

- É... Agora eu sei.

- Mas a questão é: parece que você gostou bastante!

- Ruim não foi...

- Bom, se você não soube lidar bem quando soube que eu estava saindo com ele, eu também não estou lidando bem com o fato de você ter transado com um homem e gostado!

- Mas parece que o fato dele ser bi, transar com caras, não foi problema pra você.

- Não me importa se ele dá o cu, ele não é meu marido!

- Ele disse que você gostou, não só não se importou.

- Sim, é verdade. Mas, você! É estranho.

- Não tem lógica.

- Não é lógica. É sentimento. Até porque, se fosse por lógica, nunca poderia achar errado. Eu, uma mulher bissexual, desconstruída, empoderada, como vou ter preconceito? Como posso achar normal uma mulher ser bissexual, mas que não existe homem bissexual, é tudo viado enrustido? Que é só falta de coragem de se assumir completamente?

- Você é bi? Nunca me falou.

- Você nunca perguntou... De qualquer forma, ainda estou tentando digerir você sendo bi, pelo que parece.

- Acho que sim, pelo que parece...

- Bom, eu sei que estou errada com meu preconceito, ele já me mostrou isso, mas é assim que estou me sentindo no momento. Estou tentando lidar com isso. E sei que você também parece que ainda está tentando lidar com o fato de eu ter saído com outro homem. Então, acho que a gente precisa de um tempo, ficar um pouco separado pra ver se ainda vamos ficar juntos ou se vamos nos separar.

- Não acho que dar um tempo vai fazer a gente se reaproximar.

- Ficar, no momento, vai ser pior.

- Você vai pra casa dele?

- Viu o que eu estou falando. Você tá longe de estar resolvido com a questão, mesmo depois de ter transado com ele. Mas, se você faz tanta questão de saber: não. Não vou pra casa dele. Vou pra casa dos meus pais. Talvez encontre com ele um dia desses. Aliás, só estou aqui porque ele me convenceu...

Nos despedimos e ela saiu. Mandei mensagem para ele, contando tudo o que aconteceu. Agradeci por ele ter ajudado, pelo que ela disse.

“Vc tá bem?” perguntou.

“Não. Vamos ver o que vai acontecer”

“Tentei ajudar como pude. No momento, só posso te oferecer um bom boquete como consolo”

“Vc não presta, mesmo”

“Obrigado”

“Tinha é que comer seu cu novamente”

“Quantas vezes quiser, mas antes eu quero comer o seu”

“Porra, tô que nem aquela música, triste e com tesão”

“Duvido, quero ver”

“Vc quer que eu mande foto do pinto agora”

“Claro, vc tem fotos minhas, e eu não tenho sua. E nada de mandar daquelas que apaga”

“Tá bom, mas só do pinto”

“É exatamente o q eu quero ver”

“E vc vai me jurar q vai me contar toda vez q vc sair com minha mulher”

“Se vc quer assim”

“E me contar tudo o q fizer”

“Tá bom”

Mandei a foto. Mandei várias. Acabamos fazendo vídeochamada e batemos uma punheta juntos.

Na manhã seguinte, ele mandou mensagem perguntando se eu ia na academia. Confirmei. Ele sugeriu irmos para a casa dele depois. Avisei que não podia, teria reuniões depois.

Na academia, mais conversamos do que malhamos. Na hora que fui para o vestiário, ele foi atrás. Ainda bem que já tinha duas pessoas no vestiário. Dois senhores, de uns sessenta e poucos anos. Os dois pelados e conversando naturalmente.

- Festa do cabide! – ele brincou.

- Vocês são benvindos pra nossa festa – disse um dos senhores.

- Não seja por isso... – falou, arrancando a bermuda e a cueca, sem nem tirar o tênis.

Sem tanta pressa, peguei minha mala e tirei minha roupa. Fui para os chuveiros, e ele foi atrás. O clima descontraído com os senhores me ajudou a relaxar e não ficar de pau duro. Tomamos banho de frente um pro outro. Claro que nessa hora fiquei duro. Bati uma lá mesmo. Depois, fui rapidamente embora. Ah, os dois senhores continuavam batendo papo pelados...

Por duas semanas, essa foi minha rotina. Encontrava com ele na academia, curtia um tempo pelados juntos. À noite, conversávamos por mensagens e no fim fazíamos uma vídeochamada e batíamos punheta juntos. Salvo nos dias que a banda tinha apresentação.

Ele dizia que conversou muito com minha mulher, mas não se encontraram nenhuma vez nesse período. Eu e ela trocávamos poucas mensagens. Só um “bom dia”, “vc tá bem”, e coisas assim.

Passadas essas semanas, ela pediu para conversar. Ela não queria que fosse aqui em casa. Fomos para um hotel. Para resumir uma longa conversa, ela falou que estava bem com o fato de eu ser bissexual (e eu nem mesmo tenho certeza disso), apesar de ainda ter um preconceito no fundo do coração, mas com o qual ela estava lidando racionalmente. Por outro lado, queria abrir a relação, que não queria mais transar só com uma pessoa (eu, no caso), e não queria mais trair ninguém.

- E se a gente não abrir a relação, mas ele virar nosso amante fixo? – sugeri.

- Ele falou a mesma coisa...

- E se, no futuro, não for suficiente, aí conversamos novamente.

- E você vai aguentar? Saber que eu estou transando com ele?

- A gente vai transar os três juntos...

- E se, às vezes, eu quiser transar só eu e ele?

- Tudo bem.

- Não acho que vai dar certo, mas vamos tentar.

- E você vai conseguir lidar com o fato de eu transar com um homem?

- Eu quero ver isso!

- Então não vai faltar aventura...

- Precisamos confirmar se ele topa.

Marcamos com ele para o dia seguinte. Nesse dia do hotel, transamos só nós dois. Não um sexo selvagem. Um sexo carinhoso, de reconciliação. Por isso, nem vou descrever os detalhes. Foi um pouco estranho, como se tivéssemos nos tornado um pouco estranhos, mas foi muito bom. Voltamos pra casa.

Dia seguinte, encontramos com ele num barzinho. Nós chegamos primeiro. Ele chegou logo depois, todo malandro, com um sorriso no rosto. Nos cumprimentou com um selinho na boca, minha e da minha mulher, como se fosse a coisa mais normal do mundo.

- Então vocês se acertaram e agora eu sou o amante dos dois?

- Não vai se achando, não! – falou minha mulher.

- Mas sou ou não sou?

- É... – confirmei.

- Então vamos embora daqui pra um motel!

- Calma, toma um chopinho, depois vamos pra nossa casa.

- Uau, a casa do casal. Sou oficial!

Bebemos um pouco e comemos uma porção de dadinho de tapioca. Paguei a conta e fomos pra casa.

Chegando lá, ele não fez cerimônia. Nem entrou e baixou a calça e a cueca, exibindo o pinto mole.

- Vem, sempre quis um casal me chupando ao mesmo tempo!

- Agora acha que manda alguma coisa? – questionou minha mulher.

- Você não gosta de dar o cu – falou pra minha mulher – e você não vai ter coragem de dar o cu na frente dela. Sou eu que vou acabar dando o cu de novo. Então, pelo menos, quero os dois chupando meu pinto.

- Nem tem pinto pra dois aí... – zoei.

- Olha quem fala! E tá mole ainda, só vir deixar duro!

- Sua função... – falou ela pra mim – quero ver você chupando um pinto!

Me ajoelhei na frente dele, abri minha boca e comecei a chupar seu pinto mole. Foi endurecendo na minha boca. Eu ouvia ele gemer. Não abri meus olhos. Não tinha coragem de ver ela assistindo a mim chupando um pinto. Pouco depois, quando já estava bem duro, sinto ela do me lado. Abro os olhe e vejo ela pegando e tirando o pau dele da minha boca. Começou a chupar. Eu me abaixei mais e fui lamber seu saco. Porra, aquilo era a coisa mais insana que eu já tinha feito na minha vida, e olha que os últimos tempos tinha sido fora do normal.

Aos poucos, todo mundo chupou todo mundo. Ele sentou no sofá e ela sentou no pau dele, de costas pra ele. Mandou que eu os chupasse. Eu chupava o saco, o pau entrando e saindo da buceta dela, o clitóris. Depois trocamos, e ele passou a nos chupar da mesma forma.

Por fim, ela saiu de cima de mim e ele sentou no meu pau. Ela sentou no pau dele. Fizemos um trenzinho incrível. Ela gozou primeiro. Eu, na sequência. Por fim, ele gozou. Só então desfizemos essa torre de prazer.

- Que história é essa de não ter coragem de dar o cu? – perguntou ela para mim.

- Olha quem fala!

- Não tenho vergonha. É que dói. Mas se você der o cu, eu também dou. Aliás, não é um “se”, é um “quando”. Agora eu quero ver você dando o cu!

- Eba! – comemorou ele – dois cus pra mim!

- E eu vou comprar uma cintaralha e vou comer vocês dois!

- Beleza. Só não exagera no tamanho. Compra igual aos nossos... – pediu ele.

- Porra, meu cu virgem não vai só ser comido por um, mas por dois! – lamentei.

- E vai se acostumando. Daqui pra frente, tudo vai ser diferente! – ela avisou.

- Uma aventura atrás da outra! – ele comemorou.

E essa passou a ser minha rotina. Ainda não tive coragem de ser penetrado, mas não tem um dia sem que alguém enfie um dedo ou um brinquedo no meu cu. Dizem que estão me acostumando. Não reclamo. Aliás, não reclamo mais de nada. Tenho a melhor vida sexual do universo inteiro!

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Tchelo_xyz a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários