Naquela mesma noite, depois do churrasco, quando todos já tinham ido embora e Ricardo dormia profundamente no quarto principal, Carlos me mandou uma mensagem curta:
“Desce pro quarto do Rodrigo. Agora.”
Eu desci tremendo. Ainda sentia o rosto ardendo do cuspe e da porra da tarde. Quando entrei no quarto de Rodrigo, os dois irmãos já estavam lá, sentados na cama, me esperando.
Carlos olhou para mim com um sorriso frio.
— Conta pra ele, Fernanda. Ou quer que eu conte?
Eu baixei os olhos, sem graça. Rodrigo ergueu uma sobrancelha, curioso.
Carlos não esperou. Sua voz saiu dura, cheia de raiva controlada:
— Essa vadia ciumenta subiu no meu quarto no meio do churrasco, enquanto a Júlia tava lá embaixo. Implorou pra eu foder ela. Disse que não aguentava me ver com minha namorada. Depois ainda teve a cara de pau de perguntar se a Júlia sabe que eu cuspo na cara das mulheres.
Rodrigo soltou uma risada baixa, quase surpresa, e olhou para mim como se eu fosse um animalzinho burro.
— Sério? Enquanto a namorada dele tava na piscina? Você tá ficando maluca, madrasta?
Carlos se levantou, se aproximou e segurou meu queixo com força, obrigando-me a olhar para ele.
— Hoje você vai aprender de verdade qual é o seu lugar. De joelhos.
Eu me ajoelhei no chão do quarto. Carlos abriu a bermuda e enfiou o pau já duro na minha boca sem cerimônia. Rodrigo fez o mesmo do outro lado. Eles me seguraram pelo cabelo, alternando o pau na minha garganta, fodendo meu rosto com estocadas profundas e sem dó.
— Engole, vadia ciumenta — rosnou Carlos. — Isso é pra você lembrar que você não manda em nada.
Rodrigo segurou minha cabeça com as duas mãos e enfiou até o fundo, mantendo o pau na minha garganta até eu engasgar e lágrimas escorrerem.
— Porra… ela engasga tão bonito quando tá sendo castigada.
Eles me levantaram e me jogaram na cama de Rodrigo, de bruços. Carlos cuspiu direto na minha cara duas vezes, o cuspe grosso escorrendo pelos meus olhos e boca. Depois cuspiu na minha bunda e enfiou o pau no meu cu sem aviso, com uma estocada só.
Eu gemi alto de dor e prazer. Ele começou a meter forte, segurando meus braços torcidos para trás.
— Tá doendo, né? Isso é pra você aprender a não me confrontar nunca mais.
Rodrigo se ajoelhou na minha frente, enfiou o pau na minha boca e começou a foder meu rosto no mesmo ritmo que o irmão fodia meu cu.
— Olha pra ela… toda melada de cuspe, levando no cu como uma puta barata. Você é só isso, Fernanda. Um buraco pra gente gozar quando a gente quiser.
Carlos metia cada vez mais fundo e mais rápido no meu cu, dando tapas fortes na minha bunda que ecoavam no quarto.
— Diz que você é só nossa vadia — ordenou ele, puxando meu cabelo.
— Eu sou… só sua vadia… — gemi, a voz abafada pelo pau de Rodrigo.
— Mais alto, porra.
— Eu sou a vadia de vocês! Só um pedaço pra aliviar o tesão de vocês!
Eles trocaram de lugar. Agora Rodrigo metia no meu cu, ainda mais longo e fundo, enquanto Carlos fodia minha boca, cuspindo na minha cara de vez em quando e espalhando o cuspe com a cabeça do pau.
— Você tem ciúmes da Júlia? — perguntou Carlos, a voz sádica. — Então imagina ela chupando meu pau enquanto você tá aqui levando no cu dos dois.
Eu gozei forte, apertando o pau de Rodrigo dentro do meu cu, o corpo tremendo inteiro de humilhação e prazer. Eles não pararam. Continuaram me usando como um brinquedo — estocadas brutais, cuspe, tapas, palavras degradantes.
No final, os dois se colocaram de joelhos sobre mim. Carlos segurou meu cabelo, obrigando-me a ficar com o rosto virado para cima e a boca aberta.
— Abre bem. Vamos te dar o que você merece.
Eles se masturbaram rápido e gozaram quase ao mesmo tempo — jatos grossos e quentes acertando meu rosto, minha boca, meus olhos, meu cabelo. Porra escorrendo por todo lado, misturada com o cuspe deles.
Carlos deu um tapa leve no meu rosto melado e disse, a voz baixa e ameaçadora:
— Nunca mais faça aquilo, entendeu? Da próxima vez vai ser pior.
Rodrigo apenas sorriu, limpando o pau na minha bochecha.
— Boa vadia. Agora vai se limpar e volta pro seu quarto. Amanhã continuamos o castigo.
Eu me levantei cambaleando, o rosto destruído, o cu latejando, as pernas fracas. Subi as escadas com a porra dos dois escorrendo pelo meu corpo, sentindo-me completamente humilhada… e, ao mesmo tempo, mais viciada do que nunca.
O ciúme ainda queimava no peito.
Mas agora eu sabia que, quanto mais eu provocasse, mais sádicos eles ficariam.
E uma parte doente de mim queria exatamente isso.
Os dias depois do castigo foram estranhos.
Carlos e Rodrigo estavam mais exigentes, mais sádicos. Toda manhã eu continuava acordando Carlos com a boca, mas agora Rodrigo também participava quando podia. Eles me usavam com mais força, mais cuspe, mais palavras humilhantes. Eu obedecia, gozava, e depois me sentia vazia. O ciúme da Júlia ainda me corroía por dentro, especialmente quando Carlos saía com ela ou postava fotos dos dois juntos.
Mas a casa tinha outro morador que começava a chamar minha atenção de um jeito diferente.
Eduardo, o caçula de 21 anos.
Ele sempre foi o mais quieto dos três. Tímido, educado, quase nunca participava das brincadeiras mais pesadas dos irmãos. Passava a maior parte do tempo no quarto estudando ou jogando no computador. Eu o via pouco, mas quando via, ele me tratava com um respeito quase infantil — “boa noite, Fernanda”, “obrigado pelo café”, “precisa de ajuda com as compras?”.
Depois do churrasco, comecei a perceber que ele olhava para mim de um jeito diferente.
Era sutil no começo. Um olhar um pouco mais demorado quando eu passava pela sala de shortinho ou de regata fina. Um rubor leve quando eu me abaixava para pegar algo no chão e ele estava por perto. Ele desviava rápido, mas eu sentia.
Uma tarde, Ricardo tinha viajado novamente e Carlos tinha saído com Júlia. Rodrigo estava na academia. Eu estava na cozinha preparando um lanche quando Eduardo desceu.
Ele parou na porta, hesitante.
— Posso ajudar? — perguntou, voz baixa.
— Pode sim, Edu. Pega o pão na geladeira pra mim?
Ele se aproximou. Enquanto pegava o pão, seu braço roçou de leve no meu. Foi um toque inocente, mas eu senti meu corpo reagir. Ele corou imediatamente e se afastou um passo.
— Desculpa… — murmurou.
Eu sorri, tentando parecer natural.
— Tudo bem. Você tá crescendo rápido, hein? Tá ficando cada dia mais bonito.
Ele corou ainda mais e não soube o que responder. Ficou ali, me ajudando a montar os sanduíches em silêncio. De vez em quando eu sentia o olhar dele nas minhas pernas, no decote da regata. Não era o olhar faminto de Carlos ou Rodrigo. Era curioso, tímido, quase reverente.
Naquela noite, depois que todos foram dormir, Carlos e Rodrigo me chamaram para o quarto de Rodrigo novamente. Eles estavam sentados na cama, jogando videogame.
— Vem cá, vadia — disse Carlos sem tirar os olhos da tela. — De joelhos.
Eu me ajoelhei entre eles e comecei a chupá-los alternadamente enquanto jogavam. Eles falavam baixo, rindo, me tratando como um brinquedo.
No meio do boquete, ouvi passos leves no corredor. Meu corpo congelou. Carlos segurou minha cabeça e continuou fodendo minha boca devagar.
— Relaxa. Deve ser o vento — murmurou.
Mas eu tinha certeza de que tinha visto uma sombra passar pela fresta da porta entreaberta.
No dia seguinte, Eduardo estava mais quieto que o normal no café da manhã. Ele mal olhava para mim, mas quando olhava, havia algo novo nos olhos dele — uma mistura de confusão, curiosidade e algo que parecia… desejo?
Eu senti um frio na barriga.
À tarde, enquanto eu dobrava roupas na lavanderia, Eduardo apareceu na porta.
— Fernanda… posso falar com você um segundo?
Meu coração acelerou.
— Claro, Edu. Entra.
Ele entrou e fechou a porta atrás de si, mas ficou longe, encostado na parede.
— Eu… eu ouvi uns barulhos ontem à noite. No quarto do Rodrigo. E… eu vi você. De joelhos. Com eles.
O silêncio ficou pesado. Eu senti o rosto queimar.
Eduardo continuou, voz tremendo um pouco:
— Eu não entendi direito… mas você tava… chupando eles? Enquanto eles jogavam?
Eu não soube o que dizer. Parte de mim queria negar. Outra parte sentia um tesão estranho ao ver o caçula tão inocente me confrontando.
— Edu… isso é complicado. Não é o que você está pensando.
Ele baixou os olhos, mas não saiu.
— Eu não vou contar pro pai. Prometo. Só… eu não consigo parar de pensar nisso. Em você.
Ele levantou o olhar novamente, as bochechas vermelhas.
— Você é tão linda, Fernanda. E eu… eu nunca imaginei que você fosse… assim.
Eu me aproximei devagar, o coração batendo forte. Parei bem perto dele, sentindo o cheiro de garoto limpo e tímido.
— E como você me imaginava, Edu?
Ele engoliu em seco, sem conseguir responder.
Antes que eu pudesse dizer mais alguma coisa, ouvimos a porta da frente bater. Carlos e Rodrigo tinham voltado.
Eduardo se assustou e saiu rápido da lavanderia, murmurando um “desculpa” quase inaudível.
Eu fiquei ali, sozinha, com a boceta latejando e a cabeça girando.
Carlos e Rodrigo já sabiam como me usar.
Mas Eduardo… ele era diferente. Inocente. Curioso.
E pela primeira vez, eu comecei a imaginar como seria corrompê-lo aos poucos.
Enquanto isso, o ciúme da Júlia ainda queimava.
E Carlos e Rodrigo continuavam me tratando como o brinquedo sexual da casa.
A casa estava ficando cada vez mais perigosa.
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