DP com dois primos

Um conto erótico de marianinfaclara
Categoria: Heterossexual
Contém 1758 palavras
Data: 15/04/2026 10:53:09

Contei ontem a primeira história de um menage com uma outra mulher e recebi mensagens pedindo para contar algum com homens, então aqui está.

Já perto de sair da minha cidade natal, eu era mais piranha que nunca. Fazia um esforço tremendo para manter a minha imagem já que a cidade era pequena, mas não desperdiçava nenhuma oportunidade de fazer uma boa sacanagem.

Nessa época, eu tinha um ficante chamado Emerson, um cara que era do meu núcleo de amigos e adorava ser usado de ferramenta para eu me aliviar. Emerson era bem bobão e desengonçado, tinha fama de virgem e tudo mais, mas era uma delícia entre quatro paredes. Magrelo, nerdinho, baixo, pirocudo e sempre disposto.

Quando resolvi me mudar, Emerson até chorou quando se despediu, me deu um presente, fez questão de manter contato, mas acabei me distanciando. Foi aí que, no final do meu primeiro ano morando fora, resolvi voltar para casa apenas para curtir o Réveillon com a família. Claro que minha volta foi motivo de celebração e aproveitei para rever, também, os bons amigos.

No dia 30 de dezembro, resolvi ir para um boteco que tinha perto da casa dos meus pais. Eu sabia que algumas amigas e conhecidas estariam lá, seria uma boa oportunidade de pôr o papo em dia. Quando cheguei, a primeira pessoa com quem me deparei foi Emerson. Ele veio me cumprimentar com um aperto de mão sem graça, mas eu o agarrei em um abraço caloroso. Ele tinha claramente ficado com vergonha, mas eu não entendia o motivo. Emerson saiu de lado e eu fui procurar a mesa com meu pessoal.

Sentei e comecei a beber, mas bem de leve. Dancei forró, fofoquei, contei sobre a vida em outro estado e curti demais a estadia ali.

Já caindo o anoitecer, eu paguei minha conta e fui saindo de volta pra casa. Foi aí que Emerson me abordou acompanhado de outro cara bizarramente parecido com ele, seu primo Felipe.

"Oi, gatinha. Meu nome é Felipe. O Emerson ficou todo feliz quando te viu e eu logo vi que ele está afim de você."

Felipe parecia o tipo de cara que eu não gosto muito, meio seguro de si demais, do tipo que fala para a boca não feder. Eu desconversei, percebi que ele achava que iria envergonhar meu menino Emerson.

"Oi, gatinho. Já estava de saída, você também?"

Emerson apenas acenou que sim, meio intimidado com o primo metido a besta.

"Vamos dar um pulinho em outro lugar. Que tal?"

"Opa, gatinha, minha casa está livre."

Eu não tinha perguntado nada para o Felipe e sua atitude me incomodava demais, mas percebi que seria uma boa oportunidade de dar a ele uma lição.

"Eu só vou se o Emerson for."

"Claro que vou, Clarinha. Só pra ficar perto de você."

Felipe tomou a frente sacaneando o primo com piadas idiotas e eu fui os seguindo. Chegando lá, ele morava numa kit net pequenininha. Só tinha uma cama, onde seria a sala, fogão, uma mesinha, pia e banheiro. Era até dificil me sentir a vontade ali. Felipe sentou na beira da cama e eu me sentei numa cadeira, ao lado da de Emerson.

"E então, gatinha? A gente podia se divertir né?"

Eu me levantei, sentei de frente no colo de Emerson e beijei sua boca.

"Acho que com você não, eu quero esse gostoso aqui."

O cara ficou em choque, parecia ter visto uma assombração tamanha sua surpresa.

Eu beijava Emerson com todo o gosto do mundo, chupava forte seus lábios, mordia o pescoço, gastava muita saliva na pegação e ele correspondia, como sempre. Felipe se aproximou querendo entrar, mas eu tirei sua mão de mim.

"Olha, eu tô aqui pelo Emerson. Se quiser assistir, pega uma cadeira e fica quietinho. Se não, pode sair."

A casa parecia ser minha pelo jeito que eu falava, mas Felipe não retrucou, sentou numa cadeira de frente pra cama e ficou calado. Eu me levantei do colo de Emerson e fui andando até a cama, tirando a roupa pelo caminho e me deitando de pernas bem abertas.

Emerson, que me conhecia bem, foi seguindo e tirou da carteira algumas camisinhas. Quando chegou até mim, começou a me chupar com uma vontade incrível.

Ele tinha melhorado naquilo, aparentemente estava tão ativo quanto eu. Lambia minha buceta como se beijasse minha boca, dedava meu cuzinho sem muita pretensão e ia me babando e deixando mais e mais molhada.

Eu mesma tomei a atitude de puxá-lo para cima de mim, giramos na cama enquanto nos pegávamos e daí eu tirei sua roupa, deixando seu mastro à mostra. Ele seguia maravilhoso, duro, quente, melado e cheio de virilidade. Comecei a mamar ele lambendo todo o comprimento, Emerson adorava que eu fizesse com seu pau como se chupasse um pirulito.

Fiquei alguns minutos mamando gostoso, mas logo resolvi colocar uma camisinha e sentar no seu pau. Eu rebolava sobre toda a extensão daquela rola gostosa, me abaixava e beijava Emerson, depois me erguia outra vez e gemia alto.

"Que pau gostoso, gato. Que saudade que eu tava."

Emerson me apertava onde conseguia, bunda, cintura, peitos, passava a mão deixando um rastro de tesão no meu corpo, me fazendo arrepiar de prazer. Parei de cavalgar e comecei a me arrumar para sentar de costas em Emerson, ficando de frente para Felipe. Antes de me virar por completo, peguei a mão de Emerson e chupei seus dedos, babando bastante.

Quando sentei em seu pau outra vez, agora de costas para ele e com a bunda exposta, ele começou a enfiar o dedo babado no meu cuzinho e apertar forte minha bunda com a outra mão. Quase me faltou força nas pernas nesse momento, eu gemi de prazer, me sentindo preenchida e com mais tesão ainda. Enquanto rebolava em Emerson, olhava fixamente para o primo Felipe, que se masturbava quietinho naquela cadeira.

"Vem cá."

Eu estava na beira da cama, Felipe se levantou e veio rapidamente, Emerson chegou a parar de me dedar para ver do que se tratava, mas assim que eu chamei sua atenção, ele voltou a fazer seu trabalho.

"Hmm... o pau do seu primo é uma delícia."

Eu olhei pra baixo e, sem parar minha sentada nem por um segundo, agarrei o pau de Felipe.

"Vocês são tão parecidos, mas nisso não. O dele é bem maior e mais grosso."

Não era bem verdade, mas eu precisava dar uma lição naquele idiota antes de dar pra ele. Eu tinha alguma dificuldade de falar, mas me concentrava e ia guiando os dois até onde eu queria.

"Eu deixo você meter na minha bucetinha, mas só se disser que seu primo é mais macho que você."

"Meu primo é mais macho que eu."

Felipe respondeu quase que instantaneamente, era mesmo um exemplar ruim de homem. Emerson só ouvia, seguia enfiando os dedos no meu cuzinho e resistia bravamente à minha sentada. Me levantei dele, que me olhou meio desesperado.

"Calma, gatinho. Vou te dar uma coisa bem gostosa agora."

Felipe se deitou ao seu lado, colocou uma camisinha e eu sentei nele, sem cerimônia, cavalgando com força para ver se ele aguentaria. Percebi que não, então fiquei paradinha com sua rola enterrada em mim, agarrei o pau de Emerson, que seguia duro do meu lado, e punhetei um pouco.

"Vem gatinho, meter no meu cu."

A feição dele mudou na hora, pedi que Felipe fosse mais para dentro da cama, para deixar espaço para o primo ficar atrás de mim. Inclinei meu corpo para baixo até que ficasse colado com o de Felipe, deixando minha bunda exposta e livre.

Emerson lambeu bem ela e deu uma cuspida, depois segurou a cabeça do pau, encstou no meu rabo e foi entrando de pouco em pouco.

Eu estava parada com a rola de Felipe enterrada na minha buceta, pulsando paradinha, enquanto Emerson estava me rasgando por trás. A sensação de estar preenchida nos dois buracos era indescritível. Meu cu estava acostumado a ser bem tratado, já tinha repetido outras vezes um anal com Jorge, então aquilo era fichinha.

Quando Emerson começou a socar, eu gritei de tesão, gemia pertinho do ouvido do primo. Estava sendo enrabada bem gostoso e o vai e vem dele empurrava meu corpo para frente e para trás, fazendo o pau de Felipe entrar e sair, com meu grelinho se esfregando contra seu corpo. Era perfeito.

"Eu tô quase, gatinha."

"Nada disso, segura que tá uma delícia. Se você gozar antes de mim eu conto pra todas as garotas da cidade que você é um viado brocha."

Felipe fechou os olhos e apenas deixou o fluxo seguir. Emerson ia cada vez mais fundo e mais forte, eu já nem conseguia reagir muito, apenas delirava e gemia forte de prazer.

Meu orgasmo veio de uma vez, sem muito anuncio, eu gritei enquanto gozava e senti o pau de Felipe pulsando dentro de mim e ele se contorcendo todo.

Emerson parou por um segundo, enquanto eu relaxava, parecia cada vez mais macho na transa, aguentou sem reclamar minha sentada e meu cuzinho, então resolvi recompensa-lo. O empurrei para fora de mim e arranquei sua camisinha.

"Enterra e goza no meu cuzinho, meu gato."

Me empinei ainda mais, agora que o pau de Felipe estava fora de mim. Ele seguia ali parado, olhando pra mim admirado e sem muita força para reagir.

Quando Emerson socou outra vez, eu apertei os braços de Felipe com toda a força, senti minha cintura sendo agarrada e ele indo mais fundo e mais forte.

"Que homem tesudo. Enche minha bundinha de leite, meu gatinho gostoso. Mostra pra esse frouxo como se faz."

Eu gemia com o rosto colado no peito de Felipe, Emerson agarrado em mim ia colocando e tirando cada centímetro de rola, até gozar. E que gozada.

Ele estava enterrado dentro de mim enquanto jorrava e ainda assim escorreu porra da minha bundinha, sentia o calor do seu esperma ir escorrendo e pingando, eu estava completamente cheia.

Quando tirou o pau e se levantou da cama, eu colapsei sobre o corpo de Felipe, que claramente estava incomodado com a porra do primo pingando em seu corpo. Antes de me levantar, ainda dei um beijo bem gostoso nele, pedi uma toalha e fui me lavar.

Saí dando tchau para ambos e um beijo quente no meu ficante gostoso. Quando os deixei, eles ainda estavam pelados e meio sem energia. Já eu, de vontade realizada e ansiosa para repetir a dose nos dois buracos de uma vezEmail: marianinfaclara@gmail.com

Instagram: marianinfaclara

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Comentários

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Clarinha...

Cada vez melhor!

Mereceu⭐⭐⭐

Beijão na raba😈♥️

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Delicia de conto minha safada, vontade de participar de algo assim com vc é grande.

Parabéns, conto perfeito!!

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