04 – Marido me negligencia e acaba corno do filho – Giuliano arrebenta minha calcinha e enfia seu pauzão em mim

Um conto erótico de Mamãe Necessitada
Categoria: Heterossexual
Contém 4687 palavras
Data: 15/04/2026 09:38:09

Estava satisfeita sexualmente como não ficava há muito tempo por ter gozado com Giuliano mamando, tomando meu leite e massageando ao mesmo tempo meus seios pela primeira vez, mas só ficaria totalmente satisfeita quando tivesse aquele pau que senti pouco antes com os tecidos nos separando, arrombando minha buceta.

Ao me olhar no espelho no banheiro, além de ver uma mulher satisfeita via uma mulher bonita e com um corpo que não tinha nem antes por estar me dedicando muito a academia com 3 idas semanais e uma dieta muito balanceada, além de perder muita caloria com a produção exagerada de leite. Esse era o lado bom de produzir tanto leite. Bom, teve o outro muito melhor que foi precisar da ajuda de meu filho me dando aqueles momentos inimagináveis e deliciosos.

Meus pelinhos loiros estavam melados e emaranhados de tanto que vazei e também podiam ter um pouco do esperma de Giuliano tendo atravessado o tecido. Olhando para eles tive uma ideia safada e os depilaria e deixaria minha bucetinha depilada e lisinha como nunca tinha feito antes, sendo só para Giuliano que dava sinais de que não demoraria a se encontrar com ela.

A depilei durante o banho a adorando peladinha só mostrando os finos lábios rosinhas e coloquei uma calcinha sensual e infelizmente o feio sutiã de amamentação e por fim só um vestidinho.

Daquele momento em diante eu estaria sempre pronta para ser arrebatada por meu filho, ou para apenas o deixar me mamar daquela forma e gozar despudoramente em seu colo e sua boca novamente, mas o jogo da sedução estava delicioso e queria que meu filho tivesse isso como eu tive ainda mais jovem do que ele e por isso sempre fingiria estar resistindo.

Era sábado quando costumávamos sair para almoçar em um restaurante ou em meus pais, com ou sem a companhia de Tales, na maioria das vezes sem. No horário de decidirmos Giuliano veio me procurar e eu estava na cozinha já pensando em fazer alguma coisa.

– Onde vamos almoçar mãe?

– Seu pai com certeza não vai aparecer e estou pensando em fazer algo aqui, pois não estou com vontade de me arrumar toda e pegar tudo o que precisa levar para sua irmãzinha. Estou um pouco cansada.

Não era cansada de cuidar da bebê ou algo na casa, mas da energia despendida naqueles orgasmos deliciosos sentada em seu colo enquanto ele me mamava. Giuliano pareceu entender e se ofereceu para me ajudar como muitas vezes acontecia. As vezes ele até fazia tudo sozinho enquanto eu cuidava de sua “irmãzinha”.

E foi nela que pensei logo que começamos a preparar o almoço em conjunto. Decepcionada e com raiva por Tales não ter escolhido a família em primeiro lugar e tendo a certeza que me entregaria a Giuliano, decidi que não era justo ele não saber que era o pai e decidi contar a ele sabendo que ficaria feliz, mas esperaria um momento especial, quem sabe quando ela completasse uma ano.

Evitamos falar sobre o que aconteceu no quarto, mas enfim Giuliano não se aguentou.

– O que você achou do modo como eu te ajudei hoje mãe? Bem mais confortável para seus braços e suas costas que estão sempre doendo, não foi?

– Não posso negar que foi, mas seus braços devem ter ficado doloridos pois tiveram que ficar um tempão para o alto. Talvez possamos revezar.

– Doeu nada mãe. Minhas mãos ficaram muito bem encaixadas e apoiadas. Para mim também ficou melhor, pois meu pescoço naquela posição deitada ficava um pouco dolorido.

– Então vamos continuar assim, mas vamos evitar meu quarto.

– Porque? Aquela poltrona é muito boa, mas também pode ser em qualquer lugar da casa agora. Antes eu tinha que deitar e só podia ser no sofá ou em uma cama, mas nunca fizemos lá. Agora pode ser em qualquer poltrona, sofá, cadeira ou mesmo em minha cama ou na sua sentado com apoio e você sentada em minha pernas.

Ohh deus. Giuliano me fez molhar de novo a calcinha com sua audácia me preparando para os lugares que poderia me “ajudar” daquele momento em diante. O que me excitou mais foi dizer que poderia ser em sua cama, mas em seu colo qualquer lugar seria bom.

Poderia demorar um pouco ainda por minha grande produção de leite, mas com a bebê crescendo logo poderia não ser necessária sua “ajuda” e aquela desculpa não existiria mais, mas eu tinha certeza que não precisaria mais delas. Só que o fiz pensar nisso, para que não ficasse perdendo muito tempo até perder o controle e me tomar.

– Nem sei se vou precisar por muito tempo você me ajudando, pois sua irmã mama cada vez um volume maior.

Ele me olhou parecendo bem triste.

– Vou ficar sem meu leite gostoso e com certeza triste, pois além de te ajudar me conecto com você de uma forma impossível de outro jeito.

Queria dizer a ele que não precisaria da justificativa de me ajudar para ter acesso ao peito da mamãe quando quisesse, mas era ele quem tinha que descobrir isso.

– Também acho meu amor.

Almoçamos e naquela noite quando sabia que ele iria pedir para me ajudar novamente, seu pai chegou e para minha tristeza atrapalhou tudo.

Nos dias seguintes fiquei decepcionada por Giuliano não ter avançado do ponto que tínhamos chego, mas duas vezes por dia ele me massageava os seios enquanto mamava no sofá ou na poltrona de meu quarto e gozávamos nos esfregando. Fazendo parecer que não era intencional dei um jeito de usar saias algumas vezes e ele fazia o mesmo usando o short de pijama de tecido mais macio, o que deixava ainda mais gostoso.

Se antes eu percebia um remorso em Tales por deixar a família em segundo plano, depois daquela noite malfadada, não mais e era como se ele tivesse gritado com todas as forças para mim – Você sabe que se não faço sexo com você, não é porque não quero e sim por que não consigo e pelo mesmo motivo também não tem como te trair com nenhuma outra mulher.

Quanto ao trabalho ele já tinha deixado claro que não poderia se desfazer dele e já tinha viagem marcada de 7 dias para a terça-feira seguinte. Triste foi descobrir quando me avisou, que eu não sentiria falta dele, alguém que era o amor de minha vida. Giuliano ficava sabendo das viagens do pai porque eu contava depois de Tales me contar, normalmente na cama.

Depois daquela noite que tentei reacender seu fogo ao menos algo de positivo aconteceu, pois começou a beber bem menos. Foi fácil perceber que com medo ou vergonha de contar seu problema a mim, ele bebia para não precisar me enfrentar quando não chegaria tarde e cansado.

Ciente como eu estava ele não precisava mais se justificar e mesmo chegando mais cedo, nada acontecia a não ser jantar com os filhos.

Na terça-feira Tales saiu de madrugada para o aeroporto e logo depois Giuliano, como sempre, me aliviou os seios cada vez menos doloridos e é claro que gozamos nos esfregando.

Quando voltou da aula, ele parecia inquieto, mas após almoçarmos ele foi para seu quarto fazer seus deveres e quando a irmãzinha acordou no quarto ao lado do seu e em frente ao meu, foi brincar com ela para me dar um descanso durante as tardes em que muitas vezes cochilava por ter acordado muito durante a madrugada.

Sem saber, ele era um pai presente, dedicado e amoroso e que me dava um orgulho danado me fazendo ama-lo ainda mais.

Naquela noite após uma hora de dar banho na bebê e a pôr para dormir eu estava vendo algo na TV e ele chegou de pijama, cabelo úmido e cheiroso se sentando ao meu lado.

– Você já está precisando ser aliviada mãe?

Na verdade, não precisava, mas estava especialmente tarada pensando que naquela semana de ausência de seu pai, Giuliano enfim poderia deixar seus receios de lado e fazer amor comigo.

O dia todo tinha ficado com uma saia molinha e com uma calcinha que tinha o tecido mais fino de todas no fundo para que em nossa esfregação eu o sentisse quase como se não tivesse o tecido e vendo que vestiu um short de dormir também de um tecido macio, me animei, mas o que me deixou animada mesmo foi ver que ele não estava de cueca com seu enorme volume destacado mesmo sem estar duro.

– Estou sim, falei começando a me movimentar para o montar.

– Espera mãe. Hoje quero no seu quarto.

Ele nunca impunha desse jeito sem me pedir ou dar sugestão antes esperando que eu aceitasse e gostando de sua atitude não hesitei

– Então vamos, falei me levantando.

Giuliano também se levantou e fomos para o meu quarto, ele atrás de mim. Quando chegou lá tomou seu posto na poltrona como tantas vezes e me sentei em seu colo sentindo seu pau semiduro, da mesma forma que minha buceta já melava.

Sem rodeios, ele tirou minha camisetinha e depois meu sutiã e todas vezes que fazia isso me envaidecia por ficar muitos segundos os admirando antes de levar as mãos a eles. Só que suas mãos não foram para meus seios como de costume, mas uma para meu bumbum e a outra para minhas costas nuas e me pegando de surpresa se levantou do sofá em direção a cama que eu tinha deixado desarrumada após o cochilo da tarde.

– O que você está fazendo Giuliano, perguntei atordoada

– Hoje vou mamar de outro jeito mãe, falou colocando um e depois outro joelho sobre a cama.

Devagar ele foi se inclinando até que me colocou deitada de costas na posição papai e mamãe ficando entre minhas pernas. Seu peito apertava meu seios cheios de leite e os sentia vazar melando sua camiseta.

Olhando para seu rosto lindo achei que tinha chego a hora e que ele afastaria minha calcinha e invadiria minha bucetinha sedenta por aquele pauzão. Só que Giuliano começou a descer por meu corpo até ficar com o rosto na altura de meus seios, me dando um balde de água fria porque parecia que seu arroubo iria parar por ali só mudando o modo de fazer me aliviando deitada ao invés de sentada.

Eu não tinha nem o bônus de seu pau esfregando em minha buceta pois ele deveria estar contra o colchão na altura de minhas coxas. Apoiando os cotovelos de cada lado de meu corpo levou as mãos a meus seios e começou massageá-los e por alguns minutos nada diferente do normal a não ser o fato que não mamava ao mesmo tempo.

Em minha buceta encharcada eu tinha seu abdome e quando os nós de minhas glândulas mamárias foram amaciados depois de poucos minutos foi que tudo mudou. Deixando de olhar para mim, olhou para meus seios e os agarrou enfiando os dedos de uma forma como nunca tinha feito. Gemi, mas não de dor.

– Ahhhhhnnnnnnn.

Se inclinado ele lambeu um seio recolhendo todo o leite vazado, mas não delicadamente como sempre e sim como um homem voraz me arrepiando inteirinha e então fez o mesmo com o outro fazendo meu corpo menor se esticar debaixo do seu.

Sem parar de apalpar daquele jeito másculo, fez algo nada inocente começando a beijar e lamber toda a pele aparente de meus seios, dos dois, trocando incansavelmente. Eu gemia sexualmente, mas tinha que me conter pois a porta do quarto da bebê era em frente da de meu quarto e ambas estavam abertas. Felizmente ela dormia bem, pois nada poderia nos atrapalhar naquele momento.

– Ahmmm, Ahmmm. Ahhhmm, eu gemia a cada lambida e a cada beijo, mais os toques de seus dedos invadindo minha carne firme, mas sem me machucar.

Chegou um momento após ter beijado ou lambido cada pedacinho de meus dois cones turgidos onde espremeu o seio direito deixando a aréola e o mamilo ainda mais saltados e caiu com a boca nele beijando, lambendo em torno do mamilos várias vezes até que o enfiou para dentro e sugou como uma voracidade jamais demonstrada tomando meu leite.

Na hora explodi em um orgasmo imenso e sem mais pudores levei a minha mão em sua cabeça e a apertei contra meu seio

– Ohhhhhhhhhuuuuuuuuuuuuuuuu.

Enquanto aquele orgasmo me tomava, Giuliano mostrou que não era sua intenção drenar meu seio naquele momento e levantando minha mão em sua nuca junto foi para o outro dando o mesmo tratamento que nada a tinha a ver com todas as vezes que mamou antes.

Gozando só tendo os seios mamados, aquele era sem dúvidas o mais forte e longo porque minha buceta nem tinha seu pau esfregando nela. Quando perdeu intensidade Giuliano percebeu e se ajoelhou entre minhas pernas abertas e com certeza via minha calcinha fina totalmente encharcada.

Ainda com o gozo por terminar temi que ele parasse por ali, mas então o vi tirando a camiseta pela cabeça exibindo seu peitoral lindo e firme. Sempre tão contido, nada me preparou para o que meu lindo e gostoso filho fez a seguir.

Com as mãos levou a saia até minha barriga e pegando em cada lateral de minha calcinha deu um puxão violento para cada lado e a estraçalhou jogando os trapos no chão. Olhando para minha buceta pela segunda vez, desta vez sem os pelinhos e totalmente nua, o vi passar a língua nos lábios com um olhar selvagem que me arrepiou até o ultimo fio de cabelo.

Eu estava completamente atônita com seu modo de agir e mais tarada do que jamais estive antes. Olhando para minha bucetinha escancarada ele mostrou que ela teria sua vez, como meus seios tiveram antes, mas não naquele momento.

– Ela está lindinha, mas vai ter que ficar para ser lambida uma outra hora falou abaixando o short exibindo aquele pau parecendo ainda maior do que eu me lembrava.

Giuliano se inclinou até que sua enorme cabeça tocasse a ponta em meus lábios e sob meu olhar parecendo um gato no meio da estrada correu sua glande para cima e para baixo algumas vezes. Eu tinha tanto desejo que mal conseguia gemer esperando o momento que ele me penetraria como eu quis tantas vezes naquele pouco mais de um ano. Quando encaixou na portinha e ia começar a se inclinar para ir me penetrando me disse algo familiar.

– Se não quiser, diga agora que eu paro, falou olhando em meus olhos.

Foi o mesmo que eu disse naquele dia que praticamente o estuprei, se não tivesse feito essa pergunta. Naquele momento ele fazia o mesmo comigo e como ele, nunca pedi que parasse.

Se inclinado seu cogumelo começou a invadir meu canalzinho o dilacerando. Nem parecia que ele já tinha o invadido uma vez e muito menos que eu tinha tido um parto natural 4 meses antes. Agarrei o lençol sentindo dores, mas um prazer imensurável.

Eu gemia e gritava, mas sempre de forma abafada porque tudo o que eu não poderia fazer era acordar minha filhinha naquele momento tão esperado.

– Hummmmmmmm. Maammmmmm. Uhhhmmmmmmm.

Pensei que a academia e os exercidos kegel tinham deixado meus músculos pélvicos mais fortes do que antes pois parecia ainda mais difícil do que naquela noite. Apesar de seu desejo animal de me possuir Giuliano olhava preocupado para seu pau arregaçando minha bucetinha certamente pensando que iria me machucar. Meu canal de tão tensamente pressionado de dentro para fora não conseguia nem mais o comprimir, não que precisasse.

– Hummmmmmmm. Maammmmmm. Uhhhmmmmmmm, eu gemia sem parar e sem imaginar o quanto ainda faltava.

Deduzi que ainda faltava metade quando ele precisou esticar os braços e apoiar as mãos ao lado de meu corpo e perdendo a visão da penetração olhava preocupado para mim. Soltei o lençol e levei as mãos a seus ombros o puxando mostrando que o queria todo dentro e aliviado ele foi soltando o peso entrando milímetro por milímetro, mas sem parar.

A sensação era de que não iria caber mesmo e eu respirava acelerado tentando amenizar o desconforto, mas me lembrava que ele já tinha estado lá dentro inteirinho no maior e mais longo orgasmo de minha vida.

O que eu tinha certeza era que teria outro quase tão grande ou ainda maior, pois desta vez era ele quem me tomava por vontade própria com um verdadeiro macho e eu não sentia mais remorsos nem por ele e nem por trair seu pai.

Eu me sentia cada vez mais atopetada e meu desejo era gritar muito forte de desconforto e prazer, mas me continha gemendo baixinho e arranhando seus ombros. Faltava ainda um bom tanto quando seu peito chegou a meus mamilos eriçados e melados de leite e começaram a espreme-los e depois os seios deixando tudo mais intenso.

Quando percebeu que faltava muito pouco para que tivesse enterrado aquele poste dentro de mim, sabendo que eu iria aguentar, Giuliano se despreocupou e pela primeira vez falou durante aqueles minutos olhando em meu olhos novamente com um olhar quase selvagem.

– Nas próximas vezes vai doer cada vez menos, pois vou te fazer se costumar de tanto que vou te comer, pois de agora em diante sou o marido que você não vai precisar arrumar fora de casa e você é minha.

Quando terminou de falar daquele modo todo cheio de si senti meu colo do útero sendo empurrado para dentro e seus pelinhos na pele de minha buceta depilada e o agarrando pelo pescoço nem tive tempo de dizer que estava gozando quando o beijei pela primeira vez. Senti que era o gozo mais poderoso que que já tinha sentido, mais ainda daquele em nossa única vez.

Era um beijo totalmente descoordenado porque ele parecia inexperiente e gozando daquela forma eu não conseguia mover a língua como precisava, de qualquer forma era nosso primeiro beijo e pelo que tinha falado, não seria o último.

Nada foi melhor e excitante em minha vida anterior do que meu filho me tomando como sua fêmea e se impondo como meu macho com aquela ferramenta enorme me entupindo e seu corpo grande entre minhas pernas espremendo meus seios sensíveis com seu peito.

Foi uma longa jornada desde aquela noite que insanamente o seduzi entorpecida pelo álcool e pelo tesão reprimido. Por sua vontade e por aceitação minha eu era sua e ninguém mais mudaria isso, nem meu marido se conseguisse se recuperar e se tentasse, deixaria de ser marido para ser ex-marido.

Separando o beijo, ele começou a se movimentar devagar ainda tirando pouco e o afundando novamente enquanto meu gozo ficava ainda mais forte.

– Eu tentei muito resistir sabendo que é errado fazer amor com minha mãe e trair meu pai, mas não consigo mais pois eu te amo e te desejo desesperadamente. De agora em diante você é minha e nem que meu pai queria você vai transar com ele, entendido?

Oh meu deus. Além de toda a situação que já me levava aos céus dos prazeres, meu filho falar daquele jeito possessivo me arrepiava a espinha de tesão e ele nem sabia ainda que era o pai de minha bebê porque quando soubesse seria ainda mais possessivo.

– Simmmmmmm, aceitei perdida em uma tempestade de prazer, não só por ter aquele pau imenso entrando e saindo de mim, mas por sua atitude surpreendente.

– Desde aquela noite não consegui parar de pensar que queria ter essa sua bucetinha só para mim, e agora ela é, não é?

Tendo que se alçar um pouco a cada levantada de seu quadril para poder tirar tudo, meu filho começou a entrar e sair inteiro da buceta que reivindicava e não tinha como resistir a ele e nem queria.

– Ahhhhmmmm. Ela é sua meu amor. Ahhhuuuu. Desde aquele dia ela era já sua_________e também tentei resistir, mas não aguentava mais, falei todo entrecortado

– Mamãe, mamãe. Porque você é tão adorável, linda e gostosa? Ohhhhhuuuuu.

Eu realmente estava no céus dos prazeres e ele me chamar carinhosamente de mamãe pela primeira vez, ainda mais naquela situação e me fazer aqueles elogios era a plenitude de minha vida, com nossa filhinha linda e saudável lá no outro quarto.

Giuliano não queria uma resposta e me deixei curtir aquele gozo poderoso e sem fim que já durava alguns poucos minutos.

– Eu quero gozar de novo dentro de você mamãe para confirmar que você é só minha, então vou acelerar e se doer ou ficar desconfortável dê 2 tapas em meu braço. Entendeu?

– Simmmm.

Quando Giuliano acelerou descobri que o céu dos prazeres também é dividido em níveis e fui para o seguinte e depois o seguinte. A masculinidade e a potência com que começou me comer eram arrebatadoras, mais ainda do que seu pau imenso pois ele provava que sabia o que fazer com ele.

A minha cama de casal presenciava pela primeira vez uma traição minha naquele quarto e era a prova que nunca fui tão espetacularmente comida nela, nem por meu ex-delicioso e ex-fogoso marido bem dotado.

Fechei os olhos porque eles giravam entorpecidos pelo prazer que só meu filho poderia dar naquela intensidade. A cama rangia enquanto eu descia e subia naquele colchão, mas ele tinha o cuidado de no final da penetração se segurar para não machucar meu útero.

– Você quer meu esperma mamãe, perguntou me tirando daquele delírio.

– Simmmmmmmm.

– Posso gozar dentro? Ohhhhhhhh.

Mal sabia ele que esse mal ele já tinha feito a sua mamãe.

– Simmmmmmm. Ahhnnnnnnnnn.

– Estou gozandooooooooooo.

Senti uma fervura em minha buceta que não parava de me encher o que levou meu cérebro a um curto circuito e perdi os sentidos depois de minutos gozando.

Soube depois quando me contou, que ele não parou porque estava no meio do gozo e depois de descarregar toda sua carga de esperma no útero da mamãe, ia se retirar e então acordei trazida de volta ao mundo depois de estar por minutos no céus dos prazeres.

Quando acordei, atordoada sentia seus beijinhos em meu rosto e seu pau pouco menos inchado, mas não muito menos, ainda entrando e saindo em minha buceta apertada, mas escorregadia por tantos fluidos nossos. Quando falou, não foi nada sobre o maravilhoso sexo que tínhamos feito.

– Ainda bem que ela não acordou.

Sorrimos juntos.

– Ainda bem mesmo ou não teria tido esse que foi maior orgasmo de minha vida e nem descoberto que meu filho contido era uma fera enjaulada. E eu que senti tanto remorso por ter te seduzido.

– Antes de agora aquele foi o melhor momento de minha vida. Falei para você naquela manhã seguinte que estava bem.

– Vou te confessar que até esse, aquele tinha sido meu maior e mais longo orgasmo e eu também não consegui esquecer nenhum dia. Onde foi que você arrumou esse pau enorme e delicioso, perguntei desta vez conseguindo aperta-lo com minhas paredes vaginais.

Sorrimos juntos.

– Para mim você vem perguntar. Foi você quem fez. Pensei que tinha puxado a meu pai.

– Ele é muito bem servido, mas nada que se compare ao que você tem. Nem em tamanho e nem em grossura. Você pode ter puxado um avô, mas ninguém sai por aí falando o tamanho, não é, brinquei.

– Eu nunca falei. Te machuquei?

– Naquela primeira vez fiquei 3 dias dolorida e esfolada. Deverá ser igual. Você achou que a bucetinha da mamãe está mais larga? Não faz muito tempo que tive sua irmã.

– Nada mãe. Para mim está igual, pois também foi dolorido das duas vezes. Por isso estou deixando-o dentro para você ir acostumando.

– Até sua irmã não acordar para mamar, pode deixar o quanto quiser e acho que é uma boa solução, mas assim ele não vai diminuir, o provoquei.

– Me desculpe, mas vou querer mais e você deve saber como eu quero agora.

– De qualquer jeito que quiser pode me ter amor. Você não disse que sou sua?

– Está bem mamãe, mas nesses momentos me chame de filho. Quero sempre me lembrar que você é a mãe que eu amo porque vai me excitar ainda mais.

– Tudo bem filho. Você pode comer sua mamãe, agora sua esposa como desejar, falei me excitando, mas estava longe de querer outro orgasmo depois daquele imenso, contudo, adoraria continuar conectada a meu filho.

– Sentada em meu colo, naquela vez penetrei sua bucetinha e mais nada, nem te toquei. Nos últimos dias, em meu colo acariciei e mamei seus seios e só nos esfregamos lá embaixo. Agora quero juntar tudo te penetrando e te mamando ao mesmo tempo em meu colo.

Dei dois tapinhas em seu braço.

– Seu safado. Vou amar. Você salvou meu pós parto me dando tantos orgasmos porque não é nem um pouco comum as mulheres terem nesse período. Você fez por sacanagem quando se ofereceu?

– Não posso negar que sabia que adoraria quando mamasse em seus seios grandes que eu não conhecia ainda, mas te juro que naquele momento vendo você chorar de dores, foi mesmo só com a intenção de ajudar. Depois com o passar do tempo fui adorando e aí sim a sacanagem se misturou com o desejo de te ajudar.

– Muito bem. Meu filho é sempre honesto comigo. Já gozei naquela primeira vez que você mamou, mas por remorso não queria continuar só que também me aliviou muito e não consegui resistir a união do útil e do delicioso. Onde você vai querer? Aqui mesmo na cama de casal que você maculou, o provoquei.

– Nem tinha pensado nisso. Porque perguntou? Quer em outro lugar?

Olhei safadinha para ele.

– Diga mãe. Somos um casal agora e precisamos um agradar o outro.

– Em sua cama, falei envergonhada.

– Que delicia. Vai ficar com seu cheirinho delicioso lá por um bom tempo, mas quando meu pai não estiver quero dormir aqui com você? Posso?

– Não pretendo negar nada para você filho, já que disse que como casal um deve agradar o outro.

– É sério isso de ser seu marido, já que você só tem um no papel. E também que não quero que ele te toque sexualmente novamente.

– Ele não vai tocar nem se quiser agora, mas não vai querer. Quando te seduzi já fazia...

Imediatamente parei ou revelaria que se seu pai não me tocou era ele o pai de nossa filhinha

... 3 meses e só fizemos amor mais uma vez 15 dias depois quando engravidei e nunca mais. Naquele noite que você ficou bravo ele me confessou que não consegue mais ter tesão.

– Tão novo. Onde o trabalho o levou.

– Propus dele largar o trabalho e nos mudarmos para o interior e ele não quis dizendo que foi muito difícil conquistar o que tem. Fiquei com raiva dele deixar a família em segundo plano e por isso não terei mais remorsos. Você disse que ele é marido só no papel, mas nos sustenta.

– Não sei quanto é, mas o vovô ajuda muito e já me convidou para ir trabalhar com ele. Quando trabalhar, não dependeremos mais de meu pai. Amo meu pai porque sempre foi um ótimo pai, mas nos últimos tempos tem pisado na bola e eu nem sabia da escolha que ele fez.

– Vamos logo para seu quarto filho, antes que sua irmã acorde para mamar. E você como tem acesso total agora não precisa mais me mamar, pois já estou bem melhor.

– Pode ser que volte a doer se parar, porque ainda fica empedrado, então mesmo tendo acesso livre, me diga se doer. Sério, eu adoro fazer isso por realmente me conectar com minha mãe. Também adoro de verdade seu leite. Estou viciado nele, falou sorrindo.

– Está bem. Te prometo que vou falar. Vamos?

– Vamos, falou se levantando e deixando minha bucetinha oca e já sentindo falta.

Me vendo em pé nua pela primeira vez, depois que tirei a saia que restava na cintura, Giuliano me olhava abobado novamente.

– Meu deus mãe. Você é linda e gostosa demais. Uma MILF – Mãe que eu gostaria de foder, só que você é muito nova para estar nesse perfil. Só 33 aninhos.

– Seu safado. De onde tirou isso? Veja como fala com sua mãe, falei sorrindo.

– Depois te conto.

Antes de irmos, precisamos nos limpar ou deixaríamos o corredor, seu quarto e sua cama tudo pingado. Por precaução levei o pijama para colocar rapidamente caso a bebê acordasse.

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