O Que Aconteceu Naquela Casa de Praia – Quarto Dia: Parte 3

Um conto erótico de Terapeuta
Categoria: Grupal
Contém 1133 palavras
Data: 14/04/2026 03:51:54

Chegamos por volta das 19h00, e de longe ouvimos as risadas.

Assim que entramos, vimos as duas. Sentadas na sala, arrumadas, cheirosas. Com aquele olhar que já não escondia mais nada.

Ana segurava um copo.

Bianca, ao lado, com as pernas cruzadas… mas inquieta.

— Demoraram…

Ana disse, com um sorriso lento. Caio soltou um leve riso, sem saber exatamente como reagir.

Eu apenas observei.

— Aproveitaram?

Bianca perguntou. Ela não desviou o olhar. Antes de qualquer resposta, percebi o cabelo ainda levemente úmido.

Pele marcada pelo banho recente. Respiração diferente. Olhei para Ana e sorri. Ali eu tive certeza.

— Interessante…

Falei, caminhando devagar pela sala.

— Parece que o dia foi produtivo pra todo mundo.

E o silêncio se manteve.

— E vocês?

Perguntei, olhando diretamente para as duas. Bianca olhou pra Ana. Ela deu um pequeno gole na bebida… e respondeu:

— A gente… não ficou parada.

Caio virou o rosto na hora.

— Como assim?

Ana se levantou. Foi até ele. Parou perto demais.

— Você quer saber com riqueza de detalhes?

O ar mudou. Naquele instante.

— Vamos sentar bem pertinho. Eu e Caio queremos saber como viveram esta tarde.

Nossa, não dava para tirar os olhos dessas duas mulheres. Elas estavam de biquíni e exalavam um cheiro maravilhoso. Acredito que Caio estava igual a mim naquele momento. Completamente excitados.

— Ana, seu marido fez uma bela ação hoje. Vou contar pra vocês como foi o encontro com a Vanessa.

Contei com detalhes, e logo Caio foi me ajudando a contar também. Ana adora ouvir essas histórias e logo começou a morder os lábios. Bia, por cima da roupa, parecia apertar sua buceta. Ela parecia estar com mais tesão que todos ali naquela sala. Contamos que metemos ao mesmo tempo na Vanessa, e nessa hora elas mostravam o tesão no rosto.

— Caio, você gostou de meter nela? É bom meter a três?

Caio ficou vermelho com a pergunta da irmã.

— Bia, confesso que foi a primeira vez... digamos que fizemos uma dupla. É gostoso sentir os dois paus tão próximos. Vanessa precisava sentir que estava sendo devorada.

Ana sentou bem ao meu lado. E começou a acariciar meu corpo de leve.

— Marido, me conta onde você meteu? Eu, conhecendo você, diria que foi no rabinho dela.

— Uau... realmente me conhece bem. Eu meti gostoso enquanto Caio encheu a buceta dela.

— Aí, maninho, que delícia.

— Muito gostoso, mas confesso que queria saber a sensação de comer o cuzinho enquanto alguém está na buceta.

Não deixamos nenhum detalhe passar. Dissemos que Vanessa queria conhecê-las. E elas adoraram a possibilidade.

— Agora é a vez de vocês. Contem com detalhes.

Elas contaram cada detalhe. Bia disse como foi gostoso o banho, quanto ela ficou excitada e, nessa hora, eu estava latejando de desejo. Ana já meteu a mão e começou a acariciar meu pau. Caio apertava seu pau.

— Judiou da minha irmã, Ana.

— Queria que ela se soltasse, rs.

— Mano, agora sei o que você sentiu quando a Ana te chupou. Língua deliciosa. Só de falar, tô molhada. Feliz é o William, que já está recebendo um carinho.

— Conheço o fogo do meu marido, Bia. Pra ele conseguir ouvir, precisa desse carinho, rs.

Contaram que meteram muito, mas que não gozaram. Isso nos deixou ainda mais excitados. Ana foi até Caio.

— Só um momento, meu marido. Quero ver se a Vanessa não tirou nenhum pedaço dessa pica linda. Olha isso, Bia... tá inteira... já tomou banho, Caio?

— Ainda não...

— Quero sentir o gosto da Vanessa. Hum, saborosa...

Ana engoliu aquele pau enorme.

— Vem aqui, Bia, lamber as bolas dele como eu te ensinei.

Ela veio no mesmo instante.

— Nossa, essa Vanessa é uma delícia mesmo e gozou muito. Inveja dela...

— Quer dois homens, né, safada? Amiga, deixa seu irmão comer seu cuzinho. Será lindo...

— Boa ideia, Ana. Acho que os irmãos podem avançar nessa intimidade gostosa. Caio, você não queria sentir um rabinho gostoso?

— Meter na minha irmã? Não sei...

— Caio... eu libero ela pra você, merece meter nela. Deixa eu te sentir pelo cuzinho...

Chamei a Bia e ela sentou em meu colo. Sua buceta é apertada, mas excitada fica bem elástica. Estava muito molhada. Meti gostoso, ela cavalgava forte. De repente, olhou pra trás.

— Vem... tô pronta... mete em mim...

Ele veio e se ajeitou com muito cuidado. Até que finalmente seu pau entrou em sua irmã. Ela botou as mãos dele em seus seios. Mandou apertar. Fomos metendo num vai e vem frenético. Bia gemia alto. Ana beijava nós três, revezava de forma deliciosa.

— Isso, mano... sem dó... mete forte no meu cuzinho. Aí, me xinga...

— Sente a pica do seu irmão, sua putinha... Seu cu sempre será meu, vadia... você é a minha piranha a partir de hoje. Vou gozar no seu cu, minha vagabunda.

Bia pegou os dedos de Ana e meteu em sua buceta junto com meu pau. Nossa, que buceta flexível. Raro de se ver. Como uma buceta tão apertada alarga assim? Ela gemia muito. Ana tirou os dedos e colocou na boca de Caio. Ele lambeu com gosto.

— Nossa, mete mais rápido... vou gozar... isso, mais forte... como é bom ser putinha de vocês.

Ela gozou gritando de prazer, seu corpo tremia muito. Nós gozamos em seguida, ela parecia ter orgasmos múltiplos. Não parava de gemer.

Ana veio lamber todos, ela ama usar sua boca.

— Caio e Bia, vamos dar à Ana o que ela merece?

Os dois me olharam com safadeza. Eu meti na buceta da minha esposa enquanto Caio meteu na sua boca. Ana sente tesão em chupar. Bia lambia sua buceta e meu pau. Ela cuspia e lambia. Caio fazia ela até engasgar, ela pedia leite pra ele.

— Isso, minha amiga, sua vez de aproveitar esses homens. Goza pra gente.

— Vai, Caio, enfia com gosto na boca dela, ela gosta de leite.

— Ana, chupa, sua vadia... vou gozar... hummm...

Ele tinha muito leite ainda e ela não desperdiçou nada.

— Meu marido, vou gozar gostoso... mete forte. Isso... bate na minha cara... isso, forte... mais forte... ai, delícia... aperta meu pescoço, meu amor... sou sua puta... Bia, sua buceta está escorrendo, vem aqui, senta na minha cara.

Ana chupou Bia com gosto e logo não aguentou e gozou forte. Eu meti sem parar. Olhei para a buceta linda da Bia e a boca lambuzada da minha esposa.

— Bia, me dá sua buceta aqui na minha boca.

Ela veio e eu lambia com gosto. Até que não resisti e gozei muito também. Acho que ficamos ali uns 30 minutos nos recuperando. Tomamos um banho gostoso. Comemos e fomos dormir exaustos. Antes de pegar no sono, perguntei à Ana o que ela achou de tudo.

— Amor, tudo maravilhoso... confesso que só está faltando uma coisa...

— O quê?

— Os irmãos sentirem o pau e a buceta um do outro.

— Ainda temos mais um dia, rs.

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