O clima na volta para casa estava carregado, mais quente que o próprio mormaço do Ceará. A Clara vinha na frente, abraçada ao Paulo, contando planos para o jantar, sem notar que o homem ao lado dela parecia estar em outro planeta. O Paulo não dizia uma palavra; os olhos dele estavam fixos no chão, mas a mente, eu sabia bem, ainda estava mergulhada naquele rio com a Lia.
A Lia vinha logo atrás de mim. O biquíni de fita, ainda úmido, marcava cada detalhe daquele corpo que parecia explodir de tão justo. Ela caminhava com uma calma de quem sabia exatamente o estrago que tinha feito.
Quando chegamos, a noite já tinha engolido o resto do sol. A Clara, sentindo o corpo pesado do banho, resolveu deitar um pouco antes da janta.
— "Vou fechar os olhos só dez minutinhos, amor", ela disse para o Paulo, dando um beijo rápido no rosto dele e sumindo para o quarto de hóspedes.
Eu fui para os fundos tratar dos bichos, mas deixei a porta da cozinha entreaberta. O silêncio da casa era perigoso.
A Lia não foi se trocar. Ela continuou com aquele biquíni minúsculo, apenas jogando o vestido de algodão por cima, mas deixando-o totalmente aberto na frente. Ela começou a preparar a janta, batendo o bife na tábua com uma força desnecessária, fazendo o som ecoar pela casa.
O Paulo estava na sala, mas o cheiro do tempero — ou da minha mulher — o puxou para a cozinha. Ele parou no batente da porta, observando as costas da Lia, aquele bumbum gigante que o vestido aberto não conseguia esconder.
— "Precisa de ajuda com mais alguma coisa?", ele perguntou, a voz saindo falha, sem a firmeza de antes.
A Lia se virou devagar. Ela segurava uma faca de cozinha numa mão e um dente de alho na outra. Ela encostou no balcão, jogando o quadril para o lado, o que fez a lateral do biquíni de fita subir até o limite.
Nesse momento, o Paulo perdeu o resto da resistência. Ele estendeu a mão, hesitante, e tocou na cintura da Lia. Eu vi os dedos dele afundarem na pele macia daquela mulata. Ela não recuou. Pelo contrário, ela inclinou a cabeça para trás, expondo o pescoço, e deu um suspiro que pareceu um convite para o pecado.
— "A Lia... você não sabe o que tá fazendo", ele murmurou, a respiração já ofegante.
— "Eu sei exatamente o que eu quero, galego", ela rebateu, passando a mão livre pelo peito largo dele.
Lá dentro, o clima ferveu. O Paulo puxou a Lia pela cintura, colando o corpo dele naquele bumbum guloso. Dava para ver o contraste: ele, um alto, e ela, a baixinha que parecia caber inteira no abraço dele.
Eu, do lado de fora, sentia o coração batendo na garganta. A Lia, minha Lia tímida, estava prestes a entregar para o cunhado o que eu vinha pedindo há meses. O Paulo a prensou contra a pia da cozinha, e a mão dele desceu com força, apertando uma das nádegas dela enquanto buscava a boca daquela mulata com um desespero que não tinha mais volta.
Foi quando ouvimos um barulho vindo do corredor. O Paulo se afastou num pulo, fingindo que estava bebendo água, e a Lia voltou a cortar a carne como se nada tivesse acontecido.
— "Amor? Você viu meu carregador?", a voz da Clara ecoou, ainda sonolenta.
A Lia sorriu para o Paulo, um sorriso vitorioso e cheio de promessas. O jogo estava apenas começando, e a noite na roça ainda ia ser muito longa.
A Clara apareceu na porta da cozinha esfregando os olhos, sem desconfiar de que, segundos antes, o namorado dela estava quase perdendo os sentidos com as mãos na irmã. O Paulo estava de costas, debruçado sobre a pia, bebendo água como se tivesse passado três dias no deserto.
— "Tá na tomada perto da TV, Clara," eu disse, entrando na cozinha e fingindo que tinha acabado de chegar do terreiro. Lavei as mãos com força, o barulho da água disfarçando a tensão que quase dava para cortar com uma faca.
A Lia nem tremeu. Continuou mexendo a panela, mas o vestido de algodão estava levemente desalinhado no ombro.
— "Vão se arrumando que a janta tá na mesa," ela falou, a voz doce, mas com aquele brilho de maldade nos olhos quando cruzou o olhar com o Paulo por cima do ombro.
O jantar foi uma tortura. A mesa da cozinha é pequena, e o Paulo, com aquele tamanho todo, mal conseguia se acomodar. A Lia deu um jeito de sentar bem na frente dele. Por baixo da mesa, eu sabia que o jogo continuava. O Paulo mal conseguia segurar o garfo; ele suava, mesmo com o ventinho fresco que vinha da janela.
— "Nossa, Lia, essa carne tá muito macia," comentou a Clara, inocente.
— "É o tempero, irmã. Eu gosto de deixar marinando bem muito, pra carne absorver tudo e ficar bem suculenta," respondeu a Lia, olhando fixamente para o Paulo enquanto levava um pedaço à boca, mastigando devagar.
Depois que comemos, a Clara, que ainda estava moída da viagem, bocejou e disse que ia se deitar de vez.
— "Vem, Paulo?" ela chamou.
— "Vou já, amor... vou só terminar de fumar um cigarro aqui fora com o Robson," ele mentiu, a voz saindo meio rouca.
Nós dois fomos para a varanda. O silêncio do sertão só era quebrado pelo som dos grilos. O Paulo acendeu o cigarro, as mãos ainda meio trêmulas. Eu fiquei ali, olhando para a escuridão, esperando o próximo passo da Lia. Eu sabia que ela não ia parar.
Não deu cinco minutos, a luz da sala se apagou e ouvimos o barulho do chuveiro. A Lia ia tomar o banho da noite. O banheiro da nossa casa é simples, com uma janela de que dá exatamente para os fundos, perto de onde estávamos.
— "Vou buscar um fósforo, o meu apagou," o Paulo disse, levantando-se rápido demais.
Ele não foi para a cozinha. Ele deu a volta pela lateral da casa, caminhando na ponta dos pés. Eu, tomado por uma curiosidade que queimava mais que o sol do meio-dia, fui logo atrás, nas sombras.
Pela fresta, a luz do banheiro iluminava o terreiro. O Paulo parou ali, escondido atrás de um pé de seriguela, paralisado. A Lia estava debaixo do chuveiro. Ela não tinha fechado a cortina. Através do vidro fosco, o corpo dela era um pecado: o bumbum gigante parecia ainda maior com a água escorrendo, e ela passava o sabonete devagar, desenhando cada curva das pernas grossas.
De repente, ela parou. Ela sabia que ele estava ali.
Ela se virou de frente para a janela, esticou o braço , como se estivesse com calor. A luz bateu direto no rosto do Paulo, que não conseguiu recuar. A Lia sorriu. Ela pegou a esponja, cheia de espuma, e começou a passar pelo corpo, fazendo movimentos lentos, subindo pelas coxas até chegar na virilha, onde o grelo saliente se desenhava sob o toque dos dedos dela.
O Paulo soltou um gemido baixo, abafado pela mão. Ele estava completamente entregue.
Nesse momento, a Lia se virou de costas, inclinou o corpo para frente como se fosse lavar os pés, e deixou aquele "cuzinho" — que ela sempre me negou — em total evidência para ele, brilhando sob a água e a luz. Era uma provocação clara, uma tortura planejada.
Ela olhou por cima do ombro, direto nos olhos dele lá fora, e sussurrou apenas uma palavra que o vento trouxe até mim:
— "Vem..."
O Paulo não pensou na Clara, não pensou em mim, não pensou em nada. Ele largou o cigarro no chão e caminhou em direção à porta dos fundos, que a Lia tinha deixado apenas encostada. O galego estava prestes a entrar num caminho que não tinha mais volta.
O Paulo abriu a porta devagar. Eu continuei ali, camuflado entre as sombras do pé de seriguela, sentindo o sangue pulsar, e já com o pau duro feito pedra.
O banheiro estava tomado pelo cheiro doce de erva-doce que a Lia gostava. Quando o Paulo colocou os pés dentro do banheiro, a Lia não se assustou. Ela continuou sob o jato d'água, mas parou de se ensaboar. Ela se virou devagar, deixando a água escorrer pelos seios fartos, os mamilos endurecidos pelo tesão.
— "Vem aqui, galego...", ela sussurrou, a voz abafada pelo barulho do chuveiro, mas com um sorriso que desafiava qualquer juízo dele.
O Paulo não respondeu com palavras. Ele caminhou até ela, com as mãos grandes segurou o rosto da Lia. O contraste era absurdo: a pele alva dele contra o bronzeado profundo dela. Ele a beijou com uma fome que parecia acumulada por anos, um beijo molhado, barulhento, que misturava o gosto da água com o desejo proibido.
A Lia soltou um gemido baixo contra a boca dele e, num movimento ágil, envolveu a cintura larga do Paulo com aquelas pernas grossas. Ele a suspendeu como se ela não pesasse nada, prensando-a contra o azulejo frio da parede.
— "A Clara... a tua irmã...", o Paulo tentou conversar entre um beijo e outro, num último esforço de consciência.
— "Esquece ela, Paulo. Agora é só a mulata que você tanto olhou no rio", ela provocou, mordendo o lábio inferior dele e descendo as mãos para o cinto da calça dele, abrindo-o com uma pressa desesperada.
Lá de fora, eu via apenas vultos e ouvia os estalos da paixão bruta. O Paulo arriou a calça ali mesmo, e lia deu um sorriso quando viu o pau de Paulo, tinha uns 19 cm, muito grosso.
Ela ficou de joelho e pagou um baita boquete bem babado, aquele pau que mal cabia na sua boquinha, O boquete durou uns 5 minutos.
Logo ela para de fazer o boquete, se levanta e olha para ele e se pendurada em seu pescoço, guiando as mãos do cunhado para aquele bumbum que era o orgulho da casa. Ele apertava o bumbum dela com tanta força que os dedos deixavam marcas que logo ficavam vermelhas.
Ele a virou de costas, exatamente como ela estava fazendo na provocação da janela. A Lia apoiou as mãos na parede, baixando o tronco, oferecendo-se por completo. O Paulo se posicionou atrás dela, a mão trêmula buscando o caminho. Quando ele finalmente se encaixou naquela buceta gostosa que eu tanto amo , a Lia soltou um grito abafado no braço, um som que misturava dor e um prazer.
O ritmo no banheiro ficou frenético. O som dele socando aquele mastro na bucetinha de lia, fazendo muito barulho no chuveiro. O Paulo estava possuído; ele não era mais o namorado educado da Clara, era um homem dominado pelo instinto.
De repente, um estalo veio de dentro da casa. Um passo pesadob .
— "Paulo? Você ainda está aí fora?", a voz da Clara veio lá de dentro, mais perto do que nunca.
O silêncio no banheiro foi instantâneo. O Paulo congelou, ainda dentro da Lia. Ela arregalou os olhos, a boca aberta, o peito subindo e descendo com violência. O perigo agora não era mais apenas o pecado, era a ruína de tudo. E eu, do lado de fora, era a única testemunha de que o sertão estava prestes a pegar fogo.
A respiração do Paulo parou no ar, o corpo dele todo teso contra as costas da Lia. O silêncio que se seguiu foi tão denso que o único som audível era o da água batendo no chão do banheiro e o meu próprio coração, que parecia uma bateria desgovernada no meu peito.
— "Paulo? Robson?", a Clara chamou de novo, agora da cozinha. O barulho do chinelo dela arrastando no piso indicava que ela estava a poucos metros da porta dos fundos.
A Lia, com uma frieza que me deu calafrios, colocou a mão para trás e apertou a coxa do Paulo, um sinal para ele não se mexer. Ela limpou o rosto da água, respirou fundo e gritou com uma voz surpreendentemente natural:
— "O Paulo tá aqui fora fumando com o Robson, Clara! Eu tô terminando o banho, a porta tá trancada!"
Houve uma pausa. Eu vi, pela fresta, o Paulo fechar os olhos e encostar a testa na parede úmida, o pau ainda enterrado na Lia, pulsando.
— "Ah, tá bom... achei estranho a casa toda apagada. Vou voltar pro quarto, a enxaqueca apertou," respondeu a Clara, a voz se distanciando.
Esperamos o som da porta do quarto de hóspedes bater. Quando o estalo ecoou, a tensão não sumiu — ela se transformou em combustível. A Lia soltou um riso baixo, perverso, e inclinou o rosto para olhar o Paulo por cima do ombro.
— "Viu? Ela não imagina o que o galego dela tá fazendo...", ela sussurrou, provocando.
O susto pareceu ter injetado uma dose extra de adrenalina no Paulo. Ele não esperou mais. Segurou a Lia pelos quadris com as duas mãos, as unhas quase furando a pele da mulata, e voltou a socar com uma violência animal. Não era mais apenas sexo; era o desespero de quem sabe que está pisando em solo proibido.
A Lia recebia cada estocada com a cabeça jogada para trás, os cabelos molhados chicoteando o peito dele. O barulho era de carne batendo com força, um som úmido e ritmado que se misturava ao vapor do chuveiro.
— "Dá... dá tudo, Paulo... me rasga...", ela gemia entre dentes, a mão buscando o próprio clitóris para acompanhar o ritmo frenético do cunhado.
O Paulo estava cego. Ele a puxou pelo cabelo, forçando-a a olhar para trás, e a expressão no rosto dele era de puro domínio. Ele a virou de frente novamente, as pernas dela entrelaçadas na cintura dele, e a prensou contra o registro do chuveiro. O mastro dele, grosso e implacável, entrava e saía por completo, arrombado a buceta de Lia a cada investida.
Eu, do lado de fora, sentia um suor frio descer pelas minhas costas. O prazer de ver minha mulher sendo possuída daquele jeito pelo homem que ela sempre fingiu ignorar era uma droga potente. Eu estava ali, a dois metros de distância, vendo o segredo mais sujo daquela família ser escrito com suor e gozo.
O Paulo começou a acelerar, os músculos das costas dele saltando sob a luz amarela. Ele estava chegando no limite.
— "Vou gozar... Lia, vou gozar dentro!",
__ goza Paulo, eu vou gozar também.
A Lia não pediu para ele tirar. Ela o abraçou com mais força, cravando as unhas nas costas dele, e deu um último grito mudo gozando, enquanto ele gozava despejando tudo dentro dela, o corpo dele tremendo em espasmos longos e a buceta dela ficou toda gozada, ela gozou logo após ele enche a buceta dela de leite.
__ aiii paulo goza tudo dento gostoso
__ ahh Lia, toma leitada sua vadia.
__ eu vou gozar paulo, ahhhhhhhh, aiii Paulo minha pernas estão tremendo.
Eles ficaram ali, abraçados sob a água morna, tentando recuperar o fôlego. O silêncio voltou a reinar na roça, mas nada mais era igual. O Paulo se afastou devagar, os olhos perdidos, a ficha começando a cair. A Lia, no entanto, tinha um olhar de quem tinha acabado de conquistar o mundo.
A adrenalina que corria nas minhas veias era tanta que eu parecia estar em transe. Ver o Paulo, aquele homem que sempre posou de sério, despejar todo o leite dele dentro da minha mulher, enquanto ela implorava por cada gota, foi o gatilho final. Ali mesmo, na escuridão do terreiro, atrás do pé de seriguela, eu terminava de bater a minha punheta, em silêncio absoluto, sentindo o gozo quente melar minha mão enquanto o deles se misturava à água do chuveiro. Eles não me viram. Ninguém viu.
O Paulo saiu do banheiro primeiro, todo desconcertado, limpando o suor da testa e tentando ajeitar a camisa com as mãos ainda trêmulas. Ele passou por mim na varanda, mas eu fingi que cochilava na rede. Ele nem me olhou; entrou direto para o quarto de hóspedes, onde a Clara o esperava.
A Lia saiu logo depois, enrolada na toalha, com o rosto corado e os lábios inchados. Ela me viu na rede, deu um sorriso de canto — aquele sorriso de quem guarda um segredo — e seguiu para o nosso quarto sem dizer uma palavra.
A casa mergulhou num silêncio. Entrei no quarto e encontrei a Lia já deitada, fingindo um sono profundo, mas a respiração dela ainda estava pesada, o cheiro de erva-doce misturado ao cheiro de sexo impregnando o lençol.
Me deitei ao lado dela. Meu corpo estava exausto, mas a mente trabalhava a mil por hora. No quarto ao lado, eu conseguia ouvir o rangido da cama de hóspedes: o Paulo se deitando ao lado da Clara. Imaginei o nó que devia estar na cabeça dele, sentindo o cheiro da Lia na própria pele enquanto abraçava a namorada.
Acordamos com o canto do galo
A Clara estava radiante, dizendo que a enxaqueca tinha passado e que o sono na roça era o melhor do mundo.
O Paulo: Evitava encarar a Lia, focando apenas no café da manhã, mas as olheiras entregavam que ele não tinha pregado o olho.
A Lia: Agia como a dona de casa perfeita. Servia o café para a irmã, perguntava se o Paulo tinha dormido bem, tudo com uma naturalidade assustadora.
Eu observava tudo de longe, bebendo meu café em silêncio.
