Alice - A Devota

Um conto erótico de Carinhosa dos Contos
Categoria: Heterossexual
Contém 1220 palavras
Data: 13/04/2026 09:18:22

Alice tinha 43 anos, dois filhos, um namorado chamado Renato, e uma vida de católica praticante. Ia à missa todo domingo, confessava as mentirinhas, vestia saia abaixo do joelho. Os seios pequenos, quase inexistentes, mas os bicos eram rosados e duros. A bucetinha – ela mantinha sempre peladinha. Lisa, inchada, rosa. Uma buceta de novinha escondida por baixo das roupas de mulher recatada.

Ela nunca falava de tesão. Tinha vergonha. Quando Renato pedia um boquete, ela corava. Quando ele tentava falar de fetiche, ela desviava. Mas por dentro… por dentro Alice era uma cadela. Só que nem ela sabia direito até conhecer Caio.

Caio trabalhava com ela na construtora. Engenheiro civil, 32 anos, corpo de praia: ombros largos, braços grossos, aquele tanquinho de quem malha escondido. Sorriso safado. Ele não era bonito – era gostoso. E toda vez que passava perto de Alice, ela sentia a calcinha encharcar. Mas nunca diria nada. Nunca.

Até que um dia, na copa do escritório, Caio encostou nela por trás para pegar um copo. A mão dele roçou na bunda dela. Ela tremeu. Ele sussurrou no ouvido:

– Eu sei que você quer, Alice. Dá pra ver nos seus olhos de freira.

Ela não respondeu. Foi embora. Mas passou a semana toda com a buceta pulsando.

Na sexta, ela tomou coragem. Convidou Caio para um jantar em casa. Renato ia estar lá. E ela queria que ele visse.

O Jantar

Renato chegou cedo, ajudou a preparar a mesa. Achou estranho a esposa de vestido curto – pra ela, era ousado. O vestido preto, decote modesto, mas as pernas à mostra. E sem calcinha. Ele não sabia.

Caio chegou com vinho e flores. Beijou o rosto de Alice, demorou um segundo a mais. Renato notou, mas não falou nada.

Sentaram à mesa. Comeram, beberam. O vinho soltou a língua de Alice. Ela começou a rir mais, a tocar no braço de Caio. Renato ficou quieto, observando.

– Renato – ela disse, de repente –, vai buscar a sobremesa na cozinha.

Ele foi. Quando voltou, a cena gelou o sangue dele: Caio estava com a mão dentro do vestido de Alice, entre as pernas dela. E ela não se afastou.

– Senta aí – ela mandou, apontando para a cadeira da ponta.

Renato sentou. O pau já ficando duro de raiva e tesão.

– Eu nunca te falei o que eu quero de verdade – Alice começou, os olhos fixos no namorado. – Eu tenho vergonha. Sou católica, vou à missa, rezo o terço. Mas sabe o que eu rezo? Rezo pra Deus me dar um pau de verdade. O seu é pequeno, Renato.

Ele abriu a boca, mas não saiu som.

– O Caio… o Caio é homem. Ele vai me foder do jeito que eu mereço.

Caio já tinha desabotoado a calça. O pau dele – médio, 16cm, mas grosso, cabeça roxa – pulou pra fora. Alice olhou, lambeu os lábios.

– Isso… isso que é pau…

Ela tirou o vestido. Os seios pequenos balançaram, bicos duros. A bucetinha peladinha, lisa, brilhando de molhada. Renato nunca tinha visto ela tão excitada. Ela nunca tinha deixado ele ver a buceta daquele jeito – sempre no escuro.

– Tá vendo, Renato? Tá vendo como ela fica quando tá com tesão? Ela incha. Ela chora.

Ela passou o dedo nos próprios lábios e mostrou pro namorado.

– Cheira.

Renato se levantou, cheirou o dedo dela. O cheiro forte de buceta quente.

– Agora senta e bate punheta. Você só vai olhar.

A Foda

Alice ajoelhou na frente de Caio. Passou a língua na cabeça do pau dele, devagar, olhando nos olhos do amigo.

– Você vai me comer inteira, seu safado. Vai enfiar nessa buceta de novinha que tá aí há meses esperando.

– Eu vou – ele respondeu, a voz grossa.

Ela chupou. Chupou com fome, babando tudo, engolindo fundo. Renato se masturbava vendo a namorada – a católica, a mãe dos filhos – chupar outro pau na frente dele.

– Chega – Caio puxou o cabelo dela. – De quatro.

Ela se virou, empinou a bunda. A bucetinha peladinha apareceu por baixo, rosada, inchada, escorrendo mel. O cuzinho pequeno, fechado.

Caio ajoelhou atrás. Lambeu a buceta dela – uma lambida de cima a baixo, do grelo ao cu. Alice gemeu alto.

– Aí, caralho… lambe essa buceta…

Ele lambeu por minutos, chupou o grelo, enfiou a língua dentro. Ela se esfregava na cara dele igual uma cadela.

– Agora fode.

Caio enfiou o pau grosso de uma vez. A buceta dela abriu, molhada, quente. Alice gritou – não de dor, de prazer.

– Isso… isso… fode essa buceta de puta…

Ele metia forte, rápido. Os seios pequenos balançavam, a bunda gorda tremia. Renato batia punheta mais rápido, o pau pequeno na mão.

– Olha, Renato – Caio disse – olha como a sua namorada geme pra outro. Ela nunca gemeu assim pra você, né?

– Nunca – Renato respondeu, a voz falhando.

– Porque você é um corno manso. E ela é uma vagabunda.

– Sou, sim – Alice disse, quicando no pau de Caio. – Sou vagabunda. Sou puta. Bota mais fundo.

Ele botou. Enterrou até o talo, a cabeça do pau batendo no colo do útero.

– Vai gozar dentro – ela pediu. – Enche essa buceta de leite.

– E o Renato? – Caio perguntou.

– O Renato vai limpar depois.

Caio riu. Meteu mais forte, mais rápido. A mesa de jantar rangia. O vinho caiu, ninguém ligou.

– Goza, caralho – Alice ordenou.

Ele gozou. Jorrou dentro da buceta peladinha dela – leite grosso, quente, enchendo ela por dentro. Alice sentiu cada jato, gozou junto, se contraiu toda, esguichando no pau dele.

Ficaram parados, ofegantes.

Caio tirou o pau. A porra escorreu da buceta de Alice, grossa e branca, descendo pela coxa dela.

– Agora, Renato – Alice disse, ainda de quatro. – Vem limpar.

Renato se ajoelhou atrás dela. Olhou para a buceta da namorada – peladinha, inchada, vermelha, escorrendo leite de outro homem. Ele nunca tinha chupado uma buceta gozada.

– Chupa, seu corno – Caio mandou. – Limpa tudo.

Renato enfiou a cara. Lambeu os lábios dela, o mel dela misturado com a porra do amigo. O gosto era salgado, forte, estranho. Ele lambeu, chupou, enfiou a língua dentro para sugar o leite.

– Isso… assim… – Alice gemeu. – Tira toda a porra de dentro de mim…

Renato lambeu até a buceta dela ficar limpa, só com o gosto dela. Ele estava de pau duro, mas não gozou. Ela não deixou.

– Agora você vai dormir no sofá – ela disse, se levantando. – E você – olhou para Caio – vem comigo pro quarto.

Caio pegou a mão dela. Foram para o quarto. Renato ficou na sala, de pau duro e molhado, ouvindo os gemidos da namorada sendo comida de novo.

Na Manhã Seguinte

Alice acordou cedo. Tomou café, colocou o vestido de ir à missa. Acordou Renato no sofá.

– Vamos, amor. Hoje tem comunhão.

Ele olhou para ela, confuso.

– O que aconteceu ontem…

– Ontem foi ontem. Hoje sou outra. Veste a camisa.

No carro, a caminho da igreja, Alice colocou a mão na coxa de Renato.

– Sabe o que eu mais gostei? – ela disse. – De você lamber a porra dele da minha buceta. É o seu lugar, Renato. Limpando o que os homens de verdade deixam em mim.

Renato não respondeu. Mas o pau dele endureceu dentro da calça de ir à missa.

Na igreja, Alice ajoelhou, fez o sinal da cruz, rezou o Pai-Nosso. A buceta dela ainda estava inchada e molhada. E ela sabia que na próxima semana, Caio voltaria.

E Renato estaria lá. De joelhos. Pronto para limpar.

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