O Abismo se Abre
Na manhã seguinte, Letícia se vestiu com cuidado: saia justa cinza que marcava seus quadris e bunda, blusa justa que deixava os contornos dos seios visíveis. No trabalho, Victor a encontrou no refeitório. Ele era alto, robusto, cinquenta e poucos anos, o tipo de homem que sabia exatamente o efeito que causava.
— Você reconsiderou aquele jantar? — perguntou ele, sorrindo, a mão roçando “acidentalmente” o braço dela.
Letícia sentiu o calor subir. “Roberto quer que eu flerte… mas Victor quer mais. E parte de mim… quer dar.” Ela flertou de volta, rindo, deixando os joelhos dele tocarem os dela, a mão dele ficar um segundo a mais na sua. Cada toque enviava choques diretos para sua boceta. Quando ele elogiou abertamente sua saia e sua bunda, ela sentiu vergonha e tesão misturados.
Em casa, contou tudo a Roberto. Ele a curvou sobre a mesa do escritório, puxou a saia para cima e deu palmadas fortes na bunda dela.
— Você é uma vadia provocadora, não é? Deixando o colega babar em você — rosnou ele, enfiando dois dedos na boceta encharcada.
Letícia choramingava, a bunda vermelha, a boceta escorrendo.
— Sim… eu sou… me fode, amor… me usa — implorou ela, palavras que nunca imaginara dizer.
Roberto a fodeu com estocadas brutais, chamando-a de puta, de esposa safada que queria pau de outro. Ela gozou duas vezes, esguichando, o corpo tremendo, a mente em colapso de culpa e êxtase. “Ele não sabe que, enquanto gozo, penso em Jamal… no corpo jovem dele… no pau preto que eu vi de relance na lavanderia quando ele se masturbava com minha calcinha. Eu odeio isso. Eu amo isso.”
Mais tarde, na cozinha, Jamal apareceu novamente. O flerte agora era aberto. Ele a encurralou contra a pia, o corpo colado ao dela.
— Eu não consigo parar de pensar em você, Letícia… nessa bunda perfeita, nesses peitos que eu quero chupar — sussurrou ele, mão descendo para apertar sua bunda por cima da calça de ioga.
Ela gemeu, empurrando o quadril contra a ereção dele. “Isso é errado… ele é quase um filho pra mim… mas meu corpo não obedece.” A culpa era avassaladora, o desejo ainda maior.
Roberto, escondido, observava tudo. Quando ela contou, ele a fodeu novamente no quarto, mais rude que nunca, descrevendo como Jamal a tomaria, como o pau preto dele esticaria sua boceta casada. Letícia gozou gritando o nome de Jamal sem querer, lágrimas escorrendo, o orgasmo tão forte que quase desmaiou.
Dentro dela, o conflito rugia: “Eu sou uma boa esposa, uma boa mãe… mas estou me tornando uma puta. E o pior é que eu quero mais. Muito mais.”