Eu dei meu cuzinho a primeira vez assim que perdi a virgindade. No dia, apesar do tesão e prazer da situação toda, não foi tão gostoso quanto eu esperava, isso fez com que eu levasse um tempo para criar coragem e tentar outra vez.
Isso mudou quando eu cheguei a SP. Na época, eu saía sozinha para alguns lugares tentando arrumar novas amizades. A aparência sempre me ajudou demais e acabei conhecendo bastante gente legal nesse período, inclusive a Marcinha.
Marcinha é loirinha que nem eu, um pouco mais alta e com menos bunda, mas com um par de peitos grande e perfeito. Eu a conheci com um grupo de amigas, todas divinas, já na segunda vez que fui em uma boate paulistana.
Ela namorava, mas era bem safada, foi quem me mostrou como era um relacionamento aberto, me apresentou diversos caras deliciosos e vez ou outra me pegava, segundo ela, "para marcar território". Seu namorado, Jorge, é um cara muito bonito, moreno, alto, tatuado e com um sorriso charmoso, além de uma rola de dar inveja em qualquer um.
Desde que o conheci, reparava em alguns olhares seus, mas nunca achei que ele fosse querer algo de fato. Mas estava enganada.
Estava um dia no trabalho, fazendo minha pausa para o almoço e recebi um torpedo da Marcinha, perguntando se poderia me ligar, eu respondi que sim.
"Oi, Clara. Tudo bem contigo?"
"Oi, Marcinha, tudo sim e com você?"
"Tudo bem também."
"Olha, sei que você está no trabalho, mas precisava te contar uma coisa."
"Pode falar, amiga. Estou no almoço e tenho tempo."
"Olha, hoje eu estava falando com o Jorge sobre um cara que conheci na faculdade e perguntei se poderia dar pra ele. Ele disse que sim, mas só se ele pudesse te comer."
Nem sei explicar o que senti naquele momento, estava numa sala de descanso e tinha gente perto, então me levantei e fui até um banheiro de deficientes para poder entender aquilo tudo.
"Como é? Do nada assim?"
"Bom, ele sempre te achou gostosa. Acho que só queria uma brecha. Claro que é só se você topar."
"E que dia você vai dar pro seu colega?"
"Se depender de mim, hoje mesmo. O desgraçado não para de me atiçar. Mas, se você topar, pode ser qualquer dia entre vocês."
"Amiga, eu vou pensar e te ligo."
Eu estava atônita, mas muito excitada. Nunca tinha sentido nada especial pelo Jorge, mesmo o achando lindo, mas a situação mexeu muito comigo e me fez pegar fogo. Passei o resto do turno pensando se iria ou não, que poderia ser algum teste, mas resolvi apostar. Quando saí do trabalho, liguei para Marcinha.
"Marcinha?"
"Oi, Clara."
"Olha, eu topo. Mas, tem que ser hoje também e sem rodeios."
Marcinha parou para falar com o namorado, que parecia estar no mesmo ambiente.
"Tá bom, amiga. Ele te busca as 19h."
Eu fui bem rápido para a minha casa, ansiosa para mais tarde. Me produzi toda, tomei um bom banho, me perfumei, maqueei e escolhi o vestidinho mais curto que tinha, um pretinho brilhante que ficava apertadinho no meu corpo. Como sabia que não seria uma noite de muitas cerimônias, nem coloquei calcinha.
19h em ponto Jorge me ligou para avisar que já estava me aguardando. Entrei no carro e logo percebi que ele tinha caprichado na produção também. Cheiroso, roupa bonita e camisinhas no painel. Perguntei onde iríamos e ele me falou de um motelzinho bem perto, eu topei e saímos.
No começo, estava meio nervosa, mas fui relaxando e resolvi quebrar o silêncio.
"Jorge, me tira uma dúvida?"
"Pode perguntar, Clarinha."
"Você não liga de a sua namorada estar provavelmente indo dar pra outro cara agora?"
"Que namorada?"
"A Marcinha ué."
"Minha namorada agora é você e vai ser assim até a gente se satisfazer essa noite."
Eu me arrepei toda com essa simples frase, já estava com tesão e ele dobrou, senti minha bucetinha molhar.
Quando chegamos na garagem do quarto e eu desci do carro, ele deu rapidamente a volta e veio me beijar. Naquele momento eu tive dimensão da vontade que aquele puto estava. Me agarrou com força, apertou minha bunda e me beijou com um tesão imenso.
Meu corpo se entregou por completo, quase que automaticamente, eu pulei em seu colo, ele me segurou e foi andando e me beijando até a cama. Ele me jogou e eu caí já de pernas abertas, com minha bucetinha à mostra pela falta de calcinha.
Jorge abaixou um pouco as calças, exibindo o lindo pau e veio para cima de mim, sem muita pergunta ou enrolação, enterrou o pau até o fundo.
Na hora, nem pensei em camisinha, ou preliminares, apenas aceitei e abri ainda mais as pernas para ele entrar. Ele só tinha abaixado a calça até o joelho, eu estava com o vestido na altura da cintura, de pernas abertas e sendo rasgada por aquele pau gostoso. Eu gemia e gemia alto, sem pudor, receio, pelo contrário. Algo em mim me fazia querer gritar o tesão que estava sentindo para todo mundo.
"Que delicia, Jorge. Mete mais forte. Fode sua namoradinha fode."
A calça dele, do jeito que estava, limitava um pouco seus movimentos, mas ele metia com maestria, socava forte, num ritmo delicioso, me fazia o querer mais fundo a cada estocada.
"Que pau gostoso, não para."
Ele olhava nos meus olhos como quem sabia o que causava em mim. Puxei para que me beijasse e gozei gostoso durante o beijo. Jorge não parou nem por um segundo de meter, até que meu corpo relaxasse.
Quando meu orgasmo parou, ele se levantou da cama e tirou toda a roupa, eu fiquei deitada na mesma posição por alguns segundos, mas logo me levantei na cama mesmo e tirei o vestido. Quando o vi de pé na beira da cama, aquele corpo lindo e pau gostoso, deu vontade de foder ainda mais que antes da gozada.
Me ajoelhei na cama e fui indo até a beira, chegando pertinho dele. Assim que encostei, fui recebida com um beijo excitante demais, depois fui descendo e beijando ele, tronco abaixo até ficar de quatro, com a boca na altura da piroca.
Abri bem a boca e olhei para ele, que entendeu tudo. Segurou minha cabeça e com calma foi enfiando a pica, até eu engasgar. Repetiu isso algumas vezes e quando fiquei um pouco mais acostumada, começou a foder minha boquinha. Eu estava parada, de quatro e com a boca aberta para ele meter. Ele metia com cuidado para não me machucar, mas era firme o bastante para me deixar com muito tesão de fazer aquilo.
Chegou a um ponto de ele tirar e começar a punhetar, coloquei a língua pra fora achando que ia tomar uma leitada, mas não foi o caso.
"Cospe e vira de costas pra mim, gatinha."
Eu fiz o que ele mandou, cuspi na cabeça do seu pau e me virei de costas, empinadinha para ele. Senti seu pau roçando meu grelinho algumas vezes, gemi feito uma putinha, até ele enterrar outra vez na minha buceta. Suas mãos grandes seguraram minha cinturinha com firmeza, ele pareceu se ajeitar e começou a socar, parecia ainda mais gostoso que antes.
Eu enterrei meu rosto no colchão, me deixando completamente exposta e gemendo mais e mais alto. Sentia a pressão da sua mão me agarrando, suas bolas batendo em mim a cada nova metida, o calor e o volume daquele pau entrando e saindo, parecia a transa perfeita, mas iria melhorar.
Jorge resolveu massagear meu cuzinho, levantei levemente a cabeça para reagir, mas ele metendo me tirava as forças.
"Você gosta aqui?"
Eu não respondia nada, apenas gemia e esperava ansiosa cada vez que ele entrava e saia. Sentia, agora, ele me empalar com a rola e massagear deliciosamente a entrada da minha bunda, foi aí que ele colocou o dedão e eu não consegui mais resistir.
"Que delícia,Jorge. Come meu cuzinho, come."
Ele não pensou duas vezes, tirou o pau de dentro da minha buceta e foi pegar um lubrificante desses de motel mesmo. Quando voltou até mim, deu um tapa forte na minha bunda e se abaixou para me chupar, passando a lingua na buceta e no cuzinho, babando bastante e me deixando com ainda mais vontade de ser enrabada. Em seguida, ele rasgou o saquinho e lambuzou bem o pau e meu rabo. Eu estava ansiosa demais por aquilo, desde que ele tirou o pau de dentro de mim, comecei a me masturbar e preparar para recebê-lo de volta no outro buraco. O tesão era tamanho que quando senti ele encostar a cabecinha do pau, eu fiz uma leve pressão para trás para que ele entrasse logo.
Mas Jorge não teve pressa, foi cuidadoso. Colocou a cabeça, eu parei por um momento de me masturbar e voltei a enterrar a cara no colchão, apertando e gritando de dor, mas não queria que parasse, pelo contrário. Devagarzinho, ele enfiou tudo, depois tirou e ficou observando meu cuzinho piscar, então colocou tudo devagar outra vez e tirou novamente. A dor na segunda já tinha virado coadjuvante e eu sentia mais prazer. Na terceira, veio meu primeiro gemido de tesão com aquele pau dentro da minha bunda. Dessa vez, ele começou a bombar levemente, o ardido ia passando aos poucos e me fazendo sentir mais gosto pela coisa.
Quando sentiu que minha bundinha estava completamente acostumada, Jorge começou a meter com mais liberdade e eu voltei a me tocar.
"Filho da puta, gostoso. Que pau gostoso."
Ele sorria e metia em mim, cada vez mais intenso e gostoso.
"Que delícia, fode a bundinha da sua namorada, vai. Enche meu cuzinho de leite."
A essa altura, a dor quase não significava nada, eu mal podia acreditar que estava sentindo tanto prazer sendo enrabada. Eu me empinava o máximo que conseguia e até forçava o corpo contra o dele para ir mais fundo e mais forte. Jorge agora gemia, dava tapas na minha bunda e parecia estar no limite.
"Enche minha bundinha de leite, vai? Eu tô quase gozando."
Meu pedido foi imediatamente atendido e quando senti a porra dele no meu cu, o acompanhei na gozada. E que gozada deliciosa. Eu não parava de masturbar minha bucetinha, mas o prazer de ser enrabada daquela maneira parecia ainda maior.
Quando o senti tirar o pau de mim, caí sem forças na cama. Jorge se sentou na beira, ofegante e sorrindo. Sentia a porra dele escorrer de dentro de mim, aquilo era o ponto final do prazer daquela transa.
Na volta para casa, paguei um boquete para Jorge, no carro mesmo, para recompensar ainda mais o prazer que tinha me ajudado a descobrir. No dia seguinte, acordei com um torpedo de Marcinha.
"Jorge me contou da transa maravilhosa contigo. Quero te experimentar também viu?"Email: marianinfaclara@gmail.com
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