No caminho de volta, o carro estava em silêncio.
Mas não era desconfortável.
Era aquele silêncio cheio de pensamentos.
— Elas sabem mesmo, William?
— Sabem.
Ele virou o rosto, surpreso.
— Eu mandei mensagem… e a Ana, com certeza, contou pra Bianca.
Ele ficou alguns segundos calado.
— Então… isso tudo… faz parte de um plano?
— Eu não acredito no acaso.
Ele respirou fundo.
— Eu nunca vivi nada assim. Foi simplesmente maravilhoso ter tido essa experiência.
— Já vivi muitas coisas... mas hoje foi algo bem novo. Mas a verdade é que…
eu estava exatamente onde queria estar.
Enquanto a gente estava vivendo essa experiência magnífica, as meninas estavam em casa, aproveitando o momento delas... Caipirinha, risos e olhares diferentes. Ana e Bianca estavam curtindo. Copos na mão. Biquínis minúsculos que pareciam mais destacar do que esconder. O sol atravessava a janela e desenhava o corpo das duas com uma perfeição quase provocativa. Bianca usava um biquíni branco que envolvia o corpo e era algo de tirar o ar de qualquer um. Realmente, uma linda mulher, se descobrindo nesses dias. A sua bunda engolia o biquíni, seus seios, com bicos bem durinhos, estavam bem destacados. E aquela parte da frente era um cartão-postal. A minha Ana, vocês já conhecem o corpo escultural que ela tem. E ela estava com um biquíni rosa que eu simplesmente venero. E isso, com toda certeza, realça o corpo dela ainda mais. Aquele biquíni, aquele corpo tenso de tesão, molhada, transpirando desejo, vontade.
— Tá acontecendo muita coisa, né, Bianca?
— Eu nunca vivi nada assim.
— Então para de tentar entender… e começa a sentir.
A caipirinha já fazia efeito. A distância entre as duas… diminuía.
— Me fala uma coisa, Bia. Você já teve curiosidade de beijar uma mulher? Ou fui a primeira que você beijou?
Bianca travou por um segundo, mas não desviou o olhar.
— Já! Acredito que, se eu tivesse tido oportunidade, eu teria realizado essa vontade antes.
Ana sorriu.
— Eu sabia! Tanto que você nunca tinha beijado, como também que essa vontade já poderia ter passado pela sua cabeça. Estou conseguindo me comunicar mais com o William e aprendendo a ler as pessoas, rs.
Ana não escondia a safadeza em seu rosto. Ela, então, olhando bem nos olhos de Bia, se aproximou lentamente, até mesmo mordendo os lábios, e a beijou suavemente. Um beijo bem demorado e, por que não, até mesmo romântico, onde a Bia, então, nem precisou quebrar o gelo. Não existia nenhuma trava. Aquele beijo fluía de maneira mágica, onde aquelas duas mulheres sentiam a boca uma da outra, e seus corpos sentiam a eletricidade daquele momento. Logo ganhou intensidade.
— Nossa, Ana... Seu beijo é…
— Viciante?
Bianca assentiu. As mãos começaram a explorar... primeiro com cuidado… depois com intensidade. O corpo respondia antes mesmo da mente acompanhar.
— Eu não achei que fosse gostar tanto…
— E ainda tá no começo.
Ana disse, no ouvido dela.
O celular vibrou. Mensagem minha. Ana leu… sorriu… e olhou pra Bianca com aquele brilho nos olhos.
— Eles vão se divertir um pouco com uma amiga.
Bianca riu.
— E a gente?
Ana chegou ainda mais perto.
— A gente vai se divertir mais ainda.
— Você tá aprontando alguma coisa…
— Sempre.
E então… ela falou. A ideia: simples, ousada e irrecusável.
— Vamos fazer um pedido em um delivery aqui da região, pedir uma entrega terceirizada e, assim, então, lançarmos a sorte de ter um entregador que vai tanto trazer algo para beliscarmos quanto também será beliscado por nós.
Ana parecia uma criança que ia receber um brinquedo, tinha um sorriso malicioso. Bianca arregalou os olhos.
— Você tá falando sério?
— Tô.
— Isso é loucura.
— É…
Ana deu um gole na bebida.
— Mas é exatamente isso que você quer viver.
Bianca hesitou, mas não recusou. O pedido foi feito. Tudo calculado. Entrega terceirizada. Tempo suficiente. Ambiente perfeito.
— Temos uns trinta minutos, Bia...
Bianca respirou fundo.
— Vamos tomar um banho bem gostoso juntas. Quero conhecer mais desse corpo lindo que você tem, Bia.
Ela respondeu com um sorriso. O banheiro encheu de vapor. E de tensão. A água caía… as mãos escorregavam… os olhares se encontravam o tempo todo.
— Relaxa, Bia...
Ana foi passando o sabonete pelo corpo de Bianca com uma calma provocativa. Bianca fechou os olhos por um instante.
— Você faz isso parecer tão natural…
— Porque é.
A proximidade aumentava. O toque também, mas havia algo diferente ali: intenção. Ana não deixava tudo acontecer. Ela conduzia. Provocava. Passou sua boca em cada parte do corpo de Bia, e ela retribuía passando as suas mãos pelo corpo de Ana. A troca era feita com muito carinho. Ana foi deixando o corpo de Bia cada vez mais pronto para ter um prazer intenso. Porém, ela conduzia aquele momento sem pressa. Sua boca tocou seus seios, foi descendo pela sua barriga até chegar na sua linda buceta, exposta naquele banheiro. E ali ela ficou com a sua língua maravilhosa, que conduzia aquele beijo gostoso, tirando gemidos de Bia. Sua língua foi indo até o seu cuzinho, deixando Bia completamente louca naquele banheiro. Ela tremia de tesão quando, então, Ana olhou nos seus olhos.
— Ainda não…
Sussurrou, afastando-se levemente. Bianca abriu os olhos, surpresa.
— Por quê?
— Porque eu quero você com vontade.
E vontade é o que não faltava naquele momento. As duas estavam com um tesão à flor da pele. Elas, então, se enxugaram com muitos beijos, carinhos e foram acompanhar o pedido, que já estava bem próximo de chegar. Cada minuto aumentava a expectativa. Quando a campainha tocou…
as duas se olharam.
— Agora não tem volta, Bia.
Bianca apenas assentiu. Chegou o pobre entregador, rs. Ele não tinha a mínima chance... Era uma presa nas mãos de duas carnívoras. No entanto, a surpresa foi imediata. O rapaz era bem jovem, deveria ter entre dezoito a dezenove anos. As espinhas em seu rosto denunciavam que mal havia saído da adolescência. Parecia ser bem simpático. As duas se olharam naquele momento sem precisar dizer nada. Com certeza conseguiram fazer uma leitura mútua do que estavam pensando. E o pensamento era sobre ele ser tão jovem assim, mas continuaram com o plano sem hesitar. Tudo aconteceu como planejado. Pediram pra ele entrar por um instante, porque não estavam encontrando o cartão para fazer o pagamento. E estava muito sol lá fora. Ele, sem imaginar nada, aceitou o convite, sentou no sofá, enquanto Bia estava no quarto, com a porta aberta, "procurando o cartão". A questão é que, claro, propositalmente, ela estava numa posição muito sedutora, de quatro, procurando em sua mala, enquanto ele poderia, então, estar observando de longe. Felipe, nosso felizardo entregador, é uma pessoa educada, tímida e não imaginava absolutamente nada. O ambiente era divino... Os biquínis mínimos. O cheiro de mulher que acabou de sair do banho... Os olhares constantes.
Ana percebeu que o peixe mordeu a isca e viu nitidamente Felipe olhando para Bianca, procurando o cartão no quarto. E ali ela teve certeza de que tudo iria acontecer conforme elas planejaram. Um arrepio tomou conta do seu corpo.
— Ela é linda, né?
Comentou, naturalmente. Felipe ficou sem graça. Bianca fingia que estava procurando algo… mas sabia exatamente o que estava fazendo.
— Fica tranquilo, Felipe. É impossível não olhar para essa mulher. Olha que bunda maravilhosa que ela tem. Até eu tenho vontade de pegá-la.
Enquanto falava com ele, seu sorriso malicioso tomava conta.
— Vocês duas foram muito educadas comigo, por isso eu não quero ser alguém que vai faltar com respeito com duas mulheres tão lindas, mas, sim, confesso que é impossível não olhar para ela daquela forma. Mesmo assim, peço desculpa por ter olhado, não quero criar nenhum constrangimento. Hoje em dia tenho muito medo dessa questão de ser acusado de assédio, ainda mais no aplicativo. Às vezes, até olhar parece que vai arrancar pedaço.
— Fica tranquilo, que não ligamos pra isso. E, se olhar arrancasse pedaço, até que seria maravilhoso.
Eles deram uma risada alta. Bia perguntou lá do quarto:
— Vocês estão rindo do quê?
— Depois eu te conto!
— Sei, sei.
Deram mais risadas juntos, tendo uma construção ali de cumplicidade. Quando a Bia voltou com o cartão, deu certo o pagamento. Ofereceram pra ele uma água.
— Claro que a gente não pode te oferecer o que nós estamos tomando, porque você ainda tá trabalhando, né, Ana!?
Ela sorriu com muita safadeza.
— Eu comecei a trabalhar cedo e já estava me organizando para que essa entrega fosse a última, porque isso ficou bem próximo da minha casa. Então, posso sim aceitar!
— Eu mesma fiz, Felipe. A Ana adorou. É uma caipirinha bem docinha que eu tenho certeza de que você vai gostar muito.
Ele aceitou um pouquinho, porque disse que não era alguém que tinha costume de beber. Bia caprichou no açúcar. Aquela famosa caipirinha que engana muito. De repente, ele já estava um pouquinho zonzo, falando que achava que precisava comer alguma coisa.
— Acho que a gente pediu alguma coisa no aplicativo, né, Ana?
Deram risada, comeram ali petiscos que tinham pedido.
Deram risada, comeram ali petiscos que tinham pedido. Bia perguntou novamente por que eles estavam rindo naquela hora. Aí a Ana olhou para Felipe e falou:
— Posso contar?
Ele ficou completamente envergonhado, mas consentiu apenas com a cabeça.
— Bia, o olhar do Felipe não resistiu à sua linda bunda naquele quarto. E eu disse pra ele que até eu tinha vontade de pegar essa bunda linda que você tem. Daí ele falou do medo dele de ser acusado de assédio, porque muita gente hoje é chata demais, parece que o olhar arranca pedaço. E eu falei por nós duas que, se isso acontecer, nós iríamos adorar. E por isso nós estávamos rindo.
— Não foi intenção, mas que bom que vocês gostaram. Às vezes duvido que sou tão bonita assim.
— Não falei, Felipe?
— Nossa, como que você pode pensar isso? Como homem, posso dizer que você é uma delícia. Com todo respeito, é claro.
— Meu relacionamento... acho que fiquei cega. Esses dias estão sendo maravilhosos para perceber a mulher que sou.
— É isso mesmo, Felipe, a gente tá trabalhando muito a estima dela. Até eu não resisti e dei uns beijos nela. Que boca maravilhosa...
— Nunca vi duas mulheres se beijando, a não ser em vídeos ou mesmo lendo sobre o assunto.
— Não seja por isso, hoje você vai ver então.
Ana se aproximou e deu um beijo muito gostoso na Bianca, bem molhado, aquele beijo bem audacioso, ousado, quente. E a Bianca, claro, correspondeu à altura. Felipe ficou ofegante automaticamente, parecia que aquilo mexeu nele.
— Eu preciso ir embora, obrigado por este momento maravilhoso. A tarde foi ótima, essa cena vai ficar gravada na minha mente.
Elas pediram para ele ficar mais um pouquinho. Por que teria que ir embora agora? Estava cedo ainda. Elas perceberam o volume na sua calça e, com isso, ficaram animadas. Ele se levantou para ir embora.
— Felipe, esses vídeos que você assiste, poderia dar algumas sugestões para nós? Queremos aproveitar a tarde assistindo a um vídeo.
— Uso um site pra poder fazer isso, tenho alguns vídeos salvos, os meus preferidos.
Ele pegou então seu celular e mostrou pra elas qual era o site.
— Vamos ver quais vídeos você marcou como favorito...
Falou com cara de safada.
— Hummmm... duas mulheres se pegando. Que delícia, Felipe. Olha isso, Bia. Veja como essas mulheres são parecidas com a gente.
— Este é meu vídeo favorito, mas já aviso que daqui a pouco ele vai ficar muito safado. Elas vão usar um vibrador para penetrar uma à outra ao mesmo tempo. É uma cena linda de se ver.
— Nossa, realmente você tem um bom gosto para vídeos.
Felipe sentou novamente para poder apresentar outros vídeos para elas, um outro site também.
— Então são esses os vídeos que eu mais assisto, mas com certeza vão aparecer nas sugestões aí para vocês.
— Ana, volta um pouquinho naquele vídeo das duas mulheres. Que tesão ver elas metendo com gosto. Será que nós duas faríamos tão bem como elas?
O volume da calça de Felipe ficou ainda maior, quase estourando.
— Gente... eu não tenho maturidade para assistir a um vídeo desse e ficar só olhando...
Colocou sua mão por dentro do biquíni e começou a se acariciar ali mesmo.
A Ana deu uma risadinha.
— Bia, você não espera nem o nosso convidado ir embora. O que ele vai pensar de nós?
Ana sorria com muita malícia, enquanto Bia enfiava sua mão intensamente em sua linda buceta. Que cena linda de se ver. Ela começou a gemer olhando para o vídeo. Uma mulher se acariciando é uma pintura belíssima. Ela estava com muito tesão.
— Olha, vou deixar vocês à vontade, vou embora, porque eu também não tenho tanta maturidade não. Já estou louco para ir ao banheiro.
— Você não precisa ir ao banheiro. Você é nosso convidado, pode fazer aquilo que quiser. Até porque a anfitriã já deu o primeiro passo.
Bia metia a mão num vai e vem gostoso. Ela apertava seus lindos seios com força. Estava em êxtase.
— Acho que eu não consigo, sou muito tímido, eu não tenho essa coragem.
Ana, logo em seguida à sua fala, deu uma ajudinha para ele.
— Eu vou deixar você à vontade. Vamos abrir esse zíper. Hum... olha isso, Bia. Que pênis lindo que esse entregador tem... Ele com certeza está na profissão errada. Mostra como você assiste esse vídeo. Mostra como você se pega nesse pau maravilhoso.
Ele, sem cerimônia, começou a se masturbar ali na frente delas. E a Ana, é claro, começou a fazer o mesmo. Então os três estavam assistindo ao vídeo. Ana, sem tirar as mãos de sua buceta, foi em direção à Bia e começou a chupar seus seios. As duas gemiam muito. Ela desceu sua língua e lambeu bem gostoso a buceta completamente encharcada de Bia. Olhou para Felipe enquanto fazia isso, e ele se masturbava com mais força ainda. Ana tirou a boca da buceta de Bia e se ajoelhou na frente dele, numa ousadia muito grande, e abocanhou, engolindo até engasgar. Ele, na hora, soltou um grande gemido, e a Ana intensificou ainda mais suas carícias, olhou bem nos olhos dele enquanto chupava gostoso.
— Deixa um pouquinho pra mim, Ana.
Bia falou, possuída pelo tesão. As duas chuparam juntinhas, Bia tentava engolir, enquanto Ana lambia as bolas, descendo mais e mais a língua. Depois revezaram. Felipe gemia cada vez mais. Bia, então, não aguentou, tirou o biquíni e sentou no rosto dele. Era tanta intensidade que ele parecia ter dificuldades de respirar. Ana lambia suas bolas, descendo bem próximo ali ao seu ânus, deixando-o maluco. Seus gemidos eram abafados porque a Bia estava sentada em seu rosto.
— Eu vou g...
Bia tampou a boca dele com sua buceta. Ele então não aguentou mais e gozou na boca de Ana, que engoliu tudo, segurou na boca e deu um beijo gostoso em Bia, dividindo. Engoliram tudo. Ele já ficou ereto no mesmo momento, um jovem cheio de testosterona. Bia, então, ficou na posição em que estava no quarto, chamando ele. Perguntou se tinha camisinha.
— Eu quero sentir você totalmente dentro de mim, sem nada incomodando.
Sem pensar duas vezes, ele meteu nela, enquanto beijava Ana. Que beijo gostoso! Bia chupou Ana com muita intensidade. Então Ana saiu dali e se ajeitou sobre a Bia. Assim, Felipe teve acesso às duas. Tirava de uma, colocava na outra, uma de quatro em cima da outra. Que cena maravilhosa!
— Vou gozar...
— Goza em mim... dentro da minha buceta.
Ele gozou muito, e seu esperma descia pela buceta de Bia. Ana veio e lambeu tudo.
— Ana, me beija.
As duas se beijaram, dividindo novamente aquele leite. Ficaram ali deitadas. Felipe estava exausto, com certeza nunca tinha tido uma experiência assim. Logo depois, ele se despediu delas, dando beijos gostosos, agradecendo por aquela experiência maravilhosa que ele jamais esqueceria e dizendo que foi melhor do que qualquer vídeo que ele assistiu.
— Poderíamos até ter gravado, iríamos ganhar dinheiro.
Elas deram risada. Ele foi embora e as duas ficaram ali, curtindo o momento que viveram, se beijando muito. Tomaram outro banho para esperar por nós. Enquanto isso, continuavam bebendo. Um detalhe: nenhuma delas gozou... ou seja, a noite seria quente.
