Por volta das 20hs, acabamos de jantar e sentamos na calçada para aproveitar o clima que estava fresco e céu aberto.
Conversávamos sobre várias coisas e, em determinado momento minha esposa se lembrou que havíamos comprado uns itens de sex shop: uma máscara, par de algemas e um consolo. Brinquei com ela que iríamos estrear naquela noite. Ela sorriu e entrou, pois já estava meio alta, após matar sozinha quase uma garrafa de vinho. Assim que ela entrou, o rapaz passou pela rua, vindo se despedir, pois iria embora no outro dia para sua casa. Me entregou umas sementes de uma planta que eu queria plantar. Agradeci. Ele se virou para ir e disse: Manda um beijo pra sua esposa.
Eu brinquei: Entregue você mesmo. Rimos e ele se virou para ir embora.
Eu insisti: Tô falando sério.
Ele ficou me olhando tentando entender e continuei: Acha que não reparei o jeito que olhou para ela aquele dia na rua? Gostaria de ve-la pelada antes de ir embora? (Como se não tivesse visto).
Fiz ele jurar que guardaria segredo e ele disse que seria fácil, pois nunca mais voltaria a minha cidade.
Entramos em silêncio na garagem e ouvi que minha esposa estava no telefone. Falei para ele ficar bem quieto que voltaria para chama-lo.
Entrei, peguei os itens do sex shop, levei até a cama. Minha esposa sorriu quando viu e falou: Lá vem meu taradinho.
Começamos a nos beijar e tirar a roupa. Deixei ela peladinha na cama. Coloquei a máscara que vendava seus olhos e algemei ela de quarto na cama, com as mãos segurando na cabeceira. Aquela visão me deixou com muito tesão. Ela piscava o cuzinho e rebolava, me chamando. Fui até a área e chamei o rapaz. Assim que ele entrou no quarto, arregalou os olhos e o pau dele já dei sinal de vida. Mas eu disse que ele iria só olhar. Entrei embaixo dela e comecei a beijar e sugar seus peitos e ela esfregava a boceta no meu pau, já implorando pra ser comida. Logo ela conseguiu engolir todo meu pau com sua boceta e se mexia com vontade. Quando olhei para o rapaz ele estava pelado, batendo uma, em pé, a poucos centímetros da bunda dela. Fiz sinal de negativo pra ele para não come-la. Minha esposa jogou o corpo em cima de mim, tirando meu movimento e não dando chances de eu impedir o rapaz. Ele apontou sua rola na porta do cuzinho dela e começou a forcar, até que entrou tudo de uma só vez. Ela deu um urro de tesão no meu ouvido, gemendo e tremendo enquanto ele acelerava as estocadas. Ele fodia com força o rabo dela. Nesse momento ela me disse, sob efeito do álcool: Isso amor, agora você já tem dois paus pra comer minha boceta e meu cuzinho de uma só vez.
A gente ficou nesse movimento por quase 5 minutos e, minha esposa gozou alto e caiu, exausta de tanto levar rola. Eu sai de baixo dela e tirei as algemas. O rapaz se levantou, passou a mão na boceta dela e olhou pra mim, como se pedisse autorização pra comer aquela xana que ainda pulsava. Eu não deixei, pois ali era só eu. Ele concordou e fez sinal de que queria água. Fui buscar e quando voltei, ele estava socando na boceta dela, na posição frango assado. Ele metia com força e chupava seus peitos. Ela gemia e arranhava as costas dele. Agora já não tinha mais jeito, deixei ele acabar e, finalizou, gozando na barriga dela. Ele se vestiu, acompanhei até a área, me desejou felicidades e partiu.
Voltei, peguei minha esposa, dei banho e deitei ela na cama, que dormiu na hora.
No outro dia de manhã, levantamos normalmente e, enquanto tomávamos café, ela reclamava das dores que estava sentindo. Nisso, ela abriu uma sacola e, com o vibrador na mão, me perguntou: Amor, como conseguiu comer meu cuzinho e minha boceta ao mesmo tempo, se o vibrador ainda está lacrado?
Dei risada. Ela também sorriu e deixei a estória como está.
Fim…