Na Minha Própria Cama

Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 804 palavras
Data: 12/04/2026 22:44:27

Dois dias após o escritório, meu celular vibrou com mensagem de Marcelo: "Preciso te foder de novo. Motel na saída pra São José? 8h." Meu corpo magro tremeu de antecipação – buceta já umedecendo. Respondi ousada: "Melhor na minha casa. Marido em obra em Londrina até amanhã, filha na faculdade em Florianópolis. Endereço: Rua das Flores, 456. Quarto principal. Traga lubrificante." Aos 50, eu me sentia dona do fogo que apagou há anos.

Ele chegou pontual, garagem discreta. Entrei primeiro, trancando a porta, beijo na cozinha já urgente – mãos dele abrindo minha blusa fina, expondo seios firmes sob renda.

— Caralho, Andressa, foder na tua cama? Isso é tesão puro — rosnou, pau duro marcando a calça.

— Aqui é nosso agora... lambe minha buceta na cama primeiro — ordenei, guiando pro quarto principal.

Deitei na cama king impecável, pernas magras abertas. Ele abriu a lingerie fio dental, língua mergulhando no clitóris inchado, chupando mel viscoso enquanto dedos fudiam a entrada apertada.

— Que buceta safada e molhada... mais doce que a da Adriane. Goza na minha boca.

— Lambe fundo, Marcelo, enfia os dedos... meu cu tá louco pra você hoje!

Ele riu, língua lambendo o cu exposto, dedo untado circulando a entrada apertada. Gemi, bunda magra se contorcendo. Gozei tremendo, fluidos melífluos na barba dele e lençol.

Levantei, ajoelhando pra boquete voraz. Pau roxo engoli inteiro, garganta mamando com saliva escorrendo, dedinho no cu dele.

— Mama esse caralho na tua cama, Andressa... engole tudo, boca viciante.

— Fode minha cara, me enche depois... mas quero no cu na cama — confessei, sacando lubrificante da gaveta secreta.

Ele gemeu surpreso. Untou o dedo, circulando meu cu apertado enquanto pau fodia buceta de frente, corpo sobre o meu magro, estocadas profundas.

— Tá gostando do dedo no cu enquanto fodo tua buceta? Abre pra mim.

— Sim, me abre... me usa toda!

Meu celular piscou – app de localização: "Tudo bem?" Ignorei, risco me fez gozar forte, buceta contraindo.

Virei de quatro na cama, bunda magra erguida. Dedo dele saiu, pau lubrificado pressionando cu apertado devagar.

— Relaxa esse cu apertado, Andressa... vou te foder no rabo na tua cama.

— Vai devagar, caralho... tá me preenchendo gostoso, fode fundo agora!

Estocadas lentas ganharam ritmo, pau preenchendo cu enquanto dedos fudiam buceta melíflua. Dor virando prazer puro. Luz de carro na rua – vizinho passando devagar. Segurei respiração, Marcelo pausando fundo no cu.

Adriane ligou bem nesse instante – atendi ofegante no viva-voz, corpo congelado mas buceta latejando, Marcelo sussurrando "fala normal" enquanto recomeçava estocadas mínimas e profundas no meu cu, pau pulsando devagar contra as paredes sensíveis.

— Andressa, tudo bem? Sua voz tá rouca, parece que tá correndo ou algo assim...

— Tô... ótima, amiga — forcei, mordendo lábio pra abafar gemido quando ele empurrou mais fundo, bolas roçando minha buceta melíflua —, malhando em casa, sabe como é... exercício pesado.

— Hmm, cuida pra não se machucar. O Marcelo tá sumido hoje, viu? Perguntou de você no grupo da firma. Beijo grande, depois a gente se fala!

— Beijo, Adriane... tchau — desliguei rápido, voz tremendo, orgasmo quase escapando só com o risco.

— Porra, ela quase ouviu teu gemido... isso te deixou mais apertada no cu — sussurrou Marcelo, acelerando agora.

— Fode forte agora, enche meu cu de leitinho na cama!

Ele acelerou, bolas batendo ritmadas na buceta exposta e latejante, cada estocada profunda no cu enviando ondas de prazer ardente pelo meu corpo magro – veias do pau pulsando contra as paredes internas apertadas, lubrificante facilitando o deslize molhado, mãos dele cravadas nas minhas nádegas firmes puxando-me contra ele. Gemi sem controle, sentindo o orgasmo anal se construir devagar, cu contraindo involuntário ao redor do pau grosso.

— Tá apertando meu caralho no cu, Andressa... goza assim, me ordenha!

— Não para, Marcelo, fode mais fundo... meu cu tá gozando no teu pauzão!

O clímax me atingiu violento – cu pulsando em espasmos ritmados, buceta vazia pingando mel nos lençóis, corpo magro convulsionando enquanto ondas quentes subiam da base da espinha. Ele grunhiu, estocadas virando selvagens, mas eu o empurrei de costas na cama, montando reverso pro final: guiei pau de volta pro cu, rebolando devagar pra prolongar, depois mudei – levantei e desci na buceta faminta, quadris magros batendo forte.

— Agora enche minha buceta, Marcelo... goza dentro, me deixa pingando teu leitinho!

— Toma porra quente na buceta gulosa, Andressa... ahh, gozando tudo!

Ele explodiu fundo, jatos grossos e quentes inundando meu útero, porra cremosa transbordando pelos lábios inchados da buceta, escorrendo pelas coxas magras enquanto eu rebolava pra espremer cada gota. Fiquei ali, pau amolecendo dentro, sentindo o calor viscoso se espalhar, dedos dele no clitóris prolongando tremores.

No banheiro master, chuveiro quente lavando suor e porra, dedos dele na buceta sensível cheia de leitinho.

— Semana que vem, aqui de novo? — perguntou, beijando pescoço.

— Todo dia se der... meu cu e buceta são teus nessa casa.

Saí com pernas bambas, cama bagunçada, viva – risco agora em casa própria.

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