Conhecendo a família exibicionista da minha namorada

Um conto erótico de Not a Number
Categoria: Heterossexual
Contém 2067 palavras
Data: 12/04/2026 20:25:34

Me chamo André, e na primeira vez que fui passar a noite na casa da minha namorada, descobri dois importantes fatos, ela e sua família eram exibicionistas, e que eu adorava aquele fetiche.

Tinha começado a namorar a Amy há poucos meses, e no começo nossa atração era muito mais sexual, a ponto que conhecíamos pouco sobre a vida do outro. Isso estava a mudar lentamente, até que nosso plano de viagem num feriado teve que mudar. O trabalho dela falou pra ela ficar de prontidão e poder responder algum chamado a qualquer momento, ela poderia ficar em casa desde que pudesse aparecer no trabalho em até 1 hora.

Para não ficarmos separados, ela decidiu me chamar pra casa dela, poderíamos ficar juntos, e ainda conheceria a família dela. Ela morava com a irmã e a mãe. Confesso que me senti menos intimidado, ao saber que não precisaria impressionar nenhum pai ciumento ou coisa do tipo. Porém, tinha um grande detalhe, que ela deixou pra me avisar a última hora.

“Nudistas, somos todas assim lá em casa” - Ela reafirmou o que tinha acabado de falar

“E você não pensou em me avisar antes?”

“Desculpa, fiquei esperando a melhor hora, mas... não sabia como você ia reagir”

Ainda estava digerindo a informação, continuei a falar, enquanto minha mente processava tudo.

“Mas, tipo, mesmo com visita? Ou eu vou ta quebrando a vibe la? Vou ter que ficar pelado?” – Soltei uma frase em cima da outra, sem parar pra respirar direito.

“Calma, não tem problema nenhum você indo lá, minha mãe acredita que um namorado ideal iria aceitar a família do jeito que é, e sei la, não acho que você é muito contra, é?”

“não sou não, só to no susto aqui”

Ela riu, “jaja se acostuma, e olha, todo mundo la tem a mesma genética, não vai ser tão ruim assim...”, e me olhou com uma cara de sacanagem, que me fez indagar, até onde ela queria chegar.

De fato, a Amy era muito bonita, e apesar de seu corpo humilde, ela me atraía demais. Fiquei pensando como seriam sua mãe e irmã.... peladas.... que loucura eu tava me metendo....

Chegando lá, na noite de quinta, pré feriado, a recepção foi boa, todas estavam vestidas, para meu alívio. Elas foram bem acolhedoras, e amigáveis, nos entendemos rápido, e me senti em casa rapidamente, a ponto de até esquecer da conversa com a Amy no caminho.

Até que depois do jantar, enquanto eu estava no sofá, minha sogra Julia, chega na porta da sala, vira para mim e pergunta em uma voz tão inocente e suave, que me levou um tempo pra processar o que realmente significava

“André, a Amy conversou com você sobre a tradição que temos aqui em casa?” deu um branco no momento da pergunta

“Falei sim mãe, não se preocupa, ele é meio tímido mas se acostuma rápido”

“A que bom, já da pra ficar a vontade” minha sogra falou com tom aliviado

Concordei com a cabeça no automático, e ela já começou então a se despir, ela estava de short jeans e uma camisa simples. Primeiro ela abaixou o short até o chão com as duas mãos, revelando suas pernas bem conservadas, para alguém que estava na casa dos 50 anos. Assim que se levantou, pude ver que estava sem calcinha, revelando ter um pelos bem aparados, mas suficiente pra não revelar nada além dele.

“O Jantar todo a comando mãe, eu não esperava essa...” Amy comentou zombando de leve

Minha sogra continuou com o show, apesar dela não estar tirando de forma lenta, ou sensual, para mim tudo estava correndo em câmera lenta. Dessa vez ela levantou a camisa, e seus dois seios pularam pra fora, eram grandes, bem maiores que de suas filhas. Agora ela estava completamente nua, e começou a andar em minha direção e da Amy.

“Vou aproveitar e lavar logo, querem dar a roupa de vocês”

Eu ainda estava apreciando o corpo dela e demorei a responder

“Ih mãe, enfeitiçou o André haha, falei que ainda tava gostosa.”

“Deixa disso, coitado só ta com vergonha, ta tudo bem André?”

“Ta sim, ta sim, desculpa, você quer que a gente de nossas roupas?”

Perguntei finalmente entendendo o que ela tinha perguntado

“Se quiser, mas pode ficar do jeito que preferir”

Sua voz suave sempre contrastava com o contexto da conversa. Do meu lado Amy já havia se despido, decidir tirar tudo também, curioso de como ia ser a sensação.

Me levantei pra tirar minha roupa, e dessa vez Julia e Amy ficaram me olhando, meu corpo não era de um deus grego, mas não deixava a desejar. Assim que removi a cueca, meu pau pulou pra fora, bem duro, tinha esquecido do estado dele, e parei pra ver como elas reagiriam.

“Uau, você tinha razão, que pau gostoso”

“Te disse mãe, e ele sabe usar”

Esse comentário me pegou de surpresa, Amy tinha falado do meu pau pra mãe dela, e elogiando pelo visto. Por algum motivo isso me deu muito tesão, ver as duas peladas olhando pro meu pau duro. Julia mordeu os lábios, olhou pra mim, e deu uma piscadinha, naquele momento, a imagem dela se tornou absurdamente sexual, e um desejo gigante por ela surgiu em mim, mas me segurei.

Eu e Amy voltamos pro sofá, agora pelados, com meu pau duro, ela olhou pra ele cheio de desejo, mas antes que pudesse fazer qualquer coisa, o telefone dela, toca, e ela pula pra atender, era do trabalho, ela ia precisar sair.

“Poxa, que timing mais ruim” ela suspirou, e foi pro quarto se vestir.

“Realmente, volta hoje ainda?”

“Acho que só de madrugada...”

Ela parou enquanto se vestia, olhou pra mim, ainda de pau duro, e com a cara mais safada que já vi ela fazer, falou

“Quer comer quem das duas?”

“Que isso Amy, não vou faltar com ...”

Ela veio pra perto de mim, me interrompendo

“André, não te trouxe aqui pra ficar pelado só olhando não, hihihi” Ela falou rindo, uma risada safada. “Pode comer, pode não, deve” ela sussurrou no meu ouvido

A gente se olhou, ela deu uma piscada e terminou

“To falando sério, marca o território meu amor” e sussurrando “onde quiser”

Com isso ela se despediu e saiu. Estava eu agora pelado, com minha sogra e cunhada na casa, só nós três. Julia ainda estava na cozinha, fui avisar do chamado de última hora pra ela.

“Que pena, esse trabalho da Amy também, explora bastante ela”

“Pois é, mas vai ser bom pra carreira dela” tentei manter a conversa neutra mas ela já mudou.

“E vocês, conseguiram acalmar ele?” Ela falou olhando pro meu pau

“Nada, ela saiu antes”

“Que pena....” ela suspirou olhando fixa pra ele ainda

Eu não respondi nada, e ela se virou pra terminar de arrumar a cozinha. Tentei ajudar, mas ela me enxotou de volta pra sala. Sentei no sofá, mas não quis ligar a TV, nesse meio-tempo, Bia, minha cunhada, sai do quarto pelada. Fico hipnotizado pelo corpo dela, e meu pau fica logo duro. Ela ta no celular e nem repara, fica procurando algo no móvel da sala, de costas pra mim.

Quando vai pegar algo embaixo do armário, ela se curva na cintura, expondo a bunda e a buceta para mim, completamente depilada, com a aparência mais macia que já vi, quase que convidando pra enfiar. Ela então olha pra tras, pra garantir que eu esteja vendo, da uma piscada, e volta a procurar algo no armário.

A olhada safada dela foi demais pra mim e quase me levantei, me segurei, mas não segurei a punheta que comecei a bater lentamente. Nisso escuto do lado.

“Curtindo o show”

Julia estava atras de mim no sofá olhando pra filha dela se exibindo pra mim, levei um susto e tentei parar mas ela logo em seguida falou no meu ouvido.

“não não não, pode continuar, por favor...”

Ela sussurrou de forma sedutora a ponto de me fazer arrepiar. Comecei a punhetar com mais vontade. Bia então se vira, finalmente tendo achado o que procurava. Ela ve a cena, eu batendo punheta pra ela, com a mãe do lado. Ela arregala os olhos, e a boca de surpresa, formando um sorriso largo. Mas antes que ela pudesse falar algo a pessoa no outro lado da linha chama ela, ela olha pro relógio assustada, e volta correndo pro quarto.

“Deixa ela, deve ta atrasada pra aula online, consegue terminar?”

“Acho que sim”

“Acha... haha” ela comenta rindo

Então ela vai pra onde a filha estava e replica a posição, expondo a buceta, nessa posição os pelos ficando afastados e deixando a buceta exposta pra quem quiser apreciar, , o tesão então sobre a cabeça, e sinto qualquer limite meu desaparecendo.

“E agora?”

“Perfeito, fica assim”

“Como desejar, hihi” Ela falou rindo, animada pela situação

Nisso levantei, me aproximei de sua buceta apontada pra cima, vi que estava inchada, cheia de tesão também, de perto deu pra ver até o mel escorrendo, será que não era só eu me masturbando?

Ela olha pra tras

“Veio ver de perto”

“Ver não”

Falo enquanto seguro ela pela cintura e meu pau duro, sedento, penetra ela com gosto, escorrega nos seus lábios que estavam encharcados e afunda naquela buceta babenta deliciosa.

“Porra, que pau gostoso” Julia geme, ver ela falando putaria naquela sua voz doce me enlouquece, e começo meter com mais força, me perdendo naquela buceta.

Ela se reajeita, se apoiando no móvel, e abrindo mais as pernas, posso ver de lado seus peitos balançando, me curvo sobre ela, ainda metendo e aperto eles por tras.

Os gemidos dela ficam mais altos, enquanto massageio, aperto e espremo seus peitos, dando beliscadas nos seus mamilos.

“Me fode com força vai”

Me levanto de novo agora seguro ela pelo cabelo, assim que puxo ela solta um gemido alto, gemido de quem que se deixou levar pelo tesão. Então começo a foder ela com força, deixo meu pau quase sair de sua buceta em cada metida, só pra sentir ele entrando por inteiro, até acertar a bunda dela, enquanto minhas bolas quicam na lábios da buceta.

O barulho é tanto que Bia sai do quarto pra ver. Ela fica olhando maravilhada e puxa o celular pra gravar.

“Que isso Bia” perguntei pensando se precisava me preocupar, e desacelerando um pouco.

“é pra Amy, ela pediu pra eu gravar” ela falou toda alegre, como estivesse se divertindo

“Me fode vai, vamos dar um show pra Amy” Julia gemia de tesão, e eu também depois disso tudo, não podia me segurar.

Fui com velocidade máxima que aguentava, até sentir o corpo de Julia se contrair por completo, ele vibrava, estremecia, sua buceta apertada, agora espremia meu pau. E sua perna fraquejava, comecei a ter que segurar ela pela cintura enquanto metia sem parar. O gemido dela é uma mistura de grito de prazer, e urros. Quando ela termina de gozar, os gemidos viram quase um choro de prazer, soltando palavras que não faziam sentido, mas deixavam meu tesão a mil.

Quando chegou minha vez, não quis me segurar, gozei à vontade na buceta dela, enquanto soltava gemidos de prazer, segurei a cintura dela espremendo ela na minha, pra que cada gota de gozo fosse mais fundo possível. Meti mais um pouco até bombar todo gozo dentro dela. E foi então a vez das minhas pernas enfraquecerem. Me joguei de volta no sofá, trazendo Julia junto, caímos no sofá abraçados enquanto arfávamos e recuperávamos o fôlego.

“Uau que show” Bia comentou, dessa vez sem tanto sorriso, mas um olhar de puro tesão, ela começou a revisar o que tinha gravado, dava pra ouvir nossos gemidos saindo do celular ao longe, e enquanto ela olhava, ela automaticamente desceu o dedo pra buceta dela, e parou.

“Caramba isso aqui ta quente demais, a Amy vai amar.” Ela retornou pro quarto dela fechando a porta.

“Que foda gostosa André, meu deus, que inveja da Amy.”

“Inveja porque”

Ela mordeu os lábios olhando pra mim “Você vai vir visitar bastante, ta sabendo né”

“Com uma recepção dessa, como não”

Com a Julia em meus braços, fui até ela e dei-lhe um beijo de língua, bem molhado, ela retribui, e ficamos ali nos beijando enquanto nos recuperávamos.

Foi assim minha primeira experiencia nesse feriado, porém não foi a única, nem mesmo naquela noite, porém são cenas para os próximos capítulos.

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Comentários

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Sou casado com uma mulher 16 anos mas nova que eu tenho 2 enteadas lindas e uma cunhada gostosa mas a minha belíssima esposa é muito careta

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Que maravilha que tesão meu Deus que tesão simplesmente excitante pena que casei com uma linda mulher mas muito careta tenho uma tesão do carvalho na minha cunhada que é bem mas aberta.

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