Irmãs Médicas – VII

Da série Irmãs Médicas
Um conto erótico de Cialis
Categoria: Heterossexual
Contém 4798 palavras
Data: 12/04/2026 16:37:49

Aquele horário de almoço entre as aulas da manhã e da tarde havia se tornado praticamente um confessionário da Sônia para a sua amiga Adriana, sobre sua aventura durante um casamento de uma prima, na Itália, no último final de semana. A amiga dela mal podia acreditar no que estava ouvindo.

- “Você fez o quê????”, perguntou, desnecessariamente, já que ouvira muito bem o quê a morena dissera. – “Justo você? Que vem negando isso para todos os seus namorados, e em especial para o Rodrigo???”

- “Ahhh, para, Dri... Que é, vai ficar me censurando, agora?”, a Sônia retrucou, meio aborrecida pela lembrança do namorado. – “Justo você?”, disparou, acusando a amiga, cujos hábitos mais ‘liberais’ ela conhecia bem.

- “Só estou surpresa...”, a Adriana recuou. – “Mas conta...”

- “Bom... Eu estava ali, nua, e os dois italianos tinham acabado de tirarem as roupas, também. Eu olhava para os dois cacetes, duros, apontados para cima, curvos, lindos. O Roberto era bem maior que o amigo, mas o Giovanni tinha um puta corpo, Dri... Todo duro, definido, musculoso, era um tesão. Eles vieram andando, e me levaram até um sofá pequeno que tinha no quarto, ao lado da cama. Sentei, e eles não pareciam ter pressa... Só que eu, tinha, né. Meus pais estavam sentados em uma mesa, no jardim... Imagine se soubessem que eu estava sem roupa, em um quarto, com dois ‘primos’...”

- “Ai sim, aquela porra toda ia virar ruínas de verdade...”, a amiga concordou.

- “Então... Se eu estava lá, era para trepar, não era?”, perguntou, retórica. – “Puxei o Giovanni para perto dfe mim, disposta a começar pelo menor. Segurei seu pau pela base, e comecei a mamar. Ele tinha um cacete lisinho, a cabeça pequena, meio pontiaguda, sabe... Comecei a mamar ele, e o Roberto não quis saber de ficar olhando... Senti suas mãos grandes percorrem minhas costas, chegarem à minha bunda, seus dedos deslizando pelo rego, até começarem a mexer na minha xana. Logo eu senti o rosto dele se meter no meio da minha bunda, e sua língua tocou minha xana... Amiiiigaaaaa... A primeira quase foi ali mesmo, assim, tipo vapt-vupt.”

- “Cacete...”

- “Ele abriu minhas pernas, abriu minha bunda, amiga, e deslizava a porra da língua dura dele, da xoxota para o meu cu, e de volta para a xoxota... Fez isso umas vintes vezes, e eu com isso e com uma rola dura na boca, já quase gozei ali mesmo...”

- “Só faltava...”

- “Eles falaram alguma coisa que não entendi, e trocaram de lugar. Ai, sim, amiga... finalmente, aquela tora dura de carne estava a centímetros do meu rosto. Olhei para cima, e vi aquele olhar confiante, másculo para caralho, como que me mandando chupar, mas sem abrir a boca, sorrindo... Puta que pariu!!! Abri a boca e chupei aquela vara, como se fosse um sorvete em um deserto, manja? Atrás de mim o Giovanni alisou meu cu e minha xoxota, e de repente senti ele encostar o pau para começar a me foder... Olhei assustada para trás, mas ele apenas sorriu... Ele já havia posto uma camisinha, nem sei saída de onde. Acho que ele tirou do cu...”

- “Ah ah ah... caralho, amiga... Estou ficando molhadinha aqui.”

- “O Giovanni começou a me foder, enquanto em mamava a vara do Roberto. Eu estava no paraíso, nem queria que o tempo andasse mais. Os dois me foderam assim, na xana e na boca, por uns dez minutos, sem parar. De repente, pararam, e me fizeram virar. Fiquei deitada de costas. O Roberto abriu minhas pernas, enfiou aquela tora na minha boceta, e começou a me foder, rapidamente. O Giovanni encostou o cacete na minha boca, e eu chupei com camisinha e tudo. O Roberto me arrombava com aquele caralho duro, grosso... Comecei a achar que eu ia gozar, mas eles pararam de novo. Me levaram para a cama...”

- “Ai, Sô... vai logo para o epílogo...”

- “O Roberto se sentou na cama, com as costas na cabeceira. Eu fiquei de quatro, chupando seu pau de novo. O Giovanni se ajeitou atrás de mim, e passou os dedos no meu cu, com algum tipo de pomada... Nem vi nada, Dri... De repente, a cabeça do pau dele estava no meu rabo, e ele foi apertando, entrando, mas por incrível que pareça, eu não senti dor... Não sei se era xilocaína, se era o próprio sumo dos deuses romanos, sei lá que caralho foi, mas o puto foi enfiando o cacete no meu rabo, e eu só sentia prazer... Mamei o Roberto, querendo fazer aquele caralho gozar, mas ele me puxou para cima dele...”

- “Você tá zoando... Jura que fez uma DP com eles???”, a Adriana perguntou.

- “Fiz, e gozei assim...”, a Sônia respondeu. – “Os dois meteram em mim assim, sei lá por quanto tempo, até que não aguentei mais, e gozei litros, amiga...”

- “Caaaaraaaaaaalho, amiga... Puta que pariu, eu não acredito...”

- “Nem, eu... mas gozei, gostoso.”, ela falou. – “Ai o Giovanni meteu, meteu, puxou, me chacoalhou, e gozou dentro do meu cu, enfiando tudo no meu rabo.”

- “E você deu a bunda também para o outro?”, ela quis saber, cochichando por cima da mesa.

- “Ai também, não, né...”, quando o Giovanni acabou, o Roberto me fez sentar sobre ele, de costas. Até fiquei com medo que ele também iria querer entrar por trás, mas ele foi super de boa. Pos na frente, e me fazendo subir e descer sobre ele, gozou na boceta... Os dois dentro das camisinhas, claro.”, ela falou. – “Amiga, eu mal sentia minhas pernas, depois disso.”

- “Imagino...”, falou a Adriana, sentindo sua xoxota molhada. – “E aí?”

- “Ah, super de boa... Os dois ainda me ajudaram a me vestir, e sair dali, me explicando como voltar para a área das mesas... Ai foram tomar banho, mas entenderam que eu precisava voltar logo para a mesa da minha família.”

- “E ninguém percebeu nada?”, a amiga quis saber.

- “Nem... Voltei falando que estava cansada de tanto dançar, e meus pais também não viam a hora de ir embora.”

- “Caralho, amiga... Puta aventura, hein...”, a Adriana falou, olhando bem para a amiga. – “Sua vadia... Puta... Arrombada, do caralho...”, completou, em uma linguagem que mostrava o quanto ela admirava a aventura da amiga.

- “Eu sei, Dri... Também te amo. Agora vamos embora, senão estaremos fodidas, e não será pelos italianos...”

- “Vamos...”, disse a Adriana, juntando os pratos e talheres usados.

Assim que as duas começaram a andar de volta ao prédio das salas de aula, a Adriana voltou à carga:

- “Mas, me conta...”, a Adriana perguntou, curiosa. – “Como foi, dar atrás pela primeira vez? Curtiu?”

- “Putz, Dri... Vou te falar a real.”, a Sônia começou a responder. – “Eu já te falei... Todo filho da puta de cara com quem eu já fiquei, pede isso. Então decidi que não ia transar atrás, até eu achar que era especial... E de repente, lá na Itália, com dois puta gatos, que nunca mais eu vou ver, me bateu como ‘especial’. Foi legal por isso, entende? Foi do meu jeito, não do jeito deles...”, ela falou.

- “Quer dizer então que, agora que a menina foi iniciada nas artes anais, o Rodrigo poderá enfim desfrutar dessa joia rara, é?”, falou, dando um tapa na bunda da amiga.

- “Ah, tá... O Sr. Rodrigo está atrás de uma fila grande de pretendentes, isso sim.”, falou, cumprimentando duas amigas da sala delas, no caminho.

- “Mas ele é seu namorado...”, a amiga argumentou, confusa.

- “Pau no cu dele...”, ela respondeu, atravessando a rua. – “Ele vai comer seu cu, antes de comer o meu...”, ela falou.

- “HÃ?!?”

- “Pois é, gostosinha... Você vai me ajudar com isso...”, ela falou, começando a cochichar no ouvido da amiga, deixando-a arrepiada e sem fôlego.

Os dias foram passando, e os casais na casa da família foram se separando, graças a compromissos profissionais (verdadeiros ou não), familiares e pessoais. Os rapazes Ronaldo e Fábio, usando do expediente de sempre, disseram que precisavam emendar as semanas no cliente onde atuavam, e que não voltariam para São Paulo na sexta-feira. A Sônia disse que iria para o litoral, para a despedida de solteira de uma amiga, voltando no domingo, e os pais resolveram visitar a chácara da família, também no domingo, para garantir que tudo estaria Ok para o encontro da família na semana seguinte.

Com isso, a casa ficou apenas para a Susan, sem namorado no final de semana, uma vez mais. Ela resolveu chamar a turma para aproveitar a manhã ensolarada do domingo, na piscina da casa. Garotas e rapazes se divertiram bastante, e o Rodrigo pode, uma vez mais, curtir o corpo da cunhadinha a bordo de um maiô pra lá de tentador.

Em determinado momento, a Bia, a garota mais safada de toda a turma, passou perto dele e sussurrou no ouvido dele:

- “E aí, Rô? Sozinho no final de semana, é?”, falou, fazendo questão absoluta de grudar seu corpo ao dele, em um determinado momento na cozinha, quando ele preparava uns salgadinhos para o pessoal. – “Parece que é uma prática comum na família, deixar os namorados(as) sozinhos, à toa, em pleno final de semana, não é mesmo?”, disse, os seios mal contidos pelo minúsculo biquini, se expondo para ele.

- “Sei lá, Bia...”, ele respondeu, meio com pouco caso, mas olhando para o vão entre os seios dela. – “As pessoas fazem o quê tem que fazer...”, concluiu, vago.

- “E você?”, ela perguntou, roçando o seu joelho no dele. – “O quê tem para fazer hoje, sozinho?”, disse, deslizando a unha pelo peito nu do rapaz... – “Eu tenho uma dívida com você, para pagar...”

- “Tem, é?”, ele perguntou, sabendo que aquilo era terreno minado, mas incapaz de fugir às garras que ela lançava.

- “Tenho...”, ela disse, chegando perto do pescoço dele, liberando seu hálito quente, arrepiando ao garoto. – “E adoro pagar minhas dívidas...”

- “Biiiia... Você é foda!”, ele falou, pego de surpresa pelo ataque relâmpago da garota.

Ela simplesmente se virou de costas para ele, sabedora que ele iria olhar para as costas dela e, mais importante, abaixo, para o bumbum empinado da menina. Sem aviso, ela derrubou a tampinha da garrafa que acabara de abrir no chão, e se abaixou para pegar, colando inapelavelmente a bunda firme ao pau dele... Demorou para se erguer, como que querendo garantir que ele curtira aquele flerte na sua totalidade.

Ao se erguer, manteve o bumbum colado ao corpo do rapaz e, olhando por cima do ombro, disse para ele: - “De repente, eu te ajudo com algum desejo escondido...”, antes de sair pela porta, em direção ao quintal, sem olhar para trás. O Rodrigo se odiou por isso, sabendo-se manipulado, mas o fato é que seu pau estava duro agora, dentro da bermuda.

O rapaz respirou fundo, pensando se seria apropriado jogar umas pedras de gelo do balde à sua frente, dentro da bermuda. Tudo o quê ele queria, na verdade, era ficar quieto, incógnito, curtindo o visual de peitos e bundas desfilando sob o sol. Ficou pensando por uns momentos em como a vida havia mudado, e como as garotas iam para cima dos rapazes hoje, sem o menor constrangimento. Entretando, ponderou, a menina fazia parte da vida da sua namorada, era estudante de medicina, e ele não queria apostar sobre uma diferença de opiniões ali.

Levou os petiscos para a turma, e decidiu entrar na piscina, garantindo assim ficar longe de encrencas. Mergulhou a cabeça algumas vezes na água fresca, buscando clarear as ideias, até que sentiu uma presença perto de si. Considerou ser um pouco mais duro com a Bia, dessa vez, para zerar qualquer chance de problemas, e já ia começar a falar para ela que não estava a fim de confusão, quando tomou um susto. Atrás de si não estava a Bia, mas sim a Susan.

- “Cu... Que puta susto.”, falou, aliviado por ter esperado dois segundos a mais antes de começar a ralhar com a amiga assanhada.

- “Oi Cu... Então...”, ela começou, chegando perigosamente perto dele, antes de falar, baixinho: - “Eu acho que seria legal você ir embora, daqui há pouco, sabe...”, disse, provocando uma sensação muito estranha nele. Estranha, e ruim.

- “Hã?”, conseguiu responder, confuso. – “Aquele seu compromisso, lembra?”, ela falou. Ele não lembrava de compromisso algum. – “Acho que seria legal, tipo daqui uma meia-hora, você se despedir de todo mundo, explicar que tem esse compromisso aí, à noite, e sair... Entendeu?”

- “Na verdade, não, Sussu... O quê foi que eu...”, começou a perguntar, mas ela pôs o dedo sobre os lábios dele, discretamente, e continuou.

- “Seria legal que o máximo de gente te visse indo embora, entende...”, ele não entendia. – “Menos a Bia, claro... Senão corre o risco dela ir junto com você, e aí vai ficar bem difícil você voltar, mais tarde, quando todos tiverem ido embora...”, ela falou, e ai sim, ele entendeu. Um sorriso bobo passou pelo seu rosto, antes dela falar: - “Festa é legal... mas eu acho que gostaria de ficar vendo umas séries, sabe.”

Ele quase saiu da piscina na mesma hora, gritando um “TCHAU!!!” para todos, e indo embora, só de bermuda, molhado e descalço, de tão empolgado ficou com a notícia. Felizmente ela fez um gesto para ele agir com calma, até porque as pessoas não iriam embora por mágica, naquele momento. Antes de sair da água, ela voltou para perto dele e disse: - “Ah! Acho que, quando você voltar, seria legal você vir de Uber, sabe...”. Depois da bandeira do carro dele parado do lado de fora da casa, ela resolveu ser precavida, dessa vez.

Meia hora depois o Rodrigo aguardou a Bia sair da vista para, rapidamente mas de modo bem marcante, se despedir do pessoal que estava por lá, dizendo ter um aniversário de criança na família para ir, o quê evitava alguém querer saber onde ele estaria à noite. Falou tchau para a Susan de longe, aproveitando que ela estava na piscina, e foi embora. Chegou em casa e passou longas três horas esperando o telefone bipar, informando que chegara mensagem. Finalmente, o telefone acendeu:

- “Valeu por ter vindo hoje... Foi bem divertido. Festa é sempre legal, pena que acabou.”

Ele chamou o Uber, e pouco depois passava pelo portão da casa dela. A Susan o recebeu vestida com uma calça de moleton clara e um top rosa, frustrando-o um pouco, mesmo com o contorno dos seus seios se insinuando no movimento do top leve, aberto na parte de baixo.

- “Esperava te encontrar com aquele maio, ainda...”, ele arriscou. – “Você estava linda!”, disse, medindo as reações dela.

- “Obrigada, Cu...”, ela se limitou a responder, com um sorriso muito contido, enquanto trancava a porta da sala. Era incrível como ela podia ser tão diferente da irmã. – “Quer tomar alguma coisa?”, ela perguntou, meio que pisando em ovos.

- “Acho que agora não, Sussu... estou de boa.”, disse, se arrependendo na sequência. Algo para descontrair seria ótimo, já que ele não sabia exatamente como se portar, nem o quê esperar direito daquele encontro.

Claro que, comportado, ele não era. Mas também não era uma bagunça, né, algo para ir pulando em cima da cunhada. Ele precisava de algum sinal, e ela parecia estar se divertindo com aquele embaraço dele, então não dava dica nenhuma. Falou para ele se sentar, e sugeriu uma série na Netflix que praticamente toda a turma acompanhava e comentava. Assim que começou a série, ela se sentou perto dele no espaçoso sofá, dizendo:

- “Você não veio aqui para ficar assistindo série longe de mim, veio?”

A presença dela, colada ao seu corpo no sofá, o arrepiou... A voz dela, suave, quase rouca, o arrepiou... Os seios dela, soltos sob o tecido leve e folgado do top, arrepiou ele, muito. Ele pos a mão na nuca dela e, suavemente, mas de modo decidido, a puxou para junto do seu rosto, grudando seus lábios nos dela. Ela correspondeu ao beijo suave, sua língua procurando a dele, leve, porém, intensa. O beijo rapidamente ganhou intensidade, as bocas se moldavam, se explorava, e ela empurrou ele de costas no sofá, deitando-se sobre o corpo dele.

- “Cacete... Isso deve ser algum recorde...”, ele sussurrou.

- “Do quê você está falando?”, ela perguntou, curiosa.

- “Quarenta segundos para ignorar uma série... Acho que vamos para o Guiness...”, falou, para ganhar um tapa no braço, ofendido.

- “Ok, Sr. Rodrigo... Então vamos nos sentar comportadinhos aqui, e maratonar a temporada toda...”, falou, tentando se levantar, antes de ser puxada de volta, com uma gargalhada dele, que a jogou de costas no sofá e voltou a beijá-la.

- “Para, sua boba...”, ele murmurou, atacando o pescoço dela.

- “Não xinga, não...”, ela retrucou, segurando a nuca dele, e fechando os olhos.

Os beijos se sucederam, por mais vários e vários minutos, sem nenhuma pressa, em um ritmo próprio e que parecia ter sido ensaiado. Só depois de muitos minutos se beijando, ambos já claramente muito excitados, que o Rodrigo tomou uma iniciativa mais ousada. Levantando os dois braços dela para trás da cabeça dela, enquanto mordia o pescoço dela, notou que o movimento dos braços dela para cima havia praticamente exposto a base dos seios dela, abaixo do top. Soltando um dos braços da menina, deslizou sua mão para a base do seio dela, arrepiando-a, e fazendo-a erguer o busto em busca do carinho.

Levantou sem esforço o top, deixando os seios dela nus. À luz suave das luzes indiretas da sala, viu os biquinhos dos seios, totalmente eriçados, pedindo por atenção. Levou sua boca até eles, e com muito cuidado fechou os lábios ao redor do biquinho, molhando-o, sem chupar nem morder. Ela soltou um – “Shhhhhhhhh...”de aprovação, e ele prosseguiu no caminho que estava funcionando. Beijou a pele alva do seio, deslizou a língua pelo contorno do peito, voltando de quando em vez ao biquinho, onde só brincava de leve, sem atacar com fúria ou intensidade.

Com a menina entregue ao carinho, erguendo cada vez mais o peito em direção à boca dele, como que pedindo por mais, ele deslizou uma mão para baixo pela cintura dela, apalpando sua nádega, mas sem se deter ali, indo na sequência para a coxa da menina. O tecido moletom atrapalhava um pouco o carinho, mas ele ainda conseguia sentir a firmeza da perna dela. Ele mordiscou de leve o bico do seio dela, fazendo-a gemer baixinho de novo, e mais uma vez empurrar o seio de encontro à boca dele.

Ele aproveitou o tesão dela, e deslizou a mão para o meio das coxas dela, pressionando sua xoxota com a mão, e ganhando mais um gemido agudo. Aceitou o sinal, e deslizou a mão para dentro da calça dela, sentindo o tecido sedoso da calcinha que ela usava. Sem se conter mais, deslizou os dedos para dentro da calcinha, até tocar a xaninha já molhada da ruiva. Empolgado, começou a movimentar os dedos em movimentos circulares, empolgado em estar excitando a garota mais velha, mas subitamente ela interrompeu o movimento dele.

- “Não! Nada disso...”, ela falou, virando-o no sofá, fazendo-o ficar deitado de costas enquanto ela deslizava a mão para cima do pau dele, duríssimo. – “Chega de só você aproveitar aqui... Agora é minha vez!”, falou, abrindo o botão e zíper da calça dele.

Decidida, ela puxou a calça e cueca dele para baixo. Ele rapidamente chutou os tênis para longe, e ela se encarregou de tirar todo o resto, deixando-o só de camiseta e pau duro, deitado no sofá. Imitando o quê ele havia feito antes com ela, ela desceu pelo corpo, beijando seu peito, barriga e, finalmente, chegando ao seu pau.

Ela havia se preparado emocionalmente para esse momento... Sozinha em casa, passara várias noites imaginando como seria tocar pela primeira vez um outro cacete que não o do seu namorado. Temia travar, na hora. Não queria magoar o Rodrigo, já que isso era um problema só dela. Imaginou como seria o cacete dele, sentiu-se curiosa. Sabia, por exemplo, que ele não teria o tamanho do pau do seu namorado, muito bem-dotado.

Mas, agora ela via, a diferença que ela esperava encontrar, que na cabeça dela colocava o cunhadinho quase como um garotinho, não era nada disso. A diferença existia, isso era visível, mas ele não ficava devendo nada. Ao contrário, o pau dele era até que bem bonito. Liso, pulsante, curvado para cima, parecia pronto para explodir. E, o mais importante, isso era por causa dela...

Ela alisou o pau dele, quase com reverência, querendo que aquilo durasse muito. Sabia, por experiência com seu namorado, que após começarem a transar, por melhor que o sexo fosse, os homens tinham aquela bendita tendência a acabar logo. Ela queria experimentar aquela ferramenta, tanto quanto pudesse, de várias formas... Queria alisar, queria apertar, queria beijar, chupar... Queria fazer muito, antes que finalmente ele a penetrasse, e gozasse, pondo fim à brincadeira. Então, demorava a começar.

Já do seu lado, o Rodrigo estava subindo pelas paredes... Nunca pensara que chegaria tão longe assim com sua cunhada, apenas fora se deixando levar. Agora estava ali, nu no sofá dela, prestes a romper uma barreira inimaginável. Sentiu ela segurar o pau dele apontado para cima e, de repente um calor molhado o envolveu, provocando uma descarga elétrica nele. A irmã mais velha da sua namorada estava mesmo chupando seu pau.

Os cabelos dela não permitiam que ele visse a cena, mas não impediam que ele sentisse. Concentrou toda a sua atenção nas sensações, e percebeu o toque delicada da médica, engolindo boa parte do seu cacete antes de tirá-lo quase totalmente da boca, para voltar a engoli-lo. Ele ofegava de tesão, desejando que aquilo durasse para sempre. Ficou por vários minutos assim, como que querendo eternizar o ato, a Susan chupando delicadamente seu cacete, muito mais delicada do que sua namorada fazia, como comparação.

- “Vem cá, gostosa... Para com isso, senão vou me acabar nessa boca gostosa!”, ele falou, puxando-a para cima para beijar sua boca, precavido.

- “Tenta, para o senhor ver...”, ela respondeu, beliscando a pele dele junto à sua costela, até doer. – “E eu corto seu pau fora e dou para os cachorros comerem.”, falou, soando engraçada já que não havia cachorros na casa.

Ele soltou o cordão que segurava o moletom dela no lugar, e a puxou para baixo, deixando-a só de calcinha abaixo da cintura. Seus dedos logo correram para dentro da calcinha rosa dela, combinando com a cor do top soltinho que ela usava, e que estava agora puxado para cima, expondo os seios deliciosos dela. Assim que ele tocou a xoxota dela, ela se encolheu , apertando as coxas, o tesão claramente à flor da pele.

- “Assim você me tira do sério...”, ela sussurrou.

- “E quem é, aqui, que quer você séria?”, ele respondeu, beijando o seio dela. – “Tira essa calcinha para mim, tira... Deixa eu ver você ficando peladinha!”, provocou-a, e gerando um arrepio nela. Seu namorado não era dado a joguinhos assim, era mais pá-pum. Ela estava adorando essa mudança.

Puxou a calcinha pelas pernas abaixo, revelando sua xoxota totalmente lisa, deliciosa. O cunhado grudou seu corpo ao dela, deslizando a mão pelos seios arrepiados dela, antes de descer a mão para o meio das pernas dela, tocando com delicadeza a xana da irmã da sua namorada.

- “Shhhhh... Ahhhhhhhhh, gostooosoooo.”, ela sussurrou, incentivando o carinho, gingando a cintura no ritmo dos dedos do amante, sentindo-se ficar toda molhada. O beijo entre eles não parava, e ela se deu conta, surpresa, que estava caminhando para gozar novamente só com o toque do cunhadinho, como no encontro anterior. – “Para, Rô... senão vou acabar goz...”, ela começou a sussurrar, segurando a mão dele. Dessa vez, ela estava disposta a ir até o fim!

- “Delícia... Tudo o quê eu quero, é ver você gozando...”, ele respondeu, fugindo dos braços dela e descendo para o seio dela, primeiro, fazendo-a gemer de novo, seguindo pela barriguinha lisa da garota, e descendo até sua xana.

- “Uffsssss...”, ela gemeu, sentindo o toque sutil, sensual e safado ao mesmo tempo, nos seus lábios rosados. – “Ahhhhh... delíííííícia...”.

O cunhadinho dela estava completamente apaixonado pela bocetinha rosada dela, um risco delicado vertical, quase discreto, perfeito. Ele se dedicou pelos próximos dez minutos a torturar a menina, chupando-a, beijando, fazendo movimentos circulares com a ponta da língua ao redor do clitóris dela, levando-a até a beira do orgasmo, para então, subitamente, parar.

Ela estava com a bunda totalmente descolada do sofá, empurrando a xoxota em direção à boca dele, quase em desespero para ele não parar, mas de repente ele parava a chupada, e apenas assoprava levemente a boceta dela, fazendo-a gemer alto, de modo gutural, quase frustrada, para então retomar o ritmo, a língua ágil, ainda que sem pressa, brincando com ela, até levá-la novamente à beira do orgasmo. Seguiu nesse joguinho por alguns minutos, até que ela grudou a cabeça dele no meio das suas pernas, dedos enfiados entre os cabelos dele, puxando-o sem deixar ele fugir. Entregue à doce missão, ele a chupou com carinho e paixão, até arrancar um orgasmo monstruoso da quase médica.

- “Ahhhhhhh... Ahhhhhhhh... Hummmmmmmmm... Vai... Vai... Não para, não para agora, não paaaaa-aaaa-aaaa-raaaaaa... Ahhhhhhhhhhhhhhhhh!!!”.

Ela o puxou para junto de si, abraçando-o. Seu peito arfando, descontrolado, o rosto tomado pelo suor, olhos fechados, boca entreaberta, respirando ofegante, pôs a cabeça dele sobre seus seios, como que pedindo um tempo para se recuperar. Mas, sentiu assim que ele ajeitou ao lado dela, o pau duro cutucando sua anca mostrava que os planos do garoto eram outros.

- “Cacete, Cu...”, ela falou, pouco a pouco recuperando o fôlego. – “Eu não sabia que você era assim...”, falou, sem explicar o que era o ‘assim’. – “Você é um demônio!”

- “E você é uma deusa...”, ele respondeu, beijando o pescoço dela, e a arrepiando de novo. – “Nossa... sua xaninha é maravilhosa... delícia... eu seria capaz de ficar beijando ela o dia todo!”, falou.

Ela amou o elogio, claro, mas estava meio frustrada. Ela esperava gozar com ele comendo ela. Estava acostumada já ao seu ritmo. Nas raras vezes em que conseguia gozar junto com o Fábio, ele a chupava até deixá-la perto do orgasmo. Ai, a penetrava, e em cinco minutos de transa intensa, às vezes, ela conseguia enfim gozar com a penetração. Ele, claro, gozava logo na sequência, e era assim que ela tinha prazer com a transa em si, sem ser nas preliminares (até por que seu namorado raramente tinha paciência de aguardar seu tempo... afinal, com as garotas de programa ele não devia ter que esperá-las, não é mesmo?).

Mas, ela não tinha como cobrar isso do jovem cunhado, certo? Como ele iria saber? Fora isso, dificilmente ele teria tanto controle assim, afinal. Enquanto pensava, ela sentiu a mão dele alisando sua coxa, e na sequência deslizando para sua xoxota de novo. Ainda sensível, ela fugiu dele, virando o corpo no sofá, ficando de lado, com ele atrás dela. Quase imediatamente ela sentiu o pau duro dele encoxando sua bunda. Sua xoxota se contraiu, mostrando que o garoto conseguia provocá-la, fizesse o quê fizesse.

As mãos dele abraçavam seu corpo, alisavam sua perna, sua nádega, passavam por baixo do seu corpo, pegavam seu seio, deslizavam para o meio das pernas, tocavam a sua boceta molhada... o garoto parecia um polvo, e ela um peixe entregue, prestes a ser devorado. A boca dele cravou no sue pescoço, e ela estava totalmente entregue. Sentiu ele levantar sua perna direita, o cacete escorregar no meio da sua bunda, roçar sua xoxota. Ela baixou a perna, travando o cacete duro dele entre suas pernas, satisfeita com a brincadeira. Ele parecia apreciar tudo, não tinha pressa, não foi para cima dela como se a vida dependesse daquele trepada. Ao contrário, parecia apreciar tudo, cada movimento, cada flerte, assim como ela. Sua xoxota estava encharcada já, ansiando por ação.

De repente, ao passar a mão entre suas pernas e sentir a cabeça do pau dele, aquele líquido viscoso saindo dela, mostrando que o rapaz estava para lá de pronto, caiu a ficha dela. Com urgência, se separou dele, dizendo:

- “Pera, Cu...”, falou, aflita, assustando ele, que olhou para ela, confuso. – “Pera, que eu já volto... Não sai daí!”

- “Mas, o quê aconteceu...”, falou ele, para as costas dela, que se afastava em direção à área dos quartos. Sem ter o quê fazer, ele ficou olhando o corpo da cunhada, vestindo apenas o minúsculo top rosa, nua da cintura para baixo. Se deu conta que, apesar de toda a intimidade que rolara entre eles, ele nunca havia tido a chance de ver a irmã da sua namorada assim, nua, a bundinha dela desfilando na frente dele. Seu pau pulsou, duríssimo.

Ela voltou dois minutos depois, e ele podia jurar que ela vinha direto do quarto do irmão dela, não do dela. Agora, ele tinha a oportunidade de ver as coxas dela, e xaninha depilada, se aproximando.

- “Se nós vamos fazer isso, e nós vamos, então vamos fazer direito!”, falou, mostrando uma tira com camisinhas para ele.

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