O fantasma que não me deixou em paz
Voltei pra casa há duas semanas. A rotina parecia perfeita de novo. As crianças me abraçavam toda manhã, chamando “mãe” como se eu nunca tivesse sumido. Eduardo me olhava com um amor tão grande que doía no peito. À noite, ele me comia devagar, com carinho, como se quisesse apagar cada segundo daqueles seis meses. Mas eu… eu ainda sentia o pau do Ricardo latejando dentro de mim.
Na primeira noite de volta, Eduardo me deitou na nossa cama, abriu minhas pernas e lambeu minha buceta com devoção, sussurrando:
— Você é só minha agora, Mari… só minha…
Eu gozei gemendo o nome dele, mas na minha cabeça era o Ricardo me arrombando na sacada, me chamando de puta dele. Eu não contei. Nunca contaria.
Tudo estava calmo… até a mensagem chegar.
Era uma sexta à noite. As crianças já estavam dormindo. Eduardo tinha saído pra comprar cerveja. Meu celular vibrou na mesa de cabeceira. Número bloqueado. Abri.
Era um vídeo. Eu, de quatro na cama do Ricardo, cu empinado, ele metendo fundo enquanto eu gritava:
— Me enche, amor! Me dá um filho seu! Eu te amo mais que o corno do meu marido!
A voz era minha. O gemido era meu. E logo depois veio a legenda: “Saudade dessa buceta, Mariana. Você disse que voltaria. Estou esperando. Ou eu mando isso pro Eduardo agora.”
Meu corpo inteiro tremeu. A buceta pulsou, encharcou a calcinha na hora. Eu respondi sem pensar:
“Ricardo… por favor… não faz isso. Eu voltei pra casa.”
Ele respondeu em segundos:
“Então vem aqui amanhã. Só uma vez. Se não vier, mando tudo. E inclui o vídeo de você quase grávida de mim.”
Eu apaguei as mensagens. Quando Eduardo voltou, eu já estava pelada na cama, pernas abertas, olhos cheios de culpa e tesão.
— Me fode, amor — pedi, voz rouca. — Me fode agora.
Ele me comeu com força, estocando fundo, mas eu fechei os olhos e vi o Ricardo me arrombando o cu enquanto eu implorava por um filho. Gozei apertando o pau do Eduardo, gritando o nome dele… mas pensando no outro.
No dia seguinte, eu menti. Disse que ia ao shopping com uma amiga. Fui pro apartamento do Ricardo.
Assim que entrei, ele me prensou contra a parede, rasgou minha saia e enfiou três dedos na minha buceta encharcada.
— Olha como você tá molhada só de vir me ver, sua vadia casada — rosnou, mordendo meu pescoço. — Seis meses não foram suficientes? Você ainda é minha.
Ele me jogou no sofá, abriu minhas pernas e meteu o pau todo de uma vez, estocando com raiva e fome:
— Grita pra mim que você sentiu falta desse pau! Diz que o corno do seu marido não te fode como eu!
— Eu senti falta… caralho, me arromba mais forte, Ricardo! O Eduardo me come devagar… mas você me rasga… me fode como sua puta… ahhh, me enche!
Ele me fodeu sem parar, trocando de buraco, me fazendo gozar três vezes seguidas. Depois me colocou de quatro na sacada de novo, o mesmo lugar de antes, e meteu no meu cu com tudo:
— Toma no cu que eu comi por seis meses! Diz que você quase engravida de mim e voltou pra casa com medo!
— Eu quase engravidei… eu quis… me arromba o cu, amor… me enche de porra enquanto meu marido espera em casa!
Ele gozou rugindo, jorrando quente fundo no meu intestino. Eu gozei junto, tremendo inteira, lágrimas escorrendo. Depois ele me fez filmar de novo: eu de quatro, cu aberto e pingando porra dele, gemendo:
— Eu sou sua… ainda sou sua…
Voltei pra casa com a buceta e o cu latejando, porra seca nas coxas, chupões novos no pescoço. Eduardo estava na sala, esperando. Ele me puxou pro quarto, me cheirou e soube. Não disse nada. Só me virou de bruços, abriu minhas pernas e lambeu tudo — a buceta inchada, o cu cheio da porra do outro.
— Você foi com ele, né? — perguntou, voz quebrada, mas pau duro como pedra.
Eu chorei, empinando a bunda pra ele:
— Me perdoa, amor… ele ameaçou… ele mandou vídeo… me fode… me pune… me lembra que eu sou sua…
Ele me arrombou o cu com força, estocando como nunca, lágrimas escorrendo pelo rosto dele:
— Você é minha, Mariana… só minha… mas ainda sente o pau dele, né? Toma meu pau agora… toma o pau do marido que te esperou seis meses!
Eu gozei gritando, apertando ele, confessando pedaços:
— Eu quase engravidei dele… eu quis… mas eu voltei… eu te amo… me enche, Eduardo… me marca!
Ele gozou rugindo, enchendo meu cu de porra, misturando com a do Ricardo.
Depois, abraçados, suados, ele sussurrou:
— Eu sei que tem mais. Eu sei que você ainda pensa nele. Mas eu te amo demais pra te perder de novo. Acaba com isso de verdade… ou eu não aguento.
Meu celular vibrou no chão. Mensagem de Ricardo:
“Vídeos novos prontos. Amanhã eu quero você de novo. Ou mando tudo.”
Eu apaguei. Abracei meu marido mais forte.
Eu voltei pra casa pra ficar só dele.
Mas o corpo ainda lateja. A buceta ainda pede. E os segredos dos seis meses… e dessa recaída… estão pesando mais do que nunca.
Porque eu sou esposa. Sou mãe.
Mas ainda sou a puta dele também.