Elias voltou para casa na tarde de sexta, o juramento à mãe martelando em sua mente como um eco distante e opressor. A tensão na casa era palpável – o ar espesso, como se segredos pairassem invisíveis. Juliana o recebeu com um beijo rápido na bochecha, sem o abraço caloroso de sempre: "Bem-vindo, amor… cansado? Resolveu tudo?" Não o procurou mais que isso, virando-se para a cozinha, e aquilo o deixou ainda mais ressabiado, um frio rastejando pela espinha. Era sexta à noite, e ele decidiu não confrontar – ainda não. No sábado e domingo, cuidou do pai sozinho, trocando fraldas, dando banhos mornos e alimentando, mas José pouco falava ou olhava em seus olhos, murmurando respostas curtas: "Tô bem, filho… obrigado." Elias sentia o abismo crescendo entre eles, o peso do que vira na câmera sufocando o ar.
No domingo, os irmãos visitaram – Alessandra com o marido, Alexandre com Caroline –, um almoço que tinha tudo pra ser normal, pratos de macarrão e salada circulando na mesa. Mas até eles perceberam algo errado – olhares trocados, silêncios longos. Alessandra tentou sondar: "Ei, pai… tá tudo bem mesmo? Vocês parecem tensos." José desviou: "Só cansaço, filha. Saudades de correr, de trabalhar..." Alexandre, o mais velho, olhou pro pai com um olhar desconfiado, fitando-o demorado, como se farejasse algo podre, mas nada disse, só murmurou uma oração baixa. Juliana sorria forçado, servindo a todos, mas Elias via a distância nela, o brilho ausente nos olhos.
Por fim, todos partiram, o sol se pondo em um adeus rápido. À noite, Elias procurou Juliana no quarto, tocando sua cintura: "Ei, amor… vem cá, tô com saudade." Ela se afastou gentilmente: "Tô cansada hoje, Elias… amanhã, tá?" Aquilo o estava matando – a rejeição, o vazio crescendo como uma ferida. Demorou, mas enfim dormiu, o corpo exausto traindo a mente agitada.
Durante a madrugada, Elias acordou sobressaltado, a cama fria ao seu lado – Juliana sumira. O coração disparou; ele a procurou pela casa escura, pés descalços no piso gelado, mas já imaginava onde estaria, mas fazendo o que? Não poderia dizer que estava dando banho no sogro naquele momento. "À menos que..." Ele pensa, angustiado. Chegou perto da porta do quarto do pai, ouvindo a TV ligada, vozes baixas de um jornal noturno. E então… gemidos – suaves, abafados, mas inconfundíveis. Elias correu pro cômodo mais distante, seu escritório, e ligou o laptop com mãos trêmulas, acessando o app da câmera. O que viu o congelou: Juliana cavalgava no pai dele, nua, mãos tampando a boca para abafar os gemidos, o corpo suado subindo e descendo no pau ereto.
O estômago revirou; Elias voltou o vídeo, tentando entender, o ar parecia lhe faltar. Juliana entrara quase uma hora atrás, já nua – pele negra brilhando sob a luz fraca, seios pequenos balançando, bumbum grande, boceta lisinha e carnuda e coxas torneadas expostos. José estava acordado, voz rouca: "Nora… o que você... é mesmo isso que você quer? A gente prometeu parar com o excesso de... carinho. E isso é bem mais do que fizemos..." Ela nem respondeu, só subiu na cama, mal tocando no pau de 20cm que endureceu instantaneamente, encaixando na boceta úmida e então descendo de uma vez, sentido-se preenchida completamente: "Ahh, José… tô doida por isso faz dias!" Começou a subir e descer devagar, rebolando ritmada, mãos nos seios próprios: "Mmm, delícia…" José admitia, olhos vidrados: "Também tô louco por você, nora… apesar de não sentir, ver sua boceta raspadinha engolindo meu pau… ahh, é lindo."
Ela cavalgava com fome, gemendo abafado: "Ahh, safado… que pau maravilhoso, me enche todinha!" Gozava várias vezes – corpo tremendo, boceta contraindo no pau, sucos escorrendo: "Ahh, sim… tô gozando de novo… delícia! Que pica é essa, sogrinho, eu sabia que seria maravilhoso ser fodida por você! Eu sabia que seria incrível sentir ele pulsando dentro de mim!" José elogiava: "Rebola mais, minha linda… você é perfeita." Para não se enrolar na agonia, Elias acelerou o vídeo em vários momentos – a cena se repetia, ritmos variando de lento a urgente, gemidos ecoando, corpos colados em uma dança proibida que durava minutos eternos. Chegando no presente, ele viu ela se levantando, beijando José profundo, línguas se tocando: "Mmm… te amo." Eles dizem um ao outro. Depois, colocou os seios na boca dele, mamilos duros sendo sugados: "Chupa, sogro… faz de mim sua nova mulher, em segredo… ninguém precisa saber. Só você e eu."
José respondia, voz embargada: "Você já é, Juliana… minha delícia. Desde o minuto que chegou nuazinha no meu quarto, você já tinha virado minha mulher!" Ela confessa: "Esse pau roubou minha boceta… e seu coração roubou o meu." Quando terminou de dizer isso, ambos choraram – lágrimas misturadas a suspiros, sabendo dos problemas: "Se descobrirem… vai ser o fim", murmurou Juliana. "Mas não aguento mais sem você", soluçou ele. Juliana se levantou, saindo da cama nua, o corpo marcado pelo tesão, indo para o banheiro.
Elias correu pro quarto, deitando-se com o coração em frangalhos, fingindo sono, aquilo martelando em sua mente – o juramento à mãe agora uma ruína, traindo tudo que ele prometera proteger. Quase 20 minutos depois, Juliana voltou, de banho tomado e vestida com uma camisola leve, deitando afastada dele, sem um toque, sem uma palavra. Parecia que de fato estava tudo acabado…
Mas Elias estava decidido a sair de pratos limpos – confrontaria, custasse o que custasse...