(Esse conto é fictício, parte do desafio pirata de literatura com uma ramificação de um final reimaginado da obra O Grande Gatsby. Há passagens bissexuais, mas o foco é homossexual.)
George B. Wilson, furioso com a morte de sua esposa Myrtle, se direcionava rumo à mansão de Gatsby. Suor em sua testa, lágrimas em seus olhos, corria contra o vento com a arma em suas mãos. Tom Buchanan, a fim de destruir a vida de Gatsby, havia mentido. Era Daisy a responsável pela morte de Myrtle, por acidente ou por vingança. Myrtle, amante de Tom, estava morta. O atropelamento apontado para as costas de Jay Gatsby desejando proteger a sua amada Daisy.
Nick também corria. Sabia que a desleal prima, ao trair o marido Tom e deixar Gatsby entrar em seu corpo e mente, se tornava uma rechaçada amante de um contrabandista de álcool. A realidade caía para a loira das famílias de alto padrão, Daisy iria fugir com Tom e deixar Gatsby ser assassinado mesmo depois de trair Tom com Gatsby. Priorizou sua pele e salvação, a reputação tomou o lugar de Gatsby.
Em ultimato, o único fiel ao homem de coração leal, era Nick. E por isso corria suando, tremia imaginando a tragédia. Gatsby, no proscênio de sua mansão insistia, telefonava para Daisy que não respondia aos afetos de seu coração. George correu, Jay Gatsby estava de costas para o assassino desenfreado, convencido que sua esposa tinha sido morta pelo homem a sua frente.
— Não! — Gritou Nick desesperado. Pulou contra George impedindo a tragédia.
— Meu bom rapaz!
Gatsby se virou, o peito em tambores com coração estilhaçado, correu ajudando Nick. Paralisaram George, tiraram-lhe a arma. Após muita luta em rebuliços, conseguiram arguir com o homem desesperado.
George pôs-se a pensar, viajaria até Tom Buchanan e falaria com Daisy. Gatsby lhe deu o dinheiro para se livrar do homem que iria se virar com os fugitivos traiçoeiros. Ele desistiu de sua obsessão por uma mulher cruel. George, Tom e Daisy haviam de sair de sua vida.
— Meu bom rapaz! — Gatsby repetia com olhos lacrimejados, abraçava e se agarrava a Nick. — Você sempre fez como lhe disse para fazer. De bom coração, o único a gostar verdadeiramente de mim!
— Sempre Jay, sempre serei fiel a Jay Gatsby… Seu coração ferido é puro… — Os homens se abraçavam. Gatsby sentia conforto em Nick, alívio no homem que salvou sua vida. Sentaram-se.
— Conte-me Nick… Conte-me toda a verdade! Diga-me tudo, quero saber a verdade de Daisy e de você, sem floreios… — Gatsby tremia em desespero com sua mão apertando a coxa de Nick quando sentaram-se no sofá da enorme sala da grande mansão, o local que era antes povoado por festas e muito brilho para atrair a bela Daisy.
— Posso lhe contar, não vou mentir. Não disse, não abri minha boca para não entrar em choque, em deter seu amor por Daisy… Estava te protegendo!
— Não se preocupe Nick, agora sei que Daisy é traiçoeira. Apenas diga, fale, conte sem floreios.
Nick pôs-se a falar. Contava de quando era jovem. A devassidão de Daisy não tinha fronteiras e nem limites. A moça perdeu sua virgindade muito cedo, Nick não havia sido o primeiro a estar com sua bela priminha. Ele era um dos homens a penetrar Daisy por frente e por trás, Daisy era safada o bastante para seduzir e dar todos os buracos para Nick, para transar com o primo. Jay Gatsby confirmava, um dos motivos a se apaixonar por Daisy, além de profícua beleza, era a habilidade anal. Gatsby nunca tinha conhecido uma mulher com tamanho desejo traseiro.
Nick continuava, contava que não gostava muito de manter relações com a prima porque seu interesse era sempre em outros homens. Foi Daisy quem guiou Nick, eles passaram a ficar juntos em presenças masculinas as quais Daisy convidava para pudessem transar com Nick. Nick descobriu sua paixão por tomar no cu e logo ele e Daisy se tornaram conhecidos por deixar os homens malucos em festas, por serem proficientes com sexo. Orgias ao fim dos bailes, sempre banhados pelo dinheiro de seus pais. O pai de Daisy sabia desses atos, deixava acontecer para que a filha encontrasse um homem rico interessado em desposá-la. Nick se divertia em conseguir tirar muito prazer do gozo de estar participando, de ser constantemente fodido por homens ricos e poderosos. Era com frequência que ele é Daisy se encontravam deitados um ao lado do outro, bêbados, com um ou mais homens profundamente penetrados em seus cus, vorazmente fodendo suas bundas de tamanho avantajadas. Os primos tornaram-se libidinosos, eram duas putas safadas implorando para serem arrombados no cu.
Nick ainda era mais devasso, quando Daisy não aguentava mais ser fodida, era ele quem continuava. Quando um homem era muito violento e Daisy não queria, era Nick quem conseguia aguentar a brutalidade anal. O rapaz fazia de tudo, deixava-se ser penetrado por objetos grandes e até mãos! Ficou bastante tímido ao admitir que deixou esses homens colocarem garrafas de vinho em seu cu!
A fama levou Daisy e Nick a serem conhecidos como primos pau no cu, Nick era ainda mais celebrado como o príncipe do anal e por ser ainda mais resistente, por ter orgasmos ao ser violado sem tocar no seu pauzinho minúsculo. Ambos os primos se orgulhavam de tais títulos perdidos em depravação anal e no prazer de amarem chupar rolas. Prostitutas levavam menos pau no rabo que os dois, dois insaciáveis constantemente oferecendo suas bundas aos homens e sendo arrombados juntos.
Tudo mudou quando a primeira guerra se aproximou. Homens eram chamados por batalhões, Daisy conheceu Gatsby e Nick foi enviado à guerra. Nick afirmava ter sido bastante útil para o alívio dos soldados. Sua proficiência com sexo anal o tornou o puto de dois batalhões. Atendeu centenas de homens múltiplas vezes, deixava os soldados se aliviarem em sua bunda mesmo quando era extremamente difícil e dolorido após dias de tomar no cu sem parar e mesmo no fronte do combate. Tornou-se um herói para esses homens.
Daisy não conseguiu esperar o retorno de Gatsby da guerra. Quando Tom Buchanan apareceu e a tomou em seus braços, foi levada pelo comedor insaciável. Um homem rico e de fama honrosa que ainda assim rasgava o cu de Daisy como ela adorava ser rasgada. Interesseira em dinheiro e sexo, assim era Daisy e assim continuou quando Gatsby retornou.
Nick tentava esquecer seus dias anteriores à guerra, tentava se tornar rico com investimentos do dinheiro do pai que havia restado após a morte. Seu desejo era se tornar respeitável e esquecer seu passado desregrado em libertinagem, ser um bom homem como Gatsby. Um homem que resistiu a guerra e retornou para tentar atrair sua amada.
— Meu bom rapaz, passe a noite aqui. — Gatsby se agarrava a coxa de Nick tentando fazê-lo ficar. Olhava nos olhos do rapaz que eram similares ao de Daisy. — Agora sei a verdade e te dou o valor necessário por tudo que fez por mim!
— Ainda é cedo… Não vá se jogar assim Gatsby. O mundo é grande. Está tudo recente. — Nick levantou. Acariciou o rosto de Gatsby com maciez de seda na ponta de seus dedos. — Amo-te, não posso te tomar tão rápido. Será um erro.
Nick deixou Gatsby, mas não deixou de receber ligações pelos próximos dias. O homem insistia em marcar algo, em estar próximo do rapaz que havia lhe salvado a vida. Um mês depois marcaram de se encontrar em um local mais escondido.
—
Nick entrava no clube, uma espécie de boate com vários dançarinos seminus entretendo homens da alta sociedade. Alguns estavam fantasiados, havia um excesso de penas e calcinhas adornando bumbuns masculinos redondos e fartos. Gatsby estava em uma área reservada sentado em um sofá com dois acompanhantes. Ambos esfregavam-se de cada lado, acariciavam o grande pacote em meio às pernas do homem loiro. Gatsby devolvia as carícias em forma de usar os dedos para penetrar ambos dançarinos, massageava aqueles cus por dentro enquanto mordia os lábios, seus olhos azuis olhavam para os olhos verdes de Nick trovejando em sua direção.
— Meninos, podem se retirar. — Gatsby levantou-se deixando os dançarinos saírem. Andou em direção a Nick abraçando-o. — Fico feliz que tenha vindo!
— Estou… — Nick ficava com rosto vermelho ao sentir a avantajada protuberância de Gatsby. Abraçou o homem de volta e logo se afastou. Ainda estava com um pouco de ciúmes dos rapazes.
— Venha se sentar. — Gatsby sentou-se com as pernas abertas sem esconder sua excitação. Nick se dirigiu ao sofá quase se sentando ao lado, mas interrompido por Gatsby. — Seja um bom rapaz Nick. Sente em meu colo. Sei que sempre quis sentir o que Daisy sentia.
— Mas Gatsby! — Nick foi puxado pelo braço para se sentar com as pernas abertas de frente para Gatsby cujo sorriso abriu quando a bunda redonda e gostosa de Nick se esfregou em seu pacote ereto.
— Trouxe-lhe aqui para mostrar que também gosto de rapazes como gosto de moças. — A mão de Gatsby apalpou o traseiro de Nicky. — Já observei, das ancas fartas, quadril redondo e bumbum empinado. Não há disfarce em suas calças. Estava centrado em Daisy pela minha paixão, mas não deixava de olhar seu bundão formoso. Pensava constantemente no doce cu oculto do meu bom menino… Agora está feito, Daisy me abandonou… Não me abandone Nick e se for, deixe-me ao menos sentir o gosto de seu rabo delicioso.
— Mas Jay, a menos de duas semanas estava com
Daisy. Não posso… — Nick sentiu Gatsby abrindo a braguilha de suas calças. Logo estava a meter a mão dentro da cueca de Nicky, insistia em sentir o bumbum do rapaz.
— Macio, mais amplo que o de sua priminha! Estava cego por uma paixão sem fundo Nick, agora vejo… Você não tem apenas a índole melhor, há um rabo mais gostoso em ti que aquela cobra traiçoeira! Veja como estou vivo por você! — Gatsby abriu sua braguilha, resgatou o enorme pênis loiro rosado e branco com a cabeça levemente avermelhada. Pulsava forte na mão de Nick que o tocava com desejo.
— É muito enorme, agora sei como é fácil se apaixonar por um homem lindo de coração bom, olhos azuis profundos e um pinto tão grande! — Nick estava feliz com a grossura que mal permitia a mão fechar em volta e a longura de tamanha imensidão que o assustava.
— Nunca estive tão ereto para Daisy! — Gatsby esfregou seus dedos contra o ânus de Nick por debaixo da calça e cueca. — Piscando macio… Por favor… Deixe-me arrombar seu cu devasso! Quero te fazer de putinho na minha rola! — Gatsby afundou dois dedos na entrada, deslizava fundo para dentro do cu de Nick.
— Tanto tempo que não sinto alguém me abrindo, meu cu é seu Jay! Eu sonhei com sentar no seu pau, sonhei quando o vi enganado por Daisy… — Nick punhetava Gatsby tentando ser eficiente, mas a largura e imensidão do pinto o estonteava.
— Não posso mentir, vez ou outra me imaginei socando-me nesse rabo meu bom menino! Agora estou livre e quero te fazer de meu príncipe pau no cu.
Beijaram-se, Nick e Gatsby entrelaçavam as línguas perdidos no ardor, os dedos aprofundavam no cu de Nick enquanto Gatsby se deliciava na punheta.
— Aceitam drinks? — Um rapaz entrou assustando Nick que se jogou sentado no sofá.
— Deixe na mesa. — Gatsby tentou reatar-se a Nick juntando seu corpo ao do rapaz.
— Aqui não, Gatsby, em outro lugar. Cansei-me de ser puto sem estar como protagonista… Não em um inferninho, faça comigo em um local digno…
— Certo, mas há de me deixar provar que lhe desejo.
Gatsby entrelaçou suas mãos às de Nick. Foram para a área mais visível. Sabendo que todos ali iriam espalhar notícias em fofocas, sabendo que nunca tinha chupado a rola de outro homem tão abertamente, Gatsby se ajoelhou. Em público, tirou o pau bem menor de Nick das calças e chupou-o vorazmente. Nick, mesmo sendo inteiramente dedicado a ser penetrado no ânus, esfregava o pinto babando na face de Gatsby, molhava os cabelos loiros humilhando o grande empresário mais que bilionário. Estava marcando Gatsby como seu, nenhum outro puto seria permitido a deslizar na garganta de Gatsby com tal violência. Gatsby, mesmo sendo dominador e comedor de cu natural, deixava-se engasgar babando no pênis pequeno e fino de Nick. Continuaram até Nick gozar, encheu a boca de Gatsby com esperma e bateu a rola surrando o lindo homem em sua face.
— Agora sim, deixarei-lhe destruir meu cu! — Nick continuou a surrar a cara de Gatsby com seu pauzinho até subir as calças. Ambos sorriram deixando o local.
—
Gatsby não descansou. Desde a última tentativa com Nick, tentou conquistá-lo com uma grande festa durante o dia. A enorme mansão estava completamente lotada de convidados seletos tomando álcool, banhando na piscina e admirando os jardins. Dessa vez não foi tão discreto quanto nas festas para seduzir Daisy, o bacanal acontecia com dançarinos deslizando para engolir duas rolas com o cu, homens se beijando, dedando outros homens. Vários cus e bundas expostas procurando um pinto ou uma mão amiga. Não tinham medo da orgia, tomavam parte celebrando o quanto Gatsby amava sexo anal.
Nick se espantou, mas ficou feliz ao ver que Gatsby o exibia como novo namorado. Logo foi convidado a ir para os aposentos superiores onde ele é gatsby ficaram sozinhos.
— Jay… Não precisa fazer tanto por mim. — Nick dava as mãos a Gatsby que o convidava para a espaçosa e luxuosa cama.
— Preciso sim, fiz muito mais pra conquistar sua prima que me traiu de todas as maneiras. Agora vou fazer pra você que se manteve fiel. — Gatsby guiou as mãos de Nick para a braguilha. — Pegue o seu prêmio, o que Daisy não soube aproveitar.
— Aceito então, deixa eu ser seu! — Nick tirou a rola de Gatsby da calça enquanto abaixava suas calças para mostrar seu pintinho pequeno que parecia ainda menor na presença de Gatsby. — Você tem um pauzão enorme tão lindo… Vai arregaçar meu cu!
— Você gosta do Grande Gatsby? Agora esse pauzão é seu! E o seu é tão pequeno e perfeito, tão maravilhoso! Eu adoro passivo de pauzinho pequeno. — Gatsby ajudou Nick a tirar as calças e começou a chupar a rolinha. Nick revirava os olhos socando o pintinho socando na boca de Gatsby.
— Me chupa Jay, toma nessa boca gostosa que eu tenho certeza que meu pauzinho é melhor que bucetinha! — Nick tremia ainda competindo com Daisy.
— Seu grelinho é mais gostoso que o da Daisy, mas quero seu cu… Você sabe que eu amo cu, eu adoro bunda, sou pervertido sodomita amante de anal e sua prima era minha mais amada porque deixava eu rasgar o cu dela! — Gatsby puxou Nick para a cama. Colocou ele em posição 69 e abriu o bumbum de Nick. — Agora entendo como tantos soldados comeram seu cu na guerra, você é mais rabudo que a Daisy do bumbum redondo! E esse cuzão… Olha as pregas grandes e inchadinhas, você é um putinho anal perfeito! Eu quero me lambuzar nesse cu todinho!
— Jay, enfia a língua nesse cu, prova pra mim que você é pervertido sodomita! — Nick estremeceu com Gatsby afundando a língua naquele ânus.
— Meu nome é Jay Gatsby e eu sou um sodomita safado pro meu bom garoto, pro meu fiel Nick!
— Isso mesmo Jay, enfia a língua no fundo do meu cu que eu vou colocar seu pauzão na minha garganta!
Nick fez como disse, engasgou na rola imensa de Gatsby soltando baba grossa. Seu pauzinho também babava com a sensação pervertida da língua de Gatsby dançando em seu reto. Gatsby abria o bundão de Nick vorazmente se deliciando com o delicioso e maravilhoso gosto de cu em sua língua.
— Gatsby, enfia pau no meu cu? — Nick pediu.
— Sim! — Desnudaram-se por completo. Gatsby colocou Nick de ladinho e começou a penetrar aquele ânus.
— Aí que rola enorme, meu Deus… Tá indo fundo no meu segundo cu, tão fundo! — Nick sentia a dor e a a pressão anal enorme na grossura e longura. A sensação do pauzão de Gatsby rasgando seu cu guloso o deixava de pauzinho mole concentrado no cu, a rolinha babando de puro tesão anal em ficar entupidinho de pau até esguichar mijando quando Gatsby enfiou tudo.
— Mija safadinho, mija igual o cachorrinho pau no cu que você é! — Gatsby não se importava, apenas queria ver Nick tendo prazer absoluto no cu. O fato do putinho anal se mijar na pressão só o excitava ainda mais.
— Aí gatsby, soca fundo! — O deslizar em estocadas anais faziam Nick gritar como no batalhão em épocas de guerra quando dava o cu por noites ininterruptas.
— Aguenta meu soldadinho anal! Aguenta como aguentou nesse cu mais gostoso que o de sua prima! — O vai e vem ficava violento, Gatsby não aguentava olhar para o bundão redondo de Nick e ficar sem meter forte.
— Ai, tá tão gostoso… Tá rasgando meu cuzinho! — Nick se deliciava na dor anal como um submisso, adorava a sensação de ter seu cu entupido até o fundo do colón, delirava no mover de seus anéis retais internos sendo deslocados pela rola violenta invadindo e estimulando suas contrações anais.
— Vou gozar! — Gatsby não aguentou, a bunda deliciosa e o cu latejante de Nick o fizeram gozar preenchendo o rabo com muito esperma.
Nick ficou de quatro, Gatsby abria a bunda farta, olhava para dentro do anel de Nick todo destruído. As paredinhas vermelhas internas mexiam, se movimentavam formando um prolapso saindo dos beicinhos inchados latejando quando Nick peidava esperma mostrando a flor anal que havia sido usada por centenas de homens.
Nick fechou seu cu piscando e pediu mais rola. Gatsby não resistiu, deslizou os dedos para dentro de Nick, ia dilatando e abrindo aquele cu guloso até o punho ir para dentro, o esperma que Nick estava cagando serviu de lubrificação.
Nick revirava os olhos tremendo com o prazer dolorido, mordia a fronha com a bunda empinada de quatro, seu lindo pauzinho pequeno babava se molhando ainda mais. Mole e ignorada, aquela rolinha de viadinho era inútil. Nick estava forçado a sentir prazer somente em sua destruição anal, ele amava cada segundo do desespero e rebolava no punho de Gatsby provando que dava o cu de uma maneira muito superior à da priminha. Nick genuinamente amava a vontade de colocar seu cu para fora com as intensas contrações anais provocadas pelo punho esmagando seu interior e destruindo seu anel anal.
— Nick, seu cu é maravilhoso! Daisy nunca deixou eu fistar, nunca mostrou a rosa nascer… — Gatsby bombava o punho penetrando Nick ainda mais profundamente.
— Sou submisso anal como Daisy nunca foi, aguento quando ela não aguentou… Estou prontinho para ser seu putinho do cu guloso!
Nick sentiu Gatsby tirar o punho do seu ânus que fazia biquinho tentando se colocar para fora. O cu distendido e dilatado puxou para fora florescendo em uma rosa anal vermelha intensamente pulsando de paixão. Gatsby esfregou sua rola imensa no cu invertido, nas paredinhas vermelhas que formavam a pétalas pervertidas submissas e subjugadas pelo comedor de cu. Nick mantinha a rosa puxada para fora se esforçando e mijando de prazer.
Gatsby massageou, lambeu e enfiou o pau puxando tudo para dentro. Ele segurou uma perna de Nick para o passivo parecer um cachorrinho de quatro com uma perna levantada. A rolinha molhadinha e molinha de Nick esguichou urina, depois não conseguia segurar, gozava mesmo mole e sem tocar, mesmo com o pauzinho ignorado Nick gozava somente do prazer da invasão de seu cu ultra-sensível. Era natural para ele ser viciado na submissão anal, nas sensações de ter seu cu destruído por um comedor como Gatsby.
Gatsby não se segurou, começou a violar o cu de Nick que fazia biquinho e piscava apertando a rola imensa, entrava violentamente fazendo Nick sofrer e chorar. Nick não conseguia parar de mastigar a rola com seu buraco enquanto esperma escorria de seu pauzinho humilhado, reduzido a ser um grelinho gozando de violência no cu.
Gataby comeu o rabo de Nick sem dó até gozar mais uma vez. Quando Nick caiu na cama exausto, ainda peidando esperma, Gatsby seguiu para chupar a rolinha que acordava e endurecia gozando mais. Gatsby não aguentou, abriu as pernas de Nick e chupou aquele cu arrombado pelo qual estava apaixonado.
— Garoto, meu bom garoto do coração fiel e puro, fique comigo…
Gatsby implorava, não foram necessárias muitas palavras, a partir dali, Gatsby e Nick esqueceram de Daisy e foram parceiros para o resto de suas vidas. Nick aceitou seu lugar de submisso anal e se tornou o puto pau no cu de Gatsby com muito orgulho.
Meu e-mail é pervertedwriterass@gmail.com para os interessados em contato, sempre gosto de ouvir dos comedores e dadores de cu.
