Fodida no meu escritório

Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 1759 palavras
Data: 11/04/2026 00:02:02

Meu nome é Andressa, tenho 50 anos e sou advogada em um escritório renomado em Curitiba. Casada há mais de uma década com o Leonardo, um engenheiro civil de 40 anos que vive imerso em obras e prazos apertados, eu mantenho nossa vida organizada: filhos independentes, contas em dia, eventos sociais onde finjo contentamento. Meu corpo é magro, atlético da corrida matinal, com seios firmes que ainda chamam atenção sob as blusas sociais. Mas sinto um vazio que os tribunais não saciam – Leonardo mal me olha, enquanto Marcelo, com seu pauzão, me faz esquecer tudo. Tudo começou com Marcelo, marido da minha amiga Adriane. Ele tem 40 anos, trabalha no mesmo canteiro de obras que o Leonardo, como gerente de projetos, e eu o via em churrascos casuais. Alto com barba aparada e olhos castanhos intensos, ele desperta algo proibido em mim.

O estopim foi o coquetel de fim de ano da construtora, há duas semanas. Leonardo atrasou, como de costume, e eu cheguei sozinha ao salão barulhento. Adriane me abraçou animada, mas logo se distraiu. Fiquei com uma taça de espumante, trocando palavras com Marcelo sobre o trânsito da BR-277 e o calor úmido.

— Você parece tensa, Andressa.

— Advogada lidando com tubarões é exaustivo. E você, gerenciando homens suados no sol? Aposto que tem histórias melhores.

Nossos olhares se prenderam, e ele sorriu devagar.

Dias depois, veio a mensagem no WhatsApp – Adriane deve ter passado meu contato.

— Ei, Andressa, preciso de uma dica jurídica sobre um contrato. Pode ajudar?

Pretexto óbvio. Marcamos café no shopping. Cheguei com saia lápis preta colada ao meu corpo magro, blusa de seda destacando meus seios. Ele usava camisa desabotoada, peito bronzeado à mostra.

Falamos do contrato por minutos, depois do casamento.

— Adriane é ótima, mas... falta fogo, sabe? — ele confessou, olhos nas minhas pernas cruzadas.

— Leonardo é um amor, mas ele nem me toca mais.

O ar crepitou. Nossos joelhos se roçaram debaixo da mesa pequena do café, um toque casual que enviou uma faísca elétrica pela minha pele magra. Senti o calor subindo pelo meu colo, endurecendo os mamilos sob o sutiã de renda fina. Marcelo notou – seus olhos desceram devagar para os pontos protuberantes na seda da blusa, e ele lambeu os lábios sutilmente.

— Sabe, Andressa, você tem um corpo incrível para uma mulher de 50. Magra, mas com curvas certas nesses seios... — murmurou, voz baixa e rouca, inclinando-se mais perto. O cheiro dele, mistura de suor masculino e colônia, me invadiu as narinas.

Meu coração martelava. Estendi a mão por baixo da mesa, roçando os dedos na parte interna da coxa dele, sentindo o músculo tenso sob a calça social.

— E você é tentador demais para o marido da minha amiga. O que a gente tá fazendo aqui?

Ele pegou minha mão, guiando-a mais para cima, até pressioná-la contra o volume crescente na virilha. Senti a rigidez do pau dele inchando sob o tecido, quente e grosso, pulsando contra minha palma.

— A gente tá sentindo o que falta em casa. Me diz que não tá molhada agora.

Eu estava – minha buceta latejava, os lábios inchando e umedecendo a calcinha. Mordi o lábio e apertei seu pau devagar, traçando o contorno da glande através da calça.

— Estou. Mas isso é loucura. Imagina a Adriane descobrindo...

Saímos do café com promessas veladas. Naquela noite, sozinha em casa enquanto Leonardo roncava, me toquei pensando nele, dedos mergulhando na buceta escorregadia, imaginando seu pau me preenchendo – algo que Leonardo nunca faz com tanta fome.

Na semana seguinte, não aguentei. Inventei uma reunião e o chamei ao escritório à tarde. Secretária fora, porta trancada. Ele entrou confiante, fechando-a com um clique definitivo.

— Então, Dra. Andressa, qual o veredicto? — brincou, aproximando-se da mesa, olhos famintos no meu corpo magro.

Levantei-me devagar, sentindo a saia lápis subir um pouco nas coxas definidas.

— O veredicto é que você é um homem perigoso, Marcelo.

Ele me puxou pela cintura estreita, mãos grandes deslizando pelas minhas costas magras até apertar minhas nádegas firmes. Nosso beijo explodiu – bocas se devorando, línguas se enroscando com urgência molhada, dentes roçando lábios inchados. Senti sua ereção dura como ferro pressionada contra meu ventre plano, o comprimento latejante roçando minha saia. Minhas mãos exploraram seu peito largo, unhas cravando na pele bronzeada enquanto desabotoava sua camisa.

Ele ergueu minha blusa, expondo meus seios envoltos em renda preta. Puxou o sutiã para baixo, mamilos rosados endurecendo ao ar condicionado. Chupou um com fome, língua rodopiando na auréola, dentes mordiscando de leve enquanto sugava forte, enviando choques direto para a minha buceta.

— Caralho, Andressa, esses peitos são uma delícia... tão firmes, mamilos duros pedindo minha boca — murmurou ele, alternando para o outro seio, sugando com mais força.

— Chupa mais, Marcelo, me deixa louca... minha buceta tá encharcada por sua causa — respondi, arqueando as costas magras, mãos no cabelo dele pressionando sua face contra meus seios.

— Vou te comer inteira hoje, Dra. Vou enfiar meu pau nessa buceta molhada que você tá guardando pro Leonardo.

— Promete? Então me lambe primeiro, prova como eu tô pronta pro seu caralho.

Desci a mão para sua calça, abrindo o zíper com pressa. Seu pau saltou livre – longo, grosso, veias salientes pulsando, glande vermelha e brilhante de excitação. Segurei-o na base, masturbando devagar, sentindo a pele aveludada escorregar sobre o aço rígido.

— Olha o tamanho desse caralho... vai me abrir toda — gemi, lambendo a glande para provar o gosto salgado.

Empurrei-o para a poltrona de couro, ajoelhando entre suas pernas abertas. Lambi da base até a ponta, boca aberta engolindo o pau inteiro, saliva escorrendo pelo comprimento enquanto chupava com sucção profunda. Ele gemeu, quadris se erguendo para foder minha boca ritmadamente, mãos no meu cabelo guiando o ritmo.

— Isso, Andressa, mama meu pau gostoso... engole até o talo, sua boca é um tesão. Melhor que a Adriane jamais fez.

— Hmm, tá tão duro... fode minha garganta, me usa como sua putinha discreta — provoquei entre lambidas, engolindo mais fundo.

Ele me puxou de pé, sentando-me na beira da mesa com pernas magras abertas. Ajoelhou-se devagar, rosto entre minhas coxas, barba roçando a pele sensível. Beijou os lábios internos da minha buceta depilada, língua achatada lambendo do ânus até o clitóris inchado, sugando o mel viscoso que escorria abundante.

— Que buceta linda e molhada... saborosa como mel, Andressa. Vou te chupar até tremer.

— Lambe meu clitóris, Marcelo, enfia a língua na minha entrada... caralho, assim!

Sua língua rodopiou no clitóris protuberante, dois dedos grossos penetrando minha buceta apertada, curvando para massagear o ponto G enquanto sugava forte. Gemi alto, quadris se contorcendo contra sua boca barbada, fluidos melífluos cobrindo seu queixo. Ele lambeu voraz, alternando chupadas e dedadas profundas.

— Tá gozando na minha boca? Me dá mais desse mel da sua buceta gulosa.

— Não para, vou explodir... chupa mais fundo, me faz esquecer o Leonardo!

Minha buceta ardia de tesão renovado, fluidos escorrendo pelas coxas magras. Joguei a calcinha úmida no chão e subi no colo dele, esfregando a fenda escorregadia na cabeça do pau, untando-a com meus sucos antes de descer devagar.

Ele preencheu cada centímetro da minha buceta madura, esticando as paredes apertadas até o colo do útero. Comecei a cavalgar devagar, quadris magros subindo e descendo, seios balançando livres, mãos dele apertando minhas coxas definidas. O som molhado de pele contra pele ecoava.

— Me fode forte, Marcelo, enche minha buceta de pau — implorei, acelerando o ritmo, rebolando para sentir cada veia roçando meu interior.

— Você é apertada demais, Andressa... vou te foder até gozar porra quente nessa buceta gulosa.

Ele me ergueu como se eu fosse leve, deitando-me na mesa de mogno polida. Abriu minhas pernas magras em V amplo, expondo a buceta aberta e reluzente. Penetrou de novo em missionário, corpo pesado sobre o meu magro, pau mergulhando profundo com estocadas longas e ritmadas. Seus lábios chupavam meus seios alternadamente, dentes puxando os mamilos enquanto me fodia.

— Olha como sua buceta engole meu caralho todo... tá adorando, né? Tá pingando mel em mim.

— Sim, não para, me faz gozar com esse pauzão... fode mais fundo, bem melhor que o pau mole do meu marido!

Gozei primeiro nessa posição, buceta contraindo em espasmos intensos ao redor dele, fluidos quentes lubrificando ainda mais as investidas. Sem sair, ele me virou de bruços na mesa, erguendo meus quadris magros. Entrou por trás em de quatro, mãos agarrando minha cintura fina, pau acertando o ângulo perfeito para roçar o ponto G. Cada estocada fazia minhas nádegas firmes tremerem, bolas batendo contra meu clitóris exposto. Meu celular vibrou na mesa – Leonardo chamando. Atendi ofegante, voz tremula.

— Alô? Tô... em reunião, amor.

— Tudo bem aí? Voz estranha — ele disse do outro lado.

Marcelo não parou, fudendo devagar e profundo, mão na minha boca para abafar gemidos.

— Tudo ótimo... te ligo depois — desliguei rápido, coração disparado.

— Caralho, quase pegos... isso te deixou mais molhada ainda — sussurrou ele, acelerando.

— Fode mais rápido, Marcelo, bate no fundo da minha buceta... me enche de leitinho!

Mudamos para a poltrona: sentei de costas para ele em cavalgada reversa, minhas coxas magras flexionadas enquanto subia e descia no pau ereto, buceta engolindo-o inteiro. Ele segurava meus seios por trás, dedos beliscando mamilos, enquanto eu rebolava com força, sentindo o pau pulsar dentro de mim.

— Vou gozar logo, onde quer minha porra?

— Na boca, me dá tudo na boca... quero engolir seu leitinho quente.

Desci do pau com um gemido, buceta latejando vazia e melíflua. Ajoelhei de novo, boca aberta e língua estendida. Ele se masturbou rápido sobre meu rosto, pau inchado na mão, veias saltando. Gozou em jatos potentes – a primeira golfada grossa e quente acertou minha língua, salgada e espessa; a segunda encheu minha boca até transbordar pelos cantos dos lábios; as demais salpicaram meus seios, escorrendo pela pele magra. Engoli tudo devagar, lambendo os lábios e chupando as últimas gotas da glande sensível.

Ainda ofegantes, ele me levou ao banheiro privativo do escritório. Abriu a torneira morna, molhando um pano para limpar o leitinho dos meus seios e coxas magras. Seus dedos escorregaram de novo para minha buceta sensível, dois mergulhando devagar nas paredes ainda contraídas, clitóris inchado sob o polegar.

— Sua buceta tá inchada e quente... quer mais um orgasminho rápido antes de ir?

— Dedilha fundo, Marcelo, mas devagar... me faz gozar quietinha na sua mão — gemi baixo, beijando-o enquanto ele me masturbava ritmadamente, água caindo ao fundo. Gozei suave, tremendo contra ele, cheiro de sexo e sabonete preenchendo o ar.

Saímos dali ofegantes, roupas amassadas, prometendo sigilo. Adriane e Leonardo não sabem, mas eu me sinto viva pela primeira vez em anos – e ansiosa pelo próximo.

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